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O presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, e superintendente do Sescoop/AP, Juarez Oliveira, participam do Congresso Word Coop Management, em Belo Horizonte.
O evento conta com a presença de palestrantes de renome internacional e profissionais de destaque em suas áreas de atuação do Brasil e do exterior.
Ideias inovadoras e novas tendências mundiais sobre liderança e estratégia estão sendo apresentadas por grandes ícones nacionais e internacionais com amplo conhecimento dos temas abordados. Também serão apontados os melhores caminhos e estratégias para a realização de bons negócios.
A iniciativa destaca a importância da aproximação do setor cooperativo com eventos internacionais de grande porte que atualizam e estimulam os seus profissionais. Acesso a conhecimentos inovadores, atualizações e desenvolvimento de métodos e conceitos. Esses são os pré-requisitos básicos para as cooperativas e seus dirigentes alcançarem uma posição de destaque em mercados cada vez mais competitivos.
Lílian Guimarães - Assessora de Comunicação da OCB/AP
Contato - (96) 98124-9681
O cooperativismo ultrapassa barreiras, supera obstáculos e chega a lugares inimagináveis. O presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, tem acompanhado de perto o crescimento da recém fundada Cooperativa Cassiporé.
A Cooperativa fica localizada em uma comunidade tradicional, com mais de 200 anos de registro de sua existência. Hoje, um assentamento rural que possui um potencial produtivo em escala, de produção de um fruto precioso, o Cacau, são mais de mil hectares. A comunidade pertence ao município de Oiapoque, e é conhecida como Vila Velha do Cassiporé.
O produtores de cacau já contam com a parceria de uma grande empresa de Belém do Pará, e se tornou potencial produtivo nas prateleiras dos mercados com produto de alta qualidade.
“A cooperativa vai longe e tem dado sinais disso. No próximo ano tem expectativa de fazer bons negócios com a safra que vai de maio a junho”, explicou Gilcimar que visitou o local pessoalmente.
O Sistema OCB integra com outras instituições esse processo, onde atuarão com estudos econômicos, planos de fomento, capacitação para gestão, interlocução de mercado não só do cacau nativo, mas de outras culturas como melancia, açaí, farinha de mandioca dentre outros.
Durante a visita em Oiapoque o presidente também se reuniu com os integrantes das Cooperativas de Catraieiros de Oiapoque e Pescadores.
Lílian Guimarães - Assessora de Comunicação da OCB/AP
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A escola pode ser uma das principais formas de disseminar a cultura cooperativa em uma comunidade. Baseado neste princípio o Programa Cooperjovem é executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com o objetivo de fomentar a educação para cooperação nas escolas. No Amapá, o programa será executado na Escola Estadual José Bonifácio, Escola Estadual Igarapé da Fortaleza e no Projeto Especial Santa Clara. A primeira etapa iniciou em agosto com a sensibilização dos professores que ocorrerá em dez módulos. A capacitação é fundamental pois serve como diagnóstico de identificação da problemática de cada escola. “O professor se torna o grande disseminador. Eles participam de dez módulos, mas, a partir do segundo, já iniciam a aplicação do método com os alunos que pode ser executado em até um ano. É uma troca esplendida. O estabelecimento do diálogo entre educador e educando facilita a integração e cria um clima de confiança, respeito e cooperação, ou seja, a escola é uma extensão da família”, explicou a coordenadora Estadual do Cooperjovem, Neuma Simões. O Cooperjovem insere uma proposta educacional, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir dos princípios, valores e da prática da cooperação que embasam a doutrina do cooperativismo. Os reflexos positivos são evidentes para a sociedade: resolução de problemáticas pontuais dentro das escolas, estímulo à formação profissional, cooperação, voluntariado e solidariedade; capacitação de professores; fortalecimento da cultura do cooperativismo; alternativa para inserção do jovem no mercado de trabalho; e estímulo à formação. Lílian Guimarães Jornalista e Relações Públicas Assessoria de Comunicação OCB/AP Contato: 98124-9681
Representantes do Sistema OCB/AP acompanharam na manhã do último domingo, 28, o lançamento do Projeto Bem Diverso, que ocorreu na Comunidade da Ilha do Meio, no Afuá/PA, realizado pela Embrapa Amapá, com financiamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Fundo Global do Meio Ambiente (GEF).
