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Empreendedores rurais do Amapá ganharam um “atalho” para chegar mais rápido ao tão desejado crédito de recursos disponíveis no Banco da Amazônia (Basa). É que a instituição bancaria acaba de credenciar a Cooperativa de Profissionais de Assistência Técnica e Administração Urbana e Rural do Estado do Amapá (Plastec), sediada em Santana, a 17 km de Macapá, a realizar assistência técnica em extensão rural para elaboração de projetos de financiamento no âmbito Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), que possui os juros mais baixos do mercado para o setor. Com isso, a Plastec poderá ajudar produtores rurais do Amapá acessar créditos rurais de R$5.000,00 mil do Pronaf (B) até cifras de milhões do Pronaf Mais Alimentos. A aptidão ao PRONAF expedida à Plastec no último dia 10 pelo Basa foi comemorada pelo presidente da cooperativa, José Maria Vaz, e pela presidente executiva do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento. “É preciso muito suporte técnico para conseguir essa declaração e a Plastec, por conta de seu corpo técnico especializado, e com a união entre a OCB e a cooperativa, conseguiu. É uma conquista que representa uma possibilidade de avanço muito grande para o setor agroprodutivo do Amapá, que precisa se desenvolver e nós do cooperativismo amapaense estamos trabalhando muito para auxiliar as cooperativas a atingir este objetivo”, avaliou Maria Nascimento. O presidente da Plastec elogiou o apoio da OCB e falou da importância do acesso ao crédito para que os produtores rurais possam ter recursos, seja para custeio da safra, seja para investimento em máquinas, equipamentos ou infraestrutura de produção. “Os produtores rurais, sobretudo da agricultura familiar, que tomarem a decisão de financiar seu empreendimento e alavancar sua produção, já podem nos procurar para projetos de assistência técnica e extensão rural. Nós temos um corpo técnico altamente qualificado, de profissionais que conhecem os gargalos do setor e sabem as soluções”, afirmou José Maria Vaz. Atuação especializada Fundada em 2016 por um grupo multidisciplinar de profissionais com larga experiência em assistência técnica e extensão rural, a Plastec visa explorar o potencial intelectual de seus cooperados – engenheiros e técnicos agrônomos, administrador, advogado, psicólogo, entre outros especialistas – a desenvolver a economia do Amapá através do setor produtivo. Para isso, desenvolve trabalhos de consultoria e assessoria técnica e elaboração de execução de projetos. Serviços Os profissionais especialistas e mestres da Plastec desenvolvem: - Serviços de Engenharia - Pesquisas de Mercado e de Opinião Pública - Pesquisa e Desenvolvimento Experimental em Ciências Sociais e Humanas - Serviços de Organização de Feiras, Congressos, Exposições e Festas - Atividades de Apoio À Produção Florestal - Serviços de Agronomia e de Consultoria Às Atividades Agrícolas e Pecuárias - Treinamento em Desenvolvimento Profissional e Gerencial - Suporte Técnico, Manutenção e Outros Serviços em Tecnologia da Informação. Contatos Email:

Cooperativas do Amapá foram convidadas especiais na Feira de Agricultura Familiar no Rio de Janeiro, promovida pelo Ministério da Agricultura (MAPA) e Universidade Federal Fluminense-UFF. A feira ocorreu nos dias 12 e 13 de dezembro 2020, no Parque Lage, Jardim Botânico, Parque Nacional Floresta da Tijuca contou com cooperativas, associações e produtores autônomos do Estado do Rio de Janeiro. Além dos produtos em exposição, houve oficinas gourmets realizadas por chefes de cozinha renomados, que elaboraram pratos com produtos disponíveis na feira, o Amapá participou das receitas com Camu-Camu, Castanha-do-Brasil, farinha de mandioca e tapioca, palmito e licor de açaí, polpa de açaí em cada prato os participantes do Amapá falavam da origem dos produtos. Participaram do evento as cooperativas do Projeto CVT Amapá - Centro Vocacional Tecnológico do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovação e Comunicações-MCTI, que possuem certificação para comercialização de produtos processados. Foram elas: - CAMAIPI (óleos vegetais, artesanato em cerâmica e fibras vegetais). - BIO+ AÇAÍ (Polpa e palmito de açaí, farinha, goma e tapioca de mandioca). - COOPERFLORA (Amêndoa de Castanha-do-Brasil, e polpa de Camu-Camu). Os participantes: - Maria Nascimento, Presidente do Sistema OCB/AP. - Gilcimar Pureza, Conselheiro OCB/AP. - Sebastião Castelo, COOPERFLORA. - Wilton Duarte, CAMAIPI. - Edilson Reis, BIO+AÇAÍ. [gallery columns="2" size="medium" ids="5234,5235,5236,5237,5238,5239,5240,5241,5242,5243,5244"]
Mesmo diante de todas as adversidades vivenciadas no Amapá, a equipe do Sistema OCB-AP segue incansável dando apoio a cooperativas do Estado.
