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A reunião teve como objetivo a revisão do decreto municipal que regulamenta o serviço de mototaxi solicitado pela cooperativa que está conflitando com a Lei Municipal. O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, propôs ao prefeito, que se exija o Certificado da OCB nos processos licitatórios, cotação de preços ou outras contratações. "Estamos avançando. O trabalho conjunto facilitará este processo", comentou Gilcimar Pureza. O Prefeito Ofirney Sadala se comprometeu fazer a adequação do decreto e no atendimento solicitado pelo Sistema OCB Amapá. "Estamos abertos as discussões estudando sempre a melhor vertente para avançarmos neste processo", disse o prefeito. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681
Cada vez mais, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) tem ampliado o acesso do cooperativismo a novos mercados, dentro e fora do Brasil. Essa conquista é fruto da defesa institucional realizada pela OCB, por meio de fóruns, conselhos e comitês, nos níveis nacional e internacional. No início deste mês, por exemplo, representantes dos governos do Brasil e do Paraguai se reuniram para tratar de um acordo de cooperação que prevê a prestação de serviços de transporte de cargas. E as cooperativas desse ramo marcaram presença.
Segundo o coordenador nacional do Conselho Consultivo do Ramo Transporte, Abel Paré, a participação da OCB em reuniões bilaterais como esta é fundamental para apresentar os serviços das cooperativas, bem como assegurar que suas especificidades sejam perfeitamente entendidas tanto pelo país vizinho quanto pelo regulador dessas cooperativas, neste caso a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Confira na entrevista abaixo:
Qual a importância da participação da OCB em reuniões como essa?
Abel Paré – Temos um número expressivo de cooperativas dedicadas ao transporte internacional. Boa parte delas está localizada nos estados da região Sul do Brasil, e prestam serviços para países do Mercosul, já que neles não há cooperativas de transporte. Por isso, é de fundamental importância a participação da OCB nesses eventos, já que, assim, garante o entendimento das especificidades do cooperativismo e, ainda, subsidia a ANTT com informações que favoreçam a prestação de serviços.
Existe algum caso concreto de que a participação da OCB em reuniões bilaterais auxilie nesse tipo de cooperação internacional?
Abel Paré – Sim, temos o caso do Uruguai que, somente aceitou as cooperativas em 2008 graças à participação em reuniões como essas. Me recordo que ficamos impedidos de trabalhar com os uruguaios entre 1998 e início de 2008. Vale ressaltar que a OCB começou a participar das reuniões com os representantes do Uruguai no ano de 2006 e, dois anos depois, conseguimos autorizar as cooperativas a operar naquele país.
E que tipo de questão as cooperativas de transporte, por meio da OCB, têm trabalhado nessas reuniões?
Abel Paré – Nós temos tido o cuidado de evitar novas travas ou mesmo proibições dos países que possam impedir a prestação de serviços das cooperativas, por não compreender a natureza cooperativista. Este é o principal motivo da nossa participação em reuniões como esta, com o Paraguai, no início deste mês.
Ocorre que temos vários itens da legislação do transporte internacional que ainda precisam ser melhorados. Cito, por exemplo, o caso do caminhão como garantia dos tributos suspensos em casos de trânsito aduaneiro. Outra questão bastante importante diz respeito à melhoria da transparência e do acesso à consulta das multas sofridas por transportadores brasileiros nos países signatários.
Poderia comentar a internalização dos valores mínimos para o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário em viagens internacionais?
Abel Paré – Esse item é de extrema importância para as cooperativas, uma vez que nos casos de sinistro envolvendo veículos de cooperados (frota da cooperativa), a responsabilidade civil por danos a terceiros não transportados recai sobre a cooperativa, independentemente de estar dentro ou acima das coberturas do seguro "carta azul" como é conhecido o seguro de responsabilidade civil RCTR - DT - VI. Então, o que pretendemos é que essa responsabilidade possa ser, pelo menos, compartilhada igualmente com a contratante.
Outro assunto tratado na reunião foram as multas aplicadas no Paraguai. Poderia explicar?
Abel Paré – O tema das multas aplicadas é um dos mais importantes para as cooperativas, porque atualmente o governo do país signatário, ou seja, o país de destino, leva até quatro anos para notificar a transportadora (empresa ou cooperativa) sobre a existência de multas. Quando isso ocorre, muitas vezes, o veículo autuado nem é mais vinculado à frota ou, ainda, o sócio pode não mais estar vinculado à cooperativa. E o resultado disso é que a cooperativa é responsabilizada. Às vezes, o montante acumulado chega a ser impagável e isso representa um alto risco à continuidade do negócio. Então, o que queremos é a possibilidade de consultar, de uma forma on line, se há algum problema, como multas, por exemplo, e solucionar a questão no âmbito correto.
Qual a importância das rodadas de negócio para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras de transporte?
Abel Paré – Seguramente as rodadas de negócios e prospecções internacionais são meios de impulsionarmos e de gerarmos muitas oportunidades de negócios para as cooperativas. É um trabalho que precisa ser ampliado. Já realizamos uma, no ano passado e nossa expectativa é de que possamos ter um outro evento deste, em breve.
Que tipo de carga as cooperativas transportam para os países vizinhos?
Abel Paré – A s cooperativas atuam em vários segmentos, transportando desde, auto partes, eletrodomésticos, farinha de trigo, papel, aço, madeira, frutas, peixe, polipropileno, ou seja, elas atendem a gama importante de exportadores e importadores brasileiros nos mais diversos segmentos.

