Notícias

O cooperativismo busca alinhar cada vez mais o desempenho no setor produtivo com a agenda ambiental e, assim, promover uma economia mais sustentável. Com esse objetivo, o presidente do Sistema OCB apresentou ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, as propostas do setor para o avanço na política ambiental do país. Em reunião realizada na sede da pasta, em Brasília, Márcio Lopes de Freitas falou dos temas com impacto para o setor que estão em debate nos Três Poderes, como é o caso da bioeconomia, geração de energia renovável, licenciamento ambiental e o Programa de Regularização Ambiental (PRA). O presidente reforçou que o cooperativismo está à disposição para contribuir na construção de uma política ambiental sustentável e fortalecida que atenda a todos. Para isso, a entidade tem estudos e documentos técnicos que congregam a realidade das 6.848 cooperativas brasileiras, presentes tanto na zona rural quanto urbana. “O modelo econômico cooperativo compreende que para se ter uma produção geradora de riquezas é preciso estimular o desenvolvimento sustentável, que respeite o meio ambiente. E nós estamos nos aprofundando nesse propósito, com a busca de novas parcerias para que, juntos, possamos implementar ações eficazes nesse sentido”, comentou Márcio de Freitas. As ideias foram recebidas por Salles, que se assegurou à liderança cooperativista o compromisso em analisá-las.
Criadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, as cooperativas estão, ano após ano, cada vez mais presentes nas listas de melhores empresas para se trabalhar. No ranking das 150 melhores, em 2019, segundo a revista VOCÊ S/A, 25 cooperativas figuram da lista e mostram o quanto cooperar vale a pena.
O guia é o resultado de pesquisas realizadas pela equipe da revista, em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) junto aos colaboradores das empresas. A edição deste ano teve participação de 500 organizações, que se inscreveram voluntariamente para minuciosa análise.
Além dos mais de 250 mil empregados que responderam à pesquisa, a redação de VOCÊ S/A percorreu 87 cidades nas cinco regiões do país para conhecer 202 companhias. Os jornalistas conversaram com mais de quatro mil funcionários e produziram cerca de 900 horas de entrevistas.
A pesquisa foi dividida em 21 setores da economia e as líderes de cada um foram homenageadas na cerimônia de premiação, realizada em São Paulo, no dia 19/11. As representantes do cooperativismo aparecem em duas categorias: cooperativas de saúde e serviços financeiros.
A nota final, batizada de Índice de Felicidade no Trabalho (IFT), é formada por dois índices que levam em conta a Qualidade do Ambiente de Trabalho (IQAT), no qual os funcionários avaliam as organizações, e a Qualidade de Gestão de Pessoas (IQGP), em que a FIA e VOCÊ S/A avaliam as práticas das organizações. O IQAT tem peso de 65% na nota final; enquanto o IQGP vale 35%. Quanto mais perto do 100%, melhor é a empresa.
SAÚDEO Hospital Unimed Sul Capixaba recebeu 86,5 como nota final e ocupa o primeiro lugar da lista da categoria, segundo o ranking. A cooperativa incentiva os chefes do futuro, por meio de um projeto que desenvolve os líderes informais com alto poder de influência em suas equipes. O programa lançado em 2018 já formou 34 profissionais.
A lista das melhores cooperativas de saúde para se trabalhar conta ainda com os seguintes nomes:
Coop
Nota
Unimed Pato Branco
83,7
Unimed Sorocaba
82,2
Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo
81,5
Central Nacional Unimed
81,4
Unimed Sul Capixaba
81,4
Unimed Volta Redonda
80,7
Unimed Central de Serviços Rio Grande do Sul
79,9
Unimed Vale dos Sinos
79,7
Unimed Curitiba Laboratório
78,9
Unimed Curitiba
78,3
Unimed São José do Rio Preto
77,9
Unimed Cascavel
77,8
Hospital Dr Miguel Soeiro
77,7
Unimed Porto Alegre
77,5
Hospital Unimed Vitória
77,4
Unimed Vitória
77,2
Unimed Jaboticabal
75,1
Unimed Litoral Sul Rio Grande do Sul
74,9
Unimed Amparo
74,7
Unimed Federação Rio
73,9
CRÉDITOEm termos de serviços financeiros, a melhor nota é da Seguros Unimed: 82,2. Um dos projetos com maior destaque envolve o reconhecimento dos funcionários em eventos mensais e, ainda, no anual. Quem também faz parte da lista é o Sicredi com 81,9 de nota, Uniprime Norte do Paraná (79,6), Sicoob São Miguel SC (76,6) e Sicoob Credicitrus (74,4).
Até o sol trabalha a favor das cooperativas brasileiras. É ele quem fornece a luz necessária para gerar energia limpa e sustentável àquelas que já descobriram as muitas vantagens de abrir sua própria usina fotovoltaica. A ideia, aqui, não é ganhar dinheiro oferecendo serviços para terceiros, como no ramo produção. O objetivo principal é aliar a economia à sustentabilidade.
