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Um movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas. Este é o Dia de Cooperarque, em 2019 completa 10 anos, beneficiando brasileiros e mostrando que o movimento cooperativista se diferencia dos demais modelos econômicos por sua capacidade de mudar, para melhor, a vida das pessoas. E, neste ano, as iniciativas transformadoras, realizadas com o apoio do Sistema OCB e suas organizações estaduais, registraram o envolvimento recorde de cooperativas. Confira na entrevista abaixo, realizada com a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira, os próximos passos do Dia de Cooperar. Qual a importância dessas iniciativas estarem alinhadas aos ODS? Desde quando começamos a estimular as ações e práticas do Dia C, vinculadas aos ODS, percebemos um impacto muito grande de contribuição das cooperativas em relação à essa agenda mundial. Para se ter uma ideia, começamos com ações em apenas de 7 ODS e, atualmente, as iniciativas podem ser enquadradas em, pelo menos, um dos 17 ODS. Prova disso é o reconhecimento que tivemos até em nível internacional. Primeiro foi a Aliança Cooperativa Internacional que reconheceu o Dia C como um movimento que engaja as cooperativas em relação à agenda dos ODS. E, depois, a própria ONU passou a reconhecer esse fato, realizando diversas atividades conosco. Vale destacar que, inclusive, já fomos convidados para realizar palestras e apresentações sobre o Dia C dentro e fora do país. Considerando que o Dia C, a partir de 2018 se tornou um grande movimento, você pode explicar qual a diferença entre ação e projeto? As cooperativas que participam do Dia C podem escolher como desenvolverão suas atividades. Se a cooperativa tem a possibilidade de realizar ações mais pontuais, em um único dia, de mobilizar a comunidade, mobilizar os cooperados para uma atividade apenas, classificamos a iniciativa como ação, que é algo esporádico e pontual. Agora, se a cooperativa tem condição de realizar um projeto contínuo, algo mais duradouro e que vai trazer alguma transformação para aquela comunidade, caracterizamos como projeto. Em síntese, uma ação ocorre de maneira pontual, ao contrário do projeto, realizado de forma contínua, trazendo resultados mais duradouros e, possibilitando, um acompanhamento maior por parte da cooperativa. É importante que as cooperativas desenvolvam mais projetos do que apenas ações pontuais? Exatamente. É muito importante que as cooperativas comecem a abraçar a prática de projetos contínuos. Isso permite que elas coloquem em prática o sétimo princípio do cooperativismo: o interesse pela comunidade. Se ela tem a capacidade de realizar uma iniciativa mais contínua para trazer resultados melhores para a comunidade, que isso seja feito. Nós, do Sistema OCB, estimulamos muito isso. Como as cooperativas que ainda não fazem parte desse movimento podem participar? É muito importante que as cooperativas que têm o interesse em participar do Dia C procurem as unidades estaduais do Sescoop, em todas as capitais brasileiras. Essas unidades são capazes de estimular e orientar essa participação. No nosso site: www.somoscooperativismo.coop.br
é possível encontrar todos os endereços e demais informações de contato para que os interessados recebam todas as orientações não apenas sobre o Dia C, mas sobre o cooperativismo como um todo, de forma internacional, nacional e regional. Quais as novidades para o ano que vem? Nós temos uma preocupação grande com a coerência entre o nosso discurso e a nossa ação. O que fazemos, refletimos em nossos materiais, por isso, a partir de 2019, as cooperativas vão ver muitas novidades. Primeiro, trazendo a sustentabilidade como carro-chefe, já que nos preocupamos muito com o meio ambiente. Vamos trabalhar com balões biodegradáveis, papéis-semente, camisetas com fibra de garrafa pet, justamente para diminuirmos ao máximo o impacto das nossas ações. Além disso, toda a nossa identidade visual (bonés, camisetas e sacochilas) poderão ser reutilizadas nos anos seguintes. As cooperativas vão poder enxergar na marca e nos materiais do Dia C a nossa preocupação e o nosso compromisso com a sustentabilidade. O ano de 2019 é muito importante para o Dia C, não é mesmo? Sim. Em 2019 o Dia C completa 10 anos e, por isso, a celebração será muito importante, pois percebemos essa evolução. Ele nasceu em Minas Gerais e foi conquistando os outros estados. Atualmente, temos registros de que o Dia C já ocorre em mais de mil municípios do país, beneficiando milhões de brasileiros. Temos muito para comemorar, celebrar e continuar sonhando. Fonte: Sistema OCB
A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei (PL) 1292/1995 que altera a Lei de Licitações e Contratos da Administração Pública. O projeto ainda deverá ser votado pelos deputados no Plenário da Casa.
Como o tema é bastante amplo e complexo, foram realizadas diversas audiências públicas com parlamentares, governo e sociedade civil para cada parte tivesse a oportunidade de apresentar suas considerações. Em seu parecer, o deputado João Arruda (PR) buscou assegurar a forma de contratação mais vantajosa para a administração pública, o desenvolvimento nacional sustentável, a justa competição e evitar o sobrepreço e o superfaturamento de contratos.
COOPERATIVAS
Após atuação da OCB, o projeto assegura a participação das cooperativas em processos licitatórios afastando qualquer impedimento legal. Também veda ao agente público (ressalvados os casos descritos em lei) comprometer, restringir ou frustrar o caráter competitivo de licitações inclusive nos casos de cooperativas.
O texto também inclui a dispensa de licitação quando se tratar de coleta, comercialização ou processamento de resíduos sólidos em que os serviços são realizados por cooperativas de coleta. A matéria é de origem do Senado Federal e será analisada novamente pelos senadores com as novas mudanças propostas pelos deputados.
O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, participou da reunião da Federação dos Sindicatos e Organizações de Cooperativas da Região Norte (FECOOP NORTE), realizada no dia 26 de novembro, do qual o Amapá compõe a vice-presidência.
Na pauta discutiu-se a carta sindical da Federação no Ministério do Trabalho, a extinção da contribuição sindical para contribuição confederativa e a agenda com Deputados Federais e Senadores para compor FRENCOOP Nacional, que foi marcada para 20 de fevereiro de 2019.
No dia 28, o presidente Gilcimar Pureza, proferiu uma palestra para jovens do Programa Jovem Aprendiz, desenvolvido nas cooperativas do Amazonas.
