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O cooperativismo é um movimento que se fortalece no mundo todo por promover o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, gerando o bem-estar social dos indivíduos e comunidades onde está presente.
Nos últimos anos, com a crise e o temor das pessoas com a oscilação do mercado financeiro, o cooperativismo se destaca pela sua força. Dada a sua importância para o desenvolvimento global e o combate à exclusão social.
As cooperativas tem exercido um papel fundamental na geração de empregos e melhoria na qualidade de vida dos povos. O cenário cooperativista do mundo está em pleno crescimento. Ninguém mais duvida do potencial e do alcance do setor. Antes tidas como instituições pequenas e simples, hoje as cooperativas se modernizaram e figuram como instituições fortes que geram renda e impulsionam o desenvolvimento do planeta. O setor cooperativo já está presente nos cinco continentes, reúne 1 bilhão de pessoas em mais de 100 países e gera mais de 150 milhões de empregos.
O modelo cooperativista possui uma filosofia capaz de unir crescimento econômico e bem-estar social. O mundo está cada vez mais cooperativo, pois as pessoas estão percebendo o poder da cooperação para o desenvolvimento das sociedades e dos indivíduos. Muitas conquistas foram alcançadas ao longo dos anos, mas ainda há muito que ser feito para disseminar a cultura cooperativista e seus benefícios. Os desafios só serão superados por meio da cooperação, pois unidos os cooperativistas têm mais força e visibilidade, o que possibilitará, em um futuro próximo, a consolidação e a expansão do setor em todos os lugares do mundo.
Com informações da Revista Jurídica Consulex.
Lílian Guimarães
Comunicação OCB/AP
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96) 98124-9681
O Sistema OCB Amapá e Sescoop realizaram nos dias 15 e 16, no município de Oiapoque, o Curso Básico de Cooperativismo. A capacitação foi voltada ao atendimento das cooperativas e contou com abordagens sobre os aspectos legais e societários, direitos e deveres de cooperados, além da tributação de cooperativas.
De acordo com a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/AP, Naiane Videira, o objetivo do Sistema é cada vez mais ampliar a oferta de cursos, indo até os cooperados para levar conhecimento, qualificação, e acima de tudo, impulsionar o desenvolvimento.
Lílian Guimarães
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O Presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, e a Superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa, estão em Brasília, onde cumprem agenda institucional. O primeiro compromisso foi a reunião técnica de alinhamento com as gerências do Sescoop Nacional e a diretoria Executiva do Sistema OCB Nacional, com o presidente, Márcio Lopes, o Superintendente, Renato Nobille e a gerente Geral Karla Tadeu. Em seguida, acompanharam a gerência de Relações Institucionais da OCB na Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, atendendo uma solicitação da Ministra Fátima Pelaes, onde participaram de uma reunião com a equipe da Secretaria para compartilhar experiências da campanha do Dia de Cooperar. Na pauta, também discutiram a possibilidade de integração da Rede Brasil Mulher nas ações, tendo em vista, que dentre outros temas atua na autonomia econômica da mulher e o espaço de poder e decisão. “São agendas extremamente importantes para o avanço do nosso trabalho no Amapá. A integração com o Sistema Nacional e a nossa vinda até Brasília, fortalece ainda mais o nosso compromisso de executar um trabalho sério e comprometido com o cooperativismo amapaense”, avaliou o presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza. Para a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa, que está há um pouco mais de dois meses na função, a integração e aproximação é extremamente benéfica para o alinhamento das informações. "Estamos sempre em contato, mas, as reuniões presenciais são essenciais. Estamos muito dispostos para executar da melhor forma a missão que nos foi confiada. O cooperativismo do Amapá estará cada dia mais fortalecido", compartilhou Patrícia. Lílian Guimarães Comunicação Sistema OCB Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681
O Sistema OCB e Sescoop Amapá realizaram nesta quinta-feira, 16, o Encontro Pedagógico para os professores da Escola Estadual José Bonifácio. A iniciativa tem como objetivo retomar as ações educativas do Programa Cooperjovem, para o início do ano letivo de 2017.