“Existe um interesse muito forte das nossas cooperativas em relação às novas tecnologias de geração de energia limpa”, constata o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Segundo ele, além de reduzir sensivelmente o valor da conta de luz, essa tecnologia: a) ajuda a preservar o meio ambiente; b) protege a empresa contra o aumento das tarifas; c) reduz as chances de o Brasil viver uma nova crise de distribuição de energia; e d) é capaz de agregar valor aos produtos da cooperativa.
Consciente dessas vantagens, a Coopercitrus — cooperativa que atende pequenos, médios e grandes produtores agrícolas em São Paulo, Minas Gerais e Goiás — inaugurou a maior usina fotovoltaica agro do estado de São Paulo, em abril deste ano. Localizada em seu complexo de grãos, em Bebedouro, a unidade consegue suprir as necessidades energéticas de 28 polos da cooperativa, gerando uma economia de cerca de R$ 100 mil por mês nas contas de luz do empreendimento.
O projeto começou a ser desenhado em 2017, por um grupo que estudava maneiras de reduzir os custos fixos do empreendimento. “Um dos gastos que mais oneravam a folha era justamente a energia. A cooperativa consultou especialistas de mercado, captou recursos e fez um projeto para não ficar mais refém dos custos e dos aumentos constantes nas contas de luz”, recordou o coordenador do departamento de energia fotovoltaica da Coopercitrus, Diego Branco.
Para tirar a ideia do papel, foram investidos R$ 5 milhões, captados em instituições financeiras. “Sabemos que, neste primeiro momento, deixamos de pagar a concessionária de energia para pagar o banco. Depois, no entanto, a Coopercitrus será autossustentável. Vai consumir o que ela mesma gerar de energia”, defendeu Diego.
Na avaliação do coordenador, o uso de fonte limpa e inesgotável de energia traz outras vantagens, além da economia de recursos. “Ter um selo verde, para um exportador de frutas, por exemplo, é imensurável. A Europa dá um valor tremendo para isso — se a laranja ou o limão, por exemplo, é proveniente de um beneficiamento que conta com energia fotovoltaica”, destacou Branco.
Existe, ainda, um retorno que ele diz ser praticamente impossível de mensurar: o percentual de vendas gerado pelo reconhecimento, por parte do consumidor, do cuidado da cooperativa com o meio ambiente.
MARCO SUSTENTÁVEL
Para o presidente do conselho de administração da Coopercitrus, José Vicente da Silva, a inauguração do complexo de energia fotovoltaica foi um importante marco para a cooperativa, que dá o primeiro passo em direção à sustentabilidade energética de todas as suas estruturas e futuramente das atividades agropecuárias de seus cooperados e comunidade. A caminhada já começou. A cooperativa está ajudando os cooperados a abrirem suas próprias usinas fotovoltaicas.
A proposta é auxiliá-los nos processos de captação de recursos e no cumprimento das burocracias relacionadas à concessionária de energia. Implantada a usina, a Coopercitrus acompanhará a produção de energia do cooperado pelo prazo de cinco anos. De acordo com Diego Branco, até o momento, cerca de 80 projetos de produção de energia solar foram analisados pela Coopercitrus. Desse total, 50 já estão instalados e funcionando.
“Os produtores que desejam instalar um projeto ou sanar as dúvidas devem procurar o departamento [de energia fotovoltaica] para receber todas as informações, desde o projeto adequado baseado nas contas [de energia] até as linhas de financiamentos disponíveis”, afirmou o coordenador.
POTENCIAL ALTERNATIVO
Na última década, a evolução da tecnologia fotovoltaica tem mostrado potencial e viabilidade econômica para se tornar uma forte alternativa às formas convencionais de geração de energia elétrica, como hidrelétricas e termoelétricas, que trazem grandes impactos ambientais. A produção de energia limpa, de acesso universal e a preço justo até 2030 é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.
Para alcançar essa meta, é necessário ampliar o investimento em energias limpas. Segundo a ONU, esforços para promover o uso de energias sustentáveis garantiram, até 2011, que 20% da energia consumida do planeta viesse de fontes renováveis. Entretanto, uma em cada sete pessoas no planeta ainda não tem acesso à eletricidade, e a demanda continua aumentando. O futuro do planeta depende do investimento em energia limpa, que provoque impactos ambientais mínimos, como a energia solar, a eólica e a térmica.
COMO FUNCIONA A COMPENSAÇÃO DE ENERGIA
As cooperativas que têm usina fotovoltaica produzem energia para consumo próprio e mandam o que sobra para a rede de distribuição da concessionária. Esse excedente pode ficar como crédito para a cooperativa – que consome depois, quando for necessário – ou pode ser usado por outras unidades. Pelo uso da rede da concessionária, as cooperativas têm de pagar uma taxa obrigatória conhecida como “custo do uso do sistema de distribuição”. Com apenas esse custo – já que a energia é produzida pela própria cooperativa —, a conta de luz tem uma redução sensível.
ENERGIA COMPARTILHADA
Se uma cooperativa sozinha consegue gerar energia suficiente para economizar centenas de milhares de reais, imagine o que duas cooperativas juntas são capazes de fazer? Pois acaba de surgir, no Espírito Santo, a maior usina de energia compartilhada limpa do Brasil. Localizada no município de Ibiraçu, ela é encabeçada pelo Sicoob Espírito Santo e pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi).