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O mundo do Cooperativismo é amplo e no Amapá essa vertente tem aguçado a curiosidade de muitos acadêmicos que procuram se aprofundar nos ramos cooperativistas. Um belo exemplo é a Faculdade IMMES que tem compartilhado com os alunos conhecimento e o funcionamento das Cooperativas no Estado.
Na manhã desta quarta-feira, 28, acompanhados da professora Solange Perelano; e da Gerente de Cooperativas do Sistema OCB-AP, Naiane Videira; os acadêmicos Jackson Barbosa e Sandryuany Moraes; foram recebidos pela Diretoria da Uniodonto Amapá.
Durante o encontro os acadêmicos do curso de Administração puderam conhecer um pouco da Cooperativa Odontológica que se tornou referência em todo Estado.
"É gratificante poder compartilhar nossa experiência, e até mesmo, servir de exemplo dentro da Faculdades. Precisamos disseminar as boas práticas e fortalecer o Cooperativismo no Amapá", destacou a presidente da Uniodonto Amapá, Dra. Ana Valéria Silva.
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U
ma delegação composta por dirigentes de oito cooperativas do ramo mineral, da OCB-AP e OCB Nacional, foi recebida na sede da Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto, na cidade de Peixoto de Azevedo no Estado do Mato Grosso. O intercâmbio oportunizou as Cooperativas conhecerem as dependências físicas da instituição, o quadro de técnicos e colaboradores, além da sua logística e estrutura funcional que atende mais de 6 mil cooperados dos sete municípios de sua abrangência.
Uma oportunidade ímpar de conhecimento e apriporamento de gestão. Durante a visita o presidente da COOGAVEPE, Gilson Camboim, palestrou sobre o histórico de todas as etapas enfrentadas até se chegar a fundação da cooperativa em meados de 2007, que hoje se tornou uma referência em todo território nacional no ramo mineral.
Temas como gestão administrativa, organização contábil, legislação, tecnologias, metodologias aplicadas, desenvolvimento econômico e social foram abordados para que as Cooperativas Amapaenses sejam bem sucedidas na missão de fomentar a atividade e garantir estabilidade nas ações de interesse específico dos cooperados, estimulando um ambiente participativo, democrático e justo.
A delegação de Cooperativas de Mineração do Amapá conheceram também a funcionalidade do Viveiro Municipal de Mudas gerido pela Secretaria de Meio Ambiente em parceria com a COOGAVEPE. Os trabalhos estão concentrados na meta de produção de 100.000 mudas de árvores nativas, frutíferas e ornamentais que já estão sendo utilizadas nos projetos de recuperação de áreas degradadas que inclusive contam com assistência técnica do Departamento Ambiental da Cooperativa de Garimpeiros.
No Garimpo Filão da Porteira eles puderam acompanhar o emprego de mecanização no processo de extração de ouro, que por sua vez assegura um melhor reaproveitamento do rejeito mineral na extração modalidade subterrânea. A operação altamente tecnificada vem acompanhada de pesquisas, medidas de segurança no trabalho e minimização dos impactos ambientais.
A Comitiva do Amapá também participou de uma palestra com o Piscicultor e Produtor Rural, Vilamir José Longo, que utilizou recursos audiovisuais para mostrar a recuperação dos passivos ambientais provocados pelo garimpo transformando-as em novas alternativas de fonte de renda, como as cadeias produtivas de criação de peixes da espécie Pirarucu e cultivo do pequi gigante, ambos bem sucedidos na região da Gleba ETA em Peixoto de Azevedo. Visitaram ainda uma fundição que produz equipamentos e peças de escavadeiras, uma torneadora que desenvolve equipamentos como moinhos e também peças de máquinas utilizadas na extração do minério de ouro e um projeto que capacita cooperados na lapidação de pedras preciosas.
De acordo com o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, o intercâmbio oportunizou uma vivência fantástica para todos os participantes. “Uma região que envolve sete municípios e é fomentada pela Cooperativa que consegue produzir inserindo inovação, confiança, participação dos cooperados, apoio e respeito do poder público, com a geração de riqueza para essa região. É um exemplo a ser seguido e os dirigentes do Amapá puderam se motivar a melhorar e sistematizar práticas de produção e gestão”, destacou Gilcimar.
Integraram a delegação do Intercâmbio: Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Lourenço (COOGAL), Cooperativa Mineral de São Domingos (COOMING), Cooperativa de Garimpeiros do Vale Vila Nova (COOPGAVIN), Cooperativa do Vale do Amapari (COOPERVALE), Cooperativa do Vale do Capivara (COGACA), Cooperativa de Mineração Especializada do Vale do Jari
(COOMEJ), Cooperativa Extrativista Mineral dos Vales do Oiapoque e Cassiporé
(MINACOOP) e Cooperativa Extrativista Mineral do Estado do Amapá (COOEMAP).
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ma delegação composta por dirigentes de oito cooperativas do ramo mineral, da OCB-AP e OCB Nacional, foi recebida na sede da Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto, na cidade de Peixoto de Azevedo no Estado do Mato Grosso. O intercâmbio oportunizou as Cooperativas conhecerem as dependências físicas da instituição, o quadro de técnicos e colaboradores, além da sua logística e estrutura funcional que atende mais de 6 mil cooperados dos sete municípios de sua abrangência.
Uma oportunidade ímpar de conhecimento e apriporamento de gestão. Durante a visita o presidente da COOGAVEPE, Gilson Camboim, palestrou sobre o histórico de todas as etapas enfrentadas até se chegar a fundação da cooperativa em meados de 2007, que hoje se tornou uma referência em todo território nacional no ramo mineral.
Temas como gestão administrativa, organização contábil, legislação, tecnologias, metodologias aplicadas, desenvolvimento econômico e social foram abordados para que as Cooperativas Amapaenses sejam bem sucedidas na missão de fomentar a atividade e garantir estabilidade nas ações de interesse específico dos cooperados, estimulando um ambiente participativo, democrático e justo.