Durante o encontro, os professores puderam avaliar os problemas enfrentados no ano letivo de 2016, elegendo as prioridades e urgências à serem vivenciadas com os alunos do Quilombo do Curiaú, tendo em vista, o aprendizado e a experiência adquirida com o Cooperjovem, para o aprimoramento da prática entre aluno e professor.
A coordenadora do Cooperjovem no Amapá, Neuma Simões, aproveitou a oportunidade para palestrar sobre a Cooperação e Respeito Mútuo como facilitadores de Aprendizagem. “É um momento de troca, uma oportunidade de identificarmos como podemos melhorar, e claro, buscar sempre o sucesso na execução do Programa”, avaliou a coordenadora.
O Encontro Pedagógico segue nesta sexta-feira, 17, na sede do Sistema OCB Amapá.
Lílian Guimarães
Comunicação Sistema OCB/AP
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Atenção Cooperativas o Sistema OCB Amapá e Sescoop/AP oferecem mais uma oportunidade de capacitação aos cooperados com o Curso Aspectos Legais e Societários de Cooperativas que será realizado de 29 a 31 de março. As inscrições iniciaram na última quarta-feira, 15, na sede do Sistema OCB. Para se inscrever basta apenas levar um 1kg de alimento não perecível.
As vagas são limitadas.
Lílian Guimarães
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A Vilhena Consultoria em parceria com o Sistema OCB Amapá realizam de 13 a 15 de abril, o Curso Bases da Piscicultura. As inscrições podem ser feitas na sede da Vilhena Consultoria, localizada na Avenida Venina Santos de Carvalho, 906, bairro Pantanal. Serão disponibilizadas 42 vagas, sendo 15 vagas gratuitas para cooperativas, e 27 ao público em geral, no valor de R$ 30.
O curso abordará a introdução à piscicultura, licenciamento ambiental, linhas de financiamento e mercado. Oferecendo instrumentos de engenharia de pesca, focando a aprendizagem no que diz respeito a criação de peixe em cativeiro, nas fases inicial, crescimento e engorda. Tem como objetivo proporcionar conhecimentos para identificação dos problemas na criação e possíveis soluções, além de destacar todas as etapas de desenvolvimento dos estudos e projetos. O curso será ministrado pelo Engenheiro de Pesca, Edu Tavares Vilhena, com carga horária de 20 horas. No conteúdo programático os participantes terão a oportunidade de ter introdução à piscicultura, licenciamento ambiental, linhas de crédito e mercado. Produtores rurais, criadores de peixes, acadêmicos de Engenharia de Pesca e profissionais da área estão entre o público alvo. Mais informações: (96) 99168-0336 Lílian Guimarães Comunicação Sistema OCB Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681.
O Deputado Estadual, Fabrício Furlan, visitou a sede do Sistema OCB, na tarde desta segunda-feira, 13, para receber as demandas dos setores econômicos das Cooperativas do Amapá.
O Presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza, informou que há 2 anos foi protocolado para o Governador do Amapá, Waldez Góes, e Deputados da FRENCOOP, propostas do setor para desenvolvimento das atividades econômicas. Algumas entraram na pauta de discussão, mas, para avançar é necessário uma agenda de trabalho.
Política fiscal, cessão de espaços físicos ociosos para incremento da produção, fomento de projetos, licenciamento e participação das cooperativas na Zona Franca Verde são algumas das demandas, além, da participação efetiva em Conselhos de Políticas públicas onde as Cooperativas participam como Conselho do Meio Ambiente, FUNDMICRO, Fazenda Estadual e Conselho de Trânsito.
O Deputado prometeu empenho na defesa desses interesses das cooperativas e solicitou reuniões setoriais com as mesmas.
