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A celebração do Dia de Cooperar (Dia C) acontece em um mês e as cooperativas brasileiras, junto com as unidades estaduais do Sistema OCB, estão a todo vapor preparando um super evento para comemorar os 10 anos da maior iniciativa de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas no país.
Segundo a gerente geral do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Karla Oliveira, as ideias das cooperativas já conquistaram o reconhecimento da ONU, ultrapassam a casa dos 10 milhões de atendimentos e já percorreram centenas de municípios brasileiros. Confira!
Qual a expectativa para a celebração deste ano?
Nossa expectativa é a mais positiva possível. Já temos confirmadas ações a serem realizadas simultaneamente em cerca de 400 cidades brasileiras. O que pretendemos é repetir o sucesso dos anos anteriores. Vale lembrar que o Dia de Cooperar é um movimento de ações realizadas por cooperativas ao longo de todo o ano e, assim, o que acontece no sábado, dia 6 de julho, é a celebração dessas ações. Nossa intenção é chamar a atenção da sociedade, mostrando o compromisso das cooperativas com a transformação socioeconômica dos lugares onde elas estão localizadas. Para nós, cooperar é cuidar das pessoas que estão à nossa volta.
Quais os números do Dia C?
O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais, e faz parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro.
A ideia surgiu em Minas Gerais, há 10 anos, e está alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, objetivando a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030. Todos os anos, cerca de 1,5 mil cooperativas beneficiam mais de dois milhões de pessoas, por meio do trabalho de quase 121 mil voluntários.
Ah, vale destacar também o seguinte: se considerarmos desde os 10 anos do Dia C, já tivemos mais 7,7 mil iniciativas e mais de 10 milhões de atendimentos. As ações do Dia de Cooperar já alcançaram 1/5 dos municípios brasileiros.
Qual a importância de se estar alinhado aos ODS da ONU?
Estarmos alinhados aos ODS é essencial, pois nos mostra que fazemos parte de um movimento muito maior – global – por meio do qual, as pessoas que já descobriram o potencial transformador das atitudes simples se empenham em construir um mundo cada vez mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.
Um levantamento interno mostrou que cada ação realizada pelas cooperativas brasileiras está vinculada a pelo menos um ODS e isso nos enche de orgulho, já que mostra, mais uma vez, o compromisso das cooperativas em assumir seu protagonismo nesse processo de transformação social.
Vale destacar que a própria ONU já reconheceu a atuação das cooperativas brasileiras. Em julho do ano passado, o Sistema ONU no Brasil, por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) assinou um memorando de entendimento com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O objetivo foi a assegurar a possibilidade de desenvolvimento conjunto de iniciativas ainda mais abrangentes e com amplo impacto social.
Ah, e esse documento foi assinado depois de várias manifestações da própria ONU sobre as ações das nossas cooperativas. Em julho de 2017, por exemplo, os resultados do Dia C foram apresentados na assembleia geral da ONU, em Nova Iorque. Então, o olhar da ONU sobre o que as cooperativas realizam aqui no Brasil é fundamental para chancelar nosso esforço de contribuir com a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030.
Como motivar as cooperativas as estarem sempre engajadas?
Esse é, na verdade, o nosso grande desafio: engajar cada vez mais, um número maior de cooperativas nesse movimento. É muito importante que as cooperativas tenham em mente que elas é que fazem o Dia C acontecer, de fato. Nós, tanto da Unidade Nacional, quanto das unidades estaduais estimulamos as ações por meio da distribuição de materiais e da divulgação das ações, mas quem idealiza e mobiliza voluntários e parceiros é a cooperativa.
Poderia citar algum exemplo de transformação ocorrida graças ao Dia C?
Temos vários exemplos de transformação social, sim. Pessoalmente, gosto muito de contar a história de uma moradora de rua, em São Luís (MA), que após receber o apoio de uma cooperativa passou de assistida a voluntária. Graças a ação de desenvolvimento humano, essa mulher conseguiu poupar dinheiro e, assim, colocar o filho dela na escola. A ação de uma cooperativa mudou a realidade de uma família e isso tem muito valor.
Além dessa, há inúmeras ações que mudam a vida das pessoas, em especial a de jovens em situação vulnerável. Por exemplo: já documentamos as aulas de balés oferecidas à população indígena de Roraima, as aulas de música para crianças e adolescentes no Rio de Janeiro, aulas de atividades esportivas em Mato Grosso do Sul, enfim, muita transformação.
Temos também idosos que voltaram a enxergar após cirurgias de catarata realizadas por uma cooperativa, durante um grande mutirão de voluntários; há, ainda, projetos voltados à inserção social de detentos e diversas ações de recuperação de áreas degradadas, limpeza de rios, praias e orlas.
Nós temos, inclusive, uma revista que está na sexta edição que retrata bem esses exemplos. As edições podem ser baixadas diretamente do site do Dia C (clique aqui). Como será possível ver, de Norte a Sul do país, temos inúmeros exemplos de que cooperar por um mundo melhor vale muito a pena.
A extração da loteria federal do dia 6 de julho homenageará o Dia de Cooperar (Dia C). A Caixa Econômica Federal é um dos parceiros do movimento realizado pelas cooperativas brasileiras e, pelo terceiro ano consecutivo, divulga a marca para todo o país, mostrando que também acredita no papel transformador das atitudes simples. Segundo a Caixa
, o bilhete começou a ser distribuído nas casas lotéricas de todo o país na semana passada e já podem ser adquiridos. O prêmio principal da extração nº 5.403-8 é no valor de R$ 500 mil. No total, 100 mil bilhetes concorrem aos prêmios. O sorteio dos números da sorte ocorre a partir das 19h do dia 6 de julho, quando as cooperativas celebram o Dia C
e, também, o Dia Internacional do Cooperativismo – efeméride que ocorre em mais de 100 países simultaneamente, no primeiro sábado dos meses de julho. SOBRE O DIA C O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB
e de suas unidades estaduais, e faz parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro. A ideia surgiu em Minas Gerais, há 10 anos, e está alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, objetivando a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030. Todos os anos, cerca de 1,5 mil cooperativas beneficiam mais de dois milhões de pessoas, por meio do trabalho de quase 121 mil voluntários. ATENDIMENTO A IMPRENSA Para saber mais sobre o Dia de Cooperar basta falar comigo. Meu nome é Jamile e meu telefone é 3033-6088.
