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A força do cooperativismo resulta em benefícios diretos, e o resultado pode ser comprovado na vida de pessoas como, Ana Maria da Silva, extrativista de Pedra Branca do Amapari, que integra a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral), que está credenciada junto ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que vai operar R$ 324.998, junto aos produtores da região.
A primeira feira para entregar os produtos ocorreu nesta quinta-feira, 4, em Pedra Branca do Amapari, e contou com a presença do presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, que acompanhou a movimentação da agricultura familiar.
“O PAA é um excelente incentivo aos produtores. O recurso que é certo, garante a movimentação econômica da região, e acima de tudo, dá oportunidade ao pequeno agricultor de ter uma renda certa, para investir na sua propriedade, dando a chance de crescimento”, compartilhou Gilcimar Pureza.
Cooperativismo
A Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral) tem mais de 200 associados, mas apenas 50 estão aptos a oferecer produtos para o programa. Desses, 25 conseguiram mobilizar a produção nesta primeira feira, para ser entregue à Prefeitura de Pedra Branca do Amapari, que será a responsável por fazer a distribuição das mercadorias às 18 escolas e associações filantrópicas cadastradas.
“Estamos nos estruturando. A Coopetral tem atuado fortemente na região, orientando e trabalhando junto com nosso cooperado. O sistema OCB tem sido fundamental neste processo, afinal, o nosso crescimento se deve ao apoio que temos recebido por meio de capacitações, treinamentos e acompanhamento direto da OCB”, relatou o presidente da Coopetral, Raimundo Apóstolo Santana.
As feiras ocorrerão a cada 15 dias e os produtores estão caprichando na variedade. Nesta primeira, a banana ganhou em quantidade, mas também havia coco, mandioca, abacaxi, abóbora, batata doce, laranja, peixe e os produtos já beneficiados, como farinha, polpas de frutas e biscoitos de castanha.
Essa movimentação da agricultura familiar é resultado de investimentos que chegam a R$ 9 milhões para estruturar a expansão do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no Amapá. O montante está sendo usado na compra de equipamentos e meios de transporte para fortalecer o PAA nos 16 municípios do Estado.
Anuências
A feira também foi marcada pela entrega das anuências para pessoa jurídica dentro da Floresta Estadual do Amapá (Flota) realizada pelo Instituto Estadual de Florestas do Amapá (IEF). A Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (Coopetral) recebeu o documento de uma área de 200 hectares, nas margens do Rio Água Fria, em Pedra Branca do Amapari.
Neste espaço, a Coopetral, vai construir a sede da cooperativa, além de um núcleo de produção com atividades agrícolas e um centro de capacitação técnica nas áreas de produção e extrativismo.
Outras 15 anuências foram entregues para agricultores e extrativistas de Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio. O documento é fundamental para o início do processo de licenciamento ambiental, que vai permitir a utilização dos recursos naturais da Flota. O órgão licenciador é o Instituto de Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (Imap).
A entrega desses documentos faz parte da política de reconhecimento da Flota enquanto unidade produtora, que pode contribuir no reforço da economia, com a produção de recursos que estão disponíveis na floresta.
Maringá, no Paraná, foi o destino escolhido pelo Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá (OCB-AP), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a Associação de Produtores de Soja do Amapá (Aprosoja) para levar as principais instituições de fomento do Amapá e autoridades para atrair investimentos e conhecer um modelo de desenvolvimento baseado no fortalecimento do setor produtivo agrícola.
A comitiva foi integrada pelo governador do Estado, Waldez Góes; o senador da República, Randolfe Rodrigues; e representantes da Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio-AP), Federação de Micro e Pequenas Empresas (Femicro), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA), Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria de Ciência e Tecnologia (Setec), Associação dos Criadores do Amapá (ACRIAP), entre outros.
Agenda positiva
A agenda de compromissos na cidade paranaense iniciou na quarta-feira, 20, de julho, com a visita a Cooperativa Agroindustrial do Paraná (Cocamar), seguida da agenda interativa com os produtores de Doutor Camargo, que ocorreu na Unidade de Atendimento ao Produtor, finalizando com a visita no Parque Industrial da Cocamar.
"Diziam que nossas terras eram inférteis e provamos o contrário. Investimos em tecnologia e hoje temos uma das maiores produções do país", explicou o presidente da Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), Luiz Lourenço.
Por isso, o sucesso da região de Maringá, se exemplifica, pela forte presença do cooperativismo. A Cocamar é uma das maiores cooperativas agrícolas do Brasil. O local reúne 13 mil cooperados que atuam na produção de soja, milho, trigo, café e laranja. Foram responsáveis pelo faturamento de R$3,3 bilhões em 2015; com expectativa de R$3,8 bilhões para 2016, e uma produção de 2,8 milhões de toneladas de grãos. Resultado de um modelo de colonização com cerca de 70 anos de existência, com estrutura fundiária composta por pequenas e médias propriedades rurais.
Para o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, ter uma cooperativa de grande porte, como exemplo, é poder trilhar caminhos sólidos no Amapá, afinal, o modelo se adequa muito a realidade do Estado.
