Notícias
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa dos Garimpeiros do Vale da Capivara (COGACA) para atendimento e aplicação PDGC/EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Na ocasião também ocorreu o alinhamento em procedimentos de cadastro de Cooperativas.
A equipe técnica também realizou a visita na fábrica de processamento de polpas de frutas da Cooperativa Agrícola da Gleba do Matapi (AGROPORTO).
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa Garimpeiros do Vale Vila Nova (COOPGAVIN), localizada no município de Porto Grande / Comunidade do Vale Vila Nova. No local ocorreu atendimento com Palestra motivacional com dinâmica de envolvimento e visita técnica para aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC)/EIXO GESTÃO. Além das explanações sobre Assembleias e atualização da situação da Cooperativa junto aos sócios.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa Agroextrativista dos Produtores do Município de Porto Grande (COAMP) e a Cooperativa dos Produtores Rurais do Matapi (COOPMA) para notificação referente a situação financeira e documental no sistema OCB/SESCOOP-AP.
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa dos Produtores Agropecuários da Comunidade de Sete Ilhas (COOPASETI), onde realizou atendimento com dinâmica em grupo para engajamento no trabalho cooperativo, aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC)/EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Além de alinhamento em procedimentos de cadastro de Cooperativas, assembleias e regularização de Cooperativa.
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (COOPETRAL), localizada no município de Pedra Branca do Amapari.
No local foi realizada visita ao campo da Cooperada/Presidente Ângela, onde podemos mostrar todo potencial da produção da agricultura familiar.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (COOPETRAL), localizada no município de Pedra Branca do Amapari.
A visita técnica possibilitou a aplicação do Programa de Desenvolvimento de Gestão das Cooperativas (PDGC) /EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Além da sensibilização da importância dos programas nas cooperativas, indicação da plataforma Capacitacoop e apresentação da programação do segundo semestre em cursos presenciais.
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Marcando o retorno das atividades de capacitação presencial,.o Sistema OCB Amapá lança o curso Excelência no Atendimento ao Cliente, que será realizado no auditório do SEBRAE, seguindo todas as regras de distanciamento conforme decreto. Link para inscrição: http://amapa.coop.br/excelencia-no-atendimento-ao-cliente-enfase-no-marketing-digital/ Cooperativas, participem!
Ainda não inscreveu sua cooperativa na 12ª edição do Prêmio Somoscoop Melhores do Ano? Não se preocupe, porque a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que realiza a premiação a cada dois anos, acaba de anunciar que prorrogou o prazo que terminaria amanhã, quinta-feira (3/9). Agora, a nova data-limite é 16 de setembro. A justificativa é o cenário pandêmico que alterou muito a rotina das cooperativas que, aliás, não pararam de trabalhar.
Vale lembrar que cooperativas singulares e centrais, confederações e federações sediadas no Brasil, regulares com a OCB, independentemente do ramo ou porte, podem se inscrever, já que a premiação também é uma oportunidade de mostrar o quanto elas são essenciais para o país, social e economicamente.
O objetivo do prêmio é destacar as boas práticas de cooperativas que tenham proporcionado benefícios aos seus cooperados e à comunidade. Casos relacionadas à diminuição dos impactos negativos resultantes da pandemia também podem ser inscritos.
NOVIDADES
Entre as novidades desta edição está a incorporação da categoria Desenvolvimento Sustentável pela Cidadã, reforçando, ainda mais, o compromisso das coops com os ODS da ONU, em sua agenda 2030. As demais continuam as mesmas. São elas: Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Cooperjovem; Fidelização; Inovação; e Intercooperação. E a regra continua a mesma: pode ser inscrito somente um case por categoria.
INFLUENCIADORES
A segunda novidade é a criação da categoria Influenciadores Coop, direcionada a pessoas físicas consideradas referência na disseminação do cooperativismo brasileiro. Mas não para por aí: as indicações serão feitas pelas unidades estaduais do Sistema OCB e os vencedores serão escolhidos por votação popular no site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano.
EDITAL
Para conhecer todos os detalhes do 12º Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, clique aqui
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Na edição do último domingo (30/8), o jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a busca de produtores rurais por renegociação de financiamentos ou por novos recursos para recompor seus caixas frente aos impactos negativos da pandemia. Segundo a matéria, burocracia e altas taxas de juros estão entre os empecilhos para o acesso aos recursos.
Apesar dos bancos permanecerem como principais agentes deste segmento, as cooperativas financeiras foram as únicas a ampliar sua participação de 17% a 18% do dinheiro emprestado. A matéria destaca as cooperativas como alternativa para os produtores que não conseguem empréstimos nas instituições tradicionais.
Segundo o consultor do ramo Crédito do Sescoop/SP, Rodrigo Dias, as cooperativas de crédito vêm se fortalecendo no mercado financeiro e demonstrando ser um eficiente mecanismo de inclusão financeira e disseminador do crédito voltado aos pequenos produtores rurais. “Isto se dá por estarem mais próximo aos associados, terem vocação para investir em empreendedores, além de apresentarem menor custo na oferta de produtos e serviços, em comparação aos bancos tradicionais”.