No último dia 01.06, o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, se reuniu com Diretor Executivo do SICRED MT, Danilo Vicentim, acompanhado do representante da Casa do Agro, Daniel Sebben, onde fizeram uma exposição do setor agrícola, pecuário, pesqueiro, extrativista e mineral, e informações acerca da área de livre comércio, zona franca verde, e do setor energético do Estado. O representante do SICRED ficou bastante entusiasmado e confirmou presença de toda diretoria em agosto para cumprir agenda com estes setores. O mesmo afirmou que se o setor produtivo abraçar a proposta, o SICRED se instalará no Amapá com vistas a fomentar o setor produtivo onde ele está nos municípios do Estado com prioridade no norte e sul do Amapá. Em seguida, o presidente seguiu para Santa Cruz de La Sierra, nos dias 03 e 04, para conhecer os incentivos que são oferecidos a investidores pelo Governo Local e das tecnologias desenvolvidas nas comunidades tradicionais daquela região, e da atuação com a iniciativa privada especificamente cooperativa de crédito. Foi recebido pelo Engenheiro Agrônomo, Juan Carlos Mejía Cabrera, Diretor de Transferência de Tecnologia do Centro de Investigação Agrícola Tropical do Governo Autônomo Departamental de Santa Cruz, e realizou visita na Cooperativa de Crédito Nazareno que atua no serviço de crédito de consumo, venda, máquinas, equipamentos e safra.
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a Universidade Federal Fluminense (UFF) lançaram na tarde da última sexta-feira, 07, em Macapá, o projeto Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) que busca modernizar o processo produtivo do açaí, castanha-do-Brasil e do pescado no Amapá.
Dos R$7 milhões que serão investidos, R$3 milhões serão destinados para compra de máquinas e equipamentos dos consórcios das cooperativas que irão modernizar e melhorar os processos produtivos e a gestão.
Um exemplo claro está na Cooperflora de Laranjal do Jari. O castanheiro Mariolando Araújo, conta que a fábrica artesanal produz uma quantidade pequena de amêndoas em virtude do processo artesanal, seja na secagem, descascamento, e principalmente, empacotamento.
"Com o investimento, aumentaremos nossa capacidade de produção e poderemos atender a demanda que chega até nós, atingindo assim inúmeros mercados", comemorou Mariolando.
As capacitações serão repassadas por pesquisadores e bolsistas da Universidade Federal Fluminense (UFF) e de outras instituições de pesquisa do estado, com o intuito de modernizar a produção.
"Nosso foco é esse, estar ao lado das comunidades tradicionais, e incrementar a cadeia, dinamizando o conhecimento, para trazer os pescadores e extrativistas para dentro dessa rede de conhecimento", destacou André Brandão, professor da UFF.
De acordo com o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, mais de três mil famílias serão beneficiadas, no oeste e sul do Amapá.
"O desenvolvimento do nosso Estado está ligado diretamente ao setor produtivo. A aplicação desse projeto será a ponte que nossos extrativistas e pescadores precisam para ter de fato uma oportunidade de crescimento", compartilhou Gilcimar Pureza.
Os CVTs são unidades públicas e comunitárias de ensino, técnicas e práticas relacionadas com a modernização da produção local.
Pelo menos dez cooperativas, divididas em três consórcios (um de cada produto), irão ter CVTs para realização de cursos de capacitação.
O CVT do pescado será instalado em Santana, o do açaí em Macapá e o da castanha em Laranjal do Jari. Todo o recurso para implementação das unidades é oriundo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
O projeto terá apoio do Sistema OCB-AP, da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SETEC) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
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Programa de inovação para as cadeias produtivas do Açaí, Pescado e Castanha será implantado no Amapá
Está confirmado para sexta-feira (7), o Seminário de lançamento do projeto que tem por objetivo apoiar, as três principais cadeias produtivas do Amapá: Açaí, Pescado e Castanha-do-Brasil. O evento ocorrerá no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em Macapá, a partir das 14h.
O projeto faz parte do Programa Centros Vocacionais Tecnológicos (CVT´s), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que visa implementar unidades de ensino e profissionalização, voltados para a difusão do conhecimento científico, tecnológico, e prático, para o aperfeiçoamento dos processos produtivos regionais.
O programa CVT tem parceria com diversas instituições de ensino e pesquisa. No Amapá, a cooperação é por meio da Universidade Federal Fluminense (UFF), que implantará no Estado Unidades Produtivas demonstrativas com vistas a produção do conhecimento.
Para isso, a UFF vai atuar na modernização e inovação dos processos produtivos de unidades implantadas em três consórcios de cooperativas de açaí, pescado e castanha-do-Brasil, filiadas ao Sistema OCB-AP.
O projeto terá, também, o apoio da Rede Estadual de Ciência e Tecnologia, que é formada pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Universidade Estadual do Amapá (UEAP), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-AP), Fundação Estadual de Pesquisa, Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (SETEC) e pelos Institutos Federal do Amapá (IFAP) e de Pesquisas Científicas do Amapá (IEPA).
Pesquisadores e bolsistas vão aliar conhecimentos técnicos e das populações tradicionais e agricultores familiares para tornar efetivo o desenvolvimento sustentável dessas cadeias produtivas, gerando renda, em função do aumento da produção, respeitando a ecologia dessas comunidades.
Os CVT’s
São entidades públicas de caráter comunitário. Os CVT´s estão direcionados para a capacitação tecnológica da população e articulação de oportunidades concretas de inserção profissional e produtiva do trabalhador de todas as idades, como uma unidade de formação profissional básica, técnica ou tecnológica e de experimentação científica.
Cooperados e funcionários de Cooperativas fiquem atentos à mais uma oportunidade de conhecimento oferecida pelo Sistema OCB-AP.
As Cooperativas interessadas em participar, devem se inscrever a partir do dia 10 de junho pelo e-mail:
Membros do Conselho Administrativo do Sescoop Amapá participaram nos dias 29 e 30 de maio, em Brasília, da Capacitação que visou trabalhar o desenvolvimento contínuo com foco no aprimoramento do papel do Conselho.
O Sescoop que tem promovido a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, com ações de capacitação direcionadas à cooperados, colaboradores de cooperativas e também de suas unidades estaduais, investe no conhecimento como principal ferramenta de gestão.
O Amapá estava representado pela superintendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa; e as Conselheiras Conceição Capiberibe e Yara Rúbia Gonçalves.