A OCB Amapá e a Emater Pará também são parceiras do Projeto que atende diretamente as diretrizes do Consórcio de Produção de Alimentos do Sistema, onde toda a cadeia produtiva do açaí, contempla o manejo, comercialização, mapeamento, manipulação, certificação e sequestro de carbono. No Estado, o Projeto beneficiará diretamente a Acaicoop e a Bio Açaí que trabalham com a manipulação do fruto.
Além de conservar a biodiversidade brasileira o projeto também gera renda para comunidades tradicionais e agricultores familiares. A iniciativa foi implantada em outras regiões do país em 2015 com duração prevista de cinco anos.
O projeto atuará em dois eixos principais: 1) desenvolvimento e promoção do uso de técnicas de manejo para extração e uso sustentável de produtos florestais não madeireiros (PFNM) e promoção de sistemas agroflorestais (SAF) e 2) identificação dos gargalos financeiros e de mercado que comprometem o aumento da produção e da renda de comunidades agroextrativistas e agricultores familiares.
Assessoria de Comunicação da OCB-AP
Contato: 98124-9681
Dirigentes do Sistema OCB-AP participaram na sexta-feira, 26, e no sábado, 27, do Curso de Educação Executiva. A capacitação foi realizada pelo consultor, Alberto Tavares.
O curso propiciou a apresentação de um modelo de planejamento participativo nas organizações, apontando que a análise do ambiente é o conjunto de técnicas que permite identificar e monitorar permanentemente as variáveis competitivas que afetam a performance da empresa.
A presidente da Uniodonto Amapá, Ana Valéria, avaliou a iniciativa como uma oportunidade ímpar de agregar conhecimento que será disseminado posteriormente com os demais cooperados.
“O mercado está em constante movimento e crescimento, portanto, todo conhecimento é válido. A iniciativa da OCB em proporcionar cursos como este, mostram o comprometimento do sistema com as cooperativas”, ponderou a Dra. Ana Valéria.
O superintendente da OCB-AP, Rogério Alcântara, destacou que o curso é uma oportunidade de auto avaliação e incentivo para aplicar as devidas mudanças e melhorias em cada setor envolvido.
“A gestão estratégica e o planejamento participativo nas organizações se tornam fundamentais dentro de qualquer organização. Poder integrar as cooperativas e compartilhar conhecimento é uma oportunidade acima de tudo de fortalecer o cooperativismo”, compartilhou Rogério Alcântara.
Participantes
Participaram do curso o presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza; o superintendente da OCB-AP, Rogério Alcântara, e a gerente Administrativa da OCB-AP, Maria das Dores Nascimento; o presidente Sicoob-AP, Alcino Pereira, além de Edyr Pacheco e Ivan Michel Araújo; o superintendenteSESCOOP-AP, Juarez Oliveira, além de Ailson Picanço e Neuma Simões; a presidente da UNIODONTO-AP, Ana Valéria dos Santos; o presidente da COOGAL, Antônio Francisco de Araújo; o presidente da COOTRAP, Janete Brito; o presidente da COOPATER, Jean Pereira; o presidente da COOPITAXI, Jorge Ribeiro; o presidente da COOPMOTO, José Rodrigues; a presidente da COOPROMAP, Marciane Belo; a presidente da UNITRAP, Maria do Socorro Souza; a presidente da COOTERRA, Rosa Brito; e o presidente da COVEM, Rosinaldo da Silva.
A Uniodonto Amapá inaugurou a sua nova sede, localizada no bairro Santa Rita. A obra tem três pavimentos e vai oferecer o que há de melhor em relação ao atendimento humanizado de beneficiários, cooperados e colaboradores.
De acordo com a Dra. Ana Valéria o espaço amplo e confortável contribuirá ainda mais no atendimento de excelência. “Buscamos principalmente a humanização, e a nova estrutura tem todos os quesitos para prestarmos um excelente atendimento”.
O presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, destacou que é a população a maior beneficiada com a inauguração da nova sede da cooperativa. “Uma estrutura moderna e confortável. O Amapá e os amapaenses estão muito bem servidos. O cooperativismo se fortalece ainda mais no estado”.
A nova sede da Uniodonto funciona na Avenida Cora de Carvallho esquina com a Rua Marcelo Cândia, no bairro Santa Rita.
Assessoria de Comunicação da OCB-AP
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O poder de transformação do cooperativismo foi o tema escolhido pelo Sistema OCB-AP para integrar as discussões do I Seminário de Educação Profissional nesta sexta-feira, 12, no Teatro das Bacabeiras.
De forma dinâmica o palestrante, Anderson dos Anjos, conseguiu envolver o público presente, e despertar um novo olhar por meio da abordagem “Inclusão do Cooperativismo no Currículo da Educação Profissional Brasileira – Perspectivas Educacionais de Inclusão de Jovens e Adultos no Mundo do Trabalho”.
O Especialista pontuou uma visão histórica da ausência do cooperativismo na educação profissional e do aprimoramento do pensamento científico sendo componente fundamental para a conscientização e valorização do ser humano no processo democrático. Questionamentos que fizeram os educadores repensarem a forma de integrar o cooperativismo a educação.
“Precisamos explorar as possibilidades de reorganização do trabalho pedagógico de uma nova política de formação dos docentes da educação profissional, atraindo, novas perspectivas econômicas e sociais para jovens e adultos, visando o fortalecimento da educação brasileira. É necessário se integrar ao processo participativo no trabalho do ser humano, e o cooperativismo tem um papel fundamental neste contexto”, destacou Anderson dos Anjos.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, destacou que a escolha do tema, e do palestrante, `casa` diretamente com a necessidade de provocar nas instituições de ensino um olhar diferenciado do cooperativismo como ferramenta de disseminação de conhecimento e gestão.
“O Seminário nos oportunizou o início de uma discussão que tem muito o que avançar. É um bom começo, as pessoas estão mais integradas ao assunto, e a visão geral, nos permite acreditar que nos próximos anos muita coisa pode avançar no setor. O Sistema OCB estará sempre de portas abertas e sem dúvida fará parte deste novo momento democrático da educação profissional”, compartilhou o presidente.
Palestrante
Anderson dos Anjos é Mestre em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional pela Universidade do Estado da Bahia; Licenciado em Pedagogia pela Faculdade Metropolitana de Camaçari; Pós-graduado lato sensu em Gestão Educacional; e professor do Instituto Federal de Goiás (IFG). O Especialista possui experiência profissional e acadêmica em Cooperativismo, Educação do Campo, Educação Profissional, Educação de Jovens e Adultos, Juventude Rural, Política Educacional, Educação a Distância, Educação Ambiental e Relações de Gênero.
Parceiros
Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá (Fecomércio), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Federal do Amapá (Ifap), Sindicato das Indústrias Alimentar de Congelados, Super Congelados, Sorvetes, Concentrados e Liofilizados do Estado do Amapá (SINDCONGEL), Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON),Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (Sescoop/AP), Governo do Estado do Amapá, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Cursos Técnicos Apoena, Instituto Inova, Instituto de Ensino Superior do Amapá (IESAP), Grupo Madre Tereza, Moderno, e Escola Técnica Integrare.
Assessoria de Comunicação da OCB-AP
Contato: 98124-9681

Simplificar a exploração da madeira e outros produtos da floresta é o principal objetivo da consulta pública para regulamentação do manejo comunitário que ocorreu na manhã desta sexta-feira, 12, no Instituto Estadual de Florestas (IEF). O Sistema OCB/AP e o SESCOOP/AP integram este momento, no qual, o IEF conta com a parceria do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, que realizará a consulta em todos os Estados brasileiros, tendo em vista a regulamentação do plano de manejo. O Amapá foi o primeiro Estado a receber a consulta. Os participantes apresentaram as peculiaridades da região, necessidades e o tipo de legislação aplicada para o setor. As informações serão inclusas no decreto federal, que instituirá o plano de manejo comunitário O manejo comunitário beneficiará, principalmente, as mais de 400 famílias que ocupam a Floresta Estadual do Amapá (Flota). A comunidade poderá explorar, beneficiar e comercializar os produtos da floresta sem a intermediação de empresários. A atividade é de alta rentabilidade para o agricultor e de baixo impacto ambiental. A próxima etapa do processo será em outubro, com a reunião geral entre os Estados para discutir o decreto. Paralelo a isso, o IEF continuará com a entrega das cartas de anuências – documento que permite a prática de atividades na Flota – para os produtores cadastrados no levantamento ocupacional das áreas.