Lílian Guimarães
Comunicação Sistema OCB Amapá
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Durante sua participação no seminário internacional O cooperativismo e os objetivos de desenvolvimento sustentável, promovido pela OCB e pela Unimed do Brasil, na segunda-feira, dia 6/3, em São Paulo, a presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Monique F. Leroux, disse que a troca de experiências entre os movimentos cooperativistas dos diversos países constitui a grande riqueza e, também, o maior desafio do cooperativismo internacional. Segundo ela, o Brasil tem muito a contribuir com o movimento global das cooperativas. Citando a Unimed como grande exemplo de sucesso internacional, a líder global, afirma que as cooperativas precisam inovar sem medo e ampliar a participação feminina nos cargos de liderança. Ela também deixou uma mensagem de estímulo às mulheres cooperadas brasileiras, em função do Dia Internacional da Mulher. Confira abaixo a entrevista com Monique F. Leroux. Na sua opinião, quais são os maiores desafios do cooperativismo global? Monique F. Leroux – Esta é uma questão muito interessante porque o movimento cooperativista internacional é extremamente relevante, devido sua presença em vários países ao redor do mundo. Entretanto, esse mesmo cooperativismo possui muitas peculiaridades e, às vezes, isso cria um grande desafio de proporcionar uma voz forte e unificada para o movimento cooperativo internacional. Sabemos que temos uma força enorme que vem da nossa diversidade e isso também envolve a intercooperação entre cooperativas. Vamos pegar, por exemplo, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. Arrisco-me a dizer que as cooperativas são o grupo econômico envolvido com esta causa mais importante e com uma força incrível de atingir os ODS, mas, para que isso ocorra, é necessário desenvolvermos ações como um grupo, realizando, juntos, as iniciativas que ocorrem no Brasil, no Japão, na Índia e no Canadá, por exemplo. O objetivo disso é muito simples: tornar essas ações mais fortes e eficazes por meio do compartilhamento das nossas melhores ideias. Na minha visão, é preciso trabalhar com muita eficiência para mantermos o ritmo de crescimento do movimento cooperativo, seja local, regional ou nacionalmente. Precisamos estar conectados. Só assim poderemos passar a mensagem que nos move de uma forma impactante, como um movimento global extremamente forte e conectado. E é por isso que estou muito feliz por participar deste seminário aqui no Brasil, organizado pela OCB e pela Unimed, pois, assim, podemos compartilhar nossos aprendizados e realidades, fortalecendo os nossos laços. Gostaria, ainda, de enfatizar que apesar de as cooperativas ao redor do mundo terem uma histórica rica, é preciso estarmos confortáveis com a ideia da mudança. É preciso usar as mídias sociais, as novas tecnologias e sermos capazes de inovar! Precisamos ter cuidado e evitar ser tão protetor, às vezes, com o status quo. Precisamos abraçar a inovação, para melhor os serviços às pessoas e às comunidades. Inovações e performances são necessárias e manterão as cooperativas fortes. Temos um exemplo bem aqui: a Unimed, a cooperativa médica mais importante do mundo! Quem me dera se tivéssemos uma organização como a Unimed no Canadá. Um fenômeno! Muitos canadenses gostariam de ter um sistema médico forte assim. Embora tenhamos grandes e bons sistemas de saúde, uma cooperativa como a Unimed seria a solução para diversos problemas. Então, para concluir, acho que o maior desafio de todos é, sem dúvida, o compartilhamento global do conhecimento e das formas de se vivenciar o cooperativismo ao redor do mundo. É ser capaz de aumentar a intercooperação para melhor desenvolver o movimento cooperativo global. Como a ACI vê o movimento cooperativismo brasileiro? Monique F. Leroux – A ACI é uma associação de organizações cooperativas. Não é uma empresa ou uma entidade para apoio financeiro ou prestação de serviços. Apoia iniciativas de representação cooperativa em todo