Mais uma agenda foi cumprida, dessa vez, na Cooperativa
COOPERCEDRO, localizada na Comunidade do Cedro. A OCB-AP realizou a aplicação do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), além da apresentação do calendário de atividades 2021, e assessoria para assembleias.
A presença do Sistema tem sido de grande valia, deixando as Cooperativas mais segura na execução dos seus trabalhos.
O Sistema OCB-AP tem estado presente em vários municípios, acompanhando os trabalhos das cooperativas e ajudando os cooperados na gestão, visando sempre o crescimento do Cooperativismo no Amapá.
A equipe esteve presente na Coogal, localizada no Distrito do Lourenço, onde ocorreu a aplicação do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), a reunião com conselho fiscal para orientações de análise de peças contábeis, além da apresentação do calendário de atividades 2021.
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Em Oiapoque, o Sistema OCB-AP também cumpriu agenda na Cooperativa Comfcoi. Os técnicos realizaram a aplicação do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para Assembleias, além da apresentação do calendário 2021.
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Sistema OCB-AP visita Cooperativa Verde Minas
O Sistema OCB-AP visitou a Cooperativa Verde Minas, localizada no município de Oiapoque. A equipe realizou a aplicação do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para Assembleia, além de realizarem uma breve avaliação com nova Diretoria.
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O Sistema OCB acaba de lançar o e-book LGPD no cooperativismo: como se adaptar. O material apresenta o impacto da aplicação da Lei nº 13.709, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD no ambiente das cooperativas brasileiras. A ideia é contribuir com a preparação das coops durante o processo de implementação dessa norma.
O assunto tem sido pauta de diversos eventos promovidos pela OCB para esclarecer todas as dúvidas de quem vai lidar com informações de, por exemplo, cooperados, empregados e fornecedores. Basicamente, a LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais realizado por pessoas físicas ou jurídicas no Brasil, tanto por meios físicos quanto digitais. E foi inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês), criado em 2016 e que trata da segurança de informação dos cidadãos na Europa.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o crescimento dos casos de vazamentos de dados e fraudes na internet nos últimos anos ligou o alerta de governos, empresas e da sociedade no mundo todo. “Era preciso criar mecanismos para evitar a invasão de privacidade e reduzir os ataques cibernéticos, que somente em 2019 representaram uma perda financeira de R$ 80 bilhões às empresas brasileiras, segundo levantamento da União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi sob esse contexto que foi criada a LGPD”, contou.
Confira
No e-book são abordados os principais pontos da LGPD, adequando a apresentação das determinações legais à realidade das cooperativas brasileiras e das unidades do Sistema OCB e indicando medidas necessárias para adaptação à nova lei. Clique aquipara conferir. Fonte: Sistema OCB
Foi realizado nos dias 23 e 24, na sede do Sistema OCB Amapá, na região central de Macapá, o Curso de Contabilidade de Cooperativas, que tem como objetivo principal, explorar de forma didática todos os processos, diretrizes, leis e procedimentos que regem o assunto. O Curso que tem como publico alvo funcionários das cooperativas voltados para a área financeira, cooperados e claro contadores que queiram se aprimorar da contabilidade cooperativista, abordou também conhecimentos específicos da Ciência Contábil voltados para as cooperativas, incluindo os aspectos societário e tributário.
O Sistema OCB Amapá trouxe à capital do Amapá, um dos maiores especialistas na área, o contador Fabiano Oliveira, que é Consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP-PA), contador formado pela UFPA , Pós Graduado em Gestão Contábil e tributária e Presidente da Cooperativa Amazon Focus(Cooperativa de Consultores) atuando a mais de 20 anos no mundo cooperativista.
O especialista explicou que o curso diferencia as particularidades contábeis das cooperativas dos outros tipos de empreendimentos, como por exemplo, as sociedades empresariais.