O Sistema OCB-AP apresentará no I Seminário de Educação Profissional nesta sexta-feira, 12, às 10h, no Teatro das Bacabeiras, o painel “Inclusão do Cooperativismo no Currículo da Educação Profissional Brasileira – Perspectivas Educacionais de Inclusão de Jovens e Adultos no Mundo do Trabalho”. A temática será abordada por Anderson Pena, que é Mestre em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional pela Universidade do Estado da Bahia; Licenciado em Pedagogia pela Faculdade Metropolitana de Camaçari; Pós-graduado lato sensu em Gestão Educacional; e professor do Instituto Federal de Goiás (IFG). O Especialista possui experiência profissional e acadêmica em Cooperativismo, Educação do Campo, Educação Profissional, Educação de Jovens e Adultos, Juventude Rural, Política Educacional, Educação a Distância, Educação Ambiental e Relações de Gênero. Durante o Seminário, Anderson Pena, fará uma abordagem sobre a ausência histórica do cooperativismo no currículo educacional brasileiro. Além de explorar as possibilidades de reorganização do trabalho pedagógico de uma nova política de formação dos docentes da educação profissional, atraindo, novas perspectivas econômicas e sociais para jovens e adultos, visando o fortalecimento do sistema cooperativista do Brasil. O painel integra a programação do Seminário que conta com exposições, debates, reflexões e proposições na perspectiva de ampliar as discussões em torno da educação profissional no sistema estadual de educação e contribuir para a efetivação de políticas de promoção e incentivo ao desenvolvimento profissional no Amapá. Gestores, docentes, técnicos e alunos de instituições de ensino técnico de nível médio público e privado, instituições de ensino do Sistema “S”, instituições de ensino técnico e tecnológico, micro e pequenas empresas, sindicatos e cooperativas e técnicos das secretarias de Estado participam das discussões. Parceiros Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá (Fecomércio), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Federal do Amapá (Ifap), Sindicato das Indústrias Alimentar de Congelados, Super Congelados, Sorvetes, Concentrados e Liofilizados do Estado do Amapá (SINDCONGEL), Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON),Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (Sescoop/AP), Governo do Estado do Amapá, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Cursos Técnicos Apoena, Instituto Inova, Instituto de Ensino Superior do Amapá (IESAP), Grupo Madre Tereza, Moderno, e Escola Técnica Integrare. Assessoria de Comunicação da OCB-AP Contato: 98124-9681
Representantes do Sistema OCB-AP participaram da abertura do I Seminário de Educação Profissional que ocorreu na noite da última quarta-feira, 10, no Teatro das Bacabeiras. O evento segue até a próxima sexta-feira, 12, com exposições, debates, reflexões e proposições na perspectiva de ampliar as discussões em torno da educação profissional no sistema estadual de educação e contribuir para a efetivação de políticas de promoção e incentivo ao desenvolvimento profissional no Amapá.
A programação também contará com palestrantes, nacionais e internacionais, além de mesa redonda, exposição de trabalhos, cooperativismo e empreendedorismo. Gestores, docentes, técnicos e alunos de instituições de ensino técnico de nível médio público e privado, instituições de ensino do Sistema “S”, instituições de ensino técnico e tecnológico, micro e pequenas empresas, sindicatos e cooperativas e técnicos das secretarias de Estado participam das discussões.
Para o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, o evento é uma importante ferramenta democrática que contribuirá trazendo avanços para educação profissional do Amapá.