O Sistema OCB/AP realizou na tarde desta quarta-feira, 26, a Assembleia Geral Ordinária para apresentação do Relatório de Gestão de 2016. A AGO contou com a presença do representante da OCB Nacional, Fábio Trinca. O presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, apresentou aos representantes das Cooperativas filiadas a análise das contas da Diretoria Executiva, acompanhado do parecer do Conselho Fiscal, referente ao exercício de 2016. Na ocasião também houve a análise e aprovação do Plano de Trabalho e Orçamento Anual para exercício de 2017. “Primamos pela transparência e boa condução do Sistema, então, é extremamente importante a participação das cooperativas no acompanhamento dos trabalhos, e principalmente, neste momento de prestação de contas”, destacou Gilcimar Pureza. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação (96)98124-9681

O Conselheiro do Tribunal de Contas do Amapá, Michel JK, visitou o Sistema OCB/AP para participar da Reunião do Conselho Diretor da OCB, que nomeou Patrícia Sousa, como Superitendente. Patrícia, ocupa a partir de agora, as superintendências da OCB/AP e do Sescoop/AP. O alinhamento das casas cumpre o Plano Estratégico do Sistema Nacional, previsto para o período de 2015 a 2020. Como parte da pauta foram apresentados os projetos principais executados pela OCB como o - Consórcio de Produção de Alimentos e seus resultados. "O Conselheiro Michel JK sempre foi um grande apoiador do cooperativismo no Amapá, ao qual, a gente sempre recorre para compartilhar nossas ações positivas", destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

Um marco para os ribeirinho do Amapá e uma nova página na vida do povo da floresta, que agora, é dono de um negócio, de fato, lucrativo. O feriado de Tiradentes foi marcado pelo desembarque no Igarapé da Fortaleza, de 15 toneladas de açaí certificado, vindas do Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá. Um sonho construído por muitas mãos. Onde tudo teve início com na cooperativa dos Produtores Agroextrativista do Bailique (AmazonBai) filiada à Organização das Cooperativas do Amapá (OCB/AP), que recebeu, recentemente, o selo FSC (Forest Stewardship Council), que certifica o manejo da floresta e incentiva à regularização fundiária, garantindo o manejo sustentável do produto e incentiva a segurança do trabalhador, com uso de proteção individual. O selo foi concedido porque o açaí do Bailique corresponde às características exigidas atendendo aos padrões do FSC, com benefícios sociais e viabilidade econômica. Este é o selo com maior reconhecimento do mundo no segmento. O produto que desembarcou no Amapá será processado pela Bio+Açaí, e já tem destino certo para o Rio Grande do Sul. A expectativa é que ocorram outros desembarques nas próximas semanas, para atender outras demandas, inclusive de exportação do produto. “Estamos extremamente felizes com este novo momento vivido no Amapá. Fruto de um trabalho conjunto e de muita valorização do produtor”, ressaltou o presidente da AmazonBai, Rubens Gomes. Para o presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, é uma nova era que se inicia. Um trabalho construído com muito compromisso e acompanhamento. “Fizemos o negócio acontecer. E esse modelo de negócio liderado pela AmazonBai e a Bio+Açaí, elimina a exploração do extrativista que é responsável por manter a floresta em pé e torna mais justo o comércio do açaí que é uma riqueza do Amapá”, destacou Gilcimar. O Sistema OCB Amapá solicitou o apoio e incentivo do governo do Estado para fomentar a produção de alimentos no estado. As cooperativas aguardam a liberação de um financiamento do Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá (Frap), para que possam modernizar e expandir esta produção no Amapá. O Consórcio de Produção de Alimentos conta com 12 cooperativas e é gerenciado pela OCB. A organização atua em três cadeias produtivas: açaí (seis cooperativas), pescado (três cooperativas) e castanha do brasil (três cooperativas). [wppa type="slide" album="10"]Any comment[/wppa] Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