"O Amapá projeta seu modelo de desenvolvimento baseado no fortalecimento do setor produtivo, agrícola, industrial e portuário. Por isso, é crucial conhecer exemplos bem sucedidos de outras regiões brasileiras. Levar desenvolvimento ao Amapá é o nosso maior objetivo", explicou Gilcimar Pureza.
Na quinta-feira, 21, de julho, amapaenses e paranaenses tiveram a oportunidade de realizar uma paralelo entre os dois estados (Amapá e Paraná). No auditório da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), o vice-presidente da Aprosoja-AP, Celso dos Santos, iniciou os trabalhos apresentando o potencial da agricultura de grãos no Amapá.
“Temos terras, portos e instrumentos eficazes, e agora, contamos com um modelo que se encaixa muito bem a realidade do Amapá. Com a união entre poder público, instituições empresarias, de fomento e o cooperativismo, temos certeza que os resultados serão prósperos”, destacou Celso dos Santos.
Integrado ao momento, o governador do Amapá, Waldez Góes, apresentou as oportunidades de negócios no Estado. “Temos muitos incentivos fiscais (federais, estaduais, financeiros e locacionais) que o estado oferece. O Amapá vive hoje um processo de transferência de terras da união para o estado; integrado a Zona Franca Verde e seus benefícios; além do Zoneamento Socioambiental do Cerrado; além das potencialidades que porto de Santana, oferecerá nos próximos meses com a exportação de grãos. Todos esses fatores aliados a força do cooperativismo teremos um cenário perfeito para concretizar passos firmes rumo ao desenvolvimento”, compartilhou Waldez Góes.
Na ocasião o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupim; e o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, José Carlos Valêncio, exaltaram a força do cooperativismo no processo de desenvolvimento, e se colocaram à disposição para contribuir com o Amapá.
“Essa relação será muito próspera. Estamos de braços abertos para ajudar o Amapá neste processo rumo ao desenvolvimento. Temos muito conhecimento no setor agrícola, que pode sim, ser aplicado no Amapá”, afirmou o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, José Carlos Valêncio.
Após a manhã de troca de experiência e conhecimento, a agenda da comitiva, encerrou com as visitas na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e na Estação de Piscicultura do Distrito de Floriano.
“O Amapá leva na bagagem a certeza de que temos interesses iguais e podemos sim, crescer juntos”, avaliou o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza.
Assessoria de Comunicação da OCB/AP
Contato: 98124-9681
O cooperativismo tem proporcionado inúmeros avanços. No Amapá, o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) tem firmado parcerias que colaboram diretamente com o aumento da produção das cooperativas aliado ao conhecimento técnico.
A capacitação de Manejo de Açaizais Nativos realizada no município de Serra do Navio é um exemplo a ser seguido. A parceria da OCB/AP com a Embrapa, o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e Cooperativas Regionais proporcionaram o treinamento e a disseminação de conhecimento.
O conteúdo abordado incluiu legislação e políticas públicas para o extrativismo e agricultura familiar; distribuição geográfica, mercado e preço do açaí, princípios do manejo florestal, equipamentos, insumos e segurança no trabalho, etapas do manejo de mínimo impacto e boas práticas de colheita e pós-colheita.
Durante a parte prática da capacitação, foi abordado as etapas do manejo de açaizais nativos: demarcação da unidade de manejo, limpeza da área, inventário florestal, avaliação do inventário e tratos silviculturais. Todos os participantes receberam a publicação "Guia Prático de Manejo de Açaizais para Produção de Frutos", editado pela Embrapa Amapá.
Para o representante da Cooperativa Brasil Sabor, João Dias, o manejo de açaizais nativos é tradição nas comunidades amapaense, por isso, é mais do que gratificante vivenciar o grau de mobilização e interesse de todos em manejar seus recursos naturais, principal fonte de renda das famílias da região.
“Tudo que aprendemos podemos compartilhar com os outros cooperados. Conhecimento nunca é demais, principalmente quando nos traz benefícios diretos como é o caso do açaí, fonte da nossa sobrevivência”, ressaltou João.
Para o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, a essência do cooperativismo é esta, levar para todo estado o conhecimento técnico, capacitações e agregar valor ao produto regional.
“Acreditamos no nosso povo e no potencial de cada um. O açaí é um dos maiores potenciais do Estado, e precisamos investir na produção para atender o abastecimento local, atingir o mercado de outras cidades, e claro, garantir renda as pessoas que sobrevivem desse produto”, compartilhou, Gilcimar Pureza.
Manejo de Açaizais Nativos
O presidente da Embrapa/AP, Silas Mochiutti, explicou que dentre as possibilidades de exploração das áreas de várzeas, o açaizeiro tem se destacado como componente desse ecossistema, pela facilidade de reconstituir o revestimento florístico, além de ser importante fonte de alimento e de renda para as populações ribeirinhas.