“Eventos como este, estimulam a educação de qualidade, e acima de tudo, é uma oportunidade de aprimoramento e troca de experiência entre participantes e profissionais. Por isso, apoiamos a iniciativa e integraremos os debates mostrando a importância da inclusão do cooperativismo na educação profissional”, destacou Gilcimar Pureza.
Painel do Sistema OCB-AP
A inclusão do cooperativismo no currículo da educação profissional brasileira – perspectivas educacionais de inclusão de jovens e adultos no mundo do trabalho é o tema do painel que será apresentado pelo Sistema OCB-AP, no evento, nesta sexta-feira, 12, às 10h. A temática será abordada pelo Especialista em Gestão Educacional e Mestre em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional, Anderson Pena.
Parceiros
Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá (Fecomércio), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Federal do Amapá (Ifap), Sindicato das Indústrias Alimentar de Congelados, Super Congelados, Sorvetes, Concentrados e Liofilizados do Estado do Amapá (SINDCONGEL), Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON),Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (Sescoop/AP), Governo do Estado do Amapá, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Cursos Técnicos Apoena, Instituto Inova, Instituto de Ensino Superior do Amapá (IESAP), Grupo Madre Tereza, Moderno, e Escola Técnica Integrare.
Assessoria de Comunicação da OCB-AP
Contato: 98124-9681
A força do cooperativismo resulta em benefícios diretos, e o resultado pode ser comprovado na vida de pessoas como, Ana Maria da Silva, extrativista de Pedra Branca do Amapari, que integra a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral), que está credenciada junto ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que vai operar R$ 324.998, junto aos produtores da região.
A primeira feira para entregar os produtos ocorreu nesta quinta-feira, 4, em Pedra Branca do Amapari, e contou com a presença do presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, que acompanhou a movimentação da agricultura familiar.
“O PAA é um excelente incentivo aos produtores. O recurso que é certo, garante a movimentação econômica da região, e acima de tudo, dá oportunidade ao pequeno agricultor de ter uma renda certa, para investir na sua propriedade, dando a chance de crescimento”, compartilhou Gilcimar Pureza.
Cooperativismo
A Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral) tem mais de 200 associados, mas apenas 50 estão aptos a oferecer produtos para o programa. Desses, 25 conseguiram mobilizar a produção nesta primeira feira, para ser entregue à Prefeitura de Pedra Branca do Amapari, que será a responsável por fazer a distribuição das mercadorias às 18 escolas e associações filantrópicas cadastradas.
“Estamos nos estruturando. A Coopetral tem atuado fortemente na região, orientando e trabalhando junto com nosso cooperado. O sistema OCB tem sido fundamental neste processo, afinal, o nosso crescimento se deve ao apoio que temos recebido por meio de capacitações, treinamentos e acompanhamento direto da OCB”, relatou o presidente da Coopetral, Raimundo Apóstolo Santana.
As feiras ocorrerão a cada 15 dias e os produtores estão caprichando na variedade. Nesta primeira, a banana ganhou em quantidade, mas também havia coco, mandioca, abacaxi, abóbora, batata doce, laranja, peixe e os produtos já beneficiados, como farinha, polpas de frutas e biscoitos de castanha.
Essa movimentação da agricultura familiar é resultado de investimentos que chegam a R$ 9 milhões para estruturar a expansão do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no Amapá. O montante está sendo usado na compra de equipamentos e meios de transporte para fortalecer o PAA nos 16 municípios do Estado.
Anuências
A feira também foi marcada pela entrega das anuências para pessoa jurídica dentro da Floresta Estadual do Amapá (Flota) realizada pelo Instituto Estadual de Florestas do Amapá (IEF). A Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral) recebeu o documento de uma área de 200 hectares, nas margens do Rio Água Fria, em Pedra Branca do Amapari.
Neste espaço, a Coopetral, vai construir a sede da cooperativa, além de um núcleo de produção com atividades agrícolas e um centro de capacitação técnica nas áreas de produção e extrativismo.
Outras 15 anuências foram entregues para agricultores e extrativistas de Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio. O documento é fundamental para o início do processo de licenciamento ambiental, que vai permitir a utilização dos recursos naturais da Flota. O órgão licenciador é o Instituto de Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (Imap).