o mundo. É por isso que é tão importante para os membros da Diretoria da ACI que os representantes dos países da Junta da ACI participem em eventos organizados por nossos membros em todo o mundo, que ocorrem fora de nossa sede. É crucial ver na prática como o sistema cooperativo tem sido operado e como os desafios foram superados em cada país. Nós sempre tentamos nos encontrar em diferentes lugares para aprender mais sobre suas realidades e aprender com as experiências. E é por isso que eu e os membros do Conselho da ACI estamos muito felizes por estar aqui no Brasil, um país que tem muito a contribuir para o movimento cooperativo internacional. Em relação às Metas de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas, qual a importância de as ações do movimento cooperativista internacional estarem alinhadas à ONU? Se compararmos esse conjunto de características com os ODS, veremos que elas têm muitas coisas em comum. As cooperativas são acessíveis e inclusivas. Por esta razão, as organizações cooperativas, em minha opinião, estão muito mais alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU. É preciso trabalhar para um mundo melhor e isso demanda, necessariamente, o sucesso dos ODS; Se conseguirmos, o mundo também conseguirá e será um lugar muito melhor para viver. A senhora é a segunda mulher a presidir a ACI. Considerando a participação feminina em cargos de liderança, como a ACI tem encorajado as mulheres a assumirem posições de destaque no cooperativismo? Monique F. Leroux – É preciso destacar que a ACI está completamente alinhada à ONU quando o assunto é promover o empoderamento feminino. Em segundo lugar, afirmo que a participação feminina no cooperativismo, em diversos países, tem aumentado ao longo dos anos. O Canadá e países europeus são exemplos disso. De fato, em ramos como o Crédito, Trabalho, Saúde e Educação, a participação da mulher tem ocorrido com maior destaque nos papéis de liderança. Estou muito feliz em perceber que, desde que ingressei no cooperativismo, mais mulheres têm assumido posições de liderança e cargos de alta chefia nas organizações cooperativas. E esta é uma tendência. E, finalmente, neste 8 de março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Que mensagem a senhora deixaria para as mulheres brasileiras? Monique F. Leroux – Envolva-se! Certifique-se de ter a confiança necessária em si mesma, como uma mulher, e de ser comprometida, proativa em seu papel sociedade e na cooperativa em que se está envolvida. Auto-motivação e solidariedade são necessárias para assumir as tarefas de gestão da vida ou em uma cooperativa. Envolva-se!

O Sistema OCB Amapá deslocou parte da equipe para o município de Laranjal do Jari, dos dias 03 a 05 março, onde ocorreram as Assembleias Gerais das Cooperativas ECOJARI, COOPMOVEIS e COOPEMAC na Reserva Cajari.
Além da assessoria prestada durante as assembleias, a presença do Sistema OCB no município possibilitou outras atividades, como a análise do processo da COMARU; a discussão com Vereador Marcelo Padilha e Vereadora Irlane Maia, visando a implantação da FRENCOOP JARI.
A pauta também possibilitou a reunião com a direção do Sindicato dos Servidores Municipais de Laranjal onde foi discutido a construção do calendário de ações para fundação da Cooperativa de Consumo da categoria, com previsão de 700 cooperados no quadro social.
“Nosso objetivo é ter voz e presença ativa em todos os municípios, fortalecendo o cooperativismo em nosso estado. Essas visitas serão constantes, pois se tornam fundamentais para o bom desempenho do serviço prestado pela OCB”, avaliou o presidente da OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
A superintendente do Sescoop Amapá, Patrícia Sousa, compartilhou da mesma visão. “Além das assessorias, queremos levar as capacitações e qualificações até o cooperados do interior do estado. Essa integração é necessária para atingirmos o nosso objetivo maior, que é o crescimento dessas cooperativas e desenvolvimento do nosso estado”, complementou Patrícia.