Com 3,2 mil placas solares instaladas, o empreendimento é responsável pela produção de energia elétrica para 95 agências do Sicoob e para 87 cooperados — escolhidos levando em conta critérios como tempo de associação, proximidade e interesse pelo projeto.
Para viabilizar a execução do programa e o compartilhamento de energia, uma terceira cooperativa foi criada: a Ciclos, uma plataforma de serviços com soluções para simplificar a vida de seus associados nas áreas de energia, comunicação, saúde e negócios. É a Ciclos a responsável pela distribuição de energia aos cooperados.
A usina de Ibiraçu está dividida em 10 unidades geradoras, sendo uma destinada para a Coopeavi e nove para o Sicoob. Das unidades do Sicoob, sete direcionam energia para as agências e duas, para associados da Ciclos.
RETORNO EM CURTO PRAZO
O vice-presidente do Sicoob-ES, Arno Kerckhoff, ressalta que o investimento realizado na usina — de R$ 4,2 milhões — vai gerar uma economia de cerca de R$ 85 mil por mês, além de propiciar a preservação do meio ambiente. “A geração de energia limpa contribui para a redução de gastos e causa menos danos ambientais, evitando, por exemplo, a construção de barragens e a alteração do curso de rios e de nascentes”, destacou.
Para os próximos meses, a expectativa é de que a produção seja ampliada por meio da construção de outras usinas, o que vai propiciar a inclusão de novos associados no sistema de energia compartilhada. O investimento total, nos próximos 12 meses, chegará a R$ 35 milhões. Assim, a capacidade de atendimento aumentará para 2,5 mil residências ou estabelecimentos comerciais de cooperados vinculados ao Sicoob-ES.
“A Ciclos tem por objetivo levar energia limpa compartilhada para todo o Brasil e ajudar os cooperados a entenderem melhor o mercado de energia. Além de investir na ampliação do atendimento em solo capixaba, em 2020, vamos iniciar a nacionalização da cooperativa”, destacou Kerckhoff.
NOVIDADE EM TEMPO REAL
Uma das inovações da usina fotovoltaica da Coopercitrus é oferecer aos cooperados a gestão das atividades realizadas em suas propriedades na palma da mão. Dados e informações relacionados ao consumo e à produção de energia elétrica são descritos em tempo real. No sistema, é possível acompanhar on-line a economia em reais, de acordo com o tempo de funcionamento, a potência produzida, a previsão meteorológica, quantas toneladas de CO2 deixaram de ser jogadas na camada de ozônio e outras informações referentes ao funcionamento da usina.
QUER SABER MAIS?
Clique aqui
e acesse a nova edição da revista Saber Cooperar.
QUER SABER MAIS?
Clique aquie acesse a nova edição da revista Saber Cooperar.
Somos muitos! Mais de 1,2 bilhão de pessoas ao redor do mundo, unidas por um mesmo ideal: a cooperação. Juntos, teríamos condições de povoar um país do tamanho da China — nação mais populosa do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes. E, nesse nosso país cooperativista, teríamos um Produto Interno Bruto (PIB) de pelo menos US$ 2,1 trilhões — faturamento acumulado das 300 maiores cooperativas do mundo. Um valor equivalente ao PIB de países como a Itália (US$ 2,2 trilhões) e a Turquia (US$ 2,1 trilhões).
Esses são apenas alguns dos dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019, lançado no início do segundo semestre pelo Sistema OCB. “Esse estudo visa dar visibilidade à força e à relevância econômica e social do cooperativismo. Estamos disponibilizando um banco de dados para consulta de informações sobre o nosso movimento para cooperativas, universidades, imprensa e órgãos públicos, capazes de ajudá-los a projetar estratégias para o fortalecimento do setor”, explica Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.
Os resultados apresentados provêm de levantamento, consolidação e tabulação dos dados primários mais recentes enviados por nossas unidades estaduais, além de fontes secundárias, como Aliança Cooperativa Internacional, Agência Nacional de Saúde Suplementar, Agência Nacional de Mineração, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Banco Central do Brasil e Ministério da Economia. Os dados das cooperativas foram coletados entre janeiro e maio de 2019, e referem-se ao exercício de 2018. Confira:
NO MUNDO
1,2 bilhão de cooperados
280 milhões de postos de trabalho
3 milhões de cooperativas
150 países contam com o apoio de cooperativas para crescer
US$ 2,1 trilhões de faturamento das 300 maiores coops do mundo
NO BRASIL
6.828 cooperativas
14,6 milhões de cooperados (36% são mulheres)
425,3 mil postos de trabalho
RECONHECIMENTO
De cada 10 brasileiros, quatro conhecem o cooperativismo
De cada 10 parlamentares do Congresso Nacional, 7,5 têm uma visão positiva do setor
IMPACTO NA ECONOMIA
R$ 351,4 bilhões em ativos totais das cooperativas. Esse valor representa o conjunto de bens e de recursos administrados pelo cooperativismo, capazes — portanto — de gerar mais recursos para a nossa economia.
R$ 259,9 bilhões em receita bruta acumulada pelas coops em 2018. Esse valor é superior ao PIB anual de 20 dos 26 estados brasileiros e, também, do DF.