A entrega desses documentos faz parte da política de reconhecimento da Flota enquanto unidade produtora, que pode contribuir no reforço da economia, com a produção de recursos que estão disponíveis na floresta.
Maringá, no Paraná, foi o destino escolhido pelo Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá (OCB-AP), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a Associação de Produtores de Soja do Amapá (Aprosoja) para levar as principais instituições de fomento do Amapá e autoridades para atrair investimentos e conhecer um modelo de desenvolvimento baseado no fortalecimento do setor produtivo agrícola.
A comitiva foi integrada pelo governador do Estado, Waldez Góes; o senador da República, Randolfe Rodrigues; e representantes da Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio-AP), Federação de Micro e Pequenas Empresas (Femicro), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA), Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria de Ciência e Tecnologia (Setec), Associação dos Criadores do Amapá (ACRIAP), entre outros.
Agenda positiva
A agenda de compromissos na cidade paranaense iniciou na quarta-feira, 20, de julho, com a visita a Cooperativa Agroindustrial do Paraná (Cocamar), seguida da agenda interativa com os produtores de Doutor Camargo, que ocorreu na Unidade de Atendimento ao Produtor, finalizando com a visita no Parque Industrial da Cocamar.
"Diziam que nossas terras eram inférteis e provamos o contrário. Investimos em tecnologia e hoje temos uma das maiores produções do país", explicou o presidente da Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), Luiz Lourenço.
Por isso, o sucesso da região de Maringá, se exemplifica, pela forte presença do cooperativismo. A Cocamar é uma das maiores cooperativas agrícolas do Brasil. O local reúne 13 mil cooperados que atuam na produção de soja, milho, trigo, café e laranja. Foram responsáveis pelo faturamento de R$3,3 bilhões em 2015; com expectativa de R$3,8 bilhões para 2016, e uma produção de 2,8 milhões de toneladas de grãos. Resultado de um modelo de colonização com cerca de 70 anos de existência, com estrutura fundiária composta por pequenas e médias propriedades rurais.
Para o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, ter uma cooperativa de grande porte, como exemplo, é poder trilhar caminhos sólidos no Amapá, afinal, o modelo se adequa muito a realidade do Estado.
"O Amapá projeta seu modelo de desenvolvimento baseado no fortalecimento do setor produtivo, agrícola, industrial e portuário. Por isso, é crucial conhecer exemplos bem sucedidos de outras regiões brasileiras. Levar desenvolvimento ao Amapá é o nosso maior objetivo", explicou Gilcimar Pureza.
Na quinta-feira, 21, de julho, amapaenses e paranaenses tiveram a oportunidade de realizar uma paralelo entre os dois estados (Amapá e Paraná). No auditório da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), o vice-presidente da Aprosoja-AP, Celso dos Santos, iniciou os trabalhos apresentando o potencial da agricultura de grãos no Amapá.
“Temos terras, portos e instrumentos eficazes, e agora, contamos com um modelo que se encaixa muito bem a realidade do Amapá. Com a união entre poder público, instituições empresarias, de fomento e o cooperativismo, temos certeza que os resultados serão prósperos”, destacou Celso dos Santos.
Integrado ao momento, o governador do Amapá, Waldez Góes, apresentou as oportunidades de negócios no Estado. “Temos muitos incentivos fiscais (federais, estaduais, financeiros e locacionais) que o estado oferece. O Amapá vive hoje um processo de transferência de terras da união para o estado; integrado a Zona Franca Verde e seus benefícios; além do Zoneamento Socioambiental do Cerrado; além das potencialidades que porto de Santana, oferecerá nos próximos meses com a exportação de grãos. Todos esses fatores aliados a força do cooperativismo teremos um cenário perfeito para concretizar passos firmes rumo ao desenvolvimento”, compartilhou Waldez Góes.
Na ocasião o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupim; e o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, José Carlos Valêncio, exaltaram a força do cooperativismo no processo de desenvolvimento, e se colocaram à disposição para contribuir com o Amapá.