“Alguns profissionais da área prestam serviços para cooperativas e trabalham a contabilidade do empreendimento como se fosse uma empresa normal, uma LTDA ou uma AS, e isso é problemático, porque as cooperativas têm muitas peculiaridades, societárias, contábeis e tributárias, que divergem das sociedades comerciais que a maioria dos contadores está acostumada a lidar. Esse é o grande diferencial deste curso”, explicou Fabiano.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que os gestores e contadores de cooperativas precisam estar cada vez mais capacitados com conhecimentos específicos que ajudem no crescimento dos negócios.
“É importante até que os gestores tenham esse conhecimento até para cobrar melhor os profissionais que fazem a contabilidade das cooperativas. Devemos lembrar que entre as cooperativas, nós temos ramos diferenciados, e a contabilidade de uma cooperativa de trabalho é diferente da contabilidade de uma cooperativa agroextrativista, por exemplo, e isso incide no financeiro, na tributação. Então, a nossa função enquanto Sistema é justamente proporcionar esses conhecimentos às cooperativas do Amapá”, avaliou a presidente.
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?A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COMARU, localizada em Laranjal do Jari, para a aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COOPEMAC, localizada na Comunidade de Água Branca do Cajari, para a aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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?A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COOPERVITÓRIA, localizada em Vitória do Jari, para assessoramento de assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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Inovar é mais do que uma necessidade para o futuro. É uma realidade do agora. Pensando nisso, o Sistema OCB iniciou nesta semana uma pesquisa para conhecer melhor o cenário de inovação entre as cooperativas do país, identificar os principais desafios e sinalizar oportunidades para nortear as estratégias de fomento à cultura da inovação.
Para isso, um questionário foi cuidadosamente preparado para que as respostas sejam utilizadas na elaboração de um diagnóstico. Assim, as coops, com apoio das Unidades Estaduais, podem responder às perguntas até o dia 22 de janeiro do ano que vem.
A Checon, empresa especializada e com experiência em atuação no cooperativismo, foi contratada pelo Sistema OCB para conduzir esta pesquisa, que será realizada no formato on-line, clicando aqui
. APOIO ESSENCIAL “Esse é um processo muito importante para a definição das nossas próximas ações. Vimos que, mais do que nunca, a inovação é um ingrediente essencial da sustentabilidade das empresas que se destacam dentro e fora do país. Por isso, conhecer a nossa realidade é fundamental para melhorar essa cultura e, para tanto, nós contamos muito com a mobilização feita pelas unidades estaduais, estimulando as cooperativas a participarem da pesquisa”, explica o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. De acordo com o superintendente, as cooperativas não serão identificadas no questionário que leva cerca de cinco minutos para ser completado. DÚVIDAS As cooperativas que tiveram dúvidas podem entrar em contato com Samara Araujo, coordenadora do Núcleo de Informações e Mercados do Sistema OCB, por meio do email:Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
. APOIO ESSENCIAL “Esse é um processo muito importante para a definição das nossas próximas ações. Vimos que, mais do que nunca, a inovação é um ingrediente essencial da sustentabilidade das empresas que se destacam dentro e fora do país. Por isso, conhecer a nossa realidade é fundamental para melhorar essa cultura e, para tanto, nós contamos muito com a mobilização feita pelas unidades estaduais, estimulando as cooperativas a participarem da pesquisa”, explica o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. De acordo com o superintendente, as cooperativas não serão identificadas no questionário que leva cerca de cinco minutos para ser completado. DÚVIDAS As cooperativas que tiveram dúvidas podem entrar em contato com Samara Araujo, coordenadora do Núcleo de Informações e Mercados do Sistema OCB, por meio do email:
Feito por pessoas e para pessoas, o cooperativismo está em toda parte. É um modelo de negócio democrático responsável por gerar trabalho, emprego e renda, além de promover o desenvolvimento econômico e social em todos os lugares onde está. Ou seja: é um ingrediente essencial para a construção de uma sociedade mais justa por meio da colaboração, equilíbrio e transformação. É também um caminho que o momento pós-pandemia trará não só ao Brasil, mas para o mundo.
Para entrar no espírito de união faz a força, o Sistema OCB, que reúne mais de 6,8 mil cooperativas e mais de 15 milhões de trabalhadores (entre cooperados e empregados), lança a primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten..
