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O Sistema OCB e Sescoop Amapá realizarão o Encontro de Professores do Programa Cooperjovem nesta terça-feira, 12, às 9h, no auditório da Fecomércio. Na ocasião os professores das Escolas José Bonifácio, Igarapé da Fortaleza e Projeto Santa Clara apresentarão os Projetos Educacionais Cooperativos produzidos ao longo dos 10 meses de execução do programa nas instituições. O Cooperjovem é desenvolvido em escolas de todo Brasil, por meio de atividades educativas baseadas nos princípios, valores e virtudes cooperativistas. Além de reforçar princípios do cooperativismo como: educação, formação, informação e interesse pela comunidade, viabilizando a transformação e aprimoramento da prática educativa a partir da cultura da cooperação. No Amapá, o Cooperjovem, é executado nas Escolas José Bonifácio e Igarapé da Fortaleza, e o Projeto Santa Clara. Cerca de 700 alunos e 60 professores estão envolvidos no projeto. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e Relações Públicas Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) completou no domingo, dia 3/9, 19 anos de existência. Tido como uma das maiores conquistas do movimento cooperativista brasileiro, o Sescoop integra o Sistema OCB, composto pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). Juntas, essas três entidades trabalham pelo desenvolvimento e fortalecimento da atividade cooperativista no Brasil. O presidente do Conselho Nacional do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, fez um balanço contendo os principais números da entidade, falou ainda sobre os desafios a serem superados e sobre a importância da confiança para o cooperado brasileiro. “É bom ressaltar que o principal capital de uma cooperativa é a sua gente, que coloca a mão na massa, que acorda cedo e vai à luta. O cooperado brasileiro é alguém que acredita no bem coletivo e que trabalha para isso... é alguém que encontra, na confiança, o combustível ideal para chegar ao fim do dia e, ao deitar a cabeça no travesseiro, ter a certeza de que fez o melhor pela cooperativa e pelo Brasil”, comenta a liderança cooperativista. Confira a entrevista. - Qual o papel do Sescoop no fortalecimento do cooperativismo brasileiro? Bom, o Sescoop é e sempre será uma das maiores conquistas do movimento cooperativista brasileiro. Ele é o braço forte das cooperativas, focado na melhoria da gestão, na formação e no aperfeiçoamento profissional de colaboradores e de cooperados e, ainda, no monitoramento dessas cooperativas. Assim, desde sua criação, em 1998, o Sescoop tem demonstrado ser a grande ferramenta que possibilita a autogestão do cooperativismo no Brasil, já que oferece todas as condições para alavancar a evolução tanto dos processos internos quanto dos profissionais responsáveis por eles. Com essa visão ampliada do cooperativismo, o Sescoop sai da adolescência e alcança a maturidade com uma bagagem de entregas e resultados impressionante e, junto com a OCB e a CNCoop, vai consolidando o posicionamento das cooperativas brasileiras para que sejam, de fato, reconhecidas pela sociedade por sua competitividade, integridade e capacidade de promover a felicidade não apenas de cooperados, mas de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, faz da cooperação uma prática de vida. - Ao longo desses 19 anos, quais as maiores conquistas do Sescoop? Vejo que o Sescoop tem feito seu dever de casa com muita preocupação e dedicação. Ao oferecer programas e publicações voltados à capacitação de cooperados, empregados e à promoção da cultura cooperativista nas comunidades, tem disseminado os ideais do cooperativismo e, assim, mostrado o nosso jeito mais humano de fazer negócio. Para se ter uma ideia, se a gente considerar apenas as ações de qualificação profissional, veremos que elas envolveram mais de 1,2 milhão de brasileiros. São profissionais que vão sendo absorvidos pelas cooperativas e isso enriquece o nosso movimento, já que com uma mão-de-obra mais bem preparada, os resultados sempre são melhores. É uma relação de ganha-ganha. Acho que vale destacar também que se a gente considerar o público jovem, ou seja, crianças a partir de seis anos e adultos com até 24 anos, o Sescoop já realizou quase 800 mil atendimentos em 18 estados. O que é importante ressaltar com esses dados é que as crianças aprendem os valores da cooperação e se tornam adultos mais preparados para produzir e consumir; e, se olharmos os mais velhos, veremos que eles têm 80% a mais de chance de conseguir um emprego seja ele na cooperativa ou em outras empresas. Esses dados fazem parte de uma pesquisa realizada pelo Senai que mostrou que os jovens com qualificação, como a que o Sescoop oferece, por exemplo, conseguem melhores empregos e com salários até 12% mais altos. Já sob o ponto de vista da gestão e da governança, o Sescoop oferece programas que possibilitam visualizar o grau de maturidade das cooperativas, os pontos a serem corrigidos e a melhor forma de fazer isso. Cerca de duas mil cooperativas já foram diretamente beneficiadas e aumentaram seus resultados, graças à implementação de práticas da boa gestão. E ainda temos um prêmio que valoriza e estimula a adoção dessas boas práticas. Trata-se do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão que ocorre a cada dois anos. O objetivo dele é tornar as cooperativas mais fortes e preparadas para atender aos públicos que não param de se atualizar e demandar, cada vez mais, um compromisso com a ética. Por último, temos as ações sociais desenvolvidas pelas cooperativas e apoiadas pelo Sescoop, por meio do maior programa de responsabilidade socioambiental do cooperativismo nacional: o Dia de Cooperar, que já beneficiou quase 1,2 milhão de brasileiros. Ou seja, temos muito