A delegação de Cooperativas de Mineração do Amapá conheceram também a funcionalidade do Viveiro Municipal de Mudas gerido pela Secretaria de Meio Ambiente em parceria com a COOGAVEPE. Os trabalhos estão concentrados na meta de produção de 100.000 mudas de árvores nativas, frutíferas e ornamentais que já estão sendo utilizadas nos projetos de recuperação de áreas degradadas que inclusive contam com assistência técnica do Departamento Ambiental da Cooperativa de Garimpeiros.
No Garimpo Filão da Porteira eles puderam acompanhar o emprego de mecanização no processo de extração de ouro, que por sua vez assegura um melhor reaproveitamento do rejeito mineral na extração modalidade subterrânea. A operação altamente tecnificada vem acompanhada de pesquisas, medidas de segurança no trabalho e minimização dos impactos ambientais.
A Comitiva do Amapá também participou de uma palestra com o Piscicultor e Produtor Rural, Vilamir José Longo, que utilizou recursos audiovisuais para mostrar a recuperação dos passivos ambientais provocados pelo garimpo transformando-as em novas alternativas de fonte de renda, como as cadeias produtivas de criação de peixes da espécie Pirarucu e cultivo do pequi gigante, ambos bem sucedidos na região da Gleba ETA em Peixoto de Azevedo. Visitaram ainda uma fundição que produz equipamentos e peças de escavadeiras, uma torneadora que desenvolve equipamentos como moinhos e também peças de máquinas utilizadas na extração do minério de ouro e um projeto que capacita cooperados na lapidação de pedras preciosas.
De acordo com o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, o intercâmbio oportunizou uma vivência fantástica para todos os participantes. “Uma região que envolve sete municípios e é fomentada pela Cooperativa que consegue produzir inserindo inovação, confiança, participação dos cooperados, apoio e respeito do poder público, com a geração de riqueza para essa região. É um exemplo a ser seguido e os dirigentes do Amapá puderam se motivar a melhorar e sistematizar práticas de produção e gestão”, destacou Gilcimar.
Integraram a delegação do Intercâmbio: Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Lourenço (COOGAL), Cooperativa Mineral de São Domingos (COOMING), Cooperativa de Garimpeiros do Vale Vila Nova (COOPGAVIN), Cooperativa do Vale do Amapari (COOPERVALE), Cooperativa do Vale do Capivara (COGACA), Cooperativa de Mineração Especializada do Vale do Jari
(COOMEJ), Cooperativa Extrativista Mineral dos Vales do Oiapoque e Cassiporé
(MINACOOP) e Cooperativa Extrativista Mineral do Estado do Amapá (COOEMAP).
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Dirigentes da FECOOMI receberam na sede do Sistema OCB-AP, o deputado Estadual eleito Jesus Pontes e o senador eleito, Lucas Barreto, para apresentar propostas voltadas ao desenvolvimento do setor mineral no Amapá.
A reunião também foi integrada pelo Presidente do Sindicato das Empresas de Mineração do Amapá, Bruno Cei, e a Presidente da Coopercedro, Sandra Siqueira. Além de representantes da OAB e Agência Amapá.
Na pauta foram discutidos assuntos como Licenciamento Ambiental, Revisão do Acordo Transfronteiriço Brasil/França, falta de pessoal e estrutura no IMAP e ANM.
De acordo com Chico Nogueira, um dos líderes e referência do setor mineral do Amapá, será construído um documento pelos membros da FECOOMI para os Governantes e parlamentares eleitos.
O deputado Estadual Jesus Pontes e o Senador Lucas Barreto, manifestaram apoio irrestrito demonstrando preocupação e empenho para solucionar esses problemas que paralisam hoje o maior gerador de divisas para o Estado que é o setor mineral.
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O Sistema OCB-AP assinou na manhã desta segunda-feira, 19, com o Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI um Convênio que prevê descontos de mensalidades nos Pólos de Macapá e Santana.
Com a parceria os descontos podem chegar até 50%. O benefício também irá abranger os familiares dos Cooperados que desejam cursar o Ensino Superior ou Especializações.
"Temos mais de 20 cursos de Graduação e inúmeras Pós Graduações oportunizando conhecimento e o tão sonhado diploma. Essa parceria com o Sistema OCB-AP nos felicita pela admiração e respeito que temos com o cooperativismo", ressaltou o Gestor dos Pólos de Macapá e Santana, Juvelino Savaris.
A comitiva do Sistema OCB-AP integrada pelo presidente Gilcimar Pureza, a Superintendente Patrícia Sousa; e os Conselheiros Edyr Pacheco, Charlon Rodrigues, Rosa Torrinha e Aviano Sarmento puderam conhecer de forma interativa como a UNIASSELVI trabalha, além da sua plataforma digital e método de ensino.
"Achamos bem interessante o método de ensino, por parte do Curso ser à distância o que oportuniza os Cooperados que moram mais distante uma opção de curso superior e formação. A estrutura da Universidade, os métodos inovadores, a flexibilidade aliada aos preços atrativos são fatores que me chamaram muito atenção", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
Entre os cursos de Graduação mais procurados estão Administração, Biomedicina, Nutrição, Radiologia, Fisioterapia, Gerontologia, Psicopedagogia, Engenharia Ambiental e Sanitária, além de outras opcões.
As Pós-graduações são voltadas as inúmeras áreas como Ciência de Dados, Enfermagem do Trabalho, Nutrição Hospitalar, Contabilidade Pública, Engenharia de Segurança no Trabalho, Gestão por Competências, Educação no Campo, entre outros.
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Os acadêmicos visitaram o Sistema OCB-AP, onde conheceram melhor a atuação do Sistema e das Cooperativas no Estado.
"Estamos buscando ampliar a base da formação do Curso, e o tema tem sido abordado pelas Faculdades", explicou a Professora do IMMES, Solange.
Neste feriado de 15 de novembro o Grupo realizou a visita técnica na Cooperativa COMAGRO, na propriedade do Presidente Valdomiro, onde foram recebidos com café da manhã com produtos da Cooperativa. Na ocasião o presidente mostrou a produção orgânica de hortaliças utilizando compostagem a base de caroço de açaí.
O diretor da Cooperativa Jairson, apresentou o aplicativo da COMAGRO onde os cooperados tem acesso e acompanham em tempo real os contratos da cooperativa e a movimentação financeira.
Segundo o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, essa é uma inovação na gestão que a torna transparente e fortalece a confiança entre os membros.
