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Sistema OCB Amapá assessora cooperados da Coopamais se durante Assembleia Geral para tratar da reativação da cooperativa, admissão de cooperados, eleição e posse da diretoria e conselho fiscal. A Assembleia foi acompanhada pela gerente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento. "Prestamos todo auxílio e acompanhamento que as cooperativas necessitam. É importante essa interação para o avanço dos trâmites administrativos". Eleição Foram eleitos durante o processo o presidente Alfredo Gibson Guimarães; o tesoureiro Leuton dos Santos; o diretor Administrativo, Alex Sarmento.

Ela é responsável pela publicação dos atos oficiais do Estado brasileiro. Por meio dela, a população tem como conhecer todas as decisões do governo. Estamos falando da Imprensa Nacional que, há mais de 150 anos, presta esse serviço diário de transparência dos atos públicos. Com base neste importante serviço, a Gerência de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) criou, desde 2015, um fluxo de monitoramento do DOU. Isto é a segurança de que, todas as manhãs, desenvolve-se o conhecimento de tudo o que é assinado no âmbito do Poder Executivo Federal, sejam novas legislações, políticas públicas, mudanças regulatórias, alterações no quadro governamental, criação de câmaras setoriais, e assim por diante. Desde então, foram mapeados 6.893 normativos do Poder Executivo com possível interesse para o cooperativismo, uma média de 255 por mês! Destes, 3.632 foram entendidos como de impacto, positivo ou negativo, para cooperativas dos 13 ramos de atividade. Um trabalho que começa com a equipe institucional, e que passa pela análise das equipes técnica, jurídica, tributária e sindical, contando também com o crivo dos conselhos consultivos dos ramos e das unidades estaduais. Para dar maior publicidade e transparência a essas ações, iniciamos em julho de 2016 a divulgação do informativo “Radar do Cooperativismo no Poder Executivo”, material informativo que, assim como o “Cooperativismo nos Tribunais”, completa agora um ano de atividade. Clique aqui
para acessar o Radar do Cooperativismo no Poder Executivo desta semana. E para celebrar esse momento tão importante, a Gerência de Relações Institucionais da OCB entrevistou o diretor-geral da Imprensa Nacional, Pedro Bertone. Confira! Qual o papel da Imprensa Nacional? A Imprensa Nacional tem como função a publicação de atos oficiais do Estado, por meio de seu principal meio de comunicação – o Diário Oficial da União, que completa 155 anos em 2017. Nesse sentido, sua história é indissociável da história do próprio Estado brasileiro, pois é no Diário Oficial da União que se concretiza e comunica oficialmente seus atos à sociedade. Além disso, edita e imprime livros, revistas, folderes e outras publicações demandadas pelos órgãos do governo federal. Quais as estratégias adotadas para tornar as informações oficiais mais acessíveis à sociedade? A Impressa Nacional tem buscado desenvolver mecanismos voltados à transparência da ação do Estado. Para isso, a inovação tecnológica ocupa papel central. Há 20 anos é publicada a versão do DOU, também disponibilizada na internet, com opções de busca pelo usuário. A edição digital tem mais de 5 milhões de páginas visitadas por mês. E o processo de modernização é contínuo no intuito de tornar cada vez mais acessíveis as informações publicadas no DOU, que, em breve, será disponibilizado também em dados abertos. Pretendemos, ainda, tornar disponíveis informações já processadas, de modo a facilitar o trabalho de instituições e pessoas que precisam gerenciar grande quantidade de dados. Para isso, além da contribuição da tecnologia, será fundamental a sondagem das necessidades de nossos clientes. Nesse contexto, qual a importância do Diário Oficial da União? Sua importância é estratégica para o Estado e Sociedade. Não podemos nos esquecer de que um dos princípios do ato administrativo é a publicidade, sem a qual aquele não tem validade. Assim, todos os atos, decisões e ações do Poder Público são publicados e divulgados diariamente pelo DOU. Seu papel é central, por exemplo, desde a criação até a efetivação de uma política pública. É possível, pela pesquisa nas publicações do DOU, construir elementos para a análise e acompanhamento de ações para a implementação de qualquer política pública, assim como a estrutura do Estado, seus gastos e responsáveis. Exemplos mais concretos são as publicações do Plano Plurianual e do Orçamento Geral da União. Sabemos, também, que o cidadão tem dificuldades para ficar informado sobre as decisões que lhe afetam, até mesmo em decorrência da falta de tempo. Assim sendo, é determinante, para a cidadania, que essas informações sejam de fácil acesso, o que tem sido um dos grandes desafios da Imprensa Nacional. Como as organizações da sociedade civil podem auxiliar no trabalho da Imprensa Nacional? A sociedade civil organizada colabora com o aperfeiçoamento do funcionamento do Estado quando fiscaliza, cobra e alerta o poder público nas questões referentes aos direitos e às políticas públicas. Penso que as organizações da sociedade civil podem buscar uma maior interlocução com a Imprensa Nacional, no sentido de demandar o desenvolvimento de produtos de informação customizados a seus campos de interesse. A Imprensa Nacional está aberta ao diálogo para buscar soluções que atendam às demandas dos cidadãos brasileiros por informação de qualidade. Qual a sua visão de publicações como o “Radar do Cooperativismo no Poder Executivo”? É de suma importância que existam publicações como o “Radar do Cooperativismo” porque são veículos que compilam informações para pessoas e organizações com interesses comuns. Muitas vezes, o interessado não sabe ou não tem tempo de buscar as informações que afetam sua vida A pesquisa e a seleção desses atos públicos dá muito trabalho e é louvável que a Organização das Cooperativas Brasileiras tenha um canal de comunicação como esse. Em futuro próximo, a modernização do Diário Oficial da União on-line irá disponibilizar ferramentas de busca que facilitarão o trabalho dos veículos especializados, como o Radar do Cooperativismo. Para cadastrar seu e-mail no mailing semanal do Radar do Cooperativismo no Poder Executivo, envie um e-mail para

A convite da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e do Comitê de Promoção e Avanço do Cooperativismo (COPAC), o Sistema OCB participou hoje (14/7) de audiência na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, EUA. A “Cerimônia de Observância do Dia Internacional do Cooperativismo” contou com a participação de mais quatro países apresentando suas boas práticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável. Representando o cooperativismo brasileiro, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, discursou por cerca de cinco minutos, apresentando os resultados obtidos ao longo dos anos com o Dia de Cooperar – programa de responsabilidade socioambiental das cooperativas brasileiras que, desde 2009, vem transformando realidades pelo país, já tendo beneficiado mais de 2,5 milhões de pessoas. FORÇA “Este é um programa que muito nos orgulha e demonstra a força transformadora do cooperativismo. Guiadas pelo sétimo princípio cooperativista, o Interesse pela Comunidade, associado ao incentivo constante à intercooperação, as cooperativas brasileiras têm mostrado que são competitivas, qualificadas e preparadas para estar à frente de qualquer mercado ao redor do mundo. E elas são, também, instrumentos poderosos na cooperação para a redução da pobreza, ao promover inclusão financeira”, enfatizou Freitas em sua fala. CONTRIBUIÇÃO O dirigente destacou, ainda, que, numa natural corrente de promover a transformação nas comunidades onde estão inseridas, as cooperativas brasileiras contribuem, de forma simples, porém significativa, para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda da ONU para erradicação da pobreza mundial até 2030: “elas fazem isso no seu dia a dia, em seu jeito de produzir ou de prestar seus serviços, valorizando sempre as dimensões econômica, social e ambiental, plantando as sementes para um futuro melhor, pautado em ética, transparência e atenção às pessoas”. Conferir na íntegra o discurso: Clique Aqui
. Fonte: Sistema OCB