a celebrar nesses 19 anos. - Considerando o planejamento estratégico do Serviço, quais são os maiores desafios da instituição? Temos muitos desafios ainda, é fato, mas credito que o maior de todos eles é ampliar o conhecimento da sociedade a respeito das práticas cooperativistas. Tem muita gente que consome produtos e serviços de cooperativas diariamente e nem se dá conta disso. Por isso, em breve, teremos uma grande campanha de publicidade mostrando que o cooperativismo está mais presente na rotina do brasileiro do que ele imagina. Essa mesma campanha tem, ainda, um foco extra: o cooperado. Queremos ampliar o sentimento de pertencimento de quem produz ou presta serviços cooperativos. Somos o modelo econômico que melhor valoriza as pessoas, sem discriminação ou preconceitos. Aliás, é bom ressaltar que o principal capital de uma cooperativa é a sua gente, que coloca a mão na massa, que acorda cedo e vai à luta. O cooperado brasileiro é alguém que acredita no bem coletivo e que trabalha para isso. É alguém que encontra, na confiança, o combustível ideal para chegar ao fim do dia e, ao deitar a cabeça no travesseiro, ter a certeza de que fez o melhor pela cooperativa e pelo Brasil. Outro item que será sempre um desafio é a qualificação da nossa gestão. Como empresas, precisamos estar conectados com o que há de melhor no mercado para nos posicionar de forma cada vez mais competitiva, com produtos e serviços que atendam às necessidades do público consumidor. Dentro da gestão há ainda a vertente de cuidado com o cooperado, que, como ressaltei, é a razão de ser de uma cooperativa. É quem está à frente de todo o processo, seja ele produtivo ou na prestação de um serviço. Isso quer dizer a busca por uma gestão excelente significa investir, também, na qualificação profissional dessas pessoas. - Em um momento de crise econômica, qual a importância de valores como austeridade e transparência? A sociedade brasileira vem sofrendo, já tem um tempo, os efeitos graves de uma crise política com profundos impactos econômicos e é por isso que tenho repetido, sempre que posso, que é necessário ter confiança para continuar trabalhando e produzindo. E confiança é algo que é conquistado. Não nasce por aí, solto, sem dedicação, cuidado e atenção... especialmente às normas. No caso do Sescoop, sem transparência e austeridade não tem ação! É simples! As cooperativas são as grandes fiscalizadoras da aplicação dos recursos que mantêm as atividades e programas do Sescoop em andamento. É por isso que, quanto mais próximas elas estiverem da gestão das organizações estaduais, mais efetivas serão essas ações. Num cenário que envolve escassez de recursos, palavras como austeridade e transparência são essenciais para o cultivo daquilo que, na minha opinião, faz diferença no mundo de hoje: confiança. Honestidade é dever de todos aqueles que gerem o que é público. Afinal, a palavra ‘público’ não diz respeito a algo que não tem dono. É justamente o contrário: ‘público’ significa algo que pertence e serve a todos! E, dessa forma, o Sescoop vai pavimentando o caminho do desenvolvimento sustentável das cooperativas brasileiras. Parabéns ao Sescoop e a todos aqueles que se dedicam à causa cooperativista. Se o cooperativismo vai bem, o Brasil também! Font: Sistema OCB
Representantes do Sistema OCB Amapá acompanhados de integrantes de cooperativas de todo estado estão no estado do Pará, para o intercâmbio do Ramo Agro.
Nesta segunda-feira, 04, o primeiro dia de visita ocorreu no município de Tomé Açu na Cooperativa CAMTA, que tem 88 anos de existência, exporta polpas de frutas para o Japão e outros países. Trabalha ainda com manteiga de cupuaçu, óleo de andiroba, e geléias. Atualmente entrará no mercado de sorvetes.
A CAMTA é reconhecida pela implantação de Sistemas Agroflorestais na Amazônia, apoia seus cooperados deste a pesquisa de mercado, projeto técnico, assistência técnica e extensão rural e comercialização da produção com valor agregado. Hoje conta com 178 cooperados no quadro Social.
"Saímos do Amapá em busca de troca de experiências em inovação tecnológica e mercado com negócios consolidados dentro do Sistema Cooperativista e em toda Amazônia" explicou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
Cooperativas de todo estado do Amapá participam do intercâmbio - Oiapoque, Calçoene, Tartarugalzinho, Porto Grande, Laranjal do Jari, Mazagão, Santana, da Capital de Macapá e dos Distritos de Maruanun e Bailique.
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Dispõe sobre procedimentos na orientação e acompanhamento para registro de cooperativas. Baixar resolução completa: Resolução 049-2016 - registro de cooperativas - aprovada na Diretoria - ...

Lideranças do Ramo de Transporte e a superintendente do Sistema OCB e Sescoop Amapá, Patrícia Sousa, assinaram nesta terça-feira, 29, o termo de Adesão para o Programa de Desenvolvimento de Líderes e Colaboradores do Ramo Transporte. Os segmentos de táxi e mototaxi representados pelas Cooperativas Coopmoto, Covem e Equinócio serão os contemplados neste momento, com os cursos de Excelência do Atendimento ao Cliente que será realizado de 25 a 28 de setembro; e Relações Humanas que ocorrerá de 16 a 19 de outubro. Além das Consultorias de Gestão Financeira e de Pessoas. "Estamos investindo na profissionalização da gestão dessas cooperativas, e consequentemente, na melhorias dos negócios. A capacitação e a busca constante de conhecimento é fundamental neste processo", destacou a superintendente do Sescoop, Patrícia Sousa. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681
O Sistema OCB-AP, parabeniza a iniciativa da COOPETRAL, na realização da IX Festival do Açaí, ocorrido no último fim de semana na Comunidade Porto Alegre em Pedra Branca do Amapari.