A capacitação contou com abordagens sobre Planejamento Estratégico e Papel do Conselho de Administração; Relação entre o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal; Principais Atos Normativos e Constitutivos; Cenários e Tendências; A Importância do Conselho de Administração; Case de Sucesso – Boa Prática de Conselho de Administração; e Atuação Estratégica do Conselho.
"É o momento de repensar, reorganizar e fortalecer ainda mais nossas ações, pensando sempre em promover o melhor para as cooperativas do nosso Estado", avaliou a Superintendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa.
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Cuidar das pessoas e preservar os recursos naturais. Essas são, sem dúvida, razões que tornam as cooperativas empresas ímpares quando o assunto é sustentabilidade. Graças à sua natureza essencial, pautada em princípios e valores universais, o movimento cooperativista brasileiro mostra que transformar uma realidade exige apenas dar o primeiro passo.
Um dos casos de sucesso é a Unimed Fortaleza
que estruturou um premiado programa de responsabilidade socioambiental (RSA). Para Verbena Medeiros, coordenadora das ações de RSA da cooperativa médica, o consumidor da atualidade mudou e as organizações precisam estar atentas para continuar no mercado. A Unimed Fortaleza tem como objetivo principal atuar, fortalecer e disseminar uma política de gestão empresarial sustentável por meio dos princípios do cooperativismo de forma íntegra e responsável junto aos seus públicos internos e externos. E, por meio de suas ações de RSA, atua na gestão social, gestão ambiental e gestão estratégica da cooperativa, alinhada com a Política Nacional do Sistema Unimed. Segundo Verbena, o cliente moderno quer não apenas consumir os produtos de uma marca, mas se relacionar com ela. Confira a entrevista abaixo: O conceito de sustentabilidade é bem maior do que imaginamos. Poderia nos dizer o que esse termo significa, considerando o ambiente empresarial? A sustentabilidade, nesse recorte, é uma forma de gestão estratégica focada em todos os stakeholders, inclusive colaboradores e cooperados, que possa gerar ações e projetos que contemplem a perenidade da organização, sem impactar, negativamente, os recursos naturais e as comunidades do entorno da cooperativa. Ou seja, a sustentabilidade empresarial, tem o objetivo de fortalecer a imagem da instituição. Além disso, enxergo esse conceito como algo que promove empresas mais enxutas, mais rápidas e que, ao mesmo tempo, balizadas, responsáveis e que possuem uma governança corporativa forte. Então, o mercado valoriza muito isso. Hoje, é fundamental que as organizações, cooperativas, estejam atentas às questões da sustentabilidade. Quando falamos sobre esse assunto, parece que nos referimos apenas a projetos de consumo consciente, mas não é só isso. A sustentabilidade envolve todas as partes envolvidas. Como as cooperativas que ainda não têm um projeto ou departamento estruturado para tratar dessa questão podem começar? Entendo que, quando a empresa é uma cooperativa, ela já traz princípios e valores que fazem parte da sustentabilidade. O que as lideranças precisam é perceber isso. Quer um exemplo? O modelo de gestão das cooperativas traz em si questões ligadas à economia solidária, mais justa, fraterna e responsável. Então, a partir do momento que a gente fortalece esses princípios e os anuncia, é possível inspirar, motivar, convocar, chamar parcerias e participar da construção de novos conceitos. Para mim, a sustentabilidade empresarial exige uma atitude de gestão, focada em conscientizar, mobilizar, inspirar. Nós necessitamos fortalecer a crença de que já somos um movimento sustentável. E qual a vantagem de disseminar a sustentabilidade dentro da cooperativa? Quando fazemos parte de uma organização na qual todos estejam envolvidos com o propósito da sustentabilidade, não é necessário falar o tempo todo o que precisa ser feito. Por si só, o colaborador ou cooperado já faz aquilo. É natural agir com responsabilidade, consciência e ética. Uma das coisas mais valorizadas hoje é o conceito de estar presente naquilo que fazemos. Isso significa estar aberto, atento, ser cuidadoso e ter prazer. Precisamos de pessoas que sintam prazer no que faz diariamente. Parece ideológico, mas isso é muito real quando os princípios e valores são colocados em prática pelos líderes. Por isso é necessário que os cooperados elejam, como seus representantes, aqueles que são capazes de materializar o pensamento coletivo que tem a “cara” da cooperativa. Mesmo com os princípios universais, cada cooperativa precisa ter o seu jeito, sua identidade, uma alma! Quando falamos em sustentabilidade, logo outro conceito vem à mente: o valor compartilhado. Poderia comentar? Essa questão é muito interessante, porque o mundo de hoje gira em torno de causas e sentimentos. As pessoas têm buscado um conceito que vai além do produto. Por exemplo, a empresa Natura coloca em seus produtos a palavra natural e, sempre que compramos um sabonete dessa marca, levamos para casa a certeza de consumir o que é saudável, concentrado, socialmente justo e ambientalmente correto. Esses são valores que mudam a marca. Não dá para produzir apenas para vender. O que o consumidor quer é saber quem você é, como é o processo de produção, quais os valores da cooperativa. Não se trata mais de entregar um produto ou serviço, mas um conceito, uma causa. O consumidor de hoje toma para si a causa da cooperativa/empresa que melhor representa sua visão de mundo. No mercado da atualidade há espaço para incoerência. É preciso acreditar, fazer e mostrar. Essa questão do valor compartilhado é uma dessas causas. É preciso dar sentido ao que é vendido. As pessoas precisam acreditar no seu motivo de vender um produto ou um serviço. Essas ‘costuras’ precisam ser feitas para se manter no mercado. Quando se faz isso, o melhor divulgador da marca será, além dos cooperados e empregados, os clientes. Serão advogados orgulhosos da marca. Fonte: Sistema OCB