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Lílian Guimarães
Assessora de Comunicação do Sistema OCB Amapá
Santa Mídia Comunicação e Marketing
(96)98124-9681

Taxistas e mototaxistas tiveram a oportunidade de conhecer novos produtos que estão disponíveis para as categorias no Sicoob/AP. A apresentação ocorreu na tarde desta quinta-feira, 02, no Sistema OCB/AP, que integra esse processo de melhoria dos serviços ofertados as cooperativas. A gerente Geral do Sicoob, Rosilene Nunes, apresentou as opções de seguro, consórcio e máquina de débito e crédito para as cooperativas. As categorias podem acessar os produtos com condições diferenciadas. "Essa aproximação nos permite saber quais as maiores necessidades das cooperativas, e assim, tentar atender contribuindo com o crescimento das mesmas", disse a gerente. A superitendente do Sistema OCB Amapá, Patrícia Silva, destacou que o leque de ofertas de produtos acaba se tornando mais um ponto positivo no crescimento das cooperativas. "É um conjunto de ações que caminham integradas. Capacitações, qualificações, investimentos, e claro, iniciativas como esta do Sicoob, em acreditar no potencial desses trabalhadores que nos ajudam a somar neste processo de desenvolvimento contínuo", avaliou a superitendente da OCB. Lílian Guimarães Assessora de Comunicação do Sistema OCB Amapá Santa Mídia Comunicação e Marketing Contato: (96) 98124-9681
O cooperativismo está ampliando sua área de atuação na região Norte do Brasil e a parceria entre as unidades estaduais é fundamental para dar prosseguimento à expansão. Durante esta semana, a Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Amapá (OCB/AP) realizou intercâmbio com o Sistema OCB/PA. Integrantes da Diretoria Executiva da Unidade amapaense visitaram a sede do Pará e trocaram informações relacionadas à área de superintendência, gerência de desenvolvimento de cooperativas, operações e assessoria jurídica. O Pará representa 43% do total das cooperativas da Região Norte, 41% dos cooperados e 39% dos empregados, números significativos que motivaram o intercâmbio. “Sentimos a necessidade de ajustar alguns procedimentos internos e avaliamos quais unidades são referência em gestão e poderiam nos auxiliar neste sentido. Minas, Pará e São Paulo foram os nomes mais cotados. Optamos pelo Pará em virtude da proximidade, logística, comunicação, parceria, pela estrutura e, acima de tudo, pela possibilidade de fortalecer os laços cooperativistas”, afirma a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa. Na visita, discutiu-se sobre os mecanismos de atuação e gestão junto às áreas internas e Conselhos, assim como boas práticas de gestão, articulação política em prol das cooperativas. Na Área Finalística, trocou-se informações sobre banco de consultores e instrutores, programas de monitoramento, promoção social, controle documental de atividades para atendimento dos órgãos de fiscalização, cursos de capacitação, distribuição de funções por técnico e estudo de viabilidade econômica no processo de constituição de cooperativas. Na Área Meio, analisou-se processos de compras, licitação, procedimentos financeiros, contrato de gestão, relatório de contingências e outros. Ainda se tratou sobre assuntos ligados à OCB Nacional e CNCoop. “O objetivo para 2017 é fortalecer as parcerias e trabalhar a Gestão interna. Verificamos que existem muitos posicionamentos que podemos levar e adaptar à nossa realidade. Queremos andar juntos para obtermos bons resultados neste ano. A tendência é que o cooperativismo no Amapá cresça”, completa a superintendente. Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a intercooperação deve ser ampliada. “Este é um princípio que estimulamos nossas cooperativas a cumprirem, mas nós, os gestores das cooperativas, também devemos cultivá-lo, pois são medidas estratégicas no alinhamento regional e consequente ampliação da competitividade. Não existe outra saída para crescermos. Juntos somos mais fortes e podemos fortalecer não somente os estados do Pará e do Amapá, mas todo o país”. Comunicação OCB Pará e Amapá
O cooperativismo de Norte a Sul do Amapá. Na última terça-feira, 14, foi fundada a Cooperativa dos Produtores Extrativistas do Bailique (AMAZON BAI), na comunidade do Buritizal, no Arquipélago do Bailique.