“Essa relação será muito próspera. Estamos de braços abertos para ajudar o Amapá neste processo rumo ao desenvolvimento. Temos muito conhecimento no setor agrícola, que pode sim, ser aplicado no Amapá”, afirmou o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, José Carlos Valêncio.
Após a manhã de troca de experiência e conhecimento, a agenda da comitiva, encerrou com as visitas na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e na Estação de Piscicultura do Distrito de Floriano.
“O Amapá leva na bagagem a certeza de que temos interesses iguais e podemos sim, crescer juntos”, avaliou o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza.
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O cooperativismo tem proporcionado inúmeros avanços. No Amapá, o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) tem firmado parcerias que colaboram diretamente com o aumento da produção das cooperativas aliado ao conhecimento técnico.
A capacitação de Manejo de Açaizais Nativos realizada no município de Serra do Navio é um exemplo a ser seguido. A parceria da OCB/AP com a Embrapa, o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e Cooperativas Regionais proporcionaram o treinamento e a disseminação de conhecimento.
O conteúdo abordado incluiu legislação e políticas públicas para o extrativismo e agricultura familiar; distribuição geográfica, mercado e preço do açaí, princípios do manejo florestal, equipamentos, insumos e segurança no trabalho, etapas do manejo de mínimo impacto e boas práticas de colheita e pós-colheita.
Durante a parte prática da capacitação, foi abordado as etapas do manejo de açaizais nativos: demarcação da unidade de manejo, limpeza da área, inventário florestal, avaliação do inventário e tratos silviculturais. Todos os participantes receberam a publicação "Guia Prático de Manejo de Açaizais para Produção de Frutos", editado pela Embrapa Amapá.
Para o representante da Cooperativa Brasil Sabor, João Dias, o manejo de açaizais nativos é tradição nas comunidades amapaense, por isso, é mais do que gratificante vivenciar o grau de mobilização e interesse de todos em manejar seus recursos naturais, principal fonte de renda das famílias da região.
“Tudo que aprendemos podemos compartilhar com os outros cooperados. Conhecimento nunca é demais, principalmente quando nos traz benefícios diretos como é o caso do açaí, fonte da nossa sobrevivência”, ressaltou João.
Para o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, a essência do cooperativismo é esta, levar para todo estado o conhecimento técnico, capacitações e agregar valor ao produto regional.
“Acreditamos no nosso povo e no potencial de cada um. O açaí é um dos maiores potenciais do Estado, e precisamos investir na produção para atender o abastecimento local, atingir o mercado de outras cidades, e claro, garantir renda as pessoas que sobrevivem desse produto”, compartilhou, Gilcimar Pureza.
Manejo de Açaizais Nativos
O presidente da Embrapa/AP, Silas Mochiutti, explicou que dentre as possibilidades de exploração das áreas de várzeas, o açaizeiro tem se destacado como componente desse ecossistema, pela facilidade de reconstituir o revestimento florístico, além de ser importante fonte de alimento e de renda para as populações ribeirinhas.
“No Amapá, o manejo de açaizais nativos tem se tornado referência das comunidades e municípios. O curso já foi aplicado em vários lugares. O plantio nas várzeas, por exemplo, quando há a ocorrência de cobertura florestal, é possível fazer o manejo da vegetação visando o aumento da população de açaizeiro ou o enriquecimento com o plantio de mudas dessa e de outras espécies de interesse comercial, conciliando, de modo racional e equilibrado, a proteção ambiental com o rendimento econômico”, explicou Silas.
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A equipe de trabalho do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) apresentou para entidades governamentais o Projeto de Consórcio de Produção de Alimentos das Cooperativas do Amapá. A reunião contou com a presença do Secretário Nacional de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, Pedro Alves Neto.
A apresentação abrangeu as cadeias produtivas da castanha do Brasil, pescado, açaí e frutas regionais. Foi apontado o potencial de produção de cada setor, empregos gerados, viabilidade econômica, e principalmente, a importância de investimentos pontuais para o crescimento das cooperativas.