A acadêmica do CEAP, Caroline que esteve presente na visita compartilhou que defenderá sua tese de conclusão de curso em dezembro com tema: "Cooperativismo e a Produtividade no Setor Primário do Amapá". Mais uma oportunidade de difundir e ampliar a temática.
A gerente de administração da OCB-AP, frisou que há diversas cooperativas em todo Estado com bons exemplos e outras com necessidades de apoio e essa aproximação dos acadêmicos será proveitosa para todos.
A visita técnica à COMAGRO, também foi acompanhada pela Coordenadora Eliete, e o Prof. Dilnei.
O grupo fará uma segunda visita a Cooperativa AMAZONBAI.
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O cooperativismo Amapaense também está representado no esporte. O representante do Sistema OCB-AP e SESCOOP-AP, Dr. Eide Figueira, integrou a equipe master de futebol da OAB-AP, que sagrou-se campeã brasileira, em Foz do Iguaçu.
O time se classificou contra o Paraná com um placar de 3x2. Em seguida, venceu nas quartas de final a equipe de Santa Catarina por 2x0. Já na semifinal levou a melhor contra o Mato Grosso por 2x1. E na grande final venceu a campeã de 2017, Rondônia, com o placar de 2x1.
"Um título nacional inédito para o esporte coletivo amapaense. Poder integrar a equipe e trazer o troféu pro Amapá foi gratificante. Ainda mais poder compartilhar essa conquista com o Sistema OCB-AP, onde o troféu permaneceu por um dia na casa do cooperativismo Amapaense", descreveu sua emoção o Advogado Eide Figueira.
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O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, entregou na última quarta-feira (7/11) ao vice-presidente eleito do país, general Hamilton Mourão, o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo
, com as principais contribuições do cooperativismo para a Presidência da República, no período de 2019 a 2022. O encontro foi realizado na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília. As propostas estão apresentadas em cinco capítulos com destaque para a regulamentação do ato cooperativo. “Acreditamos que o próximo governo federal criará condições favoráveis para fortalecer o cooperativismo no país. As cooperativas exercem um papel fundamental na economia e são capazes de estimular o crescimento brasileiro”, afirmou Márcio Freitas, referindo-se ao primeiro capítulo do documento, Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas. A OCB considera fundamental que o Poder Executivo adote medidas para diminuir entraves estruturais, burocráticos e financeiros. Dessa forma, o cooperativismo continuará contribuindo na geração de trabalho e de renda para milhares de pessoas. O documento com 42 páginas reforça a importância do cooperativismo como um modelo de negócio, com estrutura de gestão e governança bem definidas, baseado na união das pessoas, que conecta o campo e a cidade, impulsionando o crescimento de comunidades locais, e do país como um todo, por meio do empreendedorismo coletivo e sustentável. Essa é a segunda vez que o Sistema formaliza uma carta de intenções aos eleitos para assumir a Presidência da República. A primeira ocorreu no pleito de 2014. DEMANDAS
As proposições resultam de um processo participativo que ouviu mais de 1,3 mil lideranças cooperativistas representantes das 27 unidades estaduais do Sistema OCB presentes em todo o país e também dos 13 ramos de atuação do cooperativismo (agropecuário, consumo, crédito, educação, habitação, infraestrutura, mineração, produção, saúde, social, trabalho, transporte e turismo e lazer).
1. Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas
Esperamos que o próximo governo busque fortalecer o papel das cooperativas como parte da agenda estratégica do país, reconhecendo os diferenciais das sociedades cooperativas e seu alto impacto para o desenvolvimento de pessoas e comunidades. Isto não significa somente concordar com a sua importância, mas que este fator seja o propulsor de ações efetivas para dar maior competitividade às cooperativas, com destaque para a regulamentação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.
2. Cooperativismo como motor de desenvolvimento do país
Destacamos a importância de propostas que valorizem o papel das cooperativas para combatermos a fome, alcançarmos a segurança alimentar e a melhoria da nutrição no Brasil e no mundo, por meio de uma produção agropecuária sustentável. Também consideramos fundamentais as políticas públicas que reforcem o papel das cooperativas na inclusão financeira, desenvolvimento regional e redução das desigualdades, bem como para superarmos os atuais desafios de transporte e logística de escoamento da produção brasileira, promovendo o desenvolvimento econômico e social do país.
3. Cooperativas em prol de cidades e comunidades mais sustentáveis
Destacamos diversas propostas de como as cooperativas podem contribuir, ainda mais, com o governo para prestação de serviços de interesse público com maior dinamismo e eficiência, com foco na ampliação do atendimento de saúde da população brasileira, no acesso à energia limpa e de alta qualidade no campo e nas cidades, no avanço à educação inclusiva, equitativa e de qualidade e em diversos setores econômicos onde as cooperativas atuam com destaque.
4. Cooperativismo como plataforma da economia colaborativa
Pensar em cooperativismo é também refletir sobre políticas públicas de incentivo às novas tendências de se trabalhar em rede, conectar pessoas e colocá-las no centro das tomadas de decisão de seus próprios negócios, por meio do empreendedorismo coletivo e da autogestão. Assim, sugerimos ao governo propostas de apoio às cooperativas como opção sustentável para milhares de trabalhadores brasileiros contarem com melhores condições de inserção de seus produtos e serviços no mercado.
5. Criando bases para um país do futuro
Uma parte significativa dos desafios para empreender no Brasil diz respeito à viabilização, por parte do governo, de um ambiente de negócios favorável aos investimentos. Neste sentido, acreditamos serem fundamentais as medidas de simplificação tributária, responsabilidade fiscal, combate à corrupção, desburocratização das atividades econômicas e de retomada de investimentos em infraestrutura e logística, dentre diversos outros desafios para a recondução econômica do país.
NÚMEROS
O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de brasileiros, e melhorando qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Segundo dados da OCB, o Brasil conta com:
• 6.887 mil cooperativas;
• 14,2 milhões de cooperados;
• 398,1 mil empregos diretos.
