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Em junho de 2019, o então Presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza fez uma visita ao Mato Grosso juntamente com Daniel Sebben, Presidente da APROSOJA/AP, onde reuniram-se com Danilo Vicentim, Diretor Executivo e fizeram o convite com dados do setor produtivo do Amapá e suas necessidades dentre elas o crédito adequado as diferentes cadeias produtivas do Amapá da Mineração, da Pecuária, de Grãos, da Agricultura Familiar, do setor florestal madeireiro, do Extrativismo Vegetal e da Pesca.
Em agosto (12 a14) a Diretoria Executiva e Membros do Conselho de Administração da Cooperativa de Crédito estiveram no Amapá para uma extensa agenda para prospectar o mercado. A organização é a terceira maior instituição financeira em crédito rural do país e veio conhecer as potencialidades econômicas da região.
A comitiva do SICREDI SUL MT, apresentou números e formas de atuação nos municípios onde atua e como pretendem expandir para região norte. Expuseram ainda seus produtos para pessoa física, jurídica e para o agronegócio.
O presidente da Sicredi Sul MT, Marco Túlio, frisou que a visita foi fundamental para conhecer de perto a realidade local e entender a dinâmica econômica e social do Estado, bem como seus negócios. “Aqui, tem um grande potencial para aplicarmos a filosofia da Sicredi que é de ajudar a promover o desenvolvimento através do crescimento das cooperativas”, disse.
O diretor executivo da Sicredi Sul MT, Danilo Vicentim, fez uma apresentação sobre a instituição financeira e explicou como ela pode contribuir com o trabalho das cooperativas. Durante o encontro, os participantes puderam falar um pouco sobre os seus negócios e também esclarecer suas dúvidas, especialmente sobre linhas de crédito no mercado amapaense.
Em setembro 2020, em assembleia geral do SICRED SUL MATO GROSSO RONDONÓPOLIS, aprovou a expansão para o Amapá e autorizado pelo Banco Central do Brasil. Ainda este ano deverá vir ao Amapá o Diretor Executivo, Danilo Vicentim para providências de logística e trâmites burocráticos.
A Presidente Maria Nascimento, e o Conselheiro Gilcimar Pureza seguem fazendo as tratativas com as Prefeituras de Macapá, Santana, FECOMERCIO-AP, Governo do Estado do Amapá e outros entes para instalação no Amapá em 2021 por solicitação do SICRED.
Consignado e boletos
Os prefeitos de Macapá e Santana, Clécio Luis e Ofirney Sadala acenaram positivamente para o início das tratativas sobre a possibilidade de se estabelecer, entre a entidade e a prefeitura, um convênio para disponibilização de crédito consignado aos servidores municipais.
Outra prospecção foi quanto a emissão de boletos para pagamento de tributos, taxas e tarifas municipais aos contribuintes. Neste caso a cobrança seria feita pela Sicredi Sul MT, com emissão de boletos e ganho no serviço de cobrança.
Agenda no Amapá
Sistema OCB/AP e suas filiadas
FECOMERCIO-AP e Governo do Amapá
Prefeitura de Macapá
Companhia Docas de Santana
Bancada Federal (Deputado Federal Luis Carlos)
Sicredi
O SICREDI foi fundado há 116 anos no Brasil, com mais de 4 milhões de associados, presentes em 22 Estados e 1,6 mil agências. É a terceira maior instituição financeira em crédito rural do país, segundo a Revista EXAME. Possui 56 bilhões em carteira de crédito e parceria internacional com Banco Holandês RABOBANK, e com braço do Banco Mundial, IFC-Internacional Finance Group.