que estruturou um premiado programa de responsabilidade socioambiental (RSA). Para Verbena Medeiros, coordenadora das ações de RSA da cooperativa médica, o consumidor da atualidade mudou e as organizações precisam estar atentas para continuar no mercado. A Unimed Fortaleza tem como objetivo principal atuar, fortalecer e disseminar uma política de gestão empresarial sustentável por meio dos princípios do cooperativismo de forma íntegra e responsável junto aos seus públicos internos e externos. E, por meio de suas ações de RSA, atua na gestão social, gestão ambiental e gestão estratégica da cooperativa, alinhada com a Política Nacional do Sistema Unimed. Segundo Verbena, o cliente moderno quer não apenas consumir os produtos de uma marca, mas se relacionar com ela. Confira a entrevista abaixo: O conceito de sustentabilidade é bem maior do que imaginamos. Poderia nos dizer o que esse termo significa, considerando o ambiente empresarial? A sustentabilidade, nesse recorte, é uma forma de gestão estratégica focada em todos os stakeholders, inclusive colaboradores e cooperados, que possa gerar ações e projetos que contemplem a perenidade da organização, sem impactar, negativamente, os recursos naturais e as comunidades do entorno da cooperativa. Ou seja, a sustentabilidade empresarial, tem o objetivo de fortalecer a imagem da instituição. Além disso, enxergo esse conceito como algo que promove empresas mais enxutas, mais rápidas e que, ao mesmo tempo, balizadas, responsáveis e que possuem uma governança corporativa forte. Então, o mercado valoriza muito isso. Hoje, é fundamental que as organizações, cooperativas, estejam atentas às questões da sustentabilidade. Quando falamos sobre esse assunto, parece que nos referimos apenas a projetos de consumo consciente, mas não é só isso. A sustentabilidade envolve todas as partes envolvidas. Como as cooperativas que ainda não têm um projeto ou departamento estruturado para tratar dessa questão podem começar? Entendo que, quando a empresa é uma cooperativa, ela já traz princípios e valores que fazem parte da sustentabilidade. O que as lideranças precisam é perceber isso. Quer um exemplo? O modelo de gestão das cooperativas traz em si questões ligadas à economia solidária, mais justa, fraterna e responsável. Então, a partir do momento que a gente fortalece esses princípios e os anuncia, é possível inspirar, motivar, convocar, chamar parcerias e participar da construção de novos conceitos. Para mim, a sustentabilidade empresarial exige uma atitude de gestão, focada em conscientizar, mobilizar, inspirar. Nós necessitamos fortalecer a crença de que já somos um movimento sustentável. E qual a vantagem de disseminar a sustentabilidade dentro da cooperativa? Quando fazemos parte de uma organização na qual todos estejam envolvidos com o propósito da sustentabilidade, não é necessário falar o tempo todo o que precisa ser feito. Por si só, o colaborador ou cooperado já faz aquilo. É natural agir com responsabilidade, consciência e ética. Uma das coisas mais valorizadas hoje é o conceito de estar presente naquilo que fazemos. Isso significa estar aberto, atento, ser cuidadoso e ter prazer. Precisamos de pessoas que sintam prazer no que faz diariamente. Parece ideológico, mas isso é muito real quando os princípios e valores são colocados em prática pelos líderes. Por isso é necessário que os cooperados elejam, como seus representantes, aqueles que são capazes de materializar o pensamento coletivo que tem a “cara” da cooperativa. Mesmo com os princípios universais, cada cooperativa precisa ter o seu jeito, sua identidade, uma alma! Quando falamos em sustentabilidade, logo outro conceito vem à mente: o valor compartilhado. Poderia comentar? Essa questão é muito interessante, porque o mundo de hoje gira em torno de causas e sentimentos. As pessoas têm buscado um conceito que vai além do produto. Por exemplo, a empresa Natura coloca em seus produtos a palavra natural e, sempre que compramos um sabonete dessa marca, levamos para casa a certeza de consumir o que é saudável, concentrado, socialmente justo e ambientalmente correto. Esses são valores que mudam a marca. Não dá para produzir apenas para vender. O que o consumidor quer é saber quem você é, como é o processo de produção, quais os valores da cooperativa. Não se trata mais de entregar um produto ou serviço, mas um conceito, uma causa. O consumidor de hoje toma para si a causa da cooperativa/empresa que melhor representa sua visão de mundo. No mercado da atualidade há espaço para incoerência. É preciso acreditar, fazer e mostrar. Essa questão do valor compartilhado é uma dessas causas. É preciso dar sentido ao que é vendido. As pessoas precisam acreditar no seu motivo de vender um produto ou um serviço. Essas ‘costuras’ precisam ser feitas para se manter no mercado. Quando se faz isso, o melhor divulgador da marca será, além dos cooperados e empregados, os clientes. Serão advogados orgulhosos da marca. Fonte: Sistema OCB
Com um mercado cada vez mais competitivo, estar preparado é fundamental. É por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza em todo o país ações de desenvolvimento profissional voltadas a quem cuida dos rumos das cooperativas brasileiras. Uma dessas iniciativas é o programa de capacitação de conselheiros fiscais.
Nesta semana, por exemplo, representantes de todos os estados estarão em Brasília, entre os dias 21 e 22 para participar da programação que englobará, dentre outros assuntos, questões ligadas à representação institucional, auditoria, planejamento, normativos, leis, cenários e tendências.
De acordo com o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antonio Franzi, o objetivo da iniciativa é assegurar o desenvolvimento contínuo dos participantes para que, assim, aprimorem o desempenho de sua atribuição como conselheiro fiscal.
“A gente sempre diz que a atividade dos conselheiros fiscais é tarefa essencial para garantir a saúde econômico-financeira de uma organização. São eles os verdadeiros guardiões da execução da estratégia e do orçamento, assegurando a sustentabilidade dos negócios. Esses conselheiros atuam, dentre outras frentes, para garantir o foco na transparência da gestão dos recursos financeiros”, reforça.
PROGRAMAÇÃODia 21
13h30 - 14h
Recepção dos participantes e entrega de material
14h - 14h30
Abertura do evento e apresentação dos participantes
14h30 -15h30
Apresentação Institucional
15h30 - 16h30
Alinhamento Estratégico
16h30 - 17h
Intervalo
17h - 18h
Questões relevantes para a atuação do Conselho Fiscal
Dia 22
8h30 - 9h
Abertura Institucional
9h - 10h
Palestra: Principais Atos Normativos e Constitutivos
10h - 10h30
Intervalo
10h30 - 12h
Palestra: Cenários e Tendências
12h - 13h30
Almoço
13h30 - 16h
Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos
16h - 16h30
Intervalo
16h30 - 17h30
Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos
17h30
Encerramento
MANUALAlém de realizar ações periódicas de desenvolvimento profissional voltadas não só aos conselheiros fiscais, mas a todos aqueles que assumem funções administrativas nas cooperativas, o Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte, publica uma série de materiais de orientação para cargos como esse. Um bom exemplo é o Manual de Orientação para o Conselho Fiscal
, que aborda desde aspectos da sua constituição a atribuições gerais e especificidades da função.