Na linha de frente da Cooperativa está o presidente Rubens Gomes; o tesoureiro, Geová Alves; e o secretário geral, Dimauro Lopes.
Todos os cooperados são certificados pelo selo internacional de produção sustentável FSC. O Amapá, portanto, possui a única cooperativa do mundo com certificação internacional de açaí. Fruto de um trabalho realizado a pelo menos três anos na região, com diversas atividades para cumprir o protocolo comunitário que prevê rigorosas regras para obtenção desta certificação. O processo foi realizado pela Oficina Escola de Luteria do Amazonas (OELA), a Associação Comunitária dos Trabalhadores do Bailique (ACTB), Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), e acompanhado pela ONG Greenpeace.
"É um marco para o Bailique em duas vertentes. Primeiro pela certificação, seguido pela criação da Cooperativa que irá fortalecer ainda mais o trabalho desenvolvido na região", disse o presidente da Cooperativa Amazon Bai, Rubens Gomes.
O Sistema OCB-AP integra o projeto como entidade parceira no processo de constituição e acompanhamento da Cooperativa, além da inserção no mercado e acompanhamento da gestao com os programas do SESCOOP/AP.
"Inicialmente são 36 cooperados fundadores, mas, com o potencial que o Bailique tem, esse número deve chegar a 76, que são o total dos certificados na região. Lembrando que o processo de certificação ainda terá continuidade", destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
Desdobramentos
Nesta quinta-feira, 16, haverá uma vídeo conferência com a rede de supermercados CARREFOUR no sistema OCB-AP, para negociação de produtos do Consórcio de Produção de Alimentos com as cooperativas do Amapá.
Perspectivas
As entidades promotoras agora irão buscar a certificação para outros produtos como a castanha do Brasil e o cacau do Estado do Amapá.
Cooperados, o Sistema OCB/AP e Sescoop/AP informam que as inscrições para o Curso Preparatório de Assembleias e Secretários de Cooperativas iniciaram na última quinta-feira, 09, de fevereiro. São apenas 45 vagas disponíveis. Os interessados podem se inscrever na sede do Sistema OCB/AP, localizada na Rua Tiradentes, 102, centro de Macapá.
O curso será realizado de 21 e 22 de fevereiro no auditório do Sistema OCB/AP, onde os participantes terão oportunidade de ter abordagens sobre a legislação 5764/71, convocação de uma assembleia geral, quórum de instalação e aprovação, assembleia geral (ordinária, extraordinária e especial), papel dos órgãos de administração e fiscalização e procedimentos junto a JUCAP e OCB/AP.
A superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa, ressalta a importância da participação dos cooperados. “Investiremos em muitos cursos e capacitações no decorrer de 2017, então, é extremamente importante que o nosso cooperado se faça presente nessas programações que tem como principal objetivo, levar conhecimento profissional e administrativo para as cooperativas. Estamos aqui para somar e fazer o diferencial no cooperativismo amapaense”.
As inscrições são gratuitas. Mais informações pelo telefone (96) 98134-0958/99186-6280.
A execução do Programa Cooperjovem foi pauta da reunião entre o Sistema OCB/AP e Sescoop/AP com o Instituto Sicoob nesta terça-feira, 07. Participaram da reunião o presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza; a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa; a coordenadora do Cooperjovem no Amapá, Neuma Simões; a analista de Projetos do Instituto Sicoob, Ruth Guichard; e a gerente Geral do Sicoob/AP, Rosilene Luz.
O Programa é desenvolvido em cooperativas educacionais e escolas de todo Brasil, por meio de atividades educativas baseadas nos princípios, valores e virtudes cooperativistas. Além de reforçar princípios do cooperativismo como: educação, formação, informação e interesse pela comunidade, viabilizando a transformação e aprimoramento da prática educativa a partir da cultura da cooperação.