Fonte: Sistema OCB
, com as principais contribuições do cooperativismo para a Presidência da República, no período de 2019 a 2022. O encontro foi realizado na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília. As propostas estão apresentadas em cinco capítulos com destaque para a regulamentação do ato cooperativo. “Acreditamos que o próximo governo federal criará condições favoráveis para fortalecer o cooperativismo no país. As cooperativas exercem um papel fundamental na economia e são capazes de estimular o crescimento brasileiro”, afirmou Márcio Freitas, referindo-se ao primeiro capítulo do documento, Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas. A OCB considera fundamental que o Poder Executivo adote medidas para diminuir entraves estruturais, burocráticos e financeiros. Dessa forma, o cooperativismo continuará contribuindo na geração de trabalho e de renda para milhares de pessoas. O documento com 42 páginas reforça a importância do cooperativismo como um modelo de negócio, com estrutura de gestão e governança bem definidas, baseado na união das pessoas, que conecta o campo e a cidade, impulsionando o crescimento de comunidades locais, e do país como um todo, por meio do empreendedorismo coletivo e sustentável. Essa é a segunda vez que o Sistema formaliza uma carta de intenções aos eleitos para assumir a Presidência da República. A primeira ocorreu no pleito de 2014. DEMANDAS
As proposições resultam de um processo participativo que ouviu mais de 1,3 mil lideranças cooperativistas representantes das 27 unidades estaduais do Sistema OCB presentes em todo o país e também dos 13 ramos de atuação do cooperativismo (agropecuário, consumo, crédito, educação, habitação, infraestrutura, mineração, produção, saúde, social, trabalho, transporte e turismo e lazer).
1. Reconhecimento da importância econômica e social das cooperativas
Esperamos que o próximo governo busque fortalecer o papel das cooperativas como parte da agenda estratégica do país, reconhecendo os diferenciais das sociedades cooperativas e seu alto impacto para o desenvolvimento de pessoas e comunidades. Isto não significa somente concordar com a sua importância, mas que este fator seja o propulsor de ações efetivas para dar maior competitividade às cooperativas, com destaque para a regulamentação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.
2. Cooperativismo como motor de desenvolvimento do país
Destacamos a importância de propostas que valorizem o papel das cooperativas para combatermos a fome, alcançarmos a segurança alimentar e a melhoria da nutrição no Brasil e no mundo, por meio de uma produção agropecuária sustentável. Também consideramos fundamentais as políticas públicas que reforcem o papel das cooperativas na inclusão financeira, desenvolvimento regional e redução das desigualdades, bem como para superarmos os atuais desafios de transporte e logística de escoamento da produção brasileira, promovendo o desenvolvimento econômico e social do país.
3. Cooperativas em prol de cidades e comunidades mais sustentáveis
Destacamos diversas propostas de como as cooperativas podem contribuir, ainda mais, com o governo para prestação de serviços de interesse público com maior dinamismo e eficiência, com foco na ampliação do atendimento de saúde da população brasileira, no acesso à energia limpa e de alta qualidade no campo e nas cidades, no avanço à educação inclusiva, equitativa e de qualidade e em diversos setores econômicos onde as cooperativas atuam com destaque.
4. Cooperativismo como plataforma da economia colaborativa
Pensar em cooperativismo é também refletir sobre políticas públicas de incentivo às novas tendências de se trabalhar em rede, conectar pessoas e colocá-las no centro das tomadas de decisão de seus próprios negócios, por meio do empreendedorismo coletivo e da autogestão. Assim, sugerimos ao governo propostas de apoio às cooperativas como opção sustentável para milhares de trabalhadores brasileiros contarem com melhores condições de inserção de seus produtos e serviços no mercado.
5. Criando bases para um país do futuro
Uma parte significativa dos desafios para empreender no Brasil diz respeito à viabilização, por parte do governo, de um ambiente de negócios favorável aos investimentos. Neste sentido, acreditamos serem fundamentais as medidas de simplificação tributária, responsabilidade fiscal, combate à corrupção, desburocratização das atividades econômicas e de retomada de investimentos em infraestrutura e logística, dentre diversos outros desafios para a recondução econômica do país.
NÚMEROS
O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de brasileiros, e melhorando qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Segundo dados da OCB, o Brasil conta com:
• 6.887 mil cooperativas;
• 14,2 milhões de cooperados;
• 398,1 mil empregos diretos.
Fonte: Sistema OCB
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza; e Bruno Terralta representando a Federação das Cooperativas do Ramo Mineral do Amapá (FECOMI), no período de 02 a 05 de novembro cumpriram agenda no município de Oiapoque, onde participaram de reunião na comunidade de Vila Brasil com a presença do Juiz Federal Dr. João Bôsco e a Prefeita de Oiapoque Maria Orlanda.
Na ocasião a população local expôs a dificuldade que vem enfrentando por conta do Acordo Transfronteiriço assinado entre o governo brasileiro e francês que impõe uma série de restrições a rotina daquela comunidade e do município de Oiapoque como o direito básico de ir e vir, o transporte de alimentos e mercadorias, abuso de autoridade do lado francês e brasileiro com diversos relatos. Outro fator se refere a relação com ICMBIO, segundo os moradores não são boas, há intransigência em permissão aos munícipes fazerem melhorias nas residências, empreendimentos e produção agrícola e extrativista, todos alegam que antes do decreto de Criação do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque a vila já existia há décadas e isso não é levado em conta.
Por fim, a criminalização da atividade mineral, onde as autoridades francesas acreditam que a Vila Brasil e Ilha Bela fomentam atividade garimpeira ilegal e por conta disso agem cerceando os direitos dos brasileiros.
O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, que viajou por 7 horas de carro e mais 7 horas de voadeira, afirmou valer à pena todo sacrifício para participar da plenária com a presença do magistrado e da prefeita.
“O movimento cooperativista é solidário porque atinge até no Lourenço. Enquanto o Estado Brasileiro for omisso e negligente com seu povo a ilegalidade tende a aumentar e o cidadão não pode presumir genericamente que todos cometem atos ilegais. O Município de Oiapoque teria muito a contribuir com a economia do Amapá se não fosse esse comportamento da União e a submissão do Estado do Amapá diante dessas situações”, relatou Gilcimar.
O Sistema OCB-AP somará em uma campanha para rever este acordo diante do novo cenário político que ocorrerá em 2019. Bruno Terralta reforçou que várias atividades são travadas, várias relações comerciais são feitas pelo Pará com a Guiana e Caribe por conta dessas amarras a qual o Amapá é submetido. Já o Juiz Federal, Dr. João Bôsco se comprometeu em buscar soluções junto ao Exército Brasileiro, ICMBio e o Governo do Amapá.