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, ressaltou hoje, durante o lançamento Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (PAP 2017/18), realizado pelo Banco do Brasil, que o normativo “atrapalha o andamento dos financiamentos” para as cooperativas agropecuárias do país. O evento ocorreu em Brasília e contou com a presença do presidente da República, Michel Temer, do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e outras autoridades do setor agropecuário. Maggi se dirigiu a Michel Temer e a Márcio Freitas ao admitir que é necessário encontrar soluções que diminuam o impacto do Plano para as cooperativas. Ele também afirmou que “o Banco Central e a Fazenda (o Ministério) irão compreender que o que foi feito atrapalha e não ajuda”. Por fim, o ministro da Agricultura arrematou: “O dever, a obrigação e a vontade do governo é facilitar a vida dos agricultores.” COOPERATIVISMO Na avaliação do presidente do Sistema OCB, Márcio Freitas, o fato de o ministro Blairo Maggi reconhecer os impactos negativos do Plano para o cooperativismo agropecuário é um indicativo de que as ações de sensibilização, desenvolvidas pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), desde o lançamento do PAP 2017/18, no início de junho, têm surtido efeito. “Nós esperamos, de fato, que esses ajustes sejam implementados o mais rápido possível, pois as cooperativas agropecuárias abrigam boa parte dos pequenos produtores rurais e, à medida que o Plano as impede ou dificulta o seu acesso as linhas de crédito, o governo está prejudicando o negócio do produtor rural. E as pessoas no campo tem uma importância vital para estabilizar a economia do país”, comenta Márcio Freitas. OUÇA Para acessar o discurso do ministro Blairo Maggi, ao discorrer sobre as cooperativas agropecuárias clique aqui
(13’56 a 14’21). AUDIÊNCIA PÚBLICA Como minimizar os impactos negativos do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (PAP 2017/18) para as cooperativas agropecuárias do país? Para responder a esta pergunta, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, com o apoio das Frentes Parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Agropecuária (FPA), realizam nesta quarta-feira (12/7) uma audiência pública na Câmara dos Deputados. As discussões ocorrerão no plenário da Comissão, a partir das 11h. Representantes do governo e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) já confirmaram sua participação nos debates. BANCO DO BRASIL O Banco do Brasil anunciou R$ 103 bilhões para o Plano Safra 2017/2018. Desse total, R$ 11,5 bilhões serão destinados às empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões serão emprestados a produtores e cooperativas. O montante que financiará a produção agrícola terá uma redução de 1 ponto percentual nas taxas de juros das linhas de custeio, investimentos e comercialização da agricultura empresarial. Fonte: Sistema OCB