A Diretoria Executiva esteve presente no Seminário juntamente com outras instituições como INCRA, EMBRAPA, RURAP, DIAGRO, IEF, ACRIAP e APROSOJA.
O evento além de promover o açaí como grande potencial econômico do Amapá, levou aos cooperados informações quanto a gestão, produtividade, diversificação de produção, tecnologia no campo e parcerias.
Houve também programação festiva e comercialização de produtos derivados do Açaí.
Ao presidente Raimundo Apóstolo Santana e sua diretoria o Sistema OCB-AP agradece as honras mencionadas ao sistema no evento é na divulgação institucional.
Lílian Guimarães
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O Sistema OCB Amapá encerra neste sábado, 26, o VI módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (Gescoop).
O curso reuniu representantes de diversos setores do cooperativismo e abordou assuntos de todas as vertentes, levando conhecimento, dinamismo, informação, organização e a modernização para dentro das Cooperativas.
"Foram seis módulos de troca de conhecimento, mas acima de tudo de avanços perceptíveis dentro das Cooperativas. Nosso papel é sempre oferecer o melhor, e claro, permanecer caminhando lado a lado do cooperativismo amapaense", destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
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Lílian Guimarães
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“O líder excepcional está focado nas pessoas e faz com que seus subordinados sintam que ele os compreende, valoriza e encoraja”, afirma Scott Taylor, professor de comportamento organizacional e liderança da Babson College, instituição norte-americana, referência internacional em educação na área de negócios e empreendedorismo. Taylor foi destaque na edição deste mês da revista Paraná Cooperativo, que veiculou uma entrevista com o professor americano. Com doutorado em comportamento organizacional pela Case Western Reserve University, Taylor é um pesquisador perspicaz sobre liderança e desenvolvimento de líderes. Antes de ingressar na Babson College, foi professor assistente na escola de administração da Universidade de Boston e depois professor associado na Anderson School of Management, na Universidade do Novo México. Scott tem mais de 15 anos de experiência como consultor de desenvolvimento de lideranças, já trabalhou com empresas de diversos segmentos, como Coca-Cola, Alcoa, Sherwin Williams, Pemex. Confira a entrevista. Os líderes devem estar sempre receptivos a aprender, para confirmar as expectativas de cooperados e colaboradores sobre seus conhecimentos e habilidades? Infelizmente temos muitos líderes que não veem dessa forma. O diretor executivo ou presidente é quem define o clima e o ritmo organizacional. O processo de aprendizado é esclarecedor, é de mudança. Quando o líder se coloca numa posição em que parece saber tudo, automaticamente perde a habilidade de se conectar com seus colaboradores, inspirá-los e ser um modelo, um exemplo para eles. Alguns líderes, embora detenham muito conhecimento, não o aplicam na prática. Poderia comentar? Isso é um desafio comum para todos nós, seres humanos, não apenas para os líderes. Não necessariamente fazemos aquilo que sabemos. Uma definição de sabedoria é a capacidade de aplicar aquilo que aprendemos. Não apenas ter o conhecimento, mas utilizá-lo. Muitas coisas que aprendemos não necessariamente se tornam uma prática comum em nossas vidas e na forma com que nos conduzimos. Refletir sobre as próprias ações é característica vital de um líder? Howard Gardner escreveu um livro chamado Leading Minds, onde analisa líderes conhecidos em todo o mundo, como, por exemplo, Mahatma Gandhi. (1869-1948) e Winston Churchill (1874-1965), e tenta descobrir se há alguma coisa em comum entre esses grandes personagens da história. Uma coisa que descobriu é que todos os dias esses indivíduos tinham um tempo para se autoavaliar e o faziam de formas diferentes. Para Gandhi, meditação; para Churchill, caminhada. As abordagens eram variadas, mas sempre havia a prática diária de sair de toda a confusão, refletir e avaliar. Percebo esse comportamento em grandes líderes com quem trabalho ou trabalhei, que são muito eficientes e conseguem manter sua influência junto aos colaboradores, assegurando para suas equipes crescimento, aprendizagem e adaptação contínuos, tendo uma prática constante de autoavaliação. Isso permite que eles possam se perguntar sobre o que estão tentando fazer, os padrões que tentam exemplificar e como estão se saindo com isso. Quais as características de um grande líder? Uma atividade que faço há mais de 15 anos com todos os grupos que preparo, e fiz no curso aqui em Curitiba, é pedir aos participantes que descrevam um líder exemplar que eles consideram importante e referencial. Mas é preciso ser alguém com quem eles conviveram e trabalharam. Peço para listarem características que fazem esse líder se sobressair. Depois faço o oposto, peço que descrevam um líder ruim com quem trabalharam e as características desse gestor. O que é fascinante é que não importa em qual país esteja, não importa a idade do grupo – já fiz esse teste com alunos do ensino médio, até executivos e membros de conselhos de grandes corporações. Tampouco interessa o setor ou o nível de experiência dos participantes, porque as listas geradas são praticamente idênticas, quer tenham sido feitas em Curitiba, Montreal, Barcelona ou Los Angeles. As respostas gravitam em torno de três aspectos. Primeiro, quase nenhuma das descrições de um líder excepcional tem qualquer coisa a ver com habilidade cognitiva ou técnica. As pessoas raramente definem um líder exemplar por ele ser a pessoa mais inteligente, o melhor analista financeiro, ou o grande estrategista. Segundo, quase todas as descrições sobre o líder excepcional dizem respeito a características relacionais. O líder exemplar é retratado como uma pessoa inspiradora, confiável, encorajadora, honesta, íntegra, motivadora, que dá orientações e oportunidades. E, terceiro, o líder excepcional é descrito como uma pessoa emocionalmente equilibrada. Não quer dizer que não fique nervoso e não tenha dias difíceis, mas ele mantém o clima organizacional num tom positivo. Em resumo, podemos dizer que o líder excepcional é aquele que está focado nas pessoas e faz com que seus subordinados sintam que ele os compreende, valoriza e encoraja. Frequentemente, esse líder é descrito como alguém que trata seus colaboradores como pessoas e não apenas como subordinados. Continue lendo a entrevista na revista Paraná Cooperativo, página 06
. Fonte: Sistema OCB
O Sistema OCB-AP participou no último sábado, 19, da reunião da Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Maruanun com instituições do Setor Primário.