“Assim, consciente de seu papel, o conselheiro fiscal poderá contribuir de forma cada vez mais efetiva na fiscalização da gestão e apresentação do resultado econômico-financeiro, contribuindo-se diretamente com o desenvolvimento sustentável do cooperativismo brasileiro”, finaliza Franzi.
Fonte: Sistema OCB
Uma ação idealista com um toque de inovação. Assim é o trabalho desenvolvido pelo professor Trebor Scholz e pela mestra em planejamento urbanístico Sylvia Morse com comunidades de diferentes países. Os dois participaram do 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo (CBC), na manhã da quinta-feira (9/5), e apresentaram exemplos de cooperativismo por plataforma, que tem um funcionamento semelhante ao de aplicativos de transporte, mas com um diferencial: a transparência.
Há 40 anos, Trebor iniciou uma cooperativa de alimentos junto com a vizinhança onde vive, em Nova Iorque. Hoje, acompanha projetos espalhados pelo mundo, alguns no Brasil. As cooperativas assistidas reúnem diferentes profissionais especializados em ramos diversificados de atividade.
Segundo ele, naturalmente, obstáculos são encontrados pelo caminho, alguns devido à cultura local. No caso das cooperativas por plataformas, até mesmo a própria tecnologia pode implicar em alguma dificuldade, dependendo do acesso que o grupo cooperado tem a essas novas ferramentas.
Em São Paulo, a equipe de Trebor trabalha com um grupo de catadores na elaboração de uma plataforma para coleta de resíduos. Também atuam junto a um grupo de mulheres na Índia, outro de refugiados na Alemanha. Ao todo, são 350 iniciativas internacionais espalhadas por 97 cidades de 26 países.
Esse movimento conta com a participação de muitos setores da sociedade. Em julho de 2018, o projeto obteve um financiamento do Google no valor de US$ 1 milhão para apoiar essas cooperativas de plataforma a iniciarem suas atividades. O investimento tem validade de dois anos, e deve encerrar em 2020.
Outro diferencial identificado nesse modelo de cooperativismo por plataformas é a colaboração e comprometimento entre cooperados, a conectividade entre eles, além da busca por qualificação. “As empresas precisam trabalhar juntas”, defende Trebor.
Esse sistema de organização também pode ser considerado um segundo pilar a ser pesquisado no século. Parte das cooperativas assistidas se tornaram parte de uma democracia social particular. Dessa experiência, Trebor espera que seja construída uma grande plataforma que possa ser utilizada em código aberto pelas cooperativas, inclusive as do Brasil.
A nova-iorquina Sylvia Morse trabalha com voluntariado desde 2012. Na economia cooperativa, atua junto a Center For Family Life in Sunset Park, que engloba uma comunidade de imigrantes, a maior parte deles de origem da América Latina e alguns chineses.
O programa desenvolvido com economia colaborativa começou em 2006 com essa organização, baseada em Nova Iorque. Há 12 anos, fornecem assistência técnica e treinamento para cooperados. O trabalho de Sylvia é recrutar os trabalhadores e realizar com eles os programas de capacitação. Nessa esfera, também acompanha outras empresas como, por exemplo, a Open & Go, plataforma colaborativa feita para pessoas que trabalham com bico, como trabalhadores domésticos.
Esse ecossistema trabalha com organizações não lucrativas e outras organizações ajudam. "É uma cooperativa de indivíduos e, também, ligada a outras cooperativas que se juntaram à nossa para poder competir melhor. O que estamos tentando oferecer é uma estrutura q desafie, busque ultrapassar outras plataformas de aplicativo que existem, e oferecer esse serviço aos trabalhadores com transparência", relata Sylvia.
Transparência é a palavra central nesse processo. "Trabalhamos com transparência de forma que fique claro qual porcentagem vai para a empresa e qual vai para o trabalhador. De modo que, no fim, o trabalhador saiba quanto vai receber", explicou.
Ao todo, são 340 trabalhadores que, segundo Sylvia, observaram o impacto do projeto do cooperativismo em suas vidas e, com qualificação, começam a ter maior oportunidade de trabalho. “Isso tem ajudado esses trabalhadores a terem mais oportunidades de trabalho e terem uma renda maior”, explicou Sylvia. "Agora, o objetivo é oferecer outros cursos, para que aprendam quais seus direitos e quais seus deveres. E, também, treinamento para líderes e para discursos em público."
Nos últimos dez anos a equipe de Sylvia pesquisou quais os limites e benefícios alcançados nesse trabalho, quando se tem mais voz na comunidade e quando as mulheres conquistam maior independência financeira. "As cooperativas de imigrantes têm crescido em, Nova Iorque, porque são negócios gerenciados pelos próprios trabalhadores, que não têm muitos recursos de capital." Segundo Sylvia, esse mercado ainda é composto basicamente por trabalhadores independentes, e tende a crescer no "boca a boca". Uma das estratégias para aumentar a produtividade das cooperativas por plataforma é fazer com que os profissionais comecem a trabalhar de modo menos informal.
Para o sucesso da empresa, também é importante fazer sempre a atualização das tecnologias, usar toda a estrutura disponível e desenvolver trabalhos em grupo e com outras cooperativas. Essas ações medem o sucesso e os impactos, quanto os trabalhadores estão ganhando, "e o resultado tem sido de aumento em 20% do que ganhavam anteriormente", afirmou Sylvia. "Temos programas para promover a cooperação entre os trabalhadores, onde eles atuam como consultores. Assim, eles se tornam mais produtivos."
Neste ano de 2019, o foco da Center For Family Life in Sunset Park está em aumentar as ferramentas para ampliar o número de pessoas trabalhando e fazer com que o futuro das plataformas seja mais amigável ao usuário, "para entender qual abordagem será menos custosa para os trabalhadores e para os empregadores e para nossa comunidade como um todo, visando diversificar nossos fundos, desenvolver novas tecnologias, fazer novos treinamentos e fazer nosso ambiente corporativo cada vez mais alto no ranking", concluiu.
Fonte: Sistema OCB
Dois reforços de peso para o cooperativismo foram consolidados com articulação da delegação do Sistema OCB Amapá, que participa do Congresso Nacional de Cooperativismo, em Brasília.