O Sistema OCB e Sescoop/AP realizaram na manhã desta segunda-feira, 17, a assinatura do Termo de Adesão com a Uniodonto Amapá, para o Programa de Desenvolvimento de Líderes do Ramo Saúde. O Termo possibilitará a realização do curso "Formação em Gestão Estratégica de Consultórios" , que ocorrerá em cinco módulos, sendo 16h cada, e será realizado entre os meses de maio a julho. "Temos objetivo de promover a profissionalização da gestão e o aprimoramento dos produtos e serviços das Cooperativas do Amapá", destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.

A presidente da Uniodonto Amapá, Dra. Ana Valéria, reafirmou mais uma vez o compromisso junto aos cooperados e ressaltou que esse curso é fruto do comprometimento da Uniodonto, que tem primado pela excelência na gestão. "Primamos pela organização e aprimoramento da gestão. Completaremos 20 anos esse ano, e sempre caminhamos nessa crescente, que inclui levar conhecimento aos nossos cooperados. E claro, que o Sistema OCB Amapá contribue muito nessa relação, com uma parceria séria e de muito comprometimento", ressaltou Dra. Ana Valéria. O Programa de Desenvolvimento de Líderes contará com módulos de Empreendedorismo, liderança e trabalho; Administração do tempo e atendimento eficaz; Gestão de Consultório e organização eficaz; Controle financeiro e gestão de processos; e O mercado odontológico e técnicas de negociação. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

O Sistema OCB-AP realizou nos dias 13 e 14 de abril, na Comunidade do Arraiol no Distrito do Bailique, município de Macapá, o módulo Cooperativismo, que integra o Projeto Centro de Vocações Tecnológicas-CVT (Agrobiodiversidade do Bailique). O projeto é coordenado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e executado pela Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (OELA) e Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB). Além de ter o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia. O módulo Cooperativismo teve ênfase nos produtos da região como mel e acaí, e foi ministrado pelo presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza, para 17 alunos egressos dos cursos de nível médio das comunidades do Bailique, além de familiares dos Cooperados da Cooperativa AmazonBai. "O Sistema OCB está sempre a disposição para somar com essas iniciativas. Acaba sendo uma troca de experiência muito válida, e contribui diretamente pro desenvolvimento da região, que ganha conhecimento técnico", compartilhou Gilcimar Pureza. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

O Sistema OCB Amapá recebeu na tarde desta quinta-feira, 06, uma equipe da Prefeitura de Macapá composta pelo secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Lucas Abrahão; do secretário Municipal de Meio Ambiente, Márcio Gonçalves; do Subprefeito da Zona Norte, Paulo Viana; e do representante da Secretaria de Manutenção Urbanística, Carlos Madeira. Durante a reunião assuntos relacionados aos resíduos do processamento do Açaí, na cidade de Macapá estiveram na pauta, onde a BIO+ACAI apresentará projeto piloto para destinação, entre as opções, está o fornecimento para os Oleiros e o processo de compostagem para aplicação na agricultura familiar. Outro tema, foi a comercialização de produtos regionais na capital onde a SEMDEC já solicitou a participação na Semana Santa com fornecimento de Açaí com registro no Ministério da Agricultura para promover a Segurança Alimentar. Participaram da reunião pelo Sistema OCB os senhores : Máriolando Araújo (COOPERFLORA), Daciel Cunha e Edilson Lima (BIO+AÇAÍ), Sinesio Leal (UNICAR) e o Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza. Dia 19 de abril haverá outro encontro dando continuidade às ações que serão realizadas conjuntamente. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