O encontro oportunizou a apresentação das instituições, planejamento da produção agrícola da cooperativa, além das orientações para participação em políticas públicas voltadas para Agricultura Familiar.
A visita técnica teve ainda, a orientação quanto ao Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista.
Estiveram presentes representantes da DIAGRO, SDR e Prefeitura de Macapá.
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Lílian Guimarães
Comunicação OCB-AP
Jornalista e Relações Públicas
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Santa Mídia Comunicação
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Saúde, bem-estar, qualidade de vida... temas em voga nos dias de hoje e que estão extremamente presentes no dia-a-dia de todos nós, seja em casa, no trabalho ou nas diversas atividades que exercemos. Nesta semana, o Sistema OCB promoveu a terceira edição de sua Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho e proporcionou aos colaboradores uma reflexão bastante relevante sobre o fato de que pessoas felizes são mais saudáveis. A palestra ministrada pela cardiologista, especialista em medicina nuclear, Floriana Bertini, tratou de assuntos como estresse, resiliência e, principalmente, felicidade. Reflexões atuais e que valem a pena ser compartilhadas e transmitidas em todas as áreas que atuamos e locais que frequentamos. Confira a entrevista feita com a médica e aprimore suas conclusões. Afinal, é mais feliz quem tem saúde, ou é mais saudável quem é feliz? Boa pergunta! Em primeiro lugar: qual a definição de saúde, doença, felicidade ou tristeza? Estamos lidando com questões cujo componente subjetivo é relevante e multifatorial. Quanto à importância da felicidade sobre a saúde, não há muitas dúvidas: a percepção da felicidade e do bem-estar, a nível cerebral, promove a liberação de substâncias endógenas, produzidas pelo próprio corpo, assim como as endorfinas e a serotonina, que retroalimentam a sensação de bem estar, por meio de uma série de mecanismos – foco atual dos estudos da neurociência. Ou seja, quando o nosso corpo produz analgésico para nossas dores. E de graça! Já em relação ao fato de que quem tem mais saúde é mais feliz, isso depende! Depende da maneira como se encaram os fatos. Se a gente adotar uma postura "arrogante" em relação à vida, de acordo com a qual ter saúde venha a ser o "mínimo" necessário, talvez, não! Pois a saúde não seja motivo de felicidade. Mas, à medida que se desenvolve um sentimento de consciência e gratidão pelas funções vitais básicas, tais como respirar, perceber que o coração está batendo, enxergar, se locomover, raciocinar... aí, sim, a saúde passa a ter um papel relevante enquanto mecanismo facilitador de felicidade. O que é cascata neuro-hormonal do estresse? E como combate-la? A cascata neuro-humoral do estresse é a reação adaptativa fisiológica do organismo diante de uma situação real ou antecipada de ameaça. Sua inegável importância filogenética foi em grande parte responsável pela sobrevivência dos seres humanos desde o início da história, até os dias atuais. Trata-se de uma série de mecanismos mediados principalmente pelo sistema nervoso autônomo (ou seja, involuntário) e pelo eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que liberam, em última análise, substâncias como a adrenalina e os glicocorticóides, necessários para o adequado funcionamento da resposta de fuga ou ataque. Assim, para fugir de um dinossauro, por exemplo, ou atacar uma presa para se alimentar, na pré-história, o homem já precisava que o seu coração batesse mais rápido, que a sua pressão arterial subisse para bombear mais fluxo sanguíneo e, com isso, ajudar as pernas a correrem mais, a intensificar a respiração... Ainda temos que conviver com vários tipos de "dinossauros", hoje em dia! O estresse é um deles. O problema começa quando a reação ao estresse se torna crônica, recorrente ou contínua, de tal forma que o organismo passa a viver em constante estado de alarme, sem pausas para o descanso e restabelecimento fisiológico da homeostase ou equilíbrio. O organismo submetido ao estresse "sem pausas" tende a sofrer maiores incidências de diabetes, dislipidemia, hipertensão, neoplasias, doenças auto imunes, além de maior predisposição a infecções. Como combatê-la? Não há como! Diria que há como aprender a modular essa cascata neuro-hormonal do estresse... Não existe uma receita, mas hábitos de vida saudáveis (como alimentação balanceada, prática regular de atividades físicas, boa qualidade do sono) e os cuidados com a higiene mental (a educação treinável da atitude mental mais saudável em relação aos fatos) ajudam a controlar as reações do organismo ao estresse e aumentam a percepção do bem-estar, enquanto protegem o organismo dos efeitos nocivos da exposição ao estresse ininterrupto. Qual a importância da gratidão para a saúde? A gratidão é terapêutica: favorece a saúde de quem a pratica. Diversos estudos científicos demonstraram que a gratidão tem o poder de interromper a cascata neuro-hormonal do estresse, gerando sensação de paz, equilíbrio e bem-estar. A que você atribui o aumento de pesquisas sobre felicidade? A felicidade não é apenas um estado de bem-estar: maiores índices de felicidade estão relacionados a maior criatividade e produtividade no trabalho, menores índices de absenteísmo, melhora na qualidade de vida em todos os sentidos. Felicidade é praticamente uma necessidade básica. De fato, o número de publicações científicas sobre os efeitos benéficos da felicidade e suas repercussões biológicas, psicológicas e sociais centuplicou da década de 80 para cá. Acredito que essa proliferação de literatura específica seja o resultado de um interesse cada vez maior sobre o assunto, aliado à evolução dos métodos diagnósticos da Neurociência. Em outras palavras, o Ocidente está documentando cientificamente os efeitos de práticas que a sabedoria oriental já conhecia e respeitava há muito tempo. É possível traçar um paralelo sobre dinheiro versus felicidade? Pergunta delicada! Todo mundo já ouviu dizer que