Os deputados federais Camilo Capiberibe e Acácio Favacho, ambos do Amapá, vão passar a compor a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) na Câmara Federal. A delegação do Sistema OCB-AP, formada por dirigentes e representantes de cooperativas amapaenses, teve agenda no com os parlamentares nesta quinta-feira (9).
Entre os assuntos tratados e encaminhados para providências está a construção do Terminal de Passageiros de Oiapoque e a revisão do Seguro Defeso para pescadores do Amapá. Outra pauta foi a redução de recursos dos Programas Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e de Aquisição de Alimentos (PAA). A estimativa é que com essas duas demandas, cerca de R$ 15 milhões anuais deverão somar na economia do Amapá.
O deputado Camilo Capiberibe, que é membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, informou que a bancada federal já disponibilizou recursos para terminal de passageiros e se comprometeu a atender a demanda de Oiapoque. O parlamentar também informou que recursos para a agricultura familiar já estão disponíveis.
Já Acácio Favacho articula, no Ministério da Ciência e Tecnologia, recursos para o Centro Vocacional Tecnológico (CVT), projeto que está sendo executado no Amapá pela Universidade Federal Fluminense e UNIFAP em parceria com o Sistema OCB.
No encontro, Favacho assinou a o projeto de Lei que tramitará no Congresso Nacional visando isenção do IPI para mototaxistas de todo o país. O presidente da Cooperativa dos Mototaxistas Autônomos do Amapá (Coopmoto), Rodrigo Silva esteve presente e agradeceu pela classe.
O presidente Gilcimar Pureza e o conselheiro Marcelo Padilha explanaram sobre a proposta de criar, no Vale do Jari (região Sul do Amapá) uma Região de Integração e Desenvolvimento Econômico (RIDE). O mecanismo beneficiaria as populações dos municípios de Laranjal do Jari (AP), Vitória do Jari (AP) e Almeirim (PA). Favacho garantiu que ele submeterá o projeto a apreciação da bancada federal amapaense.
“Foi uma agenda bastante produtiva. Ainda temos alguns compromissos a cumprir, mas temos certeza que retornaremos ao Amapá levando muitas novidades para o avanço do cooperativismo no Estado”, avaliou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
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O cooperativismo do futuro se constrói aqui. Esse é o tema da 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo
– maior evento do país, destinado a debater o desenvolvimento sustentável das cooperativas brasileiras. Realizada pelo Sistema OCB, essa gigantesca reunião de trabalho ocorre nesta semana (de 8 a 10 de maio), no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília, reunindo mais de 1,3 mil pessoas. Ao longo desses três dias, delegados indicados pelas cooperativas brasileiras irão debater questões ligadas à seis temas principais (Comunicação, Governança e Gestão, Inovação, Intercooperação, Mercado e Representação). Cada delegado pôde se preparar com antecedência por meio dos documentos-base, que trazem cenários e reflexões sobre cada assunto, além de sugestões de propostas, com o objetivo de ajudar a nortear os debates. O objetivo é propor as diretrizes estratégicas do setor para os próximos 10 anos. (Programação
) 50 ANOS O CBC
, como é mais conhecido entre os cooperativistas, também marcará a celebração dos 50 anos da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) que, aliás, surgiu a partir de um consenso durante o 4º CBC, em 1969. A entidade realiza, desde então, a representação nacional e a defesa dos interesses das cooperativas junto aos Três Poderes da República. AGENDA INSTITUCIONAL Durante a abertura do CBC, a OCB fará o lançamento de sua 13ª Agenda Institucional, com as principais demandas e propostas do cooperativismo aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esta edição do documento é focada no fomento da simplificação, desburocratização e melhoria do ambiente de negócios para a atuação das cooperativas. Em um universo de 36 proposições ao Congresso Nacional, alguns desafios são focados na agenda de reformas estruturantes do governo, ao acesso ao crédito e linhas de financiamento público para cooperativas, além de pautas positivas como a geração de internet no campo e, ainda, a permissão para que cooperativas operem no mercado de seguros. Vale destacar que essas pautas geram desenvolvimento em todas as partes do país, sem demandar novos investimentos por parte do governo federal. POSSE Logo após o lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo, será realizada a posse da nova Diretoria da Frente Parlamentar Cooperativista (Frencoop), bancada que já conta com mais de 300 deputados federais, 36 senadores e uma lista de grandes feitos em prol das cooperativas do país. À frente da presidência está o deputado Evair de Melo (PP/ES) – que integra o grupo de defesa dos interesses das cooperativas brasileiras desde o início de seu primeiro mandato, em 2015.
– maior evento do país, destinado a debater o desenvolvimento sustentável das cooperativas brasileiras. Realizada pelo Sistema OCB, essa gigantesca reunião de trabalho ocorre nesta semana (de 8 a 10 de maio), no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília, reunindo mais de 1,3 mil pessoas. Ao longo desses três dias, delegados indicados pelas cooperativas brasileiras irão debater questões ligadas à seis temas principais (Comunicação, Governança e Gestão, Inovação, Intercooperação, Mercado e Representação). Cada delegado pôde se preparar com antecedência por meio dos documentos-base, que trazem cenários e reflexões sobre cada assunto, além de sugestões de propostas, com o objetivo de ajudar a nortear os debates. O objetivo é propor as diretrizes estratégicas do setor para os próximos 10 anos. (Programação
) 50 ANOS O CBC
, como é mais conhecido entre os cooperativistas, também marcará a celebração dos 50 anos da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) que, aliás, surgiu a partir de um consenso durante o 4º CBC, em 1969. A entidade realiza, desde então, a representação nacional e a defesa dos interesses das cooperativas junto aos Três Poderes da República. AGENDA INSTITUCIONAL Durante a abertura do CBC, a OCB fará o lançamento de sua 13ª Agenda Institucional, com as principais demandas e propostas do cooperativismo aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esta edição do documento é focada no fomento da simplificação, desburocratização e melhoria do ambiente de negócios para a atuação das cooperativas. Em um universo de 36 proposições ao Congresso Nacional, alguns desafios são focados na agenda de reformas estruturantes do governo, ao acesso ao crédito e linhas de financiamento público para cooperativas, além de pautas positivas como a geração de internet no campo e, ainda, a permissão para que cooperativas operem no mercado de seguros. Vale destacar que essas pautas geram desenvolvimento em todas as partes do país, sem demandar novos investimentos por parte do governo federal. POSSE Logo após o lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo, será realizada a posse da nova Diretoria da Frente Parlamentar Cooperativista (Frencoop), bancada que já conta com mais de 300 deputados federais, 36 senadores e uma lista de grandes feitos em prol das cooperativas do país. À frente da presidência está o deputado Evair de Melo (PP/ES) – que integra o grupo de defesa dos interesses das cooperativas brasileiras desde o início de seu primeiro mandato, em 2015.