R$ 9 bilhões injetados pelas coops na economia, apenas com o pagamento de salários e outros benefícios destinados a colaboradores (em 2018).
R$ 7 bilhões em tributos pagos, apenas no ano passado.
MAIS INFORMAÇÕES
Para acessar estes e outros dados do cooperativismo brasileiro, clique aqui
.
.
O Sistema OCB Amapá vai premiar trabalhos jornalísticos que valorizam o papel do cooperativismo como alternativa de desenvolvimento socioeconômico para o Estado.
É o 1° Prêmio Cooperativismo em foco, uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (SESCOOP/AP) e do Sindicato e Organização das Cooperativas no Estado do Amapá (OCB/AP).
Nesta primeira edição, o concurso vai premiar as quatro melhores matérias jornalísticas sobre Cooperativismo Amapaense. Cada vencedor receberá um Smartphone.
Todas as informações relacionadas ao concurso estão no edital publicado no site www.amapa.coop.br.
Os textos jornalísticos devem ser enviados para o email
Nesta segunda-feira (18/11), o senador Izalci Lucas (DF) informou a suspensão da apreciação do PL 5695/2019, que trata do salário-educação, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), pois não há prazo hábil para que o texto seja aprovado e sancionado antes da votação do relatório setorial da educação do Projeto de Lei Orçamentária Anual. Além disso, as manifestações de preocupação por parte da OCB, entidades envolvidas e do Ministério da Educação também contribuíram para a retirada da pauta. O senador Paulo Paim (RS) também atuou pela retirada do projeto da pauta, reafirmando seu posicionamento pela rejeição da proposta.
Entenda
Brasília (13/11/19) – Nesta terça-feira (12/11), a Comissão de Educação do Senado aprovou o parecer do senador Dário Berger (SC) ao Projeto de Lei 5695/2019, de autoria do senador Izaci (DF), que transfere a cota da União do salário-educação para estados, Distrito Federal e municípios.
Inicialmente, o projeto alterava o artigo 3º da Lei 11.947/2019 para que cada estado, município e Distrito Federal pudessem estabelecer o percentual mínimo de recursos a serem aplicados na aquisição de produtos oriundos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações na aquisição de merenda escolar, retirando a obrigação da utilização de 30% do volume de recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para esse fim.
A OCB atuou com o relator e o autor do projeto para solicitar a exclusão de qualquer alteração à Lei 11.947/2019, que trata do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O relatório apresentado na Comissão de Educação pelo senador Dário Berger, no dia 6 de novembro, já havia retirado do texto original o artigo 3º, que alterava o art. 14 da Lei 11.947/2009, que poderia ser prejudicial à agricultura familiar.
OBRIGATORIEDADE
Dessa forma, a lei 11.947/2019 não será alterada e fica mantida a atual obrigatoriedade dos 30% do volume de recursos repassados pelo FNDE aos entes federados para execução do PNAE serem aplicados na aquisição de produtos oriundos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.
OCB
Durante a reunião da Comissão de Educação, desta terça-feira (12/11), a OCB, em contato com o senador Izalci (DF), e com a ajuda dos demais membros da comissão, participou da construção de mais uma melhoria ao texto, que modificou o artigo 1º da proposta, de modo a garantir que a integralidade dos recursos oriundos do salário-educação, que passarão a ser transferidos diretamente aos entes federados, sejam utilizados conforme os percentuais atualmente aplicados e as diretrizes nacionais de cada programa federal, dentre eles a obrigatoriedade da compra de 30% da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações para a merenda escolar. Posteriormente, o novo parecer foi aprovado.
Contribuíram para a discussão da proposição e para que a fosse feita a alteração ao texto os senadores Paulo Paim (RS), Fabiano Contarato (ES), Leila Barros (DF) e Paulo Rocha (PA), que devem manifestar-se na próxima comissão. Os recursos do salário-educação continuam sendo voltados para outros programas, além da alimentação escolar, assim como transporte, aquisição de livros e material didático e assistência financeira para as escolas.
Uma explanação completa sobre a Lei 12.690/2012, que rege o funcionamento das cooperativas que ofertam mão de obra profissional, foi feita por especialistas durante um evento promovido pelo Sistema OCB Amapá.
O Seminário sobre Regulamentação das Cooperativas de Trabalho do Amapá ocorreu durante a manhã e à tarde no auditório da sede da OCB, na região Central de Macapá.
O seminário foi ministrado pelo assessor jurídico do Sescoop no Amapá, Eide Figueira, e as técnicas o Sistema OCB Nacional, Milene Cesar e Carla Neri.
Eles explanaram sobre forma de constituição deste tipo de cooperativa, regime jurídico, direitos e deveres, gestão, mercados financeiros e econômicos.
“Foi uma explanação geral sobre a lei para mostrar para quem pretende montar ou quem já constituiu, para seguir a lei e no futuro não tenha nenhuma complicação”, explicou o analista de cooperativismo e monitoramento da OCB Amapá, Marcelo Sarmento.