dinheiro não compra felicidade, mas, certamente, a falta de recursos financeiros não deixa de ser uma causa respeitável de infelicidade. De acordo com o mapa da Geografia da Felicidade divulgado pela ONU no Relatório Internacional de Felicidade no Mundo em 2016, existe uma inegável sobreposição entre os países de maiores PIBs e FIBs, tanto é que os dez países mais felizes do mundo são os nórdicos e os dez menos felizes encontram-se todos no continente africano. No entanto, estudos demonstram que, uma vez acima da linha de pobreza, ou seja, a partir do momento em que a renda é suficiente para assegurar as necessidades básicas, não há correlação linear entre acúmulo de fortunas e percepção da felicidade. Em 2014, o Brasil ocupava a 16ª posição no ranking dos países mais felizes. Em 2016, o país caiu seis posições. Poderia explicar o motivo? Em 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) publicou o primeiro relatório sobre a felicidade global, estudando 155 países participantes, de acordo com os critérios de Felicidade Interna Bruta (FIB), suporte social, liberdade de expressão e de decisão, generosidade da população, índice de corrupção no governo e oportunidades de empregos e negócios, renda per capta, expectativa de vida, e desigualdade social. De dois em dois anos, são divulgados relatórios atualizados e, de fato, do penúltimo para o último o Brasil sofreu uma queda no ranking do 16º para o 22º lugar. As razões para essa queda certamente são multifatoriais, mas particularmente acredito que uma maior tomada de consciência por parte da população em relação ao momento socioeconômico atual seja um dos fatores preponderantes. Mesmo assim, gostaria de reforçar o grande efeito da resiliência e do otimismo do povo brasileiro que, com todas as dificuldades reais a serem contornadas, ainda assim, de acordo com os critérios analisados, está à frente de 133 outros países. Com base nas pesquisas de Sonja Lyubomirsky, como a felicidade é composta? E porque esses percentuais são tão importantes? De acordo com Sonja Lyubomirsky, a percepção individual da felicidade é composta por: 50%, fatores genéticos; 10% são compostos pelas circunstâncias (aquele ‘sonho de consumo’ que se conseguiu realizar, o time do coração que ganhou um jogo, o candidato em que votamos que venceu a eleição...); e os outros 40%, porcentagem considerável, dependem do nosso comportamento, ou seja da atitude mental de cada um frente às situações. A notícia boa é que, apesar de atualmente não termos muitos instrumentos disponíveis para atuar sobre a genética, o comportamento de cada um é treinável, ou seja: cada um pode assumir em boa parte a escolha de ser feliz ou não e treinar o próprio cérebro para ter um desempenho progressivamente melhor nesse sentido, sendo protagonista da própria qualidade de vida. É possível ser feliz 24h por dia? Não! Não acredito que seja possível, na vida real, ser feliz 24 horas por dia! Seria alienação! A felicidade é dinâmica e é importante preservar o discernimento, sempre; a tristeza é uma emoção básica que deve ser reconhecida, respeitada e cuidada; e a neutralidade é um estado de espírito benéfico e real, em diversos momentos do dia. O que é possível, sim, é aproveitar ao máximo os momentos de felicidade, com gratidão, justamente porque nem as coisas, nem os estados emocionais duram para sempre. Exatamente por isso a gestão do tempo é um dos pilares mais importantes do FIB. É possível ser feliz mesmo estando doente? Com certeza! É possível ser feliz mesmo estando doente, apesar da legitimidade da tristeza. É muito importante que se diga que, a felicidade, na doença, tem potencial terapêutico fundamental. Fonte: Sistema OCB

Durante a sessão deliberativa do plenário desta segunda-feira (14/8), o deputado Domingos Sávio (MG), em nome da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), renovou pedido ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (RJ), para incluir o Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/2011 na pauta de votações do plenário da Câmara. O projeto permite que prefeituras e outros entes públicos municipais possam depositar suas disponibilidades de caixa em cooperativas de crédito. Segundo o deputado Domingos Sávio, autor do PLP 100/2011, as cooperativas de crédito, cada dia mais, têm um papel fundamental para a economia, no estímulo ao desenvolvimento. “Hoje o cooperativismo de crédito, que está presente no Brasil inteiro, ainda tem uma restrição para operar com órgãos públicos, o que é contraditório, pois são as cooperativas que prestam serviço lá na ponta, para milhões de produtores rurais e micro e pequenos empreendedores”. Segundo Sávio, falta pouco para que se chegue a um consenso em relação à matéria. “O PLP 100/2011 foi pautado nas últimas reuniões das lideranças partidárias, como também nos encontros da Frencoop e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Em maio, quando votamos a urgência do projeto, houve quase unanimidade na Casa. É necessário agora, mais uma vez, que as cooperativas de crédito de todo o país conversem com seus representantes para mobilizarmos a Câmara da importância do projeto”. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, além do cooperativismo de crédito, o PLP 100/2011 é uma pauta que vai promover o desenvolvimento dos municípios e alavancar o crédito aos produtores rurais. “O propósito das cooperativas de crédito é promover acesso aos produtos financeiros come melhores condições aos seus cooperados. O PLP 100/2011 possibilita que as cooperativas aumentem sua alavancagem, o que fará com que a oferta de serviços e produtos financeiros de qualidade sejam igualmente ampliada. Ganham todos: o município e os cooperados”. Fonte: Sistema OCB