Como minimizar os impactos negativos do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (PAP 2017/18) para as cooperativas agropecuárias do país. Este é objetivo da audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, com o apoio das Frentes Parlamentes do Cooperativismo (Frencoop) e da Agropecuária (FPA). O evento ocorrerá nesta quarta-feira, dia 12/7, a partir das 11h. O PAP 2017/18 foi lançado em junho pelo governo federal e passou a vigorar no início deste mês, trazendo uma alteração estrutural no desenho histórico das políticas públicas voltadas ao cooperativismo agropecuário, sem a preocupação de estabelecer uma transição para os próximos anos. Dentre os problemas mais graves está, por exemplo, a questão das rubricas de comercialização e industrialização retiradas dos recursos obrigatórios, o que resultará em elevação dos custos financeiros de, pelo menos, 50% a mais, se comparadas com a taxa de crédito rural em vigência, de 8,5% ao ano. COOPERATIVISMO Na semana passada, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, se reuniu com representantes do governo federal e parlamentares com o objetivo de apresentar os principais impactos do Plano Agrícola e Pecuário. Esses mesmos impactos serão apresentados pela liderança cooperativista durante a audiência pública. Márcio Freitas já confirmou sua participação em defesa das cooperativas agropecuárias do país. O presidente da OCB destacou que o movimento cooperativista sempre participou das negociações que antecediam os planos. “Especialmente em 2017, foram realizadas diversas reuniões com a participação de representantes dos ministérios envolvidos e do Banco Central, na tentativa de garantir a continuidade da arquitetura das políticas voltadas ao cooperativismo. Apesar de todo esforço realizado em conjunto com o Grupo Técnico de Crédito Rural da OCB, o PAP 2017/18 trouxe alterações normativas de forte impacto negativo às cooperativas, representando um retrocesso na política de estado”, avalia Márcio Freitas. PARTICIPAÇÃO A audiência, requerida pelo Deputado Valdir Colatto (SC), contará com a participação de presidentes de cooperativas agropecuárias de todo o país e, ainda, com representantes do Banco Central, Secretaria Executiva da Fazenda, Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Fonte: Sistema OCB
Voluntários de cooperativas no Amapá
se reúnem neste sábado (1º) para realizar atendimentos gratuitos à comunidade no evento “Dia de Cooperar”. A ação, que é realizada até às 15h em um shopping na Zona Sul de Macapá
, tem serviços gratuitos à população e nesta edição, visou a inclusão social e profissional para pessoas com deficiência.
Segundo a superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Amapá, Patrícia Souza, pessoas portadoras de algum tipo de deficiência ainda encontram dificuldades para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Com isso, a ação ofereceu atendimentos que favorecem a qualificação profissional.
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Superintendente do OCB no Amapá, Patrícia Souza (Foto: Jéssica Alves/G1)[/caption]
“Nosso foco é trabalhar empregabilidade para pessoas com deficiência, com qualificação profissional e geração de renda, com atendimentos no setor público e privado, além da seleção de currículos”, destacou.
O presidente do Conselho Estadual de Direitos de Pessoas com Deficiência, João de Jesus, diz que o cooperativismo é um dos espaços em que os deficientes têm mais oportunidades para serem inseridos no mercado de trabalho.
“A inserção no mercado ainda é muito focada em concurso público e iniciativa privada, e para os portadores com deficiência a dificuldade ainda é maior. Mas com as cooperativas, esse caminho pode ser facilitado, sobretudo com o incentivo ao empreendedorismo”, comentou.
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Jaime Gomes diz que iniciativa é um diferencial para a inclusão (Foto: Jéssica Alves/G1)[/caption]
O autônomo Jaime Gomes, de 44 anos, buscou atendimento de saúde e regularização de documentos durante a ação. Para ele, a iniciativa é um diferencial para a inclusão social.
“Foi uma boa oportunidade para que eu pudesse resolver alguns problemas em relação a documentos, pois no dia a dia enfrento dificuldades com a burocracia e falta de acessibilidade em muitos órgãos”, reclamou.
Mais de 20 empresas fizeram atendimento para aproximadamente 4 mil pessoas, com serviços de saúde, assistência social, beleza e cidadania somente na manhã deste sábado. O desafio do "Dia C" é estimular o desenvolvimento de projetos que possam gerar benefícios para as comunidades em que as cooperativas estão inseridas, informou a organização do evento.
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Atendimentos ocorrem em um shopping na Zona Sul de Macapá (Foto: Jéssica Alves/G1)[/caption]
Fonte: G1 Amapá
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Dia C[/caption] O cooperativismo é forte! É um movimento global de transformação social e de realização de sonhos. Mundialmente, dia após dia, mais e mais pessoas reconhecem a importância da cooperação e aderem a esse jeito mais humanizado de gerar emprego, renda e inclusão socioeconômica. E essa experiência de cooperação já está presente em mais de 100 países, congregando mais de um bilhão de pessoas. São homens e mulheres que não medem esforços para prestar o melhor serviço ou produzir o melhor alimento. E o resultado de toda essa dedicação não poderia ser outro: já somos reconhecidos como um modelo de sucesso econômico ao redor do mundo e um dos grandes indicadores é a empregabilidade: juntas, as cooperativas geram mais de 250 milhões de empregos diretos. Ah, e vale destacar que, se todas as cooperativas do planeta fossem um país, ocupariam a nona posição do ranking das nações mais ricas, segundo nos informa a Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Essa expressividade prova que as cooperativas são competitivas, qualificadas e preparadas para disputar qualquer mercado ao redor do globo. Elas são verdadeiros instrumentos de desenvolvimento socioeconômico, cooperando para a redução da pobreza, para a preservação do meio ambiente e com a diminuição das desigualdades de gênero, já que valorizam a diversidade e a capacidade produtiva de seus cooperados. E é por isso que, todos os anos, o Brasil se junta a outras nações, no primeiro sábado do mês de julho, para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, uma data para comemorar e reconhecer a contribuição protagonista do nosso movimento para um desenvolvimento global e sustentável. E por falar em sustentabilidade, aqui no Brasil, nossas cooperativas têm buscado implementar diariamente as melhores práticas de gestão e de governança, cientes da importância de se fazer, diariamente, uma avaliação de seus processos internos e propor melhorias, ponto fundamental para se promover um crescimento. Só assim será possível encontrar as soluções mais inovadoras para os desafios do dia-a-dia e obter resultados cada vez mais expressivos. Esse olhar cuidadoso se reflete em números expressivos. Os brasileiros cooperados já ultrapassam os 13,2 milhões, e estão vinculados às mais de 6,6 mil cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Além disso, só no Brasil, são gerados cerca de 380 mil empregos diretos. E é por tudo que celebramos o Dia Internacional do Cooperativismo, criado pela ACI, da qual o Brasil faz parte. O tema da celebração deste ano é “Cooperativas garantem que ninguém fique para trás”. Ora, não poderia haver mensagem mais pertinente, pois ela evidencia que as empresas cooperativistas têm uma proposta, um modelo de negócios que é realmente inclusivo, baseado na formação de redes que vão além do quadro social e dos cooperados, ou seja, que se expandem para contemplar suas comunidades de uma forma efetiva. É por isso que estamos envolvendo a sociedade na celebração de algo vital para o cooperativismo: o cuidado não só com o cooperado, mas com aqueles que vivem à sua volta. Aqui no Brasil, a comemoração ganhou um significado ainda mais especial em 2015, quando decidimos celebrar, também nessa data, os resultados do Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C, uma iniciativa desenvolvida pelas cooperativas brasileiras. O Dia C é um dos diferenciais do cooperativismo nacional. É um programa que estimula as cooperativas brasileiras a se engajarem em causas socioambientais, pautadas na ética, nos valores do cooperativismo e com ampla repercussão transformadora. E os resultados do Dia de Cooperar foram além das nossas fronteiras. Hoje, o cooperativismo é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos instrumentos capazes de contribuir verdadeiramente com aqueles que lutam para reduzir as desigualdades sociais e proteger o meio ambiente. Aliás, recentemente, em visita ao Brasil a convite do Sistema OCB, o diretor social da ONU, Maxwell Haywood, uma autoridade no assunto, afirmou que as cooperativas não só podem levar a humanidade para um lugar melhor como já estão fazendo isso. Para ele, somos aliados naturais na construção de um mundo mais justo.E de fato estamos fazendo isso. Afinal, os princípios e valores do cooperativismo estão intimamente alinhados ao que a ONU priorizou quando estabeleceu os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os chamados ODS. É por isso que, nós, cooperativistas,trabalhamos para exercer a importante função de multiplicadores da mensagem de que precisamos sempre manter um olhar voltado para a cuidado com as pessoas, o meio ambiente e a sustentabilidade dos negócios. Afinal, quem vive o cooperativismo, tem a certeza de que, juntos, somos mais fortes e podemos ir mais longe... sem deixar ninguém para trás! Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB

Dia C[/caption] O cooperativismo é forte! É um movimento global de transformação social e de realização de sonhos. Mundialmente, dia após dia, mais e mais pessoas reconhecem a importância da cooperação e aderem a esse jeito mais humanizado de gerar emprego, renda e inclusão socioeconômica. E essa experiência de cooperação já está presente em mais de 100 países, congregando mais de um bilhão de pessoas. São homens e mulheres que não medem esforços para prestar o melhor serviço ou produzir o melhor alimento. E o resultado de toda essa dedicação não poderia ser outro: já somos reconhecidos como um modelo de sucesso econômico ao redor do mundo e um dos grandes indicadores é a empregabilidade: juntas, as cooperativas geram mais de 250 milhões de empregos diretos. Ah, e vale destacar que, se todas as cooperativas do planeta fossem um país, ocupariam a nona posição do ranking das nações mais ricas, segundo nos informa a Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Essa expressividade prova que as cooperativas são competitivas, qualificadas e preparadas para disputar qualquer mercado ao redor do globo. Elas são verdadeiros instrumentos de desenvolvimento socioeconômico, cooperando para a redução da pobreza, para a preservação do meio ambiente e com a diminuição das desigualdades de gênero, já que valorizam a diversidade e a capacidade produtiva de seus cooperados. E é por isso que, todos os anos, o Brasil se junta a outras nações, no primeiro sábado do mês de julho, para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, uma data para comemorar e reconhecer a contribuição protagonista do nosso movimento para um desenvolvimento global e sustentável. E por falar em sustentabilidade, aqui no Brasil, nossas cooperativas têm buscado implementar diariamente as melhores práticas de gestão e de governança, cientes da importância de se fazer, diariamente, uma avaliação de seus processos internos e propor melhorias, ponto fundamental para se promover um crescimento. Só assim será possível encontrar as soluções mais inovadoras para os desafios do dia-a-dia e obter resultados cada vez mais expressivos. Esse olhar cuidadoso se reflete em números expressivos. Os brasileiros cooperados já ultrapassam os 13,2 milhões, e estão vinculados às mais de 6,6 mil cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Além disso, só no Brasil, são gerados cerca de 380 mil empregos diretos. E é por tudo que celebramos o Dia Internacional do Cooperativismo, criado pela ACI, da qual o Brasil faz parte. O tema da celebração deste ano é “Cooperativas garantem que ninguém fique para trás”. Ora, não poderia haver mensagem mais pertinente, pois ela evidencia que as empresas cooperativistas têm uma proposta, um modelo de negócios que é realmente inclusivo, baseado na formação de redes que vão além do quadro social e dos cooperados, ou seja, que se expandem para contemplar suas comunidades de uma forma efetiva. É por isso que estamos envolvendo a sociedade na celebração de algo vital para o cooperativismo: o cuidado não só com o cooperado, mas com aqueles que vivem à sua volta. Aqui no Brasil, a comemoração ganhou um significado ainda mais especial em 2015, quando decidimos celebrar, também nessa data, os resultados do Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C, uma iniciativa desenvolvida pelas cooperativas brasileiras. O Dia C é um dos diferenciais do cooperativismo nacional. É um programa que estimula as cooperativas brasileiras a se engajarem em causas socioambientais, pautadas na ética, nos valores do cooperativismo e com ampla repercussão transformadora. E os resultados do Dia de Cooperar foram além das nossas fronteiras. Hoje, o cooperativismo é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos instrumentos capazes de contribuir verdadeiramente com aqueles que lutam para reduzir as desigualdades sociais e proteger o meio ambiente. Aliás, recentemente, em visita ao Brasil a convite do Sistema OCB, o diretor social da ONU, Maxwell Haywood, uma autoridade no assunto, afirmou que as cooperativas não só podem levar a humanidade para um lugar melhor como já estão fazendo isso. Para ele, somos aliados naturais na construção de um mundo mais justo.E de fato estamos fazendo isso. Afinal, os princípios e valores do cooperativismo estão intimamente alinhados ao que a ONU priorizou quando estabeleceu os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os chamados ODS. É por isso que, nós, cooperativistas,trabalhamos para exercer a importante função de multiplicadores da mensagem de que precisamos sempre manter um olhar voltado para a cuidado com as pessoas, o meio ambiente e a sustentabilidade dos negócios. Afinal, quem vive o cooperativismo, tem a certeza de que, juntos, somos mais fortes e podemos ir mais longe... sem deixar ninguém para trás! Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB

Neste sábado, dia 1º/7, o Brasil estará de mãos dadas a mais de 100 países para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo. A data foi criada pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que renova, anualmente, o mote da celebração. Com isso, em 2017, celebra-se o fato de que as cooperativas garantem que ninguém fique para trás, enquanto trilham os caminhos da sustentabilidade socioambiental em seus negócios. E, aqui no Brasil, o Dia Internacional do Cooperativismo é celebrado de uma forma bem especial: com as iniciativas do Dia de Cooperar. É o que nos diz o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, entrevistado desta semana. Confira! Qual é a importância do Dia Internacional do Cooperativismo para o setor no Brasil? Essa é uma data de extrema relevância para o cooperativismo global, afinal, dentre os diversos objetivos desse dia está o de nos lembrar quem nós somos, qual o propósito de nossas empresas e como podemos, juntos, encontrar a melhor forma de marcar nossa posição no mercado e na vida de um consumidor cada vez mais antenado e que pauta seu consumo em valores éticos que perpassam pelos aspectos humano e ambiental. Então, o Dia Internacional do Cooperativismo celebra exatamente isso: a união, numa mesma confraternização de todos os povos ligados ao nosso jeito humano de fazer negócio, de gerar renda, de incluir as pessoas. Aliás, quando fazemos essa afirmação, é fundamental destacar que o modelo cooperativista alcança cerca de um bilhão de pessoas no planeta. A própria ACI estima que uma em cada sete pessoas no mundo é associada a uma das cooperativas presentes em mais de 100 países, gerando mais de 250 milhões de empregos. E, no Brasil, os nossos números também são bastante expressivos. São mais de 13,2 milhões de cooperados, vinculados a mais de 6,6 mil cooperativas. Somos muitos e se consideramos que há pelo menos mais quatro familiares de um cooperado, ligados à sua atividade cooperativista, somos ainda mais, já que, segundo nossos cálculos, um quarto da população brasileira é cooperativista. Vale destacar, ainda, que o número de empregos gerados pelo cooperativismo também é de impressionar: são mais de 380 mil postos de trabalho. Por isso celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo no Brasil é tão importante e a data ganhou um significado ainda mais especial em 2015, quando decidimos celebrar também os resultados do Dia de Cooperar, o nosso Dia C. Portanto, essas duas celebrações são motivo de grande felicidade para nós cooperativistas e brasileiros. O que o Dia C representa para as cooperativas e para o Brasil? Esta é uma pergunta muito importante. O Dia C é o programa de responsabilidade socioambiental desenvolvido pelas cooperativas brasileiras, com o apoio do Sistema OCB e de suas organizações estaduais. Diferente do que o nome pode sugerir, as ações ocorrem ao longo de todo o ano, e não apenas em um dia. São projetos contínuos que promovem uma verdadeira transformação social nas comunidades, como melhorias expressivas no cuidado à saúde, à educação, ao meio ambiente e diversos outros aspectos, dependendo das necessidades específicas de cada localidade. Como é a celebração do Dia de Cooperar? Cooperativas, voluntários e colaboradores se reúnem em espaços públicos e oferecem serviços gratuitos e ações sociais para as comunidades locais. Cada estado tem uma programação mas, em geral, é um momento de estar perto das pessoas e de transmitir a mensagem de que temos de nos mobilizar e trabalhar por um mundo mais justo e sustentável. Como o próprio tema do Dia Internacional do Cooperativismo diz: cooperativas garantem que ninguém fique para trás. O Dia C contribui para os ODS da ONU. De que forma isso ocorre? O Dia de Cooperar representa para nós, cooperativistas, um compromisso com o desenvolvimento sustentável. Nós trabalhamos para exercer a importante função de multiplicadores da mensagem de que precisamos sempre manter um olhar voltado para o jeito humano e ambientalmente responsável de fazer negócios. Tendo isso em mente, o potencial transformador desses projetos do Dia C precisa, então, ser muito bem direcionado às necessidades das comunidades. É justamente por isso que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ou ODS como são mais conhecidos, funcionam como parâmetros, para que se tenha metas mais concretas. Afinal, a ideia é que iniciativas como as do Dia C demonstrem, na prática, o papel desempenhado pelas cooperativas como agentes de transformação de realidades. O Dia C existe desde 2009. O que mudou desde a sua criação? O Dia C é uma ideia que nasceu em 2009, no nosso querido estado de Minas Gerais, que nos cedeu o direito de nacionalizá-lo. Isso ocorreu em 2013. Desde então, nosso trabalho tem sido atuar na sensibilização das cooperativas para que desenvolvam ações de longo prazo e não apenas iniciativas pontuais. Claro que tudo que é pensando e realizado tem seu valor, mas considerando o nosso princípio de preocupação com a comunidade, precisamos contribuir de forma perene com a sociedade que está no entorno das cooperativas. Assim, cada um faz a sua parte e todos ganham. Começamos tímidos, mas já temos resultados muito importantes e que mostram a evolução do programa. No ano passado, por exemplo, foram realizadas ações em 777 municípios, em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal e a expectativa para 2017 é de beneficiar pelo menos um milhão de pessoas com os projetos estruturados do Dia de Cooperar. E, assim, queremos convidar a todos os cooperados do Brasil a estar nas ruas neste sábado, mostrando que quando nos unimos, somos mais fortes, contribuímos muito mais e vamos mais longe, sem deixar ninguém para trás. Fonte: Sistema OCB
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A maquiadora Lívia Parente e a historiadora e blogueira Maíse Oliveira vão dar dicas de imagem pessoal a fim de incentivar pessoas com deficiência física a se prepararem para o mercado de trabalho[/caption] Dia 1º de julho é Dia de Cooperar. E é por isso, que o Dia C está contando com a ajuda de muitas pessoas para a realização desta grande ação social, que vai acontecer em todo o país. A ação terá atendimentos nas áreas da saúde, cidadania e educação, além de palestras voltadas aos deficientes físicos. A exemplo disso, a maquiadora Lívia Parente participará do evento apresentando a palestra “Ética em maquiagem para entrevistas e trabalho”. Segundo Lívia, os participantes vão receber dicas de quais tipos de maquiagem são apropriados para uma entrevista de emprego, além de outras informações importantes para a imagem pessoal, relacionadas a maquiagem. "Vou abordar também o que não fazer em uma entrevista de trabalho, como fazer um cabelo legal para entrevista, cores de batons adequados. Tudo pensando em formas simples de executar, para que qualquer pessoa, com deficiência ou não, possa fazer", explicou. Outra parceira do evento é a historiadora e dona do blog Garota da Selva, Maíse Oliveira, que vai falar sobre moda especialmente para deficientes físicos. "Minha palestra abordará moda funcional com um olhar acessível às pessoas com deficiências. Não é apenas como se vestir no trabalho, vai além. É por onde começar, superando barreiras físicas”, ressaltou Maíse. A blogueira ainda destacou que tem o objetivo de passar a mensagem de que moda é inclusão: "Espero mostrar que moda no século XXI é instrumento de inclusão e não de segregação". O Dia C é uma iniciativa do Sistema OCB/AP e vai acontecer no Amapá Garden Shopping, a partir das 9h. Serviço: Dia C Dia: 1º de julho (sábado) Horário: 9h às 15h Local: Amapá Garden Shopping Mais informações e agendamento de entrevistas: Fontes Comunicação & Coaching (96) 98112-9431 (Flávia Fontes) (96) 99168-2464 (Lívia Almeida)Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