Iniciou na manhã desta quarta-feira, 08, o 14° Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), em Brasília. O Amapá integra o evento com uma delegação que representa diversos setores do cooperativismo local.
"É sempre importante participar do Congresso e trazer nossas cooperativas para conhecerem a realidade de outros estados. Levamos na bagagem sempre muito aprendizado, e tenho certeza que esse será mais um ano produtivo", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
No ano em que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) completa 50 anos, o evento propõe desta vez um desafio: planejar e construir, juntos, o futuro que queremos para o cooperativismo brasileiro. No congresso serão tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento. A própria OCB surgiu a partir de um consenso durante o 4o CBC, em 1969. Hoje, celebra cinco décadas de atuação como representante nacional do cooperativismo. O Congresso segue até a próxima sexta-feira, 10 de maio.
Membros dos Conselhos Fiscal e Administrativo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Amapá (SESCOOP Amapá), reuniram-se nesta segunda-feira (6) para aprofundar as análises e deliberação do relatório das atividades e demonstrações contábeis referente ao exercício 2018. A 2ª reunião ordinária ocorreu na sede do Sistema OCB Amapá, em Macapá.
Após apreciar o Relatório de Gestão do Exercício, os conselheiros conferiram o Certidão de Regularidade junto ao FGTS, a Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal, Dívida Ativa da União e INSS, e atestaram a adimplência quanto aos tributos estaduais e municipais.
Eles também aprovaram os pareceres de auditores independentes sobre as Demonstrações Contábeis de encerramento do exercício anterior.
Os conselheiros fiscais também analisaram e tiraram dúvidas sobre o Relatório de Gestão e as Contas e Demonstrações Contábeis do Exercício 2018.
Para a superintendente, Patrícia Sousa, que conduziu a reunião, apesar das dificuldades, a gestão administrativa conseguiu fechar positivamente o ano de 2018.
“Atendemos às recomendações e determinações dos órgão de controle como TCU e a CGU, e implantamos medidas e dispositivos de controle interno. Isso nos proporcionou melhor desempenho em processos de fiscalização e auditoria referentes a unidade estadual”, avaliou.
Simplificação. Essa é a palavra que nos vem à mente quando o assunto é o eSocial, criado pelo decreto 8.373/2014, com o objetivo de unificar, em um único ambiente, o envio de todas as informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais de empresas e de cooperativas. E, como o assunto ainda gera dúvidas, o Sistema OCB acaba de disponibilizar a cartilha eSocial para cooperativas
. Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, várias mudanças na cultura organizacional e nos procedimentos internos das cooperativas vêm por aí. “É por isso que elas devem estar preparadas para adaptar suas rotinas e buscar o aperfeiçoamento de colaboradores que irão lidar, direta ou indiretamente, com a implementação do programa do governo federal”, explica a liderança. ACESSO Para ter acesso e saber mais sobre os principais pontos do eSocial, clique aqui
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. Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, várias mudanças na cultura organizacional e nos procedimentos internos das cooperativas vêm por aí. “É por isso que elas devem estar preparadas para adaptar suas rotinas e buscar o aperfeiçoamento de colaboradores que irão lidar, direta ou indiretamente, com a implementação do programa do governo federal”, explica a liderança. ACESSO Para ter acesso e saber mais sobre os principais pontos do eSocial, clique aqui
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As cooperativas do Amapá se reuniram nesta quinta-feira, 2, para estudar as mudanças promovidas pelo Governo Federal no sistema eletrônico de dados contábeis, o eSocial, que afetam diretamente as contas de todos os empreendimentos do país, sobretudo nos aspectos trabalhista, previdenciário e fiscal.
O I Seminário de Tributação de Cooperativas ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em Macapá. O encontro, que foi organizado pelo Sistema OCB Amapá, objetivou orientar os empregadores e contribuintes sobre o cumprimento de obrigações fiscais, contábil, e de segurança e medicina ocupacional, entre outras.
O renomado professor do Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul, da Fundação Getúlio Vargas, Rodrigo Dolabela, advogado especialista nas áreas abrangidas pelo eSocial, conduziu os trabalhos.
Ele destrinchou todos os pontos impactantes das novas regras, fazendo uma revisão dos procedimentos que agora terão que ser atualizados para evitar erros no novo sistema, preparando as empresas para a correta transição que as mudanças exigem.
De acordo com Dolabela, é necessário que os empreendedores conheçam as regras legais e operacionais para gerar e transmitir as informações exigidas pelo manual do eSocial, praticamente eliminando os passivos trabalhista e fiscais.
Ele lembra que as mudanças estão sendo implementadas gradualmente. Existe um cronograma de implantação delas no eSocial, definido pela União.
O presidente da OCB Amapá, Gilcimar Pureza, destacou que as cooperativas e demais empreendimentos devem se empenhar nas novas regras do sistema obrigatório do Governo Federal, pois o descumprimento pode acarretar em problemas que vão desde o endividamento da empresa até a falência.
“O empreendedor deve ter em mente que o sistema é obrigatório e que ele mudou. Portanto é essencial o conhecimento do manuseio do novo eSocial, pois isso significa a saúde financeira do empreendimento, que, obviamente, se a empresa não tiver, ela pode até fechar as portas”, analisou o presidente.
O Seminário também contou com a presença do presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Amapá (CRC/AP), Emílio Sérgio Oliveira, além da presença de dirigentes de Cooperativas, colaboradores de Cooperativas e estudantes.
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Em encontro articulado pela OCB Amapá, os cooperados da Cooperativa dos Mototaxistas Autônomos de Macapá (Coopmoto) conheceram o projeto de Lei proposto pelo deputado federal amapaense Acácio Favacho, que prevê isenção de IPI na compra de motocicletas destinadas ao serviço de transporte de passageiros. A reunião ocorreu nesta terça-feira (30), na sede do Sistema OCB Amapá, em Macapá.
De acordo com o parlamentar, o projeto vai ser protocolado na Câmara nos próximos dias. A proposta casa com uma reivindicação da categoria, que defende a redução dos custos para se colocar um mototaxi na praça.