Identificar os desafios e as oportunidades para a construção de um desenvolvimento sustentável para as cooperativas do ramo Trabalho. Estes são os objetivos do Seminário Regional do Cooperativismo de Trabalho, realizado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), nas cinco regiões do país. O evento já ocorreu nas regiões Nordeste (maio) e, no último dia 10/8, na região Norte. O evento, sediado pelo Sistema OCB/PA, contou com a participação de representantes de unidades estaduais e cooperativas de Trabalho da região Norte, do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho (CERTO) e da unidade nacional da OCB. Os presidentes Ernandes Raiol (OCB/PA) e Marcos Diaz (OCB/RJ), o diretor da OCB para o Ramo Trabalho, Petrucio Magalhães, o representante da OCB/PA no CERTO, Fabiano de Oliveira, e a coordenadora nacional do CERTO, Margaret Cunha, também prestigiaram o evento. PROGRAMAÇÃO No período da manhã, o evento contou com a apresentação institucional do Sistema OCB proporcionando aos participantes a oportunidade de ampliarem seus conhecimentos sobre as entidades que o compõem (OCB, Sescoop e CNCoop). Os participantes do seminário também tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais da realidade de estados vizinhos como o Acre e o Amazonas. Os representantes dessas unidades discorreram sobre os gargalos da operação das cooperativas, bem como novas possibilidades de atuação. PAINEIS Na sequência, o consultor tributário da OCB, Marco Antônio Caetano, apresentou o painel “Aspectos tributários e previdenciários no cooperativismo de trabalho”, e esclareceu as dúvidas dos participantes. A assessora jurídica da OCB, Milena Cesar, discorreu sobre os “Aspectos legais e práticos da Lei nº 12.690/12” e comentou sobre as principais inovações da lei. Já o cenário que envolve o processo de adequação das cooperativas de trabalho à Lei nº 12.690/12 foi apresentado e discutido pela coordenadora nacional do Certo, Margaret Cunha (Cooperativa de Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre) e pela representante da Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCDF), Elza Cançado (diretora da Cooperativa dos Profissionais de Sistemas de Meios de Pagamento e Informática). AGENDA A próxima etapa do Seminário Regional do Cooperativismo de Trabalho ocorrerá em outubro, na região Centro-Oeste. Fonte: Sistema OCB
Chamada Pública n.o 01/2017 para aquisição de gêneros alimentícios de agricultores familiares e demais beneficiários que se enquadrem na Lei no 11.326 de 24 de julho de 2006, por meio da Modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, com dispensa de licitação, conforme Art. 17 da Lei no 12.512, de 14 de outubro de 2011 e, ainda, o Art. 5o do Decreto no 7.775, de 04 de julho de 2012 e a Resolução GGPAA no 50.
Para saber mais: Chamada Pública 01_2017 (CFAP_34BIS)

Focada no fomento e crescimento das Cooperativas do Amapá o Sistema OCB promoverá de 3 a 7 de setembro o Programa de Intercâmbio do Ramo Agropecuário. O objetivo é promover o aprimoramento em processos, serviços, tecnologia, produto e mercado, através da vivência de boas práticas observadas nas cooperativas do estado do Pará. A OCB Amapá promoverá entre as cooperativas do ramo agropecuário que estão regulares junto ao Sistema a possibilidade de conhecer a realidade e dinâmica de cooperativas de Tomé Açu, Paragominas e Belém, no estado do Pará. Os Amapaenses terão oportunidade de conhecer de perto toda a estrutura e trabalho da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé Açu (CAMTA), Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPENORTE) e a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (COOBER). "Queremos oferecer o melhor aos nossos cooperados - conhecimento, gestão e oportunidade de negócio", destacou a superintendente do Sescoop Amapá, Patrícia Sousa. O presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza, compartilhou que além das Cooperativas o Intercâmbio será acompanhado por representantes de instituições como Incra, Agência Amapá, Conab, entre outras. "É um momento de aprimoramento, mas acima de tudo de ampliar as oportunidades de negócio. O Amapá tem muitos potenciais e esse intercâmbio poderá trazer bons frutos aos nossos cooperados", pontuou Gilcimar. Os cooperados tiveram oportunidade de conferir nesta terça-feira, 15, uma apresentação realizada pela gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop Amapá, Naiane Videira, que mostrou a área de atuação de cada cooperativa, a movimentação econômica, o crescimento do trabalho e a estrutura física de cada uma, dando uma pequena amostra do que os cooperados irão conhecer pessoalmente. Além da programação a ser cumprida e os demais trâmites da viagem. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e Relações Públicas Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) se reuniram nesta quarta-feira (9/8) com o gerente de Regulação e Outorga de Transporte de Passageiros da ANTT, Alexandre Munhoz Lopes Oliveira, e o gerente adjunto Anderson do Nascimento, em Brasília. A intenção foi apresentar a entidade, sua estrutura, bem como sua forma de representação do movimento cooperativista do país e, ainda, discutir os dispositivos da Resolução nº 4777/15 que regulamenta a prestação do serviço de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros realizado em regime de fretamento, já que dezenas de cooperativas do país prestam esse serviço. Os representantes da OCB avaliam como bastante positiva a reunião, sobretudo pela receptividade das demandas das cooperativas de transporte de passageiros por parte do gerente de Regulação da ANTT. Dentre os encaminhamentos está uma nova reunião técnica prevista para ocorrer em meados de setembro e que será a primeira de uma série de encontros. O objetivo será a consolidação do conhecimento do ente regulador sobre as especificidades do serviço prestado pelas cooperativas de transporte de passageiros. DEMANDAS Da lista de demandas das cooperativas do Ramo Transporte, discutidas ontem com a ANTT, inclui, por exemplo questões como a regulamentação da prestação do serviço de transporte de passageiros e a clara e correta definição do que vem a ser uma cooperativa dessa natureza. Questões como essas serão discutidas com profundidade durante as reuniões técnicas entre os representantes do movimento cooperativista e os técnicos da Agência Nacional de Transportes Terrestres.

O presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, palestra neste momento para os alunos de logística e administração sobre conceitos gerais da sociedade cooperativa, a formação e atuação de uma cooperativa e os fundamentos do cooperativismo, além dos setores produtivos. "É importante e gratificante poder compartilhar a história do cooperativismo e acima de tudo o modelo do cooperativismo amapaense com os acadêmicos. A disseminação desse conhecimento soma muito com o futuro desses jovens que estão em fase de formação", explicou Gilcimar Pureza.

O cooperativismo brasileiro de crédito fez bonito na Conferência Mundial do Woccu (World Council of Credit Unions ou Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, em português). O evento ocorreu em Viena, na Áustria, entre os dias 23 e 26 de julho e a delegação do Brasil foi a segunda maior em número de participantes. No total, 176 pessoas levaram o verde e o amarelo para as discussões a respeito dos desafios e oportunidades que envolvem o segmento em nível mundial. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, foi um deles. “O evento foi uma excelente oportunidade de troca de experiências. Como o Brasil teve casos de sucesso para serem apresentados, percebemos que estamos bastante avançados em questões relacionadas à regulação e, também, às ligadas à marca das cooperativas de crédito, por exemplo. Não tenho dúvida de que o as cooperativas brasileiras estão fazendo seu dever de casa com muita propriedade e, por isso, sendo reconhecidas em nível mundial. Elas estão de parabéns!”, avalia Nobile. O EVENTO O Woccu atua para promover o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito por meio de programas de assistência técnica a fim de fortalecer o seu desempenho financeiro e alcance em âmbito mundial. A entidade registrou, em 2015 (últimos dados consolidados), 60,5 mil cooperativas de crédito em 109 países, totalizando 223 milhões de associados. CONFIRA A AVALIAÇÃO DOS REPRESENTANTES DO BRASIL FUTURO “A Unicred pôde absorver importantes conceitos e novidades referentes à concessão de crédito no mundo, em especial de países onde o cooperativismo supera a preferência dos cidadãos em relação ao sistema bancário tradicional. Foram várias plenárias que apresentaram temas como a colaboração da tecnologia para o crescimento das cooperativas, destacando a tecnologia blockchain, a proteção dos dados dos cooperados e os ataques cibernéticos que colocam a segurança das transações em risco. Além disso, ficou claro que a tendência mundial é justamente a vertente em que a Unicred vem trabalhando: crescer de forma sustentável, sempre com um atendimento diferenciado ao associado.” Paulo Barcellos – presidente do Conselho de Administração da Unicred do Brasil DESTAQUE "O ano de 2017 tem sido muito importante para o nosso Sistema e o setor cooperativista financeiro. A participação do Sicoob na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito nos coloca em um patamar de excelência no cenário financeiro mundial com a certeza de que estamos caminhando na direção certa. Pela primeira vez, dirigentes do Sicoob ministraram palestras durante o evento o que nos proporcionou destaque internacional. A nossa participação no encontro nos posicionou como referência diante de outros sistemas cooperativos espalhados pelo mundo inteiro, principalmente, em termos tecnologia." Henrique Castilhano Vilares – presidente do Sicoob Confederação. ORGULHO “Tivemos a oportunidade de falar sobre temas estratégicos para o cooperativismo de crédito, além de diversos compartilhamentos, intercâmbios e inspirações. Observamos que os mesmos fundamentos cooperativistas permeiam as cooperativas de crédito do mundo todo, que caminham juntas pela mesma causa. João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, ainda nos abrilhantou com uma série de informações em torno de todas as questões que envolvem o setor. Além disso, temos muito orgulho dos projetos inscritos no programa World Young Credit Union People (Wycup). É o mundo reconhecendo o que nós, do Sicredi, fazemos diariamente: valorizando os talentos inovadores de nossos colaboradores.” Manfred Alfonso Dasenbrock – presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu DADOS DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO NO BRASIL - As cooperativas de crédito promovem o desenvolvimento econômico e asseguram o exercício da cidadania pela inclusão financeira, a partir de um trabalho de educação financeira junto aos associados. - O Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, caso fosse considerado um grupo financeiro, representaria a 6ª maior instituição financeira do país; - Estamos em 95% dos municípios brasileiros, sendo que em 564 deles a cooperativa é a ÚNICA forma de inclusão financeira disponível na região. - Ativos: R$ 221 bilhões (base: dez/16) - Operações de de Crédito: R$ 81,8 bilhões (base: dez/16) - Depósitos: R$ 103 bilhões (base: dez/16) - Patrimônio Liq.: R$ 36,6 bilhões (base: dez/16) Segundo dados do Banco Central do Brasil: - Total de cooperativas: 1.033; - Total de cooperados: mais de 9 milhões; - Empregados: mais de 48.455 mil; - Pontos de atendimento: 5.714; - Média de idade de um membro de cooperativa de crédito no Brasil: 45 anos; - Porcentagem de mulheres associadas a cooperativas de crédito: 41,7% - Porcentagem de mulheres em Conselhos de Administração: 12,36% - Porcentagem de mulheres em Conselhos Fiscais: 21,64% - Porcentagem de mulheres CEOs: 9,13% Fonte: Sistema OCB