Confira a matéria na íntegra.
(Fonte: Sistema Ocesp)
(Fonte: Sistema Ocesp)
Um encontro totalmente voltado às mulheres que atuam no setor agropecuário está sendo organizado pelo Grupo Conecta, com apoio do Sistema OCB. Trata-se do Encontro das Mulheres Cooperativistas, a ser realizado 100% on-line, entre os dias 20 e 30 de setembro. Haverá até uma feira agro virtual, com direito a exposição de produtos e serviços e, ainda, palestras específicas sobre temas como liderança feminina.
Além de mulheres de todos os estados brasileiros, o encontro já tem, confirmados, importantes nomes do cenário político-econômico nacional, como o da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e de Teresa Vendramini, presidente da Sociedade Rural Brasileira.
Além delas, o evento contará, também com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dos presidentes Ronaldo Scucato (Sistema Ocemg), Edivaldo Del Grande (Sistema Ocesp), Luiz Vicente Suzin (Sistema Ocesc), e José Roberto Ricken (Sistema Ocepar). E, por fim, também está confirmada a participação do padre Fábio de Melo, que abordará a sabedoria feminina na edificação da família, da propriedade e dos negócios.
O evento que terá um estande virtual do movimento SomosCoop onde será possível ter acesso aos nossos materiais e publicações, conta, ainda, com o apoio das cooperativas Alfa, Camda, Coopama, Cooxupé, Integrada e Coplacana.
Foi sancionada, hoje, Lei que institui o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito. O dispositivo teve origem na medida provisória 975/20 que, a pedido da OCB, incluiu as cooperativas como beneficiárias do Peac e Pronampe, antes restritos às sociedades empresárias.
A nova lei prevê, ainda, aporte da União em até R$ 20 bilhões em sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos. Um valor que tem o objetivo de mitigar o risco de operações de crédito a pequenos e médios negócios (faturamento de R$ 360 mil a R$ 300 milhões), no âmbito do novo Programa Emergencial de Acesso a Crédito.
“Uma possibilidade que faz a diferença para cooperativas de crédito que oferecerem empréstimos no âmbito do programa, que passam a ter seu risco de crédito garantido direta ou indiretamente”, explica a Gerente Geral da OCB, Tânia Zanella.
Outras melhorias que o dispositivo traz são: a flexibilização da apresentação de documentos pelos tomadores do crédito (dispensando a necessidade de alguns comprovantes); e a alteração do regulamento do Pronampe garantindo que cooperativas de crédito (e demais instituições financeiras que operem o programa) possam requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operação em até 100% do valor da operação – o que antes era de até 85%.
Incremento de recursos
No mesmo ato, o Palácio do Planalto sancionou também outra Lei, disponibilizando mais R$ 12 bilhões para o Pronampe – resultado de outra MPV (944/20) que contou com a análise e acompanhamento do time da OCB. “O Pronampe é um programa que teve uma ótima recepção e as cooperativas de crédito são atores extremamente relevantes na distribuição desses recursos. Além disso, vai representar uma segurança muito grande aos empregadores que poderão tomar o crédito para a arcar com a folha de pagamento de seus funcionários, evitando mis desemprego”, comentou Tânia.
As linhas de crédito podem abranger 100% da folha de pagamento pelo período de até 4 meses, mas é vedada a dispensa sem justa causa dos trabalhadores na mesma proporção do recurso utilizado.
A MPV 944/20 também fez alterações imortantes no Fundo Geral do Turismo (Fungetur), agora sancionadas na Lei, que possibilitam às instituições financeiras, inclusive cooperativas de crédito, utilizarem o Fundo Garantidor de Operações (FGO) como garantia das operações, assim como acontece com o Pronampe. A medida visa dar mais segurança e destravar o financiamento para o setor do turismo, um dos mais prejudicados pela pandemia.
Apoio eficaz
Historicamente, pleitos de grande importância para o cooperativismo vêm sendo avaliados e atendidos pelo Poder Executivo. Conquistas que não seriam possíveis sem o apoio constante dos membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo – a Frencoop.
A MPV 944/20, sancionada como Lei na tarde de hoje, e que teve como relator o deputado integrante da diretoria da Frencoop, Zé Vitor (MG), é um exemplo. O parlamentar foi diretamente responsável pela defesa da emenda garantindo mais oportunidades aos pequenos negócios e ampliando a atuação das cooperativas de crédito, que já repassaram aproximadamente 2 bilhões de reais aos micro e pequenos negócios.
Outros atores têm sido fundamentais nessa série de conquistas recentes, como os deputados Efraim Filho (PB) e Evair e Melo (ES) – também membros da diretoria da Frente.
A OCB tem como missão lutar pelo interesse das cooperativas para o seu pleno desenvolvimento e sustentabilidade, contribuindo para um país mais justo e equilibrado, com oportunidades para todos. Objetivos que temos conseguido alcançar graças ao empenho e parceria dos parlamentares e do Poder Executivo nas pautas do cooperativismo.
Interessados em publicar seus trabalhos na próxima edição da Revista Científica Faculdade Unimed podem enviar o material até 28 de agosto pelo site www.revista.faculdadeunimed.edu.br
. Com divulgação prevista para outubro, a publicação segue todos os parâmetros acadêmicos de um periódico científico. São aceitos artigos, resenhas, ensaios e entrevistas nas áreas de Cooperativismo, Gestão, Saúde e Educação Superior. A seleção é feita por um corpo de pareceristas, composto por professores e pesquisadores. Todo o processo é gratuito. Para mais informações sobre o procedimento para a submissão, envie um e-mail paraEste endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Última edição disponível
Em seu segundo ano, a Revista Científica continua com seu objetivo de promover a prática investigativa e o livre acesso à pesquisa científica. E, diante do contexto atual, a quarta edição do periódico, lançada no final de junho, apresenta dois trabalhos relacionados à pandemia causada pela COVID-19, um deles sobre os reflexos da doença no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o outro sobre as dificuldades de fiscalização do ambiente laboral e os riscos de contaminação de trabalhadores domésticos neste período.
Também foram abordados temas como o crescimento das insurtechs e healthtechs, a integração do desenvolvimento sustentável como gestão estratégica organizacional e os problemas estruturais sobre acolhimento e classificação de risco, identificados a partir de relatos do profissional de enfermagem. Acesse o arquivo completo, gratuitamente, clicando aqui
. (Fonte: Faculdade Unimed)
. Com divulgação prevista para outubro, a publicação segue todos os parâmetros acadêmicos de um periódico científico. São aceitos artigos, resenhas, ensaios e entrevistas nas áreas de Cooperativismo, Gestão, Saúde e Educação Superior. A seleção é feita por um corpo de pareceristas, composto por professores e pesquisadores. Todo o processo é gratuito. Para mais informações sobre o procedimento para a submissão, envie um e-mail para
. (Fonte: Faculdade Unimed)
As inscrições ao Prêmio Somoscoop Melhores do Ano entram na reta final. Em 15 dias, chega ao fim o prazo para que as cooperativas garantam sua participação nesta 12ª edição. A premiação é realizada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a cada dois anos. Assim, cooperativas singulares e centrais, confederações e federações sediadas no Brasil, regulares com a OCB, independentemente do ramo ou porte, têm até o dia 3 de setembro para se inscrever.
Nesta edição, a premiação vem cheia de novidades, mas com o mesmo objetivo: destacar as boas práticas de cooperativas que tenham proporcionado benefícios aos seus cooperados e à comunidade. A premiação é também uma oportunidade de mostrar o quanto as coops são essenciais para o país, social e economicamente.
ATUALIZAÇÃO
Na terça-feira (18/8), a OCB divulgou um comunicado sobre a correção de um dos itens do edital, a respeito de quem pode participar da premiação. Segundo a realizadora, foi excluído o parágrafo que tratava sobre a obrigatoriedade de a cooperativa estar em dia com o cadastro no Sou.Coop para poder concorrer ao prêmio. A alteração leva em conta a Lei 14.030/20 que possibilita às cooperativas realizarem suas AGOs até o final de setembro. Sendo assim, o prazo para o preenchimento do Sou.Coop ultrapassa o término das inscrições, em 3/9.
O comunicado reforça, ainda, que, nesta edição, excepcionalmente, em virtude do cenário de pandemia, será considerado, para verificação da regularidade, o pagamento da Contribuição Cooperativista sobre o exercício de 2019. O prazo para regularização será às 18h do dia 11 de setembro.
NOVIDADES
Neste ano, as categorias apresentam duas novidades. A primeira é que Desenvolvimento Sustentável foi incorporada pela Cidadã, reforçando, ainda mais, o compromisso das coops com os ODS da ONU, em sua agenda 2030. As demais categorias são: Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Cooperjovem; Fidelização; Inovação; e Intercooperação. E a regra continua a mesma: pode ser inscrito somente um case por categoria.
INFLUENCIADORES
A segunda novidade é a criação da categoria Influenciadores Coop, direcionada a pessoas físicas consideradas referência na disseminação do cooperativismo brasileiro. Mas não para por aí: as indicações serão feitas pelas unidades estaduais do Sistema OCB e os vencedores serão escolhidos por votação popular no site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano.
SOU.COOP
Segundo a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, mesmo não sendo mais uma condição para participar do Prêmio, as cooperativas devem se cadastrar ou atualizar seus dados na página do Sou.Coop
. “Esses dados são a base da nossa representação junto ao governo federal e insumos para ações desenvolvidas em todos os estados. Vale reforçar que o nosso Anuário do Cooperativismo Brasileiro é feito com as informações cadastradas ali. Então, se todos fizerem sua parte, temos como mostrar a força e os números do nosso movimento para a sociedade e governos”, comenta a gerente geral. EDITAL Para conhecer todos os detalhes do 12º Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, clique aqui
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. “Esses dados são a base da nossa representação junto ao governo federal e insumos para ações desenvolvidas em todos os estados. Vale reforçar que o nosso Anuário do Cooperativismo Brasileiro é feito com as informações cadastradas ali. Então, se todos fizerem sua parte, temos como mostrar a força e os números do nosso movimento para a sociedade e governos”, comenta a gerente geral. EDITAL Para conhecer todos os detalhes do 12º Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, clique aqui
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O Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (12/8), o veto da Presidência da República ao texto que tratava sobre a Solução de Consulta COSIT 11/2017 na Medida Provisória do Agro e não foi sancionado na Lei 13.986/2020. A votação de derrubada contou com a atuação da OCB, da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).Com apoio dos deputados, as negociações com o Governo Federal resultaram em acordo para reverter o veto.
A Solução de Consulta COSIT 11/2017, da Receita Federal, não reconheceu a relação de integração vertical existente entre cooperativa e cooperados, disposta na Lei 13.288/2016, e concluiu que toda a produção rural entregue à cooperativa faz parte da produção para efeito da incidência da contribuição sobre a receita bruta da comercialização (Funrural).
Além de desconsiderar a legislação vigente, a interpretação dada pela Receita Federal aos atos praticados pelas cooperativas onera excessivamente o custo de produção no regime de integração praticados pelas cooperativas agro, representando flagrante desvantagem em relação aos demais modelos societários.
Vale a pena destacar que as cooperativas agropecuárias e seus cooperados sempre atuaram no modelo de integração vertical, mesmo antes da publicação da Lei 13.288/2016, que assegurou a aplicação desse sistema de produção às cooperativas.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comentou o assunto. “A derrubada deste veto visa evitar injustiças na cobrança previdenciária dos produtores rurais associados em cooperativas ao assegurar o tratamento isonômico entre os vários tipos de agentes econômicos nas operações de integração vertical”, concluiu.
SEM CUSTO PARA A UNIÃO
Na prática, a derrubada do veto não altera a regra tributária, nem tão pouco resulta em ampliação do rol de beneficiários ou concede novas isenções. Assim, o texto dispõe sobre a adequada interpretação sobre da apuração da receita bruta decorrente da entrega da produção dos cooperados às cooperativas e a correta forma do cálculo de determinadas contribuições, deixando expresso e claro um tratamento que já existe. Assim, a OCB e os parlamentares conseguiram debater a importância do tema com o Poder Executivo, que concordou com a derrubada do veto.
“O temos agora é a segurança jurídica às operações realizadas pelas cooperativas agropecuárias, fixando em lei, portanto, a base de cálculo legítima para a devida incidência tributária sobre suas operações. A mudança era necessária para trazer um ambiente de segurança jurídica e restringir interpretações que culminassem em custos, diminuindo a competitividade das cooperativas”, conclui Márcio Freitas, da OCB.
EFEITO INTEPRETATIVO
Com a derrubada do veto, volta a ser incluído também na Lei 8.212/91 o §16, que confere efeito interpretativo para o dispositivo que trata da incidência da contribuição previdenciária nas operações realizadas em regime de integração. Com isso, os efeitos da alteração legislativa que deixa clara a base de cálculo da contribuição previdenciária do produtor rural integrado se estende aos fatos ocorridos anteriormente à norma e devem ser observados pela Receita Federal, nas autuações que já vinham ocorrendo em relação a este tributo.
Confira o que alguns parlamentares que atuaram pela derrubada do veto disseram:
RECONHECIMENTO: “Enquanto integrante da base do governo, quero dizer que estou muito satisfeita com as negociações que resultaram na derrubada desse veto. O Congresso Nacional mostrou, novamente, maturidade e reconheceu tanto a importância das cooperativas agropecuárias para a economia brasileira quanto a força desse movimento que nunca parou, desde que a pandemia começou.” Aline Sleutjes (PR), deputada federal.
ECONOMIA: “Além do reconhecimento de que as cooperativas agropecuárias são essenciais para a vida de milhares de brasileiros, a derrubada desse veto evidencia uma preocupação muito grande com o poder de compra da sociedade. Sem a derrubada, possivelmente o preço dos produtos do campo aumentariam e, neste momento, não precisamos disso.” Pedro Lupion (PR), deputado federal, relator da Lei do Agro na Câmara dos Deputados.
SETOR ESSENCIAL: “As cooperativas agropecuárias não pararam nem um minuto sequer durante a pandemia. Isso só mostrou a relevância delas para o país. Votar contra a derrubada do veto da Cosit 11 seria um contrassenso. Se queremos uma economia forte, a gente precisa ver de perto a necessidade de cada setor essencial, como é o caso dessas cooperativas.” Sérgio Souza (PR), deputado federal.
FOCO NO BRASIL: “A gente ouviu muito a nossa base para ver o quão necessário era a derrubada desse veto. Os senadores e deputados mostraram que independentemente da bandeira partidária, o que precisamos agora é ter foco no Brasil. E isso ficou muito evidente. Agradeço em nome de todas as cooperativas agropecuárias.” Evair de Melo (ES), deputado federal e presidente da Frencoop.
Em reunião ordinária realizada na noite de ontem (30/07), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou medidas de apoio ao setor agropecuário, especialmente a agricultura familiar. Parte do pacote anunciado estava entre os pleitos da OCB, e contou com total apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Entre as medidas está a redução da taxa de juros para agricultores prejudicados pelo ciclone bomba na região Sul entre os dias 30 de junho e 1° de julho de 2020. O CMN deu autorização aos agentes financeiros para que os agricultores familiares enquadrados no Pronaf, cujas atividades foram prejudicadas pelo ciclone, possam acessar o crédito de custeio e investimento com as taxas de juros mais baixas aplicadas ao programa (2,75% a.a.), no decorrer de todo o ano agrícola 2020/2021.
O Conselho Monetário Nacional também decidiu prorrogar de 15 de agosto de 2020 para 15 de dezembro de 2020 o prazo de vencimento das parcelas de operações de crédito rural de custeio e investimentos de mutuários cujas atividades foram prejudicadas pelas medidas de distanciamento social ligadas à pandemia de Covid-19.
Também foi aprovada a elevação dos limites de crédito de industrialização para agroindústria familiar, no âmbito do Pronaf. O objetivo é a apoiar os agricultores familiares, por meio do financiamento de suas atividades agroindustriais, especialmente por causa das consequências da pandemia.
O Conselho aprovou também medidas sobre o valor base para os preços do algodão em pluma e a renegociação de parcelas para agricultores atingidos pela estiagem, ampliando o número de municípios e de produtores beneficiados.
O CMN é o órgão colegiado presidido pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos, e pelo Secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.
Confira as especificidades anunciadas:
1 - Prorrogar de 15 de agosto de 2020 para 15 de dezembro de 2020, o vencimento das parcelas vencidas ou vincendas no período de 1º de janeiro de 2020 a 14 de dezembro de 2020, das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas por produtores rurais, inclusive agricultores familiares, e suas cooperativas de produção agropecuária, cuja comercialização da produção tenha sido prejudicada em decorrência das medidas de distanciamento social adotadas para mitigar os impactos da pandemia provocada pelo COVID-19, de que trata a Resolução Bacen nº 4.801/2020.
2 - Autorizar as instituições financeiras a renegociar as parcelas e as operações de crédito rural de custeio e de investimento, vencidas ou vincendas no ano de 2020, inclusive aquelas que já foram objeto de prorrogações anteriores, contratadas pelos produtores rurais e pelas cooperativas de produção agropecuária que tiveram prejuízos em decorrência da seca ou estiagem em municípios com decretação de situação de emergência ou estado de calamidade pública no período de 20 de dezembro de 2019 a 30 de junho de 2020, reconhecida pelo Governo Estadual, de que trata a Resolução nº 4.802/2020. A medida amplia o número de municípios e de produtores beneficiados, dado que, até então, a resolução somente alcançava os municípios cujos decretos tenham sido emitidos entre 1º de janeiro e 9 de abril de 2020.
3 - Admitir que a instituição financeira possa considerar o indicador de preços de algodão em pluma CEPEA/ESALQ como valor base para o Financiamento Especial para Estocagem de Produtos Agropecuários (FEE) aos produtores de algodão, em operações contratadas até 15 de outubro de 2020, ao amparo de recursos controlados do crédito rural. A possibilidade da adoção desses preços, se reveste de significativa importância, quando os preços de mercado estão substancialmente acima do Preço Mínimo, referência básica para operações dessa natureza. Essa medida complementa o disposto na Resolução Bacen nº 4.824/2020, que elevou de R$ 4,5 milhões para R$ 32,5 milhões o limite de financiamento para estocagem, devido as dificuldades de fechamento de contratos e escoamento da produção ocasionadas pela pandemia do novo coronavírus.
4 - A passagem do "Ciclone Bomba" pela região Sul entre os dias 30 de junho e 1° de julho de 2020 provocou danos em vários municípios dos estados dessa Região, sobretudo em Santa Catarina, onde, segundo o governo do estado, ao menos 241 municípios foram atingidos. O ciclone afetou a atividade de muitos produtores rurais, especialmente os agricultores familiares. Diante desses problemas e por solicitação da Senhora Ministra da Agricultura, o CMN deu autorização aos agentes financeiros para que os agricultores familiares enquadrados no Pronaf, cujas atividades foram prejudicadas pelo “Ciclone Bomba”, possam acessar o crédito de custeio e investimento com as taxas de juros mais baixas aplicadas ao programa (2,75% a.a.), no decorrer de todo o anos agrícola 2020/2021, desde que os municípios afetados tenham decretado situação de emergência ou estado de calamidade pública em decorrência do “Ciclone Bomba”, com reconhecimento pelo Governo Estadual.
5 - Foi aprovada a elevação dos limites de crédito de Industrialização para Agroindústria Familiar, no âmbito do Pronaf. A medida visa a apoiar os agricultores familiares, empreendedores rurais familiares e as cooperativas de agricultores familiares por meio do financiamento de suas atividades agroindustriais, especialmente nesse momento de crise em função das medidas de distanciamento social decorrentes da pandemia de Covid-19. Diante disso, em caráter excepcional no ano agrícola 2020/2021, autorizou-se o aumento dos seguintes limites, por beneficiário:
I - Pessoa física: de R$ 45.000,00 para R$ 60.000,00;
II - Empreendimento familiar rural - pessoa jurídica: de R$ 210.000,00 para R$ 300.000,00;
III - Cooperativa singular: de R$ 15.000.000,00 para R$ 20.000.000,00;
IV - Cooperativa central: de R$ 30.000.000,00 para R$ 40.000.000,00.
Para conferir a íntegra da resolução, clique aqui
. (Com informações do Mapa) Fonte: Sistem OCB
. (Com informações do Mapa) Fonte: Sistem OCB
As inscrições para o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano seguem a todo vapor e uma nas novidades da edição deste ano é a categoria Influenciadores Coop. Os nomes devem ser indicados pelas unidades estaduais do Sistema OCB, a partir de hoje, conforme orientado no edital. Cada Organização Estadual pode indicar até três profissionais que consideram ser verdadeiramente influenciadores e que valorizam e disseminam o cooperativismo no Brasil.
Os indicados devem ser profissionais devem priorizar a atividade de influenciador, nos últimos dois anos, com a produção de conteúdo que divulgação o cooperativismo. O período para as indicações termina às 18h do dia 10 de setembro. Vale destacar que a indicação deverá ser feita por meio de formulário a ser disponibilizado pela unidade nacional do Sistema OCB.
No documento a ser preenchido pela Unidade Estadual, será necessário comprovar que o conteúdo gerado mostra como o influenciador forneceu informações relevantes à sociedade em geral, com destaque para temáticas correlacionadas, direta ou indiretamente, ao cooperativismo. Devem ser enviados materiais como textos, artigos, e-books, vídeos, podcasts, posts nas redes sociais, live, webinar ou outros formatos que não estejam contemplados nesta relação.
O conteúdo gerado pelo profissional indicado deve divulgar informações ou atividades que contribuam para aumentar a presença e visibilidade do cooperativismo no Brasil, direta ou indiretamente, abordando temáticas correlacionadas, como, comunicação, inovação, gestão e governança, mercado, colaboração, economia compartilhada, empreendedorismo coletivo, dentre outros.
OBJETIVO
A categoria Influenciadores Coop foi criada om o objetivo de identificar, valorizar e reconhecer formadores de opinião com projeção no cenário nacional, que contribuem com a produção de conteúdo e divulgação do cooperativismo.
QUEM PODE PARTICIPAR
Os influenciadores podem ser administradores, consultores, economistas, empreendedores, escritores, esportistas, executivos, jornalistas, políticos, palestrantes, entre outros, que desenvolvam conteúdos positivos sobre o cooperativismo, publicados ou replicados em mídias, sejam elas off-line ou on-line. A fim de garantir a imparcialidade desta categoria, não poderão ser indicados dirigentes e colaboradores das unidades nacional e estaduais do Sistema OCB.
VOTAÇÃO
A metodologia para premiar os Influenciadores Coop é distinta das categorias com cases inscritos. A nova categoria será viabilizada em três etapas: indicação, avaliação da comissão julgadora e votação aberta no site do prêmio.
Os oito influenciadores que receberem maior pontuação pela comissão serão elegíveis ao voto popular. A Coordenação Geral vai entrar em contato os finalistas e, após autorização individual, seus nomes serão divulgados no site oficial do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, juntamente com uma foto de perfil (fornecida pelo candidato), além de um breve currículo.
O período para a votação do público, que escolherá os três melhores, será das 9h do dia 13 de outubro até as 18h do dia 6 de novembro, pelo site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano. Os oito candidatos serão convidados para a cerimônia de premiação, momento em que os três mais votados receberão o título de Influenciador Coop, sem distinção de primeiro, segundo ou terceiro lugar.
Clique aqui
para acessar o edital.
para acessar o edital.

Na primeira reunião do novo Conselho de Administração do Sistema OCB Amapá, recém-eleito, os novos membros homologaram as indicações para a superintendência da entidade. No mesmo encontro também foram definidos os novos membros dos Conselhos Fiscal e de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado (Sescoop). A reunião, que foi a 4ª ordinária do colegiado no exercício 2020, ocorreu nesta quarta-feira (5), na sede da OCB/AP, na região Central de Macapá. A atual Superintendente da instituição, Patrícia Sousa, foi a escolhida para ser reconduzida ao cargo até 2024. Graduada em Administração, ela é especialista em auditoria e controle financeiro. No segmento cooperativista, já foi gerente do Sicoob no Amapá. Patrícia, agradeceu a confiança depositada. “Agradeço a confiança no meu trabalho, atuo há bastante tempo no segmento do cooperativismo e acreditamos que essa experiência pode nos ajudar a fazer uma gestão cada vez mais participativa das cooperativas do Amapá”, ponderou Patrícia Sousa. O encontro também marcou a primeira pauta conjunta comandada pela nova presidente executiva da OCB, Maria Nascimento. Ela deu as boas-vindas aos novos conselheiros e reforçou a união para o avanço do setor no Amapá. “Por trás de cada novo membro desses dispositivos tem um trabalho de cooperativismo consolidado e a experiência deles, seja técnica ou empírica, faz desses titulares e suplentes pessoas que conhecem o cooperativismo como ninguém. São eles que vão nos ajudar a alavancar e fazer crescer as cooperativas no Amapá”, afirmou a presidente Nascimento. Conselho de Administração do Sescoop Titulares: Maria Nascimento – Presidente Charlon de Jesus Rodrigues Silva – Transcoop Darciel Cunha Alves – Bio+Açaí Conceição Capiberibe – Sescoop Nacional Milena Rocha – Equinócio Táxi Suplentes: Susan Vilela – Sescoop Nacional Marcelo Padilha – Cooperativa Intelectus Denei Oliveira – Cooperativa Dourada Tatiara Galvão – Uniodonto Conselho Fiscal Titulares: Amiraldo Picanço – Amazombai Adamor Braga – Cooperflora Rodolfo Santos – Agrossan Suplentes: Raimundo Alves – Coopecedro Stephanie Cavalcante – Coomagro Juniel Gomes - Comaru [gallery columns="2" size="medium" ids="4882,4883,4884,4885"]
Agora é lei! As cooperativas brasileiras poderão realizar assembleias gerais de forma virtual permanentemente. Depois de forte atuação da OCB e da Frencoop no Congresso Nacional, a matéria foi votada e encaminhada para a sanção presidencial, que ocorreu nesta terça-feira. Assim, a Lei 14.030/20 altera a Lei 5.764/71 e permite a participação de cooperados, bem como a votação dos assuntos de maneira virtual.
Além disso, amplia a permissão de realização de AGOs em 2020 até nove meses (setembro) após o término do exercício social. O texto assegura, também, a continuidade dos mandatos até o momento da AGO.
“Esse é um marco legal muito significativo para o cooperativismo brasileiro. É uma inovação na legislação que, além de proteger a saúde dos cooperados, permite que todas as fases da transparência que deve envolver a gestão de uma cooperativa sejam possibilitadas, independentemente da pandemia”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
LINKS ÚTEIS
Para saber mais sobre como realizar sua AGO virtual, acesse o e-book explicativo (https://bit.ly/AGOdigital
) ou o curso on-line (https://capacita.coop.br
). É importante ressaltar que a cooperativa Coopersystem, do Distrito Federal, oferece o software, Curia, para que AGOs virtuais possam ser realizadas no prazo e sem riscos para seus cooperados. Em parceria com a OCB, o aplicativo é gratuito neste ano (http://curia.coop
). Clique aqui
para acessar a lei completa.
) ou o curso on-line (https://capacita.coop.br
). É importante ressaltar que a cooperativa Coopersystem, do Distrito Federal, oferece o software, Curia, para que AGOs virtuais possam ser realizadas no prazo e sem riscos para seus cooperados. Em parceria com a OCB, o aplicativo é gratuito neste ano (http://curia.coop
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As plataformas digitais que ofertam produtos e serviços já faziam parte de nossas vidas e ganharam relevância nos últimos tempos. O distanciamento social, gerado pela pandemia do novo coronavírus, mostrou que, mais do que uma tendência, elas, agora, fazem parte da realidade dos grandes centros urbanos, assim como pequenas cidades.
Os aplicativos de entrega têm sido fundamentais para este período de isolamento e têm levantado uma série de questionamentos sobre o impacto na vida desses trabalhadores. E um bom exemplo disso, são as manifestações recentes e recorrentes de quem trabalha com aplicativos de entrega e, também, de quem consome esse tipo de serviço. (Leia aqui
) Assim, diante deste contexto, como garantir que as plataformas remunerem justamente os profissionais? Como assegurar que o resultado financeiro retorne para a comunidade, melhorando não só a qualidade de vida das pessoas, mas a economia local? Para estas e outras perguntas o cooperativismo de plataforma
pode ser a solução. Vale destacar que ele não é simplesmente uma derivação do cooperativismo em meio às novas tecnologias, mas um estímulo ao desenvolvimento de alternativas mais justas de negócios de economia compartilhada. Basicamente, uma plataforma cooperativa tem mais espaço para diversificação e promove melhor a distribuição de benefícios. E, para mostrar as vantagens de uma cooperativa de plataforma, o Sistema OCB acaba de disponibilizar quatro cases inspiradores no site do Inovacoop
. O conteúdo mostra que é possível atuar dessa – forma cheia de conectividade – em diversos ramos. Confira um breve resumo de cada um dos cases e depois conheça melhor esses exemplos de como a inovação pode fazer a diferença no seu negócio. UP&GO: A cooperativa de plataforma Up&Go, sediada na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, foi criada em 2017 para que trabalhadoras domésticas, normalmente imigrantes, ofereçam seus serviços por meio de uma plataforma digital. Na prática, por meio de um aplicativo, a cooperativa oferece os serviços de faxina de suas cooperadas. A plataforma permite que as cooperadas recebam 95% do valor pago pelos clientes, eliminando as comissões antes pagas pelas trabalhadoras a intermediadores. (Leia
) STOCKSY: Cansados de serem desvalorizados e de receberem um percentual muito baixo por seu trabalho, fotógrafos ligados, até então, por grandes bancos de imagens, decidiram criar a Stocksy United
, uma cooperativa de plataforma em que os artistas recebem entre 50% e 75% dos royalties pagos por suas produções. Com isso, recebeu candidaturas de 10 mil fotógrafos interessados em se associar, o que fez sua receita atingir US$ 10,3 milhões, em 2016. (Leia
) FAIRBNB: A Fairbnb
se apresenta como um portal de reservas com alma. A cooperativa de plataforma foi fundada em 2016 com a meta de ser o Airbnb no modelo cooperativista. A proposta é garantir tanto condições mais acessíveis aos viajantes como melhor remuneração aos proprietários, com um propósito especial: desenvolver as comunidades locais. (Leia
) SAVVY: A Savvy Cooperative
une e empodera pacientes cooperados para organizar a influência sobre a indústria de saúde, incluindo os segmentos hospitalar e de medicamentos. Para isso, coleta dados sobre pacientes e grupos de interesse da indústria farmacêutica e os disponibiliza mediante remuneração aos cooperados, buscando direcionar produtos e serviços de saúde sob medida e, também, considerando a opinião do público-alvo. (Leia
) INOVACOOP Para conhecer mais sobre inovação e os outros materiais do Inovacoop, clique aqui
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) Assim, diante deste contexto, como garantir que as plataformas remunerem justamente os profissionais? Como assegurar que o resultado financeiro retorne para a comunidade, melhorando não só a qualidade de vida das pessoas, mas a economia local? Para estas e outras perguntas o cooperativismo de plataforma
pode ser a solução. Vale destacar que ele não é simplesmente uma derivação do cooperativismo em meio às novas tecnologias, mas um estímulo ao desenvolvimento de alternativas mais justas de negócios de economia compartilhada. Basicamente, uma plataforma cooperativa tem mais espaço para diversificação e promove melhor a distribuição de benefícios. E, para mostrar as vantagens de uma cooperativa de plataforma, o Sistema OCB acaba de disponibilizar quatro cases inspiradores no site do Inovacoop
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) STOCKSY: Cansados de serem desvalorizados e de receberem um percentual muito baixo por seu trabalho, fotógrafos ligados, até então, por grandes bancos de imagens, decidiram criar a Stocksy United
, uma cooperativa de plataforma em que os artistas recebem entre 50% e 75% dos royalties pagos por suas produções. Com isso, recebeu candidaturas de 10 mil fotógrafos interessados em se associar, o que fez sua receita atingir US$ 10,3 milhões, em 2016. (Leia
) FAIRBNB: A Fairbnb
se apresenta como um portal de reservas com alma. A cooperativa de plataforma foi fundada em 2016 com a meta de ser o Airbnb no modelo cooperativista. A proposta é garantir tanto condições mais acessíveis aos viajantes como melhor remuneração aos proprietários, com um propósito especial: desenvolver as comunidades locais. (Leia
) SAVVY: A Savvy Cooperative
une e empodera pacientes cooperados para organizar a influência sobre a indústria de saúde, incluindo os segmentos hospitalar e de medicamentos. Para isso, coleta dados sobre pacientes e grupos de interesse da indústria farmacêutica e os disponibiliza mediante remuneração aos cooperados, buscando direcionar produtos e serviços de saúde sob medida e, também, considerando a opinião do público-alvo. (Leia
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A Câmara dos Deputados votou nesta quarta-feira as modificações feitas pelo Senado à MPV 944/20, que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos. Uma das alterações aprovadas é a Emenda nº 8, que acrescenta uma nova redação ao artigo 20, para que a União possa aumentar sua participação no Fundo Garantidor de Operações (FGO) em mais R$ 12 bilhões.
A OCB apoia o novo texto já que a ideia é ampliar a concessão de garantias no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), e as cooperativas de crédito são agentes de crédito em operações de empréstimos desse recurso e já esgotaram os valores disponibilizados.
O relator, deputado Zé Vítor (MG), integrante da Diretoria da Frencoop, acatou a emenda 8, conforme solicitado pela OCB e afirmou que a emenda 8 é um "avanço e aprimoramento" ao texto inicial do Poder Executivo tendo em vista o sucesso do Pronampe. "Nós estamos garantindo R$12 bilhões para o Pronampe. É bom citar que 105 mil microempresas e 112 mil pequenas empresas já foram atendidas pelo Programa. O recurso já foi esgotado e por isso essa necessidade de um novo aporte".
A MP 944/20 também concede crédito aos empregadores para que eles possam arcar com a folha de pagamento de seus funcionários e evitar o desemprego em uma época de crise econômica. As linhas de crédito concedidas podem abranger 100% da folha de pagamento pelo período de até 4 meses mas é vedada a dispensa sem justa causa dos trabalhadores na mesma proporção do recurso utilizado do Programa.
Enquanto isso, a OCB segue acompanhando a aprovação da MP 975, que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac). A matéria está em análise no Senado e conta com a inclusão de emendas sugeridas pela OCB e apresentadas pelo deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que incluem as cooperativas de todos os ramos como beneficiárias do Peac e Pronampe, antes restritos às empresas.