Membros do Conselho Administrativo e Fiscal do SESCOOP-AP analisaram o Relatório de Auditoria Externa, com a participação por vídeoconferência do Auditor Luís Santos, da Gran Thorton e o Assessor de Auditoria e Controle da Unidade Nacional Sanller Bosco Lopes Nonato, que ocorreu na tarde da última quarta-feira, 05. De acordo com o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza; e a Superitendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa, o objetivo é ampliar a participação e acompanhamento da Gestão da Unidade, garantindo o processo de transparência no compartilhamento de métodos mais participativos e interativos do relatório, para tomada de decisão dos conselheiros. O Sistema tem trabalhado pautado nos princípios da transparência, garantindo assim, a boa gestão e atuação no cooperativismo amapaense. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681
A transparência, sem dúvida alguma, é a liga entre os princípios do cooperativismo. Para além disso, ela é o foco de uma das principais demonstrações da gestão democrática do setor: a assembleia geral ordinária, que ocorre, anualmente, em todos os níveis do movimento cooperativista. O objetivo é prestar contas do exercício anterior e definir os próximos passos.
Assim, nesta quinta-feira foi a vez de a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) realizar a sua AGO. Para isso, 23 representantes das organizações estaduais se reuniram na Casa do Cooperativismo, em Brasília, e aprovaram o relatório de atividades e o balanço patrimonial referentes ao exercício 2016, além do relatório de auditoria independente e do parecer do Conselho Fiscal. Também fez parte da Ordem do Dia, o Plano de Trabalho e Orçamento Anual para 2017 apreciado e validado pelas unidades estaduais.
A reunião foi aberta pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e coube ao superintendente, Renato Nobile, após referendo da Assembleia, secretariá-la. Ele apresentou o relatório de gestão e, ainda, um vídeo contendo as principais ações desenvolvidas pela Organização ao longo de 2016, bem como seus resultados em termos de mercado e ainda junto aos Três Poderes da República.
OUTROS DESTAQUES
Além dos resultados apresentados pelo superintendente, também são destaques do relatório de atividades 2016:
- No Congresso Nacional, foram identificadas 805 proposições em tramitação; 50 delas (negativas) tiveram sua votação impedida e 140 audiências públicas contaram com a participação de representantes do cooperativismo;
- No Executivo, o setor foi representado em 201 reuniões técnicas. Também foram mapeados mais de 3,2 mil normativos de interesse das cooperativas no Diário Oficial da União;
- Já no âmbito do Judiciário foram mapeadas mais de 10 mil decisões junto aos Tribunais Superiores e, outras 817, nos Tribunais de Justiça. Ao todo, foram analisadas 5.123 decisões. Os destaques envolvem assuntos como o novo Código Florestal, o ato cooperativo e, ainda, à proibição do bloqueio das quotas-partes de cooperados pelo BacenJud;
- O Sistema OCB conseguiu ou manteve assento em 65 fóruns e conselhos dos poderes Executivo e Judiciário; obteve, também, a adesão de 243 deputados e 36 senadores à Frencoop.
PLANO DE TRABALHO 2017
Renato Nobile também apresentou à Assembleia as ações planejadas para este ano e que fazem parte do Plano de Trabalho 2017. O documento é dividido de acordo com os objetivos finalísticos do Planejamento Estratégico do Sistema OCB:
- Apoio às cooperativas em sua inserção em mercados;
- Contribuir para o aperfeiçoamento do marco regulatório do setor e indução à implementação de políticas públicas;
- Fortalecer a representação política e institucional do cooperativismo;
- Fortalecer a imagem do Sistema OCB e divulgar os benefícios do setor;
- Fomentar, produzir e disseminar conhecimentos para o cooperativismo brasileiro.
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Para o superintendente do Sistema OCB, a AGO é uma oportunidade fundamental de apresentar o desempenho e os números do setor. “Fico entusiasmado em receber nossas organizações para esse momento de prestação de contas e deliberações. Acredito que, só assim, por meio de um processo democrático, transparente e intercooperativo, poderemos avançar cada vez mais”, considerou Renato Nobile, ressaltando, por fim, o agradecimento de toda a equipe da Unidade Nacional da OCB pela confiança do presidente, diretores e conselheiros no trabalho realizado plenamente integrado com os colaboradores das unidades estaduais.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou que o cooperativismo é o modelo econômico mais ajustado para Brasil, na atualidade. “A prova disso, temos visto todos os dias. Enquanto empresas fecham as portas, as cooperativas, mesmo passando pelas dificuldades da crise, continuam crescendo e gerando resultados para seus cooperados”, ressalta.
RECONHECIMENTO
Márcio Freitas também utilizou sua fala, também, para reconhecer e agradecer. “Sou extremamente satisfeito com a atuação integrada dos componentes desta diretoria. Eles lutam pelo desenvolvimento de todas as cooperativas do país, não somente daquelas situadas em seus estados ou regiões de origem, contribuindo enormemente com os rumos da OCB. Também quero agradecer ao empenho da diretoria executiva e dos colaboradores do Sistema OCB. Incansáveis, eles não medem esforços para melhorar a qualidade de vida da família cooperada do Brasil.”