A maquiadora Lívia Parente e a historiadora e blogueira Maíse Oliveira vão dar dicas de imagem pessoal a fim de incentivar pessoas com deficiência física a se prepararem para o mercado de trabalho[/caption] Dia 1º de julho é Dia de Cooperar. E é por isso, que o Dia C está contando com a ajuda de muitas pessoas para a realização desta grande ação social, que vai acontecer em todo o país. A ação terá atendimentos nas áreas da saúde, cidadania e educação, além de palestras voltadas aos deficientes físicos. A exemplo disso, a maquiadora Lívia Parente participará do evento apresentando a palestra “Ética em maquiagem para entrevistas e trabalho”. Segundo Lívia, os participantes vão receber dicas de quais tipos de maquiagem são apropriados para uma entrevista de emprego, além de outras informações importantes para a imagem pessoal, relacionadas a maquiagem. "Vou abordar também o que não fazer em uma entrevista de trabalho, como fazer um cabelo legal para entrevista, cores de batons adequados. Tudo pensando em formas simples de executar, para que qualquer pessoa, com deficiência ou não, possa fazer", explicou. Outra parceira do evento é a historiadora e dona do blog Garota da Selva, Maíse Oliveira, que vai falar sobre moda especialmente para deficientes físicos. "Minha palestra abordará moda funcional com um olhar acessível às pessoas com deficiências. Não é apenas como se vestir no trabalho, vai além. É por onde começar, superando barreiras físicas”, ressaltou Maíse. A blogueira ainda destacou que tem o objetivo de passar a mensagem de que moda é inclusão: "Espero mostrar que moda no século XXI é instrumento de inclusão e não de segregação". O Dia C é uma iniciativa do Sistema OCB/AP e vai acontecer no Amapá Garden Shopping, a partir das 9h. Serviço: Dia C Dia: 1º de julho (sábado) Horário: 9h às 15h Local: Amapá Garden Shopping Mais informações e agendamento de entrevistas: Fontes Comunicação & Coaching (96) 98112-9431 (Flávia Fontes) (96) 99168-2464 (Lívia Almeida)

A preocupação com a comunidade está e sempre esteve no DNA dos cooperativistas. Para pessoas com um sonho em comum, que se associam em um empreendimento cooperativo, buscar a felicidade dos cooperados é também nunca esquecer daqueles à sua volta, em suas mais diversas privações. E por essa natureza colaborativa, o movimento cooperativista viu a oportunidade de unificar seus esforços em uma grande corrente do bem. Foi assim que surgiu o Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C. O Dia de Cooperar nasceu em Minas Gerais, em 2009, e logo ganhou o Brasil. Nessa trajetória, os últimos cinco anos foram cruciais para transformar o Dia C em um grande programa nacional capaz de promover iniciativas socioambientais e assim transformar realidades em todo o país. Mais recentemente, o Dia C ganhou força ao contribuir com seus projetos para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para quem ainda não os conhece, são 17 objetivos e 169 metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) por um mundo mais justo e menos desigual, que devem ser atingidas pelos países signatários até 2030. E as cooperativas, preocupadas com o legado que vão deixar para as próximas gerações, oferecem voluntariamente sua contribuição por meio de projetos que promovem educação de qualidade, democratização da cultura, acesso à saúde, cuidado ao meio ambiente e muitas outras iniciativas, conforme a necessidade local. Em 2017, a meta é beneficiar mais de um milhão de pessoas em projetos contínuos. Os números não nos deixam mentir sobre a efetividade do Dia C. Em 2016, 1278 cooperativas desenvolveram 1.180 projetos com a mobilização de mais de 86 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 777 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal. Somente no Amapá, foram 2.967 pessoas atendidas. Apesar da população da Amazônia ser 70% urbana, no estado do Amapá, 72% do estado é de áreas de conservação e preservação. Habitam nessas áreas povos originários como indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, que portam o modelo de desenvolvimento sustentável por meio do cooperativismo, ao realizarem atividades socioambientais características do acesso à biodiversidade. Portanto, as cooperativas possuem um impacto muito positivo nos locais em que estão inseridas e, consequentemente, colaboram por um mundo justo e igualitário. A preocupação de todos nós, cooperativistas, está focada no mundo que vamos deixar para as próximas gerações. * Gilcimar Pureza - presidente do Sistema OCB/AP Fonte: http://www.jornalagazeta-ap.com.br/