Após as agendas o grupo visitou ainda autoridades francesas no Município vizinho, CAMOPI.
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Antes de decidir se compra ou não, o consumidor consciente exige muito mais que qualidade e preço justo. Ele quer ter a certeza de levar para casa opções que impactam positivamente tanto a sociedade quanto o meio ambiente. E nesse caso, o cooperativismo é a resposta, afinal, por traz de um rótulo há um rosto e, além do CNPJ, há vários CPFs. É por isso que o Sistema OCB lança o carimbo do movimento SomosCoop. O objetivo é mostrar que onde tem cooperativismo tem a força do trabalho de muitas pessoas. “Nós já conhecemos o perfil desse novo consumidor, é por isso que lançamos o carimbo do movimento SomosCoop para que as cooperativas brasileiras apliquem em seus produtos ou serviços. Assim, com esse engajamento, poderemos mostrar, rapidamente, à sociedade a capacidade do cooperativismo em transformar o mundo em um lugar mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos”, garante o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. NOVA CARA A ideia é tornar mais fácil a identificação dos produtos e serviços com DNA cooperativista e, assim, todo mundo vai poder reconhecer o valor de escolher, de forma consciente, o que vai consumir. Vale destacar que as quase sete mil cooperativas brasileiras produzem de grãos a carnes e oferecem serviços variados, tais como os médicos, os educacionais, os financeiros, os de transporte e muito mais. “Numa cooperativa, tudo é planejado e produzido de forma ética, com o mais amplo respeito aos valores que tornam o nosso movimento diferente dos demais tipos de empresas. Cada cooperado é valorizado por sua capacidade de produzir em prol do coletivo. É por isso que afirmamos: o cooperativismo transforma a vida de todos aqueles que conhecem o valor da cooperação, pois todos ganham. Para nós, a palavra cooperar resume muito bem a frase: um por todos e todos por um”, enfatiza Márcio Freitas. ADESÃO Para aderir, é muito simples: basta que as cooperativas devidamente registradas e regulares acessem o site do movimento SomosCoop
e baixe o manual de aplicação para conhecer todas as informações a respeito do uso do carimbo. Em caso de dúvidas, o interessado pode encaminhar e-mails para
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de lançar mais um serviço destinado apoiar as cooperativas na sua inserção em mercados. Trata-se do portal “Cooperativas nas Compras Públicas”, ambiente desenvolvido pelas gerências Técnica e Econômica e de Relações Institucionais, por meio do qual será possível receber informações a respeito dos editais de licitação e chamadas públicas para aquisição de produtos e serviços pelos governos nos níveis federal, estadual e municipal. A gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta, explica que o objetivo do portal é informar em tempo real as oportunidades de comercializar com o governo e dar todo o suporte para que as cooperativas acessem esse mercado. Confira. Qual é a importância do portal para as cooperativas? De acordo com os levantamentos da Gerência de Relações Institucionais da OCB, todos os anos os governos (federal, estadual e municipal) destinam cerca de R$ 500 bilhões para o atendimento das necessidades de seus programas especiais. Essas compras, tanto de produtos quanto de serviços, obedecem a um rigoroso sistema, baseado em pilares importantes como preços competitivos e qualidade. Por isso, para atender a esse que é maior cliente do país, o Sistema OCB lança essa plataforma digital, pois quando se fala em qualidade e preço justo, as cooperativas têm muito a mostrar e a contribuir. O Sistema OCB, além de criar esse site essencialmente para as cooperativas interessadas participarem das compras públicas, também disponibilizou um serviço especial de acompanhamento de todos os editais lançados pelos governos (municipal, estadual e federal), pois nossa expectativa é de que esse portal seja uma espécie de ponto de partida para quem tem interesse em negociar e vender para o Poder Público. Muitas de nossas cooperativas já participam desse mercado, porém a rotina de monitoramento das oportunidades é muito complexa e demorada, pois os órgãos divulgam seus editais em plataformas, dias e formatos diferentes, o que muitas vezes dificulta o acesso. Assim, decidimos oferecer um sistema onde elas poderão encontrar todas os editais em um só lugar, diariamente, poupando tempo e trabalho para focarem naquilo que é a sua maior especialidade, atender e gerar oportunidades de negócios para seus cooperados. Como as cooperativas interessadas podem utilizar a plataforma digital? É muito simples. As cooperativas precisam apenas acessar o site
e preencher cadastro especificando quais produtos ou serviços deseja oferecer ao governo. É importante que a cooperativa indique se vai quer participar dos processos de compras públicas em nível local, regional ou nacional. Após preencher essas informações, um consultor da OCB irá entrar em contato para finalizar o cadastro e explicar o funcionamento do serviço. E a partir daí as cooperativas irão receber, por e-mail, alertas com as indicações dos editais, segmentados por região e ramos de atividades de interesse da cooperativa e com base nos produtos e serviços que ela oferece. Também é possível acompanhar as oportunidades através de área específica do portal para cooperativas cadastradas. Como as cooperativas podem saber que tipo de produto ou serviço devem cadastrar no portal? O governo é o maior comprador do país e isso dificilmente mudará nos próximos anos. Anualmente, são comprados produtos e contratados serviços dos mais diversos tipos e setores, para atender órgãos do governo e políticas públicas as mais diversas possíveis. Dessa forma, todas as cooperativas que produzem desde os itens da cesta básica, até carnes in natura (aves, peixes, suínos e bovinos), alimentos industrializados, frutas e grãos podem se cadastrar. Também encontram muitas oportunidades cooperativas que prestadores de serviços. Aliás, em muitas cidades brasileiras, elas são responsáveis por prestarem serviços nas áreas de tecnologia da informação, médica, odontológica, infraestrutura, financeira, limpeza e conservação, dentre outros. Essas mesmas áreas também constituem a lista de serviços demandados pelo governo e, portanto, podem ser cadastrados no portal. Quais as condições para se cadastrar? Todas as cooperativas ativas e regulares no Sistema OCB podem se cadastrar no serviço que lançamos nesta semana e que é fruto do trabalho das gerências de Relações Institucionais e Técnica e Econômica. O benefício é gratuito e disponível para todos os ramos, basta acessar o portal realizar o cadastro. E para ser contratado pelo governo, o que deve ser levado em conta? É fundamental que as cooperativas interessadas em comercializar com o governo estejam atentas aos dispositivos de cada edital. Vale analisar o volume de produtos requeridos, o tempo de entrega, a viabilidade de produção e a lista de documentos exigidos. Alguns editais requerem certidões específicas e, por isso, o Sistema OCB teve o cuidado de preparar um passo a passo explicando tudo que a cooperativa vai precisar saber antes de se inscrever no processo de compra. Também serão disponibilizadas em breve cartilhas sobre modalidades e programas específicos de compras públicas, como é o caso dos programas de compras da agricultura familiar. E, se ainda tiver alguma dúvida, o representante da cooperativa pode entrar em contato com a OCB para obter mais informações sobre como participar de cada processo. Assim, esperamos ajudar o setor crescer e a gerar mais renda para milhares de brasileiros.