Em função do anúncio realizado pelo governo federal sobre as medidas para aumentar suas receitas tributárias, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representante do sistema cooperativista nacional, lamenta a decisão. O Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) sempre teve sua atuação pautada nas pessoas, desenvolvendo econômica e socialmente pequenas comunidades, levando a inclusão financeira aos rincões do país. A medida de elevação do IOF nos empréstimos entre as cooperativas de crédito e seus associados é contrária aos movimentos do governo de gerar mais renda, desenvolvimento, inclusão social e financeira a pessoas não bancarizadas e ao discurso de não elevação de impostos. Estima-se que até 2018 haverá, no mínimo, 10 milhões de associados às instituições financeiras cooperativas em todo o país. Essa expansão tem um papel fundamental na inclusão financeira, podendo ser confirmada pelos números: 43% dos cooperados não possuem conta em nenhuma outra instituição financeira e as cooperativas de crédito chegam a 564 municípios que não possuem nenhum outro atendimento desta natureza. Para essas pessoas, cooperadas, atividades rotineiras como contratar empréstimos, pagar contas e poupar estão aliadas a vantagens comunitárias. Elas acessam serviços a preços justos, são donas da própria instituição financeira cooperativa, que lhes devolve as sobras das operações realizadas, retendo recursos financeiros nos lugares ondem moram, beneficiando a economia local. Por fim, vale ressaltar que a própria Constituição Federal, em seu art. 174, §2º, determina que “a lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo”, o que não conseguimos visualizar na medida anunciada.

Reformar para Competir. Este é o tema da 16ª edição do congresso da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), realizado com apoio do Sistema OCB. O evento ocorrerá no dia 7 de agosto e será marcado por debates sobre temas como as reformas urgentes para o Brasil, a modernização trabalhista, a reforma tributária e, ainda, a nova geopolítica. Os debatedores convidados são profissionais e especialistas de renome, dentro e fora do país. O tema desse ano obedece à linha de sequência das questões apresentadas e debatidas nos congressos anteriores, sintonizado na ideia da construção de um país moderno com sustentabilidade. Em 2016, sob o tema Liderança e Protagonismo, foram tradados o potencial e a força do agronegócio brasileiro, diante dos compromissos desafiadores nos ambientes internos e externos. REFORMAS ESSENCIAIS Para 2017, as reformas essenciais são colocadas no centro das discussões, frente às novas tecnologias e as peculiaridades dos sistemas produtivos contemporâneos. O Brasil tem no agronegócio a principal alavanca de sua balança comercial e do seu desenvolvimento descentralizado. As revoluções tecnológicas e de gestão do setor agropecuário são constantes e silenciosas. No entanto, o setor é penalizado com as políticas públicas deficientes na infraestrutura e na logística. Há também uma série de problemas ligados à burocracia e os custos de uma legislação tributária e trabalhista que não mais oferece produtividade e competitividade ao país. NÚMEROS No ano passado, o Congresso contou com 830 participantes, entre eles formadores de opinião, executivos de empresas do setor e autoridades; 220 jornalistas de todos os estados brasileiros; e 5,5 mil pessoas acompanhando o evento pela internet. SAIBA MAIS Para saber mais sobre o evento, clique aqui
.