Segundo ele, atualmente existem cinco cooperativas ativas e regulares deste ramo no Amapá. Contudo, o Sistema OCB já mapeou outras que foram constituídas e busca a aproximação com estas instituições para que elas possam empreender de forma regularizada. Ele também destacou as vantagens dessas cooperativas em se afiliarem ao sistema.
“Até porque é uma legislação diferenciada em relação às outras cooperativas, portanto existem muitas orientações jurídicas a serem conhecidas. Além do mais, essas instituições quando são afiliadas do Sistema OCB passam a receber todo apoio como, um conjunto de serviços prestados para as cooperativas em âmbito sindical, como por exemplo mediação de acordo coletivo de trabalho, na defesa de interesses, apoio jurídico, entre outros”, avaliou Sarmento.
[gallery columns="2" size="medium" ids="4084,4083,4082,4081"]
O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (12/11), o parecer da Comissão Mista à Medida Provisória (MPV) 889/2019, que trata do FGTS. O disposto no art. 12 do Projeto de Lei de Conversão da MPV em comento, trata da extinção da multa de 10% sobre o montante dos depósitos devidos a título de FGTS, em caso de dispensa sem justa causa (art. 1º, da Lei Complementar 110/2001), com posicionamento favorável do Sistema OCB.
Insta frisar que a contribuição social, com o passar dos anos, se tornou indevida, pois a arrecadação tem sido destinada para fins diversos do que, originariamente, justificou sua criação. Ela foi instituída para que a União obtivesse recursos para o pagamento de correção monetária das contas vinculadas do FGTS, com origem nos expurgos inflacionários dos Planos Verão e Collor. Contudo, tal cenário não mais existe, tendo em vista que já houve o reequilíbrio das referidas contas vinculadas.
Portanto, como já houve a perda de finalidade do tributo, a extinção da contribuição irá desonerar os empregadores, especialmente a categoria econômica das cooperativas. Cabe ressaltar que, em caso de demissão sem justa causa, fica mantida a multa de 40% que serão creditados na conta do FGTS do trabalhador. A matéria segue para sanção.
Quais as demandas e oportunidades da Agricultura 4.0 para as cooperativas? A resposta é o tema de um dos painéis do Simpósio Nacional de Instrumentação Agropecuária, a ser realizado entre os dias 3 a 5 de dezembro, em São Carlos (SP). O evento é promovido pela Embrapa Instrumentação e conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
O fórum se propõe a discutir a interface entre a ciência, inovação e mercado em temas que estão na fronteira do conhecimento, como agricultura de precisão, nanotecnologia, automação, bioeconomia e agricultura digital, com palestrantes convidados do Brasil e do exterior, como o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.
Durante três dias, os participantes terão acesso a uma programação que envolve palestras, mesas-redondas e ao “Business Day”, durante o qual serão realizadas demonstrações de tecnologias inéditas, com representantes dos setores público e privado, investidores (venture capitals) e profissionais de comunicação.
É justamente nesse dia dedicado ao mercado que o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, vai coordenar a mesa-redonda. Já estão confirmados como debatedores o presidente da Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), Fernando Degobbi, e do superintendente FRÍSIA Cooperativa Agroindustrial, Emerson Moura.
COMPETITIVIDADE
“O contexto da agricultura 4.0 está se consolidando no exterior, e o Brasil para manter sua competitividade e sustentabilidade como um dos grandes players do agro mundial tem que avançar rapidamente”, explica Ladislau Martin Neto, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa entre 2012 e 2017 e coordenador do evento.
“Nesse sentindo, o Siagro 2019 pretende promover um ambiente de sinergia entre a comunidade científica, produtores rurais, empresários, novos empreendedores (startups), investidores e lideranças do agro, daí a importância da participação das cooperativas com papel de protagonismo na programação”, acrescenta Martin Neto. Os interessados podem acessar a página do evento na internet http://www.cnpdia.embrapa.br/siagro/para mais detalhes. (Fonte: Embrapa Instrumentação)
Estão abertas as inscrições para o Seminário sobre Regulamentação das Cooperativas do Ramo Trabalho. As inscrições podem ser feitam aqui pelo site www.amapa.coop.braté o dia 11 de novembro. O curso será realizado no dia 12 de novembro das 8h às 12 e das 14h às 18h no Sistema OCB-AP. Aproveite essa oportunidade de conhecimento!
Em uma sociedade marcada pelo individualismo e pela competitividade desenfreada, o cooperativismo aparece como uma das formas sustentáveis para a manutenção de um relacionamento saudável das pessoas na busca por objetivos em comum, segundo o professor e filósofo Mario Sergio Cortella.
Autor de vários títulos sobre comportamento humano e questões sociais na atualidade, Cortella esteve no Espírito Santo recentemente para falar sobre a importância da responsabilidade social nas organizações para empresários de Venda Nova do Imigrante, a convite do Sicoob Sul-Serrano.
Ele ainda destacou, nesta entrevista exclusiva para a assessora de imprensa do Sicoob ES, Vera Caser, a importância da união como fator vital para a conquista de resultados duradouros e sustentáveis nos negócios e na vida em sociedade. Confira a entrevista abaixo:
Professor Cortella, nesse mundo cada vez mais competitivo, o que as pessoas podem fazer para que a sociedade seja um pouco melhor?