Professores da Escola Estadual José Bonifácio participaram do VIII módulo do Cooperjovem. O projeto é uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). A capacitação é fundamental na qual o professor se torna o grande disseminador junto aos alunos, facilitando a integração e criando um clima de confiança, respeito e cooperação, ou seja, a escola se torna uma extensão da família. Durante o VIII módulo o educadores fizeram um resgate da cultura do Quilombo do Curiaú, além da análise dos indicadores que partiu da aplicação dos questionários na escola. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

O Sistema OCB/AP, cooperativas e parceiros estão mobilizados para realizar o programa Dia de Cooperar – também conhecido como Dia C. No primeiro sábado de julho (1/7), cooperativistas e voluntários se juntam para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo e a celebração do Dia de Cooperar no Estado do Amapá. O evento de celebração será no Amapá Garden Shopping, das 9h às 15h, com serviços de saúde, educação, cidadania e entretenimento. No Amapá, o segmento cooperativista juntamente com os parceiros envolvidos, possuem a meta de somar voluntários para beneficiar duas mil pessoas apenas no dia 1° de julho. “O cooperativismo está preocupado com o legado que irá deixar para as próximas gerações. E é com este programa, que pode oferecer voluntariamente sua contribuição para as comunidades em que está inserido através da promoção de iniciativas que beneficiam milhares de pessoas em todo o país”, afirma Gilcimar Pureza, presidente do Sistema OCB/AP. O grande desafio do Dia C é estimular o desenvolvimento de projetos contínuos que possam gerar benefícios constantes para as comunidades em que as cooperativas estão inseridas. Para isto, o programa busca abraçar integralmente os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), no intuito de alcançar as 169 metas e assim, tornar o mundo um lugar mais justo e menos desigual, até 2030. Dia C em números Na trajetória do Dia de Cooperar, os últimos anos foram cruciais para transformar o Dia C em um grande programa nacional capaz de promover iniciativas socioambientais e transformar realidades em todo o país. Os números não nos deixam mentir sobre a efetividade do Dia C. Em 2016, 1278 cooperativas desenvolveram 1.180 projetos com a mobilização de mais de 86 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 777 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal. Este ano, a meta é beneficiar mais de um milhão de pessoas através dos projetos contínuos. Serviço: Dia C no Amapá Local: Amapá Garden Shopping - Rodovia Juscelino Kubitscheck, km 2, 2141 - Universidade, Macapá - AP, 68903-419 Data: 1 de julho Horário: 9h às 15h #VemCooperar Confira todas as informações na página do Dia C : diac.somoscooperativismo.coop.br

Em breve, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), integrante do Sistema OCB, dará início a um programa de capacitação, voltado a dirigentes sindicais e colaboradores das entidades de representação sindical do cooperativismo brasileiro. Esta é uma das ações que constam do Plano de Trabalho da entidade, aprovado nesta quarta-feira (7/6), durante sua Assembleia Geral Ordinária. O evento ocorreu na Casa do Cooperativismo, em Brasília, e contou com representantes das federações filiadas. Os presentes analisaram e aprovaram o relatório de atividades, o balanço patrimonial e a prestação de contas da Diretoria da CNCoop, referentes a 2016. Também foi aprovada a proposta orçamentária para 2017. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ouviu a explanação dos delegados das federações, que discorreram sobre o cenário sindical das regiões que representam e, também, as principais demandas sindicais das cooperativas brasileiras. Logo após, a liderança cooperativista ressaltou que um dos mecanismos eficazes para auxiliar no combate aos efeitos da crise política nacional, que desencadeou os problemas econômicos do país, é o cooperativismo. “Nossa atuação é pautada por ética, valores e princípios. A soma de tudo isso é a confiança. E é ela que nos move, nos faz levantar todos os dias e, assim, gerar riqueza, emprego e renda em todo o país. E é exatamente isso que temos a oferecer aos governos sérios: confiança. Sem ela, não podemos avançar”, destaca Márcio Freitas. Capacitações A gerente sindical da CNCoop, Jucélia Ferreira, explicou que as ações de capacitação serão iniciadas ainda neste ano, em atenção ao interesse demonstrado pelos dirigentes e colaboradores das entidades sindicais cooperativistas. “Nossa intenção é ampliar o conhecimento deste público-alvo em assuntos de relações de trabalho e matéria sindical. Desta forma, esperamos consolidar a atuação dos profissionais que lidam diariamente com os temas trabalhistas e sindicais da categoria representada”, explica. Ao todo são seis módulos: introdução ao sistema sindical, estatuto social com ênfase na administração sindical, eleições sindicais, procedimentos administrativos junto ao Ministério do Trabalho, sistema de custeio das atividades sindicais e negociação coletiva.

O novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, esteve hoje na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na capital federal. Ele se encontrou com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e com os diretores da entidade José Roberto Ricken (Ocepar) e Edvaldo Del Grande (Ocesp). Também participaram da reunião a equipe técnica da OCB e consultores da Organização. Durante a vista, Paulo Rabello, ex-presidente do IBGE e participante de processos de grande relevância para o movimento cooperativista nacional, dentre eles a realização do censo do cooperativismo agropecuário, fez questão de ressaltar a importância da boa relação que sempre teve com a OCB. A respeito dos recursos do BNDES, Rabello destacou que dentre os objetivos do banco estão a interiorização e a pulverização do crédito, já que o foco da instituição financeira é o desenvolvimento socioeconômico da nação brasileira. O presidente Márcio Freitas enfatizou que o cooperativismo, por sua natureza, possui características alinhadas aos objetivos do BNDES. “As cooperativas são, por excelência, ambientes que favorecem o desenvolvimento econômico e social dos indivíduos que a compõem e, ainda, de toda a comunidade localizada em seu entorno. Para além disso, é importante ressaltar a nossa capilaridade e capacidade de ser ferramenta de inclusão social e econômica”, ressalta a liderança cooperativista. PLEITOS Márcio Freitas, Del Grande e Ricken aproveitaram a oportunidade para apresentar os pleitos do movimento cooperativista na esfera de atuação do BNDES. Rabello, ao final do encontro, disse que se reunirá com sua equipe para discutir as propostas e dar os encaminhamentos necessários a respeito do que foi apresentado pelos cooperativistas.