A transformação que o Dia de Cooperar é capaz de proporcionar nas comunidades tem sido reconhecida internacionalmente. Depois da ONU, agora foi a vez de o Papa Francisco se manifestar. É que o Sistema Ocemg recebeu um comunicado de reconhecimento do Vaticano em relação ao Dia C. No ano passado, o Sistema Ocemg, por intermédio do arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor, apresentou a iniciativa e encaminhou os materiais de divulgação do Dia C ao Papa. Em resposta, o Papa Francisco transmitiu via carta assinada pelo Assessor para os Assuntos Gerais do Vaticano, Monsenhor Paolo Borgia, votos "em prece ao Céu, pelo bem-estar pessoal e familiar de todos os membros da referida Organização e pelo bom êxito no desempenho das suas atividades, a fim de cooperarem sempre com o espírito fraterno para o maior bem de todos os homens". A carta foi entregue diretamente à Arquidiocese de Belo Horizonte, que também já havia elogiado a proposta e os resultados do Dia C. O propósito agora é apresentar, em audiência, e de forma detalhada, o projeto ao Papa. Nos últimos anos, o Pontífice tem enfatizado a importância da cooperação e das cooperativas para amenizar as desigualdades sociais se referindo ao cooperativismo como inovador e criativo. Clique aqui
e confira na integra a carta. (Com informações do Sistema Ocemg) Fonte: Somoscooperativismo
O Curso de Aspectos Legais e Societários de Cooperativas iniciou nesta quarta-feira, 29. Mais uma vez os cooperados atenderam ao chamado do Sistema OCB e Sescoop Amapá, com participação ativa na busca de conhecimento.
Serão três dias de curso ministrado pela Analista de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop Nacional, Heliane Cápua Dallapícula.
“Nosso principal objetivo é contribuir com o desenvolvimento dessas cooperativas”, destacou a palestrante.
O curso terá abordagens de normativas e resoluções especificas, além, da ênfase nas leis 12.690/12 e 5.764/71.
“Recebemos as demandas das cooperativas que muitas vezes sinalizam interesse sobre determinado curso, com isso, estamos sempre investindo no conhecimento e qualificação dos cooperados. O retorno tem sido extremamente positivo”, destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
O curso segue até a próxima sexta-feira, 31.
Lílian Guimarães
Comunicação Sistema OCB/AP
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96) 98124-9681
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Convidamos todos para participar do 1º Seminário amapaense de empreendedorismo feminino, que ocorrerá no próximo dia 31 de março, às 8h, no Sebrae. O Seminário será voltado para Mulheres empreendedoras ou que desejam empreender, dos segmentos de Cooperativas, Associações, Conselho de Mulheres, acadêmicas dos cursos de Administração Geral, de Gestão Empresarial e de Negócios e mulheres beneficiarias do PAA.

No último fim de semana a COMAGRO ( Macapá ) e COOPETRAL ( Perimetral Norte) realizaram assessoria na realização de suas Assembleias Gerais Ordinária que tratam entre outros assuntos da Prestação de Contas Anual com seus cooperados. O Sistema OCB Amapá atuou como parceiro nos dois dias de Assembleia. A COOPETRAL que é uma das maiores cooperativas em abrangência e cooperados atua em Porto Grande, Pedra Branca e Serra do Navio com produção que vai do extrativismo da Castanha-do-Brasil a produção de farinha de mandioca e os hortifrutigranjeiros. Precedeu a AGO, 03 Cursos de Cooperativismo em diferentes comunidades na sexta e no sábado, já que os cooperados são divididos em quatro pólos incluindo a área indígena e o Povo Wajapi. Estiveram na AGO várias autoridades e instituições como Secretaria de Agricultura de Pedra Branca, do Governo do Estado: SEMA, SDR, RURAP; Governo Federal: CONAB, BANCO DA AMAZÔNIA, EMBRAPA, Instituições de Assessoria e Apoio : OELA, GTA, SIGETCH, SISTEMA OCB-AP, RAEFAP, EFAPEN, IMAFLORA E as Cooperativas BIO+ACAI, AMAZON BAI. [wppa type="slideonlyf" album="8"]Any comment[/wppa] Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