No Amapá, o Cooperjovem, é executado nas Escolas José Bonifácio e Igarapé da Fortaleza, e o Projeto Santa Clara. Cerca de 700 alunos e 60 professores estão envolvidos no projeto. A execução do quinto módulo está previsto para iniciar março.
A aplicação dos módulos foi discutida na reunião, além da possibilidade de ampliação do projeto em 2018.
"Priorizamos pela boa execução do projeto. A evolução é notória e constante. Por isso, queremos garantir 100% de aproveitamento para em seguida pensarmos no projeto de ampliação", compartilhou a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa.
"O Amapá está muito bem organizado, o planejamento é fundamental para que as metas finais sejam alcançadas e o estado é um bom exemplo de organização", disse a gerente de Projetos do Instituto Sicoob, Ruth Guichard.
O Sistema OCB/AP e o Sescoop/AP têm investido em iniciativas como o Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC) que integra a Diretriz Nacional de Monitoramento e tem foco nos aspectos legal-societários da cooperativa.
Em 2016, cinco cooperativas se destacaram: Cooperativa Odontológica do Estado do Amapá (UNIODONTO/AP), Cooperativa de Condutores de Veículos Rodoviários de Macapá (COVEM), Cooperativa dos Taxistas Independentes de Rádio Táxi de Macapá (COOPITAXI), Cooperativa dos Mototaxistas Autônomos de Macapá (COOPMOTO) e Cooperativa de Trabalho e Bombeiro Civil do Estado do Amapá (COBOMCEAP).
O instrumento de aplicação, IAGC, ocorreu por meio de questionário próprio do programa, focando na análise criteriosa do Estatuto Social, do Registro de Matrícula, dos Livros de Atas da Assembleia Geral, do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, além de alguns aspectos relativos aos Fundos Obrigatórios e à Contabilidade.
De acordo com a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/AP, Naiane Videira, participando do PAGC, a cooperativa tem calculado, automaticamente, seu Índice Geral de Conformidade Cooperativista, que mede quantos por cento, de todos os aspectos avaliados, foram considerados conformes a Lei.
“As oportunidades de melhoria identificadas no PAGC ajudam a cooperativa a melhorar suas práticas de governança e a aumentar sua segurança jurídica, isso foi observado em todo processo”, destacou Naiane.
Para Rodrigo da Silva, presidente da Coopmoto Amapá, o resultado positivo significa acima de tudo maturidade administrativa. “Estamos organizados e em pleno crescimento. O Sistema OCB foi fundamental neste processo”.
Dentre os principais benefícios trazidos pelo PAGC para as cooperativas está a conformidade legal estatutária, segurança jurídica dos atos junto dos órgãos fiscalizadores e Sistema OCB/AP, e ainda, a captação de demandas de treinamentos para desenvolvimento e fortalecimento da cooperativa.
O Sistema OCB/AP esteve representado pelo presidente Gilcimar Pureza, neste sábado, 04, na entrega dos Certificados da Conclusão do Curso de Piscicultura, na comunidade de Ajudante, no Distrito de Mazagão Velho.
O Curso é fruto de uma parceria do Sistema OCB-AP, com a empresa Vilhena Consultoria especializada em piscicultura e insumos para a atividade. Credenciada no Banco da Amazônia, a empresa qualifica com entidades parceiras e elabora projetos de investimentos na atividade.
Foram contemplados integrantes da Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Comunidade de Ajudante (ATTAX-A) e membros da Cooperativa COOPAZA. O Projeto visa alcançar cooperativas do Consórcio de Alimentos da Cadeia Produtiva do Açaí e frutos regionais, como mais uma atividade produtiva para ampliação da renda familiar desses cooperados.