Potencial
A castanha do Brasil, por exemplo, é um produto de grande potencial. Este ano de 2016, a expectativa de produção chega a 500 mil toneladas da castanha dry, 253 mil toneladas da castanha descascada e uma produção de quase 19 mil quilos de biscoitos de castanha. Hoje, o setor conta com 700 pessoas diretamente ligadas a produção e cerca de 2 mil indiretas.
Visão
Durante o encontro o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, aproveitou a presença dos representantes das instituições governamentais para ressaltar a importância de investimentos e captação de recursos que possam fortalecer as cooperativas e a produção local.
“Esse consórcio aponta claramente todos os nossos potenciais. Amadurecemos e chegou o momento de usar a essência do cooperativismo com essa estratégia do consórcio. Nós temos os meios e estamos adequados, por isso, trouxemos as autoridades para mostrar que estamos prontos para este novo momento”, ressaltou Gilcimar Pureza.
O secretário de Desenvolvimento Rural do Amapá, Hélio Dantas, e os demais gestores, ouviram atentamente as demandas e afirmaram que vão se empenhar na captação de recursos e investimentos para os setores.
“Infelizmente estamos vivendo um período de grave crise financeira. Mas, já estamos trabalhando com foco em 2017, para que as coisas possam acontecer efetivamente. Atuaremos alinhados com a OCB/AP e as cooperativas para atender as demandas”, afirmou Hélio Dantas.
O secretário Nacional de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, Pedro Alves Neto, avaliou o momento como positivo. “O Amapá está muito bem organizado, e realmente chegou a hora das coisas acontecerem. O Sistema OCB será uma peça fundamental neste processo”, comentou Pedro Neto.
Entidades representadas
A apresentação também contou com a presença do secretário de Meio Ambiente do Amapá, Marcelo Creão; da secretária de Trabalho e Empreendedorismo, Marciane Costa; o diretor presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá, José Maria Damarsso; o diretor presidente da Agência Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá, Otacílio Barbosa; além dos representantes das cooperativas do estado.
Assessoria de Comunicação OCB/AP
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Uma grande corrente do bem. Pessoas e instituições juntas, promovendo a melhoria da qualidade de vida de famílias e comunidades. Um grande programa com ações voluntárias conduzidas por cooperativas em todo o território nacional.
O Dia de Cooperar no Amapá foi longe. A OCB/AP junto com as cooperativas amapaenses e parceiros escolheram a Vila do Lourenço, em Calçoene, a 376km de Macapá, e mobilizaram a população contra o mosquito aedes aegypti em áreas de garimpo do município. A ação também levou atendimentos médicos, odontológicos, ginecológicos e sociais para mais de mil pessoas.
O presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, explicou que a ideia é sempre ir além das ações pontuais. “Nosso objetivo é formar uma corrente de responsabilidade social e refletir um modelo de gestão nas cooperativas, de atuação sustentável e de uma troca permanente com a comunidade”, disse Gilcimar.
Comunidade satisfeita
A autônoma Railane Souza, contou que a ação chegou em boa hora. Devido à dificuldade de acesso ao local, tem se tornado difícil vir até a capital em busca de atendimentos específicos. “Foi uma alegria muito grande compartilhar deste momento. Consultei minha filha de oito meses, tirei meu RG e ainda consultei com médico”, falou empolgada.
O poder do Dia C
O Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C, iniciou em 2009, em Minas Gerais, e ganhou a adesão de cooperativas de todo o país. Com o apoio do Sistema OCB e de suas Unidades Estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado.
A cada edição, o projeto se fortalece, atraindo mais cooperativas, voluntários e parceiros, construindo uma corrente que beneficia todo o país. E com tamanha integração, o objetivo é justamente promover a intercooperação entre todos os voluntários e, a partir dessas ações muito bem estruturadas, ajudar a mudar, de fato, contextos de desigualdade e exclusão em diferentes comunidades.
Em 2015, no estado do Amapá, o Dia C contou com oito cooperativas realizando projetos que beneficiaram mais de 1.100 pessoas. A data vai bem além, e quer alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com uma nova agenda da Organização das Nações Unidas (ONU) composta por 17 propósitos que devem ser concretizados até 2030 para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Assessoria de Comunicação da OCB/AP
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