O primeiro passo é entender algo que disse um dia Mahatma Gandhi, quando ele afirmou: “Olho por olho e uma hora acabamos todos cegos”. Portanto, há um limite para a competitividade. Ela precisa ser olhada como uma forma de estímulo ao aumento da nossa capacidade de ação, de trabalho e de produção, mas não pode ser a autofágica, destrutiva.
Ela não pode, de maneira alguma, ameaçar nossa capacidade colaborativa, porque nós somos animais muito agregados nas nossas relações de dependência. Deste modo, essa competição desarvorada, embora produza momentaneamente um nível de riqueza para uma parte das pessoas de maneira mais vigorosa, destrói parte do futuro, pois coloca uma condição que acaba gerando perturbações à vida em comunidade.
A competitividade também deixa um rastro de confrontos que acabam eliminando as condições de convivência. Por isso, a colaboração é uma marca que a gente pode ter.
Eu acho que uma das coisas que a gente deve formar, especialmente nas crianças e depois nos adultos, é a percepção de que na vida a regra jamais deve ser cada um por si e Deus por todos. Tem quer ser um por todos e todos por um.
Este é um movimento que melhora a condição de um futuro que seja muito mais integrado, mais feliz e que tenha uma abundância que não seja mero acúmulo.
O senhor poderia dar três dicas que as pessoas conseguiriam seguir no trabalho e que as ajudariam a criar um ambiente melhor no ambiente corporativo?
A primeira dica é tentar organizar não apenas uma equipe de trabalho, mas uma turma.
Quando você estava na escola básica, tinha a sua turma. Você cresceu e hoje tem a sua turma de amigos, do clube, a turma de afeto, etc. A turma é aquela em que a gente dá o sangue pelo outro. Enquanto você tiver alguém da sua turma, pode ser que horário for, eles vão te socorrer ou estar onde você precisa. O espírito de turma é algo que é muito mais conectado do que o de equipe.
A segunda delas é entender que hoje em dia a noção de competência tem que ser mais coletiva.
Há 30 anos, eu diria que a minha competência acaba quando começa o do outro. Hoje não mais. A minha competência acaba quando acaba a do outro, seja num grupo, numa área ou numa diretoria de uma cooperativa. Se alguém perde competência, eu perco. Se alguém ganha, eu ganho. Por isso, a regra mais inteligente para quem deseja estar no campo é: quem sabe reparte e quem não sabe procura, porque se alguém sabe algo e não reparte isso, ele enfraquece o grupo e a si mesmo. Se alguém não sabe algo e não pergunta, enfraquece a si mesmo, enfraquecendo também o grupo.
A terceira grande condição é a presença da alegria.
O contrário de seriedade não é alegria, e sim descompromisso. Um grupo compromissado é aquele que se dedica à intenção do atingimento de metas e que faz aquilo que é necessário para o sucesso, sem perder a alegria. Ela move em nós energias que aumentam não só o nosso bem-estar, mas também a possibilidade de estarmos juntos de um modo que seja mais admirável. Claro que a alegria não é ficar brincando o tempo todo. A alegria é a possibilidade de não recusar os momentos em que a comemoração, o reconhecimento e a festividade devem vir à tona.
E na família, como os pais podem conservar a harmonia e um bom clima com os filhos para conseguirem competir com a internet e com as influências externas?
É uma consideração e uma orientação. A consideração é que a família não é e nem deve ser uma democracia. Adultos que entendam a família como uma democracia costumam fracassar no processo de formação dos filhos.
Uma democracia pressupõe direitos e deveres iguais. Numa família, os adultos responsáveis por crianças e jovens são as autoridades. Não há direitos nem deveres iguais. Que exista dignidade e respeito, não democracia, isto é, adultos que têm a tarefa de comandar, sem brutalidade e sem nada que arrisque a dignidade da outra pessoa, mas com firmeza naquilo que fazem.
Muitos pais acabam tendo uma submissão aos seus filhos e geram uma convicção muito perigosa nos jovens de que desejos são direitos. Desejos não são direitos, e sim vontades que precisam ser realizadas a partir de esforço.
Na minha casa, fizemos, quando meus filhos eram pequenos, a cada três meses, a semana sem micro-ondas, o que nos fazia ter que tomar todas as refeições daquela semana em conjunto. No começo, isso produzia um distúrbio, mas, aos poucos, aquilo se tornou um prazer imenso.
Outra coisa que fiz com os meus filhos e faço com os meus quatro netos é ensiná-los a cozinhar, desconectando-os e gerando neles a satisfação de terminar um prato, de ajudar, a servir e ouvir o outro dizer o que achou. É claro que você não vai colocar uma criança de quatro anos para manipular uma faca, mas ela pode lavar o tomate, descascar a mexerica, catar o feijão, e se envolver naquilo.
É muito comum você ter famílias que colocam os filhos para participarem da elaboração. A cozinha exige paciência, e o desenvolvimento dessa virtude faz com que a gente se desconecte daquilo que é desnecessário.
Você acha viável uma família propor uma semana sem internet, por exemplo?