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Educar-se para uma melhor gestão de recursos financeiros – começando pelo comportamento pessoal – e estendendo essa dinâmica para o empreendimento. Essa foi a estratégia adotada no treinamento promovido pelo Sistema OCB Amapá neste fim de semana, voltado para membros de cooperativas e conselheiros do Sescoop/AP. O Curso Básico de Educação Financeira, iniciou nesta sexta-feira (30) e prossegue, manhã e tarde, neste sábado (31), na sede da OCB Amapá, no Centro de Macapá. No primeiro dia de capacitação, o instrutor do curso, o administrador especialista em gestão de recursos financeiros, Bruno Castro, trabalhou conceitos que visam melhor a relação com a gestão de recursos pessoais. Segundo Bruno, o foco inicial no comportamento pessoal objetiva justamente a educação na relação com os recursos, para que posteriormente, essa disciplina financeira seja levada para dentro das cooperativas. “A gente sabe que no Brasil, e isso se reflete da mesma forma no Amapá, existe um número significativo de famílias endividadas e quando você promove um treinamento com foco nesse processo de melhoria da relação com dinheiro, melhora-se a relação da gestão desses recursos, por exemplo, em uma cooperativa”, explicou o instrutor. O material didático distribuído aos participantes é baseado no processo de educação financeira que é desenvolvida em nível de Brasil, pelas instituições financeiras. De acordo com Bruno, o processo educativo traz retornos a médio prazo. Mas, as reflexões e conceitos trabalhados no curso, como comportamento de consumo, contribuem para que o cooperado consiga iniciar, por exemplo, um processo de planejamento de compras. A Presidente Executiva do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que o treinamento faz parte de uma série de capacitações técnicas que o Sistema de OCB/Sescoop-AP planejou para elevar o nível de gestão das Cooperativas no Estado e consolidar os Empreendimentos Cooperativistas no mercado amapaense. “É um curso importante, exatamente pelo momento que estamos vivendo em relação aos recursos financeiros, o dinheiro está escasso, e diante de todos os desafios provados pela situação de pandemia, é fundamental aprender a lidar com crise econômica, por isso existe a necessidade de refletir essa relação de consumo e comportamento para que as cooperativas não passem por problemas de endividamento, ausência de recursos e ineficiência na aplicação dos recursos”, avaliou Nascimento. [gallery size="medium" ids="5100,5101,5102,5103,5104,5105"]

Curso Preparatório para Licitações Período: 13 e 14 de novembro de 2020. Horário: 08h às 12h/ 14h às 18h Local: Sistema OCB-AP/SESCOOP-AP Inscrições: No site amapa.coop.br na aba de cursos e eventos Início das inscrições: 30/10/20. Facilitadora: CARLA DE OLIVEIRA Vagas Limitadas: 25 participantes*. *Para cooperativas regulares com o Sistema OCB-AP. Dúvidas Contato:

Menos burocracia e mais eficiência nas relações de trabalho e no ambiente de negócios brasileiro. Foi com esse objetivo que o governo federal lançou esta semana um programa de desburocratização chamado “Descomplica Brasil”, e nós, do Sistema OCB, que acompanhamos os temas de perto, participamos do evento. Mas como vai funcionar? O eSocial – plataforma de registro de informações para o cumprimento de obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias –, contará agora com um novo formulário.
Segundo o Ministério da Economia, as mudanças vêm para simplificar o preenchimento, eliminando alguns campos e somando às alterações divulgadas anteriormente, no cronograma do eSocial, o que atende inclusive a reivindicações do setor econômico cooperativista. Pedidos de informações que já constam nas bases do governo, como o número de RG e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por exemplo, foram excluídos. O CPF passará a ser o único número de identificação do trabalhador, dispensando a referência a outros números cadastrais, como o PIS/Pasep.
Na mesma linha, de eliminar burocracias, o governo lançou também um programa voltado especificamente para facilitar a vida dos empreendedores. Entre as medidas tomadas, está a exclusão de 48 normas (portarias) pelo secretário especial de Previdência, Bruno Bianco
. Ele explicou que o governo trabalha para acabar também com quase 2 mil regras do antigo Ministério do Trabalho que, segundo Bianco, estão dificultando o ambiente dos negócios no país. E as medidas continuam. Na tentativa de simplificar e desburocratizar outras regras, visando gerar mais oportunidades de emprego, também está em processo a revisão de várias normas regulamentadoras, entre elas a Norma Regulamentadora do Setor do Agronegócio (NR-31), que foi assinada nesta quinta (22/10), na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Para se ter uma ideia, atualmente, existem mais de 35 normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho em vigor. Nossa atuação – O Sistema OCB, por meio da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), atua e acompanha os temas relacionados a relações de trabalho e matéria sindical, para defender e garantir os interesses da categoria econômica das cooperativas. Hoje, contamos com assento e representação em espaços de interlocução com o governo e entidades privadas, tais como o Conselho Nacional do Trabalho do Ministério da Economia, a Comissão Trabalhista do Instituto Pensar Agro (IPA/FPA) e o Grupo Técnico Confederativo – GTC do e-Social.
. Ele explicou que o governo trabalha para acabar também com quase 2 mil regras do antigo Ministério do Trabalho que, segundo Bianco, estão dificultando o ambiente dos negócios no país. E as medidas continuam. Na tentativa de simplificar e desburocratizar outras regras, visando gerar mais oportunidades de emprego, também está em processo a revisão de várias normas regulamentadoras, entre elas a Norma Regulamentadora do Setor do Agronegócio (NR-31), que foi assinada nesta quinta (22/10), na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Para se ter uma ideia, atualmente, existem mais de 35 normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho em vigor. Nossa atuação – O Sistema OCB, por meio da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), atua e acompanha os temas relacionados a relações de trabalho e matéria sindical, para defender e garantir os interesses da categoria econômica das cooperativas. Hoje, contamos com assento e representação em espaços de interlocução com o governo e entidades privadas, tais como o Conselho Nacional do Trabalho do Ministério da Economia, a Comissão Trabalhista do Instituto Pensar Agro (IPA/FPA) e o Grupo Técnico Confederativo – GTC do e-Social.
A RENCA foi tema de uma das maiores discussões e mobilizações do município de Laranjal do Jari e região, em prol do desenvolvimento do Amapá.
A iniciativa foi proposta pelo vereador Marcelo Padilha, em parceria com a Federação das Cooperativas de Mineração e Garimpeiros do Estado do Amapá (FECOOMI) e o Sistema OCB AMAPÁ.
Abraçada por garimpeiros, castanheiros, e extrativistas a Audiência Pública reuniu painéis e debates fundamentais para organização e mobilização das categorias.
A Renca tem 2,3 milhões de hectares no Amapá com alto potencial de ouro e outros metais preciosos e o vereador de Laranjal do Jari, Marcelo Padilha, falou a importância da mobilização para reverter essa realidade.
"Vivemos em terras preservadas, sentados em cima das nossas riquezas e perecendo com nossa gente com inúmeras necessidades. Mudar essa realidade é um clamor do nosso povo e a luta é em prol de milhares de famílias", destacou o vereador Marcelo Padilha.
A presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, ressaltou. "Deixem as nossas Cooperativas, mulheres e homens de bem trabalharem. Temos uma história de luta e precisamos de respeito e valorização".
O evento foi marcado por posicionamentos fortes e legítimos como o do garimpeiro e presidente da FECOOMI, Chico Nogueira. "Somos os reais e legítimos habitantes desse lugar, e queremos mostrar o que é de fato sustentabilidade. Carregamos o barro nas unhas, mãos calejadas pelas minas em prol do sustento das nossas famílias. Somos pessoas honestas e trabalhadoras, e lutaremos até vencer essa batalha".
O prefeito de Laranjal do Jari, Márcio Serrão, também participou da audiência e sinalizou apoio a luta de todos, incluindo os madeireiros.
O assessor Jurídico da FECOOMI, Lindoval do Rosário, pontuou questões jurídicas que envolvem a RENCA e a importância da força política para reverter decisões ultrapassadas.
O presidente da Federação de Garimpeiros do Mato Grosso, Gilson Camboim, apresentou o caso de Peixoto de Azevedo-MT da COOGAVEPE, assim como outras cooperativas que possuem pelos exemplos de inovação, projetos sociais e de educação ambiental a marca do desenvolvimento econômico.
O evento foi encerrado com a fala do Garimpeiro e Agricultor, Cláudio Barbosa, que liderou a delegação de Mato Grosso que veio prestigiar a Audiência e declarar apoio a luta dos garimpeiros, agricultores e extrativistas do povo do Amapá.
"O Amapá é um gigante adormecido. Eu me arrepiei com tudo que vi, por favor, se mobilizem e mudem essa realidade. Só a força do povo do Amapá poderá reverter essa realidade e contem com a gente para somar nessa luta".
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O Sistema OCB deu um importante passo na tarde desta quinta-feira (22/10) na defesa dos interesses do