“A Associação de Ajudante pediu o apoio do Sistema OCB para comercialização de sua produção com as cooperativas. E estamos aqui fornecendo todas as informações necessárias para ajudar no desenvolvimento desses trabalhadores”, disse o presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza.
Os associados ficaram extremamente empolgados com a oportunidade de valorização e comercialização da produção local. “Ter a presença da OCB em Mazagão é extremamente importante, pois sabemos da seriedade e comprometimento dessa instituição”, compartilhou o presidente da Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Comunidade de Ajudante, Roberto Nascimento.
Rios, estradas, municípios e até mesmo as comunidades mais longínquas. O cooperativismo tem chegado aos quatro cantos do Amapá. No último sábado, 14, o Sistema OCB/AP, representado pelo presidente Gilcimar Pureza, e o conselheiro Eddy Pacheco participaram do Encontro de Extrativistas, na Comunidade do Buritizal, que integra uma das 52 comunidades do Arquipélago do Bailique.
A agenda faz parte do Protocolo Comunitário que tem trabalhado junto com as comunidades a legislação e políticas públicas para o extrativismo e agricultura familiar; distribuição geográfica, mercado e preço do açaí, princípios do manejo florestal, equipamentos, insumos e segurança no trabalho, etapas do manejo de mínimo impacto e boas práticas de colheita e pós-colheita.
O Sistema OCB/AP integrou as discussões a convite do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), para orientar e ajudar os extrativistas no processo de concepção de uma cooperativa, os trâmites necessários e os pontos positivos da organização comercial e planejamento. A OCB também está articulando o selo FSC, para as cooperativas dos Consórcios de Produção de Alimentos.
“A ida ao Bailique foi extremamente positiva. O produtores são muito bem organizados e isso facilita todo o processo de criação de uma cooperativa. Mas, o trabalho vai além, pois a integração desses produtores ao nosso consórcio, contribuirá diretamente para a valorização do produto deles”, explicou Gilcimar Pureza.
Protocolo Comunitário do Bailique
O projeto do Protocolo Comunitário do Bailique é desenvolvido pela Embrapa Amapá e o GTA junto com a Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB), e tem como objetivo apoiar as comunidades nas ações de acesso às políticas públicas de desenvolvimento sustentável.
"O Bailique tornou-se um importante fornecedor de frutos de açaí para os mercados de Macapá e Belém, com um substancial aumento da renda daquela população ribeirinha. Quando iniciamos o trabalho lá, a produção era muito baixa, inclusive, em algumas comunidades não havia produção nem para o abastecimento local, hoje temos uma das melhores produções do Amapá”, compartilhou o presidente do GTA, Rubens Gomes.
A Embrapa faz análise das demandas e do potencial de cooperação com o GTA e instituições parceiras que atuam no Bailique, para firmar parcerias técnico-científicas. Várias tecnologias de melhoria de produção agropecuária são mapeadas para serem incluídas nos treinamentos técnicos, com destaque para manejo de camarão, manejo de açaizais nativos, técnicas de cultivo de peixes, manejo de regeneração do pau mulato, manejo de andirobeiras, cultivo de variedades de bananas resistentes a doenças.
“Estes trabalhos beneficiaram diretamente cerca de 300 produtores no Bailique. É gratificante vivenciar o grau de mobilização e interesse das comunidades em manejar seus recursos naturais, principal fonte de renda das famílias desta região", destacou a pesquisadora da Embrapa Ana Euler.
A integração do Sistema OCB Amapá neste processo será fundamental na consolidação de todo o esforço desses extrativistas, garantindo que o produto deles chegue de forma valorizada ao mercado.
“Trabalho com açaí há mais de 20 anos, e sempre sonhei em constituir uma cooperativa e promover algo que pudesse organizar a nossa produção. Com a presença da OCB aqui, novos horizontes se abrirão a partir de agora”, agradeceu a extrativista da comunidade do Arraiol Sara Chaves.