Não tem necessidade, porque a internet está muito conectada ao nosso modo de vida, comunicação, capacidade de vigilância e trabalho. Mas, pode-se fazer com que ela seja colocada de um modo que não é contínua. Há muitas pessoas que já fazem isso hoje. Eu conheço muitos jovens de 18, de 20 anos que, quando chegam num restaurante, por exemplo, ou numa balada, fazem uma combinação de todos deixarem os celulares sobre o centro da mesa. Ou seja, é possível interromper a rotina de maneira que possamos ter outros olhares.
Como o cooperativismo pode contribuir para a transformação do meio em que vivemos?
O cooperativismo é a única alternativa que nós temos para não desagregar o conjunto da humanidade. Há muitas sociedades que são cooperativas, mas nas quais não há janelas para o termo cooperativismo. Eu conheço muitas comunidades – especialmente em nações indígenas no Brasil ou mesmo em grupos na África, nas sociedades tribais – que têm uma vida cooperativada, sem que haja o conceito formal ou a necessidade de organização de uma estrutura.
No conjunto da humanidade, o cooperativismo, com a sua percepção de trabalhar junto, de colaborar e de partilhar o resultado daquilo que tem, é a única maneira que temos de não apodrecer nossa condição de vida coletiva. Por isso, é sempre uma forma de orientação daquilo que vai impedir a falência da nossa capacidade de vida em conjunto. Portanto, não é isento de questões, problemas e turbulências. Mas, tal como disse Churchill, que a democracia é o pior dos modos de governo, exceto todos os outros, nós também podemos dizer que o cooperativismo é a pior forma de trabalho em conjunto, exceto todas as outras.
Fonte: Sicoob ES
As cooperativas do Amapá deram um importante passo para fortalecer as instituições com um conjunto de serviços de apoio. Durante assembleia geral extraordinária nesta sexta-feira (1º), representantes de 17 cooperativas do Sistema OCB Amapá aprovaram por unanimidade a implantação da contribuição confederativa. A sessão ocorreu na sede da entidade, no Centro de Macapá.
“Nós do sistema OCB preferimos adotar a contribuição confederativa porque ela vem com um conjunto de serviços prestados pra as cooperativas em âmbito sindical, como por exemplo mediação de acordo coletivo de trabalho, na defesa de interesses, apoio jurídico”, explicou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza.
Segundo ele, a adoção dessa taxa é uma orientação do sistema nacional para fortalecer as cooperativas em âmbito local.
“Essa unanimidade mostrou que as instituições estão juntas e caminhando numa mesma direção para o desenvolvimento. Mesmo o estado tendo uma economia frágil, o sistema está unido”, avaliou Pureza.
O presidente da Cooperativa Agroextrativista Galibi, Francisco Frota Filho, considerou a aprovação um avanço.
“Entendemos que se trata de uma taxa justa pois teremos amparo e suporte técnico e jurídico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (SESCOOP/AP) e do Sindicato e Organização das Cooperativas no Estado. Com certeza isso deixará as cooperativas mais fortes e proporcionará um nível organizacional mais alto”, ponderou Frota Filho.
[gallery size="medium" ids="4063,4062,4061,4060,4059,4058,4057,4056,4055"]
No dia 22 de outubro de 2019, foi realizada a visita técnica a COOJOIAS, cooperativa do Ramo trabalho, localizada na Cidade de Oiapoque-AP. Na oportunidade foi aplicado o programa de desenvolvimento do eixo gestão e governança que servirá como base para o bom desempenho da cooperativa. Participaram da reunião membros do conselho de Administração e cooperados. Posteriormente, Sr. Jeferson, Presidente da Cooperativa, que não pode estar presente no dia em Oiapoque devido a um compromisso, compareceu ao Sistema OCB-AP em Macapá e afirmou que a visita foi de extrema importância, devido a recém constituição da cooperativa. A cooperativa reúne profissionais Ourives daquela região a fim de buscar mais profissionalismo e regularização junto ao mercado, fazendo com que o comércio obtenha produtos de origem legal e qualidade comprovada.
Visita técnica com Presidente, diretores e cooperados da cooperativa Cootranspoi localizada no município de Oiapoque-AP, a mesma, entrará em processo de regularização junto ao Sistema OCB-AP, conforme assinatura e protocolo de recebimento da Resolução 052. Na oportunidade também foi apresentado uma prévia do plano de trabalho voltado para a área de monitoramento, capacitação e promoção social, que estarão disponíveis para as cooperativas no ano de 2020.
[gallery size="medium" ids="4045,4044,4046"]
Representantes do Sistema OCB-AP e SESCOOP-AP participaram no dia 22 de outubro do Encontro de Profissionais de Gestão de Pessoas do "Sistema S" promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-AP).
O Encontro contou com uma abordagem em BOAS PRÁTICAS E GARGALOS NA GESTÃO DE PESSOAS. E também, temas como: Desafios e oportunidades no RH, Industria 4.0, Evoluções do RH, Maior desafio é a Retenção de talentos, Tendências Brasil e Novo time do RH, apresentado por Jamille Costa.