O movimento cooperativista brasileiro celebrou na última terça-feira, 30, seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico do país. A noite foi marcada pelo anúncio das cooperativas vencedoras do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano, promovido pelo Sistema OCB. O presidente Gilcimar Pureza esteve no evento representando o Sistema OCB Amapá.
Ao todo, 21 cooperativas tiveram suas boas práticas reconhecidas nacionalmente. O evento ocorreu em Brasília e mostrou como as cooperativas de todas as regiões do país promovem ações para o desenvolvimento social, por meio de um modelo econômico mais justo e sustentável. A cerimônia contou com a participação de lideranças cooperativistas, autoridades políticas e outros parceiros do movimento.
"No nível atual alcançado pelas cooperativas do Amapá já temos condições de concorrer nas diversas categorias, e está será uma meta para 2019. Um exemplo prático é Uniodonto Amapá, que concorreu e chegou até as etapas finas, ficando entre as 30 de mais de 600 concorrentes. Isso nos motiva e temos a certeza que chegaremos lá", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza
Fórum dos Presidentes das Unidades Estaduais do Sistema OCB
Aliado ao evento também ocorreu o Fórum dos Presidentes das Unidades Estaduais do Sistema OCB. Na ocasião foram discutidos pontos como: Pesquisa Nacional do Cooperativismo, com a demonstração dos resultados realizado em todos os Estados para subsidiar o 14° Congresso Brasileiro de Cooperativismo e que será disponibilizado as unidades estaduais. Núcleo de Informações e Mercados, onde apresentada a atuação do Sistema OCB para o desenvolvimento de mercado das cooperativas dentre eles o Anuário Brasileiro do Cooperativismo com os números da movimentação econômica das Cooperativas.
No Fórum também foi anunciada a data do Congresso Brasileiro de Cooperativismo que será realizado em Brasília de 8 a 10 de maio e que tratará de inovação, tendências de mercado, comunicação dentre outros temas.
Os presidentes também trataram sobre o Programa de Sustentabilidade Sindical, que ficou definido o conjunto de serviços que serão prestados pelo Sistema OCB as cooperativas e o fim da contribuição sindical no formato atual para Contribuição Confederativa que será arrecadada sempre no mês de Junho de 2019. Por fim, houve uma palestra com tema Inovação e Movimento Somos Coop.
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Sistema OCB oportuniza conhecimento de processos de gestão para Cooperativas de Transportes do Amapá
O Sistema OCB realizou no último dia 23 de outubro o V Seminário Nacional do Transporte Cooperativo, em São Paulo. O Amapá esteve representado pelas Cooperativas EQUINÓCIO, COOTRANSPOI, COOPMOTO e COOPLOGISTICA selecionadas pelo PDGC.
A programação do evento contou com palestras sobre gestão cuja discussão girou em torno da importância da orientação estratégica e de processos estruturados, especialmente em um contexto de grandes transformações e inovações, além de tratarem sobre cenários, tendências e oportunidades para as cooperativas de transporte no atual momento econômico brasileiro.
“Momentos como este engrandecem e fortalecem o trabalho das cooperativas de transporte. É uma oportunidade de aprendizado, e acima de tudo, de proporcionar a visualização de novas oportunidades para cada segmento”, destacou o presidente Gilcimar Pureza.
Vivenciando na prática
No dia 24 os participantes tiveram oportunidade de visitar duas grandes Cooperativas em São Paulo. Na COOPERTAX, o momento foi de conhecimento de processos de gestão de clientes, frota e central Call Center. Na COOPERTRANS, conheceram o Sistema de Certificação para transporte de produtos perigosos, central de compras, logística de transporte, sistema de gerenciamento comercial e financeiro.
O Amapá esteve representado pelo presidente do Sistema OCB-AP Gilcimar Pureza; os presidentes da Cooperativas Equinócio, Jorge Ribeiro; COOTRANSPOI, Pablo Brasil; COOPMOTO, Rodrigo da Silva; e COOPLOGISTICA, Jorge do Amaral. Acompanharam a visita as técnicas da OCESP, Daniela e Priscila e o coordenador do Ramo Transporte da OCB Nacional, Thiago Barros.
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O investimento em capacitações é uma bandeira do SESCOOP. De Macapá para Brasília, Conselheiros Fiscais participaram de mais uma jornada voltada ao aperfeiçoamento do papel dos membros do Conselho, a partir, de conhecimentos sistematizados sobre a dinâmica e atuação dos mesmos.
A capacitação ocorreu nos dias 22 e 23 na Casa do Cooperativismo e contou com a presença da Superintendente do Sistema OCB-AP e Sescoop-AP, Patrícia Sousa; e dos Conselheiros Fiscais Marcelo Padilha, Charlon Rodrigues e Darciel Cunha.
Durante a programação, foram debatidos os atos constitutivos do Sescoop, Regimento Interno, Melhores práticas para o Conselho Fiscal, a Compliance, Governança, Estrutura de Controle, Gestão e Ética, Alinhamento Estratégico e o Plano de Trabalho do Conselho Fiscal.