O primeiro sábado de julho é um marco para todas as cooperativas ao redor do mundo. Trata-se do Dia Internacional do Cooperativismo, data em que os cooperativistas celebram sua contribuição econômica e social para as nações. Essa atuação é tão relevante que a própria Organização das Nações Unidas (ONU) tem mantido um estreito relacionamento com o setor, uma vez que seus projetos contribuem para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma agenda mundial para a redução das desigualdades no mundo até 2030. É por isso que a Aliança Internacional Cooperativa lançou o slogan “Cooperativas garantem que ninguém fique para trás”, como mote das ações a serem realizadas neste ano, transmitindo, assim, a mensagem de que o cooperativismo é uma das principais soluções para o combate às desigualdades sociais no mundo. No Brasil, a data é comemorada, dentre outras formas, com ações de responsabilidade socioambiental, desenvolvidas por cooperativas de todos os estados dentro do programa Dia de Cooperar - o Dia C
. Com apoio do Sistema OCB, as cooperativas desenvolvem projetos contínuos para promover a transformação social das comunidades em aspectos de saúde, lazer, educação e cuidado ao meio ambiente. No dia 1º de julho, essas cooperativas se reúnem em locais públicos para oferecer exames gratuitos, arrecadar donativos e realizar atividades socioculturais. Os eventos ocorrem simultaneamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a mensagem do Dia Internacional este ano, a de que ninguém deve ficar para trás, está alinhada aos princípios do cooperativismo, principalmente o da preocupação com a comunidade. “As cooperativas promovem essa transformação, sobretudo, por meio da responsabilidade socioambiental. Não se trata apenas de ações assistencialistas, são verdadeiros projetos estruturados voltados para o desenvolvimento sustentável, para que as próprias comunidades possam, cada vez mais, oferecer condições dignas e justas para as pessoas”, afirma. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Sem a contribuição das cooperativas, muitas pessoas não teriam educação, saúde, moradia, trabalho ou renda. Por isso, o cooperativismo abraça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), no intuito de alcançar as 169 metas e assim, tornar o mundo um lugar mais justo e menos desigual. Para Freitas, isso só é possível graças à amplitude e robustez do setor cooperativista no país. NÚMEROS GERAIS No Brasil, são mais de 6,6 mil cooperativas filiadas ao Sistema OCB. O setor já conta com 13,2 milhões de associados e geram cerca de 376 mil empregos formais. O segmento exportou, em 2016, mais de US$ 5 bilhões a partir de relações comerciais junto a 147 países. “Além da competividade e resiliência econômica, o modelo de uma cooperativa ainda tem o diferencial de se preocupar com os seus cooperados e também com a comunidade em que estão inseridas, trabalhando para mitigar as suas mais diversas privações”, completa o presidente do Sistema OCB. NÚMEROS DIA C Na trajetória do Dia de Cooperar, os últimos anos foram cruciais para transformar o Dia C em um grande programa nacional capaz de promover iniciativas socioambientais e transformar realidades em todo o país. Em 2016, 1278 cooperativas desenvolveram 1.180 projetos com a mobilização de mais de 86 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 777 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, e beneficiaram mais de um milhão de pessoas. Este ano, a meta é beneficiar ainda mais pessoas através dos projetos contínuos. O grande desafio é estimular o desenvolvimento de projetos contínuos que possam gerar benefícios constantes para as comunidades em que as cooperativas estão inseridas. MAIS INFORMAÇÕES #VemCooperar Confira mais informações na página do Dia C: diac.somoscooperativismo.coop.br
Agendamento de entrevistas: Ex-Libris Comunicação Integrada (61) 3033-6088 Guilherme Costa (61) 9.9828-9428 Fonte: http://www.somoscooperativismo.coop.br

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) realiza um intenso trabalho de acompanhamento das ações no âmbito do Supremo Tribunal Superior e, ainda, no Superior Tribunal de Justiça. A intenção é assegurar a defesa dos interesses das cooperativas e de seus cooperados. E, com o propósito de dar publicidade a esse trabalho, há um ano a Assessoria Jurídica da OCB divulga semanalmente o informativo Cooperativismo nos Tribunais que, ontem, celebrou seu primeiro aniversário. A edição comemorativa
, divulgada nesta segunda-feira (19/6), traz entre seus destaques, os números consolidados a respeito de as ações que tramitam no âmbito dos tribunais (abaixo) e, também, uma entrevista com o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Pacheco Prates Lamachia, que traz suas percepções sobre como a entidade pode e deve apoiar o desenvolvimento do cooperativismo. Lamachia aborda, ainda, questões ligadas aso desafios cotidianos dos advogados de cooperativas na sensibilização do Poder Judiciário sobre as particularidades desse modelo humanizado de negócio. Confira, mais abaixo, a entrevista com o presidente nacional da OAB. Números Recursos distribuídos no STF: 346 Recursos julgados no STF: 1.073 Recursos distribuídos no STJ: 5.739 Recursos julgados no STJ: 9.744 Entrevista A Constituição Federal estabelece que a lei deve apoiar e estimular o cooperativismo e a Recomendação 193 da OIT indica aos países que seus governos reconheçam o papel das cooperativas, criando instrumentos para seu fortalecimento. Assim, de que forma a OAB pode contribuir para que estes propósitos se efetivem na prática? O cooperativismo é uma ferramenta fundamental para o exercício pleno da cidadania. A Ordem dos Advogados do Brasil, como Entidade defensora da cidadania e voz da sociedade civil entende que o desenvolvimento do cooperativismo é instrumento para a melhoria da condição de vida dos cidadãos brasileiros, para uma maior distribuição de renda e para a redução das desigualdades sociais e regionais, bandeiras que a Ordem defende e sempre defendeu. Contudo, embora o sistema cooperativo tenha este papel fundamental, os governos brasileiros, ao longo dos tempos, assim como seu parlamento, não deram a importância necessária para as cooperativas. A Lei 5764 é de 1971, ou seja, tem 46 anos. A recomendação 193 da OIT não foi observada pelo Brasil que deixou de produzir adequações legislativas necessárias a facilitar o desenvolvimento das cooperativas. A OAB pode e deve auxiliar neste debate, por meio de suas comissões, sendo parceira do Sistema OCB na implantação de mecanismos legais, alterações legislativas e atos jurídicos que reforcem o cooperativismo e deem segurança jurídica para as cooperativas e todos aqueles que com elas se relacionam. Como o senhor avalia a atuação das cooperativas no âmbito dos tribunais? E quais os principais desafios desta atuação? As cooperativas possuem um amplo leque de atividades, cada uma com suas peculiaridades fáticas, jurídicas e operacionais. As cooperativas agropecuárias, as cooperativas de crédito, as cooperativas de prestação de serviços, enfim, são vários os desafios de ordem jurídica e organizacional. Penso que o sistema cooperativo, digo as entidades como OCB e as suas regionais como a Ocers, o Sescoop e as próprias cooperativas, pela competência e dedicação de seus corpos jurídicos e de seus advogados, têm produzido um material rico e farto em termos de teses e jurisprudência sobre a matéria. O grande desafio, ainda, é demonstrar aos tribunais determinadas peculiaridades das cooperativas que, as vezes, recebem tratamento como se fossem pessoas jurídicas com natureza exclusivamente empresarial, o que, evidentemente, não são! Atualmente as Seccionais da OAB mantêm 10 comissões especializadas em cooperativismo. Qual o papel destas comissões e de que forma elas contribuem para a segurança jurídica do segmento? As comissões da OAB, sejam as do Cooperativismo, como todas as outras, tem um papel relevante no debate dos temas jurídicos. São as Comissões, por meio do trabalho incansável dos seus membros, que nada recebem para a realização deste importante serviço, as usinas de ideias e de conhecimento da OAB. As Comissões compostas por advogados de diversas formações, idades, ideologias é que de forma absolutamente democrática debatem os temas que lhe são submetidos, alcançando para o Conselho pleno ideias, sugestões, ações que a Ordem possa tomar para o cumprimento de sua missão institucional que é, mais do que nunca, em razão do que vivemos neste momento atual no país, pugnar por práticas e alterações legislativas que garantam segurança jurídica para a nação. Recentemente, a OCB apresentou à OAB o pleito para criação da comissão nacional de cooperativismo. Acredita que isso possa ocorrer ainda neste ano? Sem dúvida nenhuma é um pleito legítimo e importante. Assim como as Seccionais já tem Comissões de Direito Cooperativo ou Comissões de Cooperativismo, o Conselho Federal poderá ter a sua Comissão Nacional. Esse assunto será debatido pela diretoria do Conselho Federal e avaliado pela presidência da OAB que tem a prerrogativa de decisão sobre a criação de Comissões no âmbito na Entidade. Certamente, se aprovada a criação da Comissão Nacional de Cooperativismo, a Ordem dará uma grande contribuição para aprimorar ainda mais o debate jurídico acerca do Cooperativismo e estimulará outras Seccionais a criarem Comissões nos Estados, que também irão auxiliar no enriquecimento do debate. O informativo “Cooperativismo nos Tribunais”, produzido pela OCB e disponibilizado aos assessores jurídicos das cooperativas de todo o país, está completando um ano. Como veículos de comunicação como este contribuem para a atuação dos advogados cooperativistas? O trabalho da OCB é reconhecido! O informativo, muito bem produzido, com qualidade e conteúdo, auxilia de forma direta os advogados cooperativistas a manterem-se permanentemente atualizados sobre os diversos temas jurídicos que são objeto de debate no país em relação ao Sistema Cooperativo, nas mais diversas áreas do Direito. Eu mesmo, tenho recebido, leio e aprecio muito a forma clara, objetiva, direta do Informativo, assim como a pertinência dos temas tratados. Estão de parabéns!