Deputadas membros da FRENCOOP AMAPÁ visitaram na última quarta-feira, 22, a sede do Sistema OCB Amapá, para conhecer a atuação do Sistema junto as cooperativas. Estiveram presentes as Deputadas Marília Góes, Presidente da FRENCOOP, Aparecida Salomão, Vice-Presidente, Janete Tavares e Edna Auzier que compõem a Frente Parlamentar em defesa do Empreendedorismo, Cooperativismo e Economia Solidária. Pelo Sistema OCB/AP participaram os Conselheiros da OCB e do SESCOOP. A Deputada Marília Góes falou dos objetivos da Frente instalada que também conta com Deputado Max da AABB, das ações previstas como o seminário Amapaense de Empreendedorismo Feminino que ocorrerá no próximo dia 31/03, que conta com a parceria do Sistema OCB-AP. O presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza, apresentou números do Cooperativismo Amapaense, do volume de negócios realizado pelas cooperativas e da atuação do Sistema junto as cooperativas. Houve interação entre os conselheiros e as deputadas presentes e ficou deliberado que técnicos da Assembléia Legislativa que assessoram a frente parlamentar irão construir com o Sistema OCB um plano de atuação para melhorar a performance econômica as cooperativas no Amapá. Lílian Guimarães Comunicação do Sistema OCB Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681
As cooperativas brasileiras têm, novamente, a chance de mostrar ao país o nível de maturidade de sua gestão, bem como as estratégias que as tornam bem sucedidas. É que estão abertas as inscrições à edição 2017 do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão. Para o setor, esta premiação representa o reconhecimento nacional a quem promove o aumento da qualidade e da competitividade do cooperativismo, por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança. As inscrições podem ser feitas pelo site (clique aqui
) até o dia 28/4. Promovida a cada dois anos, a iniciativa é dirigida às cooperativas singulares registradas e regulares com o Sistema OCB, participantes do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC)
. É uma excelente oportunidade para o aprimorar a gestão, ampliar a rede de relacionamentos e aumentar a visibilidade da cooperativa. AVALIAÇÃO O Prêmio Sescoop Excelência de Gestão utiliza os mesmos instrumentos de avaliação do PDGC, de acordo com o nível de maturidade escolhido. O processo segue as seguintes etapas: - Autoavaliação - Avalição do Comitê de Gestão - Visita dos avaliadores - Seleção do Comitê de Gestão - Seleção final da Banca Julgadora As cooperativas que alcançarem a pontuação definida pela Banca Julgadora serão reconhecidas nas faixas em que se enquadrarem, dentro dos níveis de maturidade escolhidos no momento da inscrição no PDGC (Primeiros Passos para a Excelência, Compromisso com a Excelência ou Rumo à Excelência
). As faixas de reconhecimento em cada nível de maturidade são Ouro, Prata e Bronze. DESTAQUE Não há concorrência direta entre as cooperativas. Todas as que alcançarem a pontuação das faixas de reconhecimento serão reconhecidas, podendo haver várias cooperativas em cada faixa. Haverá ainda um reconhecimento como Destaque Governança Cooperativista que será definido dentre as cooperativas finalistas. SAIBA MAIS Para acessar o portal do PDGC e saber mais sobre o Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, clique aqui
. E, para tirar dúvidas, aqui.
) até o dia 28/4. Promovida a cada dois anos, a iniciativa é dirigida às cooperativas singulares registradas e regulares com o Sistema OCB, participantes do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC)
. É uma excelente oportunidade para o aprimorar a gestão, ampliar a rede de relacionamentos e aumentar a visibilidade da cooperativa. AVALIAÇÃO O Prêmio Sescoop Excelência de Gestão utiliza os mesmos instrumentos de avaliação do PDGC, de acordo com o nível de maturidade escolhido. O processo segue as seguintes etapas: - Autoavaliação - Avalição do Comitê de Gestão - Visita dos avaliadores - Seleção do Comitê de Gestão - Seleção final da Banca Julgadora As cooperativas que alcançarem a pontuação definida pela Banca Julgadora serão reconhecidas nas faixas em que se enquadrarem, dentro dos níveis de maturidade escolhidos no momento da inscrição no PDGC (Primeiros Passos para a Excelência, Compromisso com a Excelência ou Rumo à Excelência
). As faixas de reconhecimento em cada nível de maturidade são Ouro, Prata e Bronze. DESTAQUE Não há concorrência direta entre as cooperativas. Todas as que alcançarem a pontuação das faixas de reconhecimento serão reconhecidas, podendo haver várias cooperativas em cada faixa. Haverá ainda um reconhecimento como Destaque Governança Cooperativista que será definido dentre as cooperativas finalistas. SAIBA MAIS Para acessar o portal do PDGC e saber mais sobre o Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, clique aqui
. E, para tirar dúvidas, aqui.