O Sistema OCB Amapá investe em inúmeras iniciativas para levar o que há de melhor aos cooperados. Neste sábado, 05, encerra mais um módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (Gescoop), no qual, representantes de diversos ramos do cooperativismo chegaram ao V módulo do curso com abordagens sobre Gestão Financeira. "Desde o início do ano estamos promovendo uma jornada de cursos, capacitações e formações. Nosso objetivo é levar o melhor ao nosso cooperado, afinal, o conhecimento é uma ferramenta transformadora e atua diretamente no crescimento dos cooperados e cooperativas", destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza. O VI e último módulo do Gescoop ocorrerá nos dias 25 e 26 de agosto. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e Relações Públicas Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

A Medida Provisória (MP) nº 793
, que institui o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), com regras para o parcelamento dos débitos tributários relativos ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural
), foi publicada hoje, no Diário Oficial da União. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) tem acompanhado as discussões a respeito do tema junto aos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), desde o julgamento do Supremo Tribunal Federal, ocorrido em março deste ano, que concluiu pela constitucionalidade da citada contribuição. A MP, além de trazer as condições de parcelamento dos débitos, também reduz a alíquota da contribuição previdenciária para os produtores rurais empregadores pessoas físicas dos atuais 2,0% para 1,2% da receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. A MP não altera o percentual devido ao financiamento das prestações por acidente de trabalho e ao SENAR. Para acessar as principais regras do PRR compiladas, clique aqui
. TRAMITAÇÃO A Medida Provisória será analisada, primeiramente, pela Comissão Mista do Congresso Nacional, onde recebe emendas por cinco dias úteis. Assim, o prazo para apresentação de emendas ao texto se encerra em 7/8. Para instalação da Comissão Mista serão eleitos presidente e vice-presidente e designados relator e relator-revisor. A estes, cabe a apresentação do relatório que, após aprovação, constituirá o parecer da Comissão que será enviado à análise do Plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, do Senado Federal, dentro do prazo de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Caso o texto venha a ser alterado, será remetido à sanção do presidente da República Michel Temer. Se for aprovado na forma da Medida Provisória original, será promulgado pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (CE). Fonte: http://www.somoscooperativismo.coop.br

Nos próximos dias, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o IBGE assinarão um acordo de cooperação, objetivando o acesso das informações referentes às cooperativas agropecuárias coletadas pelo órgão, no 10º Censo Agropecuário. Com base nas informações, a OCB pretende ampliar o alcance das ações que visam ao desenvolvimento da gestão e da competitividade das cooperativas formadas por produtores rurais. Esse é o resultado da reunião entre o presidente do IBGE, Roberto Olinto, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, diretor da OCB, a gerente geral, Tânia Zanella, e a gerente de Relações Institucionais, Fabíola Motta (ambas da OCB), ocorrida na última sexta-feira, dia 28/7, no Rio de Janeiro. Diretores e técnicos do Instituto, ligados à pesquisa, também participaram da reunião. Além do acesso às informações, a OCB também propôs atuar de forma participativa na divulgação do Censo e, ainda, na sensibilização das cooperativas agropecuárias brasileiras para que participem ativamente do processo de coleta de dados. O diretor da OCB, José Roberto Ricken, fez questão de ressaltar que a OCB é uma entusiasta da pesquisa brasileira e que está à disposição do IBGE para o que for necessário no processo de coleta de dados. Afinal, segundo ele, sem informação, não há como planejar. “E sem planejamento não temos jeito nem de investir, nem de crescer”. SOBRE O CENSO O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciará, no próximo mês de outubro, as operações do seu 10º Censo Agropecuário. Durante cinco meses, serão realizadas cerca de cinco milhões de visitas em estabelecimentos agropecuários de todo o país. Serão levantadas informações sobre a área, a produção, as características do pessoal ocupado, o emprego de irrigação, o uso de agrotóxicos, entre outros temas. Os resultados do Censo Agro 2017 devem começar a ser divulgados pelo IBGE em meados de 2018. PESQUISA AMOSTRAL O Censo Agropecuário 2017 vai subsidiar a implantação do cadastro de estabelecimentos agropecuários e do Sistema Nacional de Pesquisas Agropecuárias. A ação permitirá a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Estabelecimentos Agropecuários, que irá a campo anualmente captar dados detalhados sobre receitas e despesas na produção, crédito e seguro rural, proteção de mananciais, conservação da fauna e flora, uso de agrotóxicos, técnicas de produção, além da situação social e familiar dos trabalhadores do campo, entre outros temas. (Fonte: com informações do Portal Brasil e IBGE) Fonte: http://www.somoscooperativismo.coop.br