Além de temáticas como: Desafios do RH 4.0 romper paradigmas, Obter aprovação dos gestores, Implementar uma cultura Forte e como Lidar com diferenças geracionais. Como também as Vantagens com RH 4.0
Diminuição da burocracia, Melhoria continua da comunicação, Posicionamento Estratégico e Aumento da produtividade.
Durante a programação ainda houve uma abordagem em Inteligência Emocional por Karina Alvarenga, com assuntos sobre: Benefício da Inteligência Emocional
Maior autoestima e autoconfiança, Redução de conflitos em relacionamentos interpessoal, Direcionamento competente das emoções, Aumento do nível de comprometimento com metas de vida, Aumento do nível de felicidade, Maior Superação de barreiras, Maior Clareza dos objetivos e ações, Melhora tomada de decisão, Melhora administração do tempo, Maior realização pessoal, familiar e profissional e mais Qualidade de vida, entre outras temáticas do comportamento humano.
O Sistema OCB-AP e SESCOOP-AP estiveram representados pela Superintendente Patrícia Sousa; o Assessor Jurídico Eide; e a Gerente de Operações Maurília Maciel.
O Encontro contou com adesão e apoio também do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC-AP), Serviço Nacional da Indústria (SESI-AP), Serviço Nacional de Aprendizagem da Industria (SENAI-AP), Serviço Social do Transporte (SEST-AP), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT-AP) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-AP).
O Senado Federal aprovou, em segundo turno, nesta terça-feira (22/10), o texto base da PEC 6/2019, da Reforma da Previdência. Ao todo, foram 60 votos favoráveis e 19 contrários. Dois últimos destaques foram votados nesta quarta (23).
Assim como na deliberação em primeiro turno, não houve pontos de alteração no texto enviado pela Câmara dos Deputados. As principais conquistas debatidas pelo Sistema OCB com parlamentares da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) foram preservados.
CSLL
Com isso, fica mantida a alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito, enquanto a dos bancos foi alterada para 20%.
FAT
A destinação de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para o BNDES ficou reduzida de 40% para 28%.
IDADE MÍNIMA
Com relação à idade mínima para aposentadoria do trabalhador rural, ficou estabelecido 60 anos para homens e 55 anos para mulheres, considerado o tempo de atividade, conforme a regra vigente durante o período de exercício.
A proposta aprovada mantém a imunidade tributária das exportações para o setor agropecuário.
PEC PARALELA
Ao mesmo tempo, o Senado continua os debates da chamada PEC Paralela (PEC 133/19), que visa revogar o dispositivo da Constituição Federal que trata sobre a imunidade tributária das exportações para o setor agropecuário. A PEC 133/19 aguarda a leitura do relatório do senador Tasso Jereissati (CE) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A OCB tem discutido com os senadores a respeito dos riscos dessa revogação e seu impacto para a balança comercial brasileira. Material técnico para embasar a decisão dos parlamentares foi elaborado e divulgado. Para acessar, clique aqui
.
.
Visita técnica realizada pelos analistas da OCB/SESCOOP, com alguns cooperados da cooperativa do ramo transporte a CALTAXI localizada no município de Calçoene-AP. A mesma, entrará em processo de regularização junto ao sistema OCB-AP, conforme assinatura e protocolo de recebimento da Resolução 052. Na oportunidade também foi apresentado uma prévia do plano de trabalho voltado para a área de capacitação, monitoramento e eventos que estarão disponíveis para as cooperativas no ano de 2020.
A equipe do Sistema OCB-AP também esteve em visita técnica na Agrocal, cooperativa do Ramo agro, localizada na Cidade de Calçoene-AP. Na oportunidade foi aplicado o programa de desenvolvimento do eixo gestão e governança que servirá como base para o bom desempenho da cooperativa. Participaram da reunião membros do conselho de Administração, cooperados e o Presidente da Cooperativa. A visita vem somar com os trabalhos da Agrocal que foi constituída recentemente.
A cooperativa tem como seus principais produtos o açaí e o pescado produzidos naquela região.
[gallery size="medium" ids="4031,4030,4029,4028,4027,4026"]
A equipe do Sistema OCB-AP realizou uma visita técnica a Coogal, cooperativa do Ramo mineral localizada no distrito de Lourenço na Cidade de Calçoene-AP. Na oportunidade foi aplicado o programa de desenvolvimento do eixo gestão e governança que servirá como base para o bom desempenho da cooperativa. Também foi realizada a palestra sobre cooperativismo com a presença da mesa diretora, fiscais de campo, representantes do conselho fiscal, colaboradores da Cooperativa e cooperados. A cooperativa existe a mais de 20 anos, e durante esse período, sempre prestou assistência a seus cooperados e a comunidade, com ações voltadas principalmente para a área de assistência a Saúde entre outras.
O Sistema OCB-AP realizou visita técnica a cooperativa Açaí Sabor localizada no município de Calçoene-AP, e reuniu com o presidente e diretores. A Cooperativa entrará em processo de regularização junto ao a OCB-AP, conforme assinatura e protocolo de recebimento da Resolução 052. Na oportunidade também foi apresentado uma prévia do plano de trabalho voltado para a área de capacitação, monitoramento e eventos que estarão disponíveis para as cooperativas no ano de 2020.