O convênio firmado entre o Sistema OCB Amapá e o Serviço Social do Comércio (SESC) garantirá inúmeros benefícios as cooperativas. A assinatura ocorreu na manhã desta terça-feira, 13, na Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio). Só poderão usufruir dos benefícios as cooperativas que estiverem regulares junto ao Sistema OCB Amapá. O convênio oferecerá aos cooperados serviços como Atividades Educativas (com Educação para Jovens e Adultos – EJA); Atividades Recreativas (com bailes, jogos de salão e domingueiras no Sesc Araxá); Atividades Físicas (com musculação, natação, hidroginástica e iniciação esportiva); além das Atividades Artísticas e Culturais (curso de teatro, violão, teclado, cavaquinho, dança de salão, pintura e oficinas de produção cultural). Para ter direito aos benefícios os cooperados terão apenas que pagar o valor de R$40 para o conveniado, e R$20 pelos dependentes. “É um ganho tremendo para o cooperado que poderá usufruir de inúmeras atividades com qualidade e por um preço extremamente acessível. Ficamos felizes com este convênio por saber que estaremos oferecendo o melhor ao nosso cooperado”, sinalizou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza. “As cooperativas serão muito bem vindas em todos os espaços e atividades do Sesc. Ter a OCB como parceira nos orgulha e assumimos o compromisso de oferecer sempre o melhor”, compartilhou a diretora Regional do Sesc Amapá, Karina Alvarenga. O convênio foi assinado pelo presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza e o presidente da Fecomércio Eliezir Viterbino. Participaram do ato a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa; o conselheiro Edyr Pacheco; a diretora Regional do Sesc Amapá, Karina Alvarenga, e os técnicos da Fecomércio e Sesc. [gallery size="medium" ids="1031,1032,1033"] Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

Representantes da COOPTAXI e Cooperativa Dourada juntamente com Presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, estiveram com Vice-Governador Papaléo Paes nesta segunda-feira, 12, para pedir que interceda junto aos órgãos do Estado que estão solicitando desocupação de prédios do GEA onde atuam por cessão para que sejam leiloados afim de arrecadar fundos para o Governo. O presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza e os Presidentes Reginaldo Bastos da COOPTAXI e diretor da Dourada, Denei Oliveira, ponderaram dizendo que essas cooperativas já investiram, zelam e mantém a estrutura em funcionamento com suas operações. O Vice-Governador recebeu a reivindicação e sinalizou que dará um retorno após avaliação junto as órgãos competentes.

O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza; a superintendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa; e as conselheiras do Secoop-AP, Dra. Conceição Capiberibe e Teresa Siccu, participaram da Feira de Profissões do Instituto Federal do Amapá (IFAP) nesta sexta-feira, 02, onde compartilharam com os estudantes do IFAP e de Escolas Estaduais experiências do cooperativismo no mundo do trabalho, da geração de renda e da igualdade social. Também foi apresentado aos estudantes serviços de massoterapia, tratamento natural como formas de bem estar frente aos males de saúde como stress, maus hábitos na alimentação e outros decorrentes da alta carga de trabalho. O Sistema OCB Amapá tem contribuído diretamente na formação desses jovens compartilhando um pouco da experiência de todos os setores do cooperativismo amapaense. [gallery columns="4" size="medium" ids="1010,1011,1012,1013"] Lílian Guimarães Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

A regulamentação da venda de produtos industrializados no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é um dos temas centrais da Medida Provisória (MPV) 759/2016, aprovada ontem (31/5) no plenário do Senado Federal. A proposta, aprovada na forma do PLV 12/2017, atende a um importante pleito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), ao prever a possibilidade de contratação de prestação de serviços e de aquisição de insumos pelos agricultores familiares, suas cooperativas e associações, na elaboração de produtos beneficiados, processados e industrializados, adquiridos por meio do PAA. Deste modo, a legislação passa a considerar produção própria dos agricultores familiares não apenas os produtos primários, como leite e milho, mas também produtos in natura processados, beneficiados ou industrializados, desde que sejam resultantes das atividades dos agricultores familiares. Assim, são admitidas a aquisição de insumos e a contratação de prestação de serviços na produção fornecida pelos agricultores, cooperativas e associações ao PAA, inclusive de pessoas físicas e jurídicas não enquadradas como beneficiárias do Programa. As diretrizes a serem observadas nestes casos, serão publicadas posteriormente pelo Grupo Gestor do PAA. CONTINUIDADE DO PROGRAMA A regulamentação dos produtos industrializados no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos possui o objetivo de conferir maior segurança jurídica aos gestores e fornecedores beneficiários da política. Em 2016, a partir de apontamentos da auditoria dos órgãos de controle sobre a operacionalização do PAA, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) decidiu pela suspensão preventiva das compras de produtos industrializados no âmbito do Programa, até que até que esta questão fosse normatizada. A partir de então, a OCB e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) estiveram mobilizadas, por diversas vezes, junto à Casa Civil e a outros órgãos públicos para esclarecer a necessidade do processamento, beneficiamento e industrialização dos produtos da agricultura familiar para agregar valor aos beneficiários consumidores do Programa, bem como para destacar o papel das cooperativas para o ganho de escala e sustentabilidade dos pequenos produtores. SANÇÃO Após a aprovação no Senado, a MPV 759/2016 segue agora para a análise para a análise da Presidência da República, que terá 15 dias úteis, a partir do recebimento da matéria pela Casa Civil, para analisar a proposta, para fins de sanção, veto total, sanção com vetos parciais. O Sistema OCB trabalhará junto ao Poder Executivo para manter no texto da lei os dispositivos que tratam sobre o PAA.