“Sabemos das necessidades da categoria e entendemos a nossa proposta é fundamental para o surgimento de novos postos em todo o Brasil. Mas vamos precisar de apoio para conseguir a aprovação no Congresso. Por isto, é muito importante a união da categoria e o apoio que o Sistema OCB tem dado, aqui no Amapá, a Coopmoto”, enfatizou Acácio Favacho.
Segundo o presidente da Coopmoto, Rodrigo da Silva, a medida iria reduzir em torno de 13% os custos de se colocar um mototaxi na praça.
“Os taxistas já tem uma legislação similar, que os beneficia na compra do carro. Nós também precisamos de uma lei para que possamos melhor atender a população de Macapá”, destacou o presidente da cooperativa.
Frente parlamentar
O presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza, convidou o deputado Acácio a integrar a Frente Parlamentar do Cooperativismo e solicitou apoio para que não haja corte nos recursos do Centro de Vocação Tecnológico que está sendo executado no Amapá pela Universidade Federal Fluminense, para verticalização da produção das cadeias do açaí, pescado e castanha-do-brasil.
O deputado acenou positivamente e afirmou que buscará agenda com ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Marcos Pontes, já na semana em que ocorrerá o 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo, agendado para o período de 8 a 10 de maio, na capital federal.
Também estiveram presentes no encontro o conselheiro da OCB Charlon Silva, e o representante dos castanheiros, Mariolando Araújo, e a superintendente Patrícia Silva.
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Foi aprovada por unanimidade na noite dessa sexta-feira, 26, a prestação de contas do Sistema OCB-AP. Após apresentar um relatório minucioso e realizar de forma detalhada a prestação de contas de 2018, as Cooperativas filiadas a OCB-AP aprovaram as contas da Casa do Cooperativismo.
Mesmo com uma forte retração econômica que afetou o Amapá e todo o Brasil, o Sistema OCB-AP conseguiu se manter firme na realização das suas atividades, treinamentos, apoio as cooperativas, fortalecimento e representação política e institucional do Cooperativismo Amapaense.
"Não apresentamos crescimento, mas diante do cenário crítico que enfrentamos, enxergamos o lado positivo no qual nos mantivemos firmes na realização das nossas atividades e caminhando ao lado das cooperativas", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
Relatório de Gestão
Segundo o relatório, depois de três anos de progressão consecutiva, as cooperativas do Amapá retraíram junto com a economia do Estado, sobretudo aquelas com atividades de prestação de serviços terceirizados à administração pública, a exemplo de cooperativas que já alavancaram o sistema no Amapá, como é o caso de empreendimentos de locação de veículos e transportes de cargas.
O relatório apontou ainda que o Sistema proporcionou a inovação com novos serviços de cooperativas, a exemplo dos aplicativos de celular para os serviços de táxi e mototaxi em Macapá.
Plano de Trabalho 2019
As cooperativas receberam o Plano de Trabalho que será executado pelos próximos meses, no qual está previsto cursos, treinamentos, intercâmbios entre outras atividades de promoção e fortalecimento do Cooperativismo.
O Sistema também aposta no setor produtivo, com atividades econômicas agroextrativistas e agropecuárias para crescer junto com a economia do Estado.
Outra boa expectativa para 2019 é o projeto Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de R$ 7 milhões para fomentar 10 cooperativas produtoras das cadeias do pescado, da castanha do brasil e do açaí, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
Somando com o Cooperativismo
A Assembleia contou com a participação do Deputado Estadual Jesus Pontes, que tem atuado no parlamento na defesa dos anseios do setor produtivo e na solução de inúmeros entraves que emperram o crescimento do estado e do referido setor.
O presidente da ACRIAP, Naldo Góes, também esteve presente e sinalizou apoio ao trabalho e projetos do Sistema OCB-AP e das cooperativas amapaenses.
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Os efeitos da crise que atingiu a economia do país nos últimos anos também assolaram o cooperativismo no Amapá. Pela primeira vez, o segmento não cresceu, e, além disso, encolheu. Quem aponta é o relatório de atividades e o balanço de contas referente ao exercício 2018 do Sistema OCB Amapá.
O estudo foi apresentado e debatido durante reunião do Conselho Administrativo da entidade, ocorrido nesta quinta-feira (25). A reunião foi a segunda do dia referente à pauta. Pela manhã, foi apresentada a prestação de contas, cujo balanço foi aprovado pelo Conselho Fiscal do órgão.
Segundo o relatório, depois de três anos de progressão consecutiva, as cooperativas do Amapá retraíram junto com a economia do Estado, sobretudo aquelas com atividades de prestação de serviços terceirizados à administração pública, a exemplo de cooperativas que já alavancaram o sistema no Amapá, como é o caso de empreendimentos de locação de veículos e transportes de cargas. Junto com elas, 21 cooperativas fecharam as portas em 2018. Além disso, nenhuma outra foi fundada no período.
Na avaliação do presidente do Sistema OCB, Gilcimar Pureza, os efeitos da crise econômica se refletiram no cooperativismo. “ 2018 foi um dos anos mais difíceis da história do cooperativismo no Estado. Nós também somos um espelho da economia do Estado, que se retraiu em todo o país e aqui no Amapá sentimos muito”, lamentou.
Por outro lado, o empenho do Sistema proporcionou a inovação com novos serviços de cooperativas, a exemplo dos aplicativos de celular para os serviços de taxi e mototaxi em Macapá.
Para 2019, o Sistema ainda aposta no setor produtivo, com atividades econômicas agroextrativistas e agropecuárias para crescer junto com a economia do Estado.
Outra boa expectativa para 2019 é o projeto Centro de Vocação Tecnológica (CVT) de R$ 7 milhões para fomentar 10 cooperativas produtoras das cadeias do pescado, da castanha do brasil e do açaí, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
“A nossa aposta para crescer ainda é o setor produtivo, mas o Estado precisa resolver problemas anacrônicos como a regularização fundiária e licenciamentos ambientais. Esperamos retomar o crescimento que vínhamos tendo desde 2015, em 2016 e 2017 e estancamos em 2018”, analisou Pureza.
Uma análise mais aprofundada do exercício 2018 deverá ocorrer nesta sexta-feira (26), às 16h, na assembleia geral do Sistema OCB Amapá, que reunirá representantes das cooperativas de todo o Estado. O encontro ocorre na sede da entidade, no Centro de Macapá.