“No Amapá, o manejo de açaizais nativos tem se tornado referência das comunidades e municípios. O curso já foi aplicado em vários lugares. O plantio nas várzeas, por exemplo, quando há a ocorrência de cobertura florestal, é possível fazer o manejo da vegetação visando o aumento da população de açaizeiro ou o enriquecimento com o plantio de mudas dessa e de outras espécies de interesse comercial, conciliando, de modo racional e equilibrado, a proteção ambiental com o rendimento econômico”, explicou Silas.
Assessoria de Comunicação da OCB/AP
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A equipe de trabalho do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) apresentou para entidades governamentais o Projeto de Consórcio de Produção de Alimentos das Cooperativas do Amapá. A reunião contou com a presença do Secretário Nacional de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, Pedro Alves Neto.
A apresentação abrangeu as cadeias produtivas da castanha do Brasil, pescado, açaí e frutas regionais. Foi apontado o potencial de produção de cada setor, empregos gerados, viabilidade econômica, e principalmente, a importância de investimentos pontuais para o crescimento das cooperativas.
Potencial
A castanha do Brasil, por exemplo, é um produto de grande potencial. Este ano de 2016, a expectativa de produção chega a 500 mil toneladas da castanha dry, 253 mil toneladas da castanha descascada e uma produção de quase 19 mil quilos de biscoitos de castanha. Hoje, o setor conta com 700 pessoas diretamente ligadas a produção e cerca de 2 mil indiretas.
Visão
Durante o encontro o presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, aproveitou a presença dos representantes das instituições governamentais para ressaltar a importância de investimentos e captação de recursos que possam fortalecer as cooperativas e a produção local.
“Esse consórcio aponta claramente todos os nossos potenciais. Amadurecemos e chegou o momento de usar a essência do cooperativismo com essa estratégia do consórcio. Nós temos os meios e estamos adequados, por isso, trouxemos as autoridades para mostrar que estamos prontos para este novo momento”, ressaltou Gilcimar Pureza.
O secretário de Desenvolvimento Rural do Amapá, Hélio Dantas, e os demais gestores, ouviram atentamente as demandas e afirmaram que vão se empenhar na captação de recursos e investimentos para os setores.
“Infelizmente estamos vivendo um período de grave crise financeira. Mas, já estamos trabalhando com foco em 2017, para que as coisas possam acontecer efetivamente. Atuaremos alinhados com a OCB/AP e as cooperativas para atender as demandas”, afirmou Hélio Dantas.
O secretário Nacional de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, Pedro Alves Neto, avaliou o momento como positivo. “O Amapá está muito bem organizado, e realmente chegou a hora das coisas acontecerem. O Sistema OCB será uma peça fundamental neste processo”, comentou Pedro Neto.
Entidades representadas
A apresentação também contou com a presença do secretário de Meio Ambiente do Amapá, Marcelo Creão; da secretária de Trabalho e Empreendedorismo, Marciane Costa; o diretor presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá, José Maria Damarsso; o diretor presidente da Agência Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá, Otacílio Barbosa; além dos representantes das cooperativas do estado.
Assessoria de Comunicação OCB/AP
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Uma grande corrente do bem. Pessoas e instituições juntas, promovendo a melhoria da qualidade de vida de famílias e comunidades. Um grande programa com ações voluntárias conduzidas por cooperativas em todo o território nacional.
O Dia de Cooperar no Amapá foi longe. A OCB/AP junto com as cooperativas amapaenses e parceiros escolheram a Vila do Lourenço, em Calçoene, a 376km de Macapá, e mobilizaram a população contra o mosquito aedes aegypti em áreas de garimpo do município. A ação também levou atendimentos médicos, odontológicos, ginecológicos e sociais para mais de mil pessoas.
O presidente da OCB/AP, Gilcimar Pureza, explicou que a ideia é sempre ir além das ações pontuais. “Nosso objetivo é formar uma corrente de responsabilidade social e refletir um modelo de gestão nas cooperativas, de atuação sustentável e de uma troca permanente com a comunidade”, disse Gilcimar.
Comunidade satisfeita
A autônoma Railane Souza, contou que a ação chegou em boa hora. Devido à dificuldade de acesso ao local, tem se tornado difícil vir até a capital em busca de atendimentos específicos. “Foi uma alegria muito grande compartilhar deste momento. Consultei minha filha de oito meses, tirei meu RG e ainda consultei com médico”, falou empolgada.
O poder do Dia C
O Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C, iniciou em 2009, em Minas Gerais, e ganhou a adesão de cooperativas de todo o país. Com o apoio do Sistema OCB e de suas Unidades Estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado.
A cada edição, o projeto se fortalece, atraindo mais cooperativas, voluntários e parceiros, construindo uma corrente que beneficia todo o país. E com tamanha integração, o objetivo é justamente promover a intercooperação entre todos os voluntários e, a partir dessas ações muito bem estruturadas, ajudar a mudar, de fato, contextos de desigualdade e exclusão em diferentes comunidades.
Em 2015, no estado do Amapá, o Dia C contou com oito cooperativas realizando projetos que beneficiaram mais de 1.100 pessoas. A data vai bem além, e quer alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com uma nova agenda da Organização das Nações Unidas (ONU) composta por 17 propósitos que devem ser concretizados até 2030 para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Assessoria de Comunicação da OCB/AP
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