“O Sescoop mais uma vez investiu no trabalho do desenvolvimento contínuo dos participantes com foco no aprimoramento do papel específico do Conselho. Voltamos com a bagagem cheia de conhecimento e idéias para executar e garantir um conselho forte e atuante”, destacou Patrícia Sousa.
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Os agricultores familiares, por meio das suas organizações, que desejam participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Formação de Estoques devem estar atentos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) abre o prazo para inscrição da proposta a partir de 15 de outubro. As cooperativas e associações interessadas podem apresentar propostas por meio do sistema PAANet até o dia 5 de novembro. A expectativa é que a contratação dos projetos inicie a partir de 12 de novembro.
A Conab analisará as propostas considerando os seguintes critérios de participação: mulheres rurais, povos e comunidades tradicionais, assentados(as) e produtores(as) de alimentos orgânicos ou agroecológicos. Projetos de organizações que não operaram nesta modalidade com a Conab nos últimos cinco anos também serão pontuados. Em caso de empate, serão utilizados como parâmetros o cumprimento das obrigações financeiras previstas na contratação, projetos de menor valor e a ordem de apresentação das propostas. O detalhamento dos critérios está disponível na página da Conab.
As propostas devem ser apresentadas por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica e têm como limite R$ 100 mil. Outras informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidas nas superintendências regionais da Conab nos estados.
Os recursos para execução da modalidade são disponibilizados pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).
A modalidade tem como finalidade apoiar financeiramente a constituição de estoques de alimentos por organizações da agricultura familiar, visando agregação de valor à produção e sustentação de preços. Posteriormente, esses alimentos serão comercializados pela organização de agricultores para devolução dos recursos financeiros ao Poder Público.
Para mais informações acesse. Para acessar o PAAnet, clique aqui
! Mais informações para imprensa: Gerência de Imprensa (61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ 2256
O Plano de Trabalho e Orçamento previstos para 2019 foi apresentado durante a 3ª Reunião Ordinária do Conselho Administrativo do SESCOOP/AP realizada na última sexta-feira, 19, no Sistema OCB-AP. Os Conselheiros tiveram acesso ao detalhamento do orçamento e as atividades inseridas para o novo ano que se aproxima.
Palestras, cursos, capacitações, ações, desenvolvimento e fomento do cooperativismo, visitas técnicas, eventos esportivos e concursos motivacionais são algumas das atividades previstas no Plano de Trabalho.
"Avalio de maneira muito positiva o plano, principalmente pelo dinamismo, resgate e diversidade das atividades previstas para 2019", destacou a Conselheira Administrativa, Conceição Capiberibe.
"Estou confiante que teremos um excelente ano. Bons ventos soprarão a favor do Cooperativismo", comentou o Conselheiro Rogério Cavalcante.
Para o presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, e a superintendente Patrícia Sousa, o ano de 2019 significará crescimento e superação.
"Enfrentamos uma crise financeira que afetou todo país e com ainda mais força o Amapá, mas ainda sim, nos mantivemos firmes no funcionamento e atuação, superando até as nossas possibilidades. Por isso, temos convicção que passada essa fase, agora poderemos executar as atividades e ações que planejamos e desejamos para impulsionar o cooperativismo Amapaense" destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
O orçamento e Plano de Trabalho foi aprovado por unanimidade pelo Conselheiro Administrativo composto por Conceição Capiberibe, Rogério Cavalcante, Tereza da Costa e Michel Araújo.
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O Sistema OCB-AP chega no último módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP). Com tema Gestão de Pessoas as Cooperativas participantes encerram um ciclo voltado ao conhecimento e aprimoramento da Gestão Cooperativista.
O instrutor Leoney Miranda, levou aos participantes o conjunto de estratégias empregadas para desenvolver seu capital humano. As ações de Recursos Humanos que são exercidas desde a atração dos profissionais, seu desenvolvimento, retenção e motivação para desempenhar suas funções.
"A gestão de pessoas e dos recursos humanos ganhou força nos últimos tempos. Hoje, administrar o setor pessoal e potencializar o desempenho de quem faz parte de uma empresa ou cooperativa virou um grande diferencial competitivo", destacou o instrutor Leoney Miranda.
A gestão de recursos humanos não se trata apenas de procurar deixar seus colaboradores satisfeitos e motivados. Mas de criar uma estratégia completa, que envolve toda a organização em busca do desenvolvimento, capacitação e humanização de quem faz parte dela. Ela está apoiada em 5 pilares essenciais: motivação, treinamento, processo de comunicação, trabalho em equipe e conhecimento e competência, um ciclo completo abordado no GESCOOP.
Portanto, a superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, avalia que o GESCOOP atuou como pilar principal desse processo, voltado a motivação e capacitação. Ajudando essa engrenagem administrativa funcionar e ganhar força.
"Qualquer empresa ou cooperativa depende do comprometimento individual de cada pessoa que participa dela. Um cooperado ou funcionário sem motivação rende muito menos do que é capaz e está sempre pronto para desistir na primeira oportunidade possível. Por isso, trabalhamos todos os princípios e setores para que nossos cooperados saiam mais preparados e acima de tudo motivados para as atividades administrativas dos seus empreendimentos cooperativistas", compartilhou Patrícia.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou hoje o Projeto de Lei (PL) 9.044/2017, que obriga a imposição de restrições à importação de leite originado de países que não adotam regras de proteção ambiental similares às normas brasileiras. A matéria segue para análise do Senado Federal.
O projeto, de autoria conjunta dos deputados Evair de Melo (ES), Sergio Souza (PR) e Zé Silva (MG), representantes da Diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), busca dar maior segurança à produção nacional de leite, que tem sofrido com a volatilidade do mercado internacional, que muitas vezes, impõem condições desiguais entre os produtos lácteos brasileiros em relação aos demais.
O novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) já autoriza a imposição de sanções à importação de bens agropecuários cuja produção seja incompatível com a lei ambiental brasileira. Mas o argumento para a modificação é que esse caráter autorizativo tornou a sanção inócua e, por isso, seria necessário obrigar as restrições no caso de importação de leite.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é favorável ao projeto, por se tratar de medida que busca dar maior segurança jurídica e justiça ao mercado de leite e derivados brasileiro. Atenta ao tema, a OCB participa de diversas frentes com o objetivo de sanar as atuais assimetrias no mercado internacional de lácteos.