Escolhido por ter afinidade com os valores cooperativistas, Guga destaca que, em sua trajetória como atleta, sempre atuou com base em valores sólidos e, atualmente, como empresário, lidera, ao lado do irmão, uma holding que tem como visão semear bons princípios e como missão gerar oportunidades e negócios com responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Ou seja, a sintonia ideal com o modelo de negócio do cooperativismo.
“Para mim é sempre especial trabalhar com o cooperativismo, porque está dentro da nossa filosofia de colaborar e trabalhar em equipe. A nossa história foi construída em cima desses valores, dessas crenças. Há praticamente 10 anos nós iniciamos uma parceria com uma cooperativa que fez todo o sentido, porque podemos aprender ainda mais sobre esse tema. Eu me sinto muito confortável em poder falar sobre o cooperativismo, porque é algo que vem desde a nossa infância dentro de casa, passando pela carreira no esporte, até a filosofia da nossa empresa”, declara Guga.
CONCEITO
Com o conceito Vem ser coop! Tudo ao seu redor já é, a campanha do Sistema OCB quer aproximar o modelo da sociedade, além de estimular novas adesões ao movimento que segue como tendência de enfretamento para recuperação de negócios e oportunidades prejudicadas pela pandemia do Covid-19.
ESSENCIAIS
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, durante a pandemia, as cooperativas têm mostrado ao país o quanto elas são essenciais para a economia. “As cooperativas, logo no começo desse período, tomaram todos os cuidados, seguindo as orientações de segurança e saúde, para que sua produção não fosse afetada. Se, de um lado, os profissionais são essenciais para a saúde, de outro, as cooperativas são fundamentais para manter a economia girando”, explica.
Aqui no Brasil, o movimento cooperativista é composto por 13 setores econômicos, agrupados em sete ramos. Isso quer dizer que, de norte a sul do país, há cooperativas agropecuárias, de saúde, de crédito, de educação, de internet, de habitação e até de extração mineral.
NÚMEROS
Conheça um pouco dos números do cooperativismo brasileiro:
Somos praticamente 50 milhões de brasileiros ligados ao setor (+/- 25% da população se somamos o número de cooperados, familiares, empregados e fornecedores diretos);
Nº de cooperativas: 6.828;
Nº de cooperados: 14,6 milhões;
Nº de empregados: 425,3 mil;
Ativo total: R$ 351,4 bi;
Ingresso e receitas brutas: R$ 259,9 bi;
Impostos e tributos recolhidos: R$ 7 bi.
Fonte: Sistema OCB
O Congresso Nacional derrubou, nesta terça-feira, o Veto 26/2020, da Presidência da República, à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até o fim de 2021 para 17 setores da economia. A matéria segue agora para publicação no Diário Oficial da União.
A OCB e Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) que estiveram mobilizadas desde o início da tramitação da matéria comemoram a importante conquista para o país, em virtude do seu grande impacto para a competitividade da produção brasileira e para a manutenção de milhares de empregos nas cooperativas.
Placar
Na Câmara, o veto foi derrubado por 430 deputados, enquanto que, no Senado, 64 parlamentares apoiaram a suspensão da decisão presidencial. Assim, a política de desoneração, com alcance a 17 setores da economia, fica prorrogada até o fim de 2021.
Pela legislação, a promulgação da matéria deve ser feita pelo Presidente da República em até 48 horas ou, na omissão deste, pelo presidente ou vice-presidente do Senado, em igual prazo.
Em agosto, a instituição financeira cooperativa Sicredi inaugurou sua primeira agência em Osasco, na Grande SP, para oferecer aos moradores da região uma forma mais igualitária e menos onerosa de exercer a prática bancária, proporcionando inclusão e educação financeira e acesso a um rol variado de serviços e produtos a valores e taxas mais competitivos na comparação com os bancos tradicionais. Mas os benefícios do cooperativismo de crédito não param por aí. Quer ver só?
O cooperativismo de crédito é um instrumento de organização e desenvolvimento socioeconômico da sociedade que tem na união e na colaboração entre pessoas que partilham dos mesmos interesses e propósitos a sua maior força e o seu maior alicerce. Nas cooperativas de crédito como o Sicredi - primeira do ramo no Brasil, criada em 1902 no Rio Grande do Sul – o associado é dono do negócio e tem voz ativa e poder de voto na gestão e nas decisões coletivas.
Ao contrário das instituições bancárias comuns, ele não é apenas mais um cliente, ele faz parte do board. Essa visão mais moderna e altruísta das relações mercantis quebra paradigmas e garante a todos os associados um atendimento único, muito mais cuidadoso, humano e personalizado, já que no cooperativismo de crédito o relacionamento é a base de todo e qualquer objetivo e transação.
TODOS PARTICIPAM
A gestão democrática e transparente é inerente ao cooperativismo. Os associados acompanham o desenvolvimento da cooperativa através de assembleias e prestação de contas, decidem os rumos do negócio e elegem seus governantes e líderes. Ao final do exercício, eles recebem sua parte dos lucros e os resultados ficam à disposição dos associados – algo bem diferente dos bancos tradicionais, que captam clientes que não tem qualquer ingerência sobre os rumos da instituição e jamais são informados para onde vão – e o que se faz com seus investimentos.
CRÉDITO E TAXAS
Nas cooperativas, a liberação de crédito e de empréstimos é feita apenas aos associados, ao contrário das instituições bancárias. E como as cooperativas não visam lucro, as taxas de juros, de serviços e do cartão de crédito são mais baixas e os valores mais justos. Vale lembrar que, assim como as instituições convencionais, no Brasil as cooperativas de crédito são supervisionadas pelo Banco Central.
INTERESSE PELA COMUNIDADE
O Sicredi tem um modelo agregador de renda, espécie de ciclo virtuoso de negócios que visa o desenvolvimento regional sustentável através do qual os resultados gerados ficam na comunidade. Ou seja: por ser a instituição financeira cooperativa nos municípios em que atua, quanto mais uma região utilizar os produtos e serviços do Sicredi, maior será a geração de empregos e a disponibilização de recursos para o desenvolvimento de programas sociais para a população local.
Os programas Crescer e Pertencer, por exemplo, levam educação cooperativa às comunidades e incentivam os associados a participarem mais. O programa social A União Faz A Vida oferece metodologia de ensino baseada em valores de cooperação e cidadania para mais de 390 mil crianças em todo o Brasil.
Já a Oficina Cooperação na Ponta do Lápis, projeto de educação financeira do Sicredi, que também tem uma parceria com a Turma da Monica, impactando diretamente mais de 6 milhões de crianças, jovens adolescentes e adultos. O Sicredi conta ainda com os Comitês Mulher e Jovem, que buscam novas lideranças e incentivam o engajamento e a participação feminina no cooperativismo, e o Fundo Social, que auxilia mais de 160 entidades filantrópicas com projetos voltados à Saúde, Educação, Esportes, Cultura, Lazer e Música, entre outros.
SOLIDEZ
O Sicredi oferece mais de 300 produtos e serviços em mais de 1,9 mil agências distribuídas em 23 Estados e no Distrito Federal, contabilizando mais de 4,6 milhões de associados. O sistema Sicredi é formado por 108 cooperativas singulares com 5 Centrais, Centro Administrativo e o Banco Cooperativo, responsável pelas movimentações financeiras dos associados.
Pela solidez, confiabilidade e segurança na capacidade de pagamentos - e o alto grau de comprometimento com o crescimento de seus associados e o desenvolvimento das regiões em que atua -, o Sicredi é classificado com as melhores notas nas agências internacionais de risco de crédito Moody's (Aa1), Fitch Ratings (AA) e S&P – Standard & Poor's (AAA).
RESUMINDO
Cooper ativa de Crédito X Bancos. Compare!
COOPERATIVA
BANCO
Sociedade de pessoas
Sociedade de capital
Capital dividido em quotas/partes
Capital dividido em ações
Controle democrático
1 pessoa = 1 voto
Controle exercido a partir do valor do capital
Quórum de assembleia = número de associados
Quórum de assembleia = capital representado
Capital Variável
Capital Fixo
É vedada a transferência de quotas-parte do capital subscrito ou integralizado a não-sócios
Não é vedada a alienação ou transferência de capital a terceiros
Objetivo: Estruturação de um empreendimento econômico coletivo para o atendimento das necessidades do associado
Objetivo: Exploração de uma atividade econômica com fins lucrativos
Resultados distribuídos proporcionalmente às operações e serviços; ou seja, à movimentação individual
Resultados distribuídos proporcionalmente ao capital integralizado
A utilização das operações e dos serviços oferecidos é condição básica para o sócio
Utilização das operações e dos serviços oferecidos não é condição para ser sócio
SAIBA MAIS
Para saber mais sobre o modelo cooperativista de crédito do Sicredi, acesse www.sicredi.com.br
Fonte: Sicredi
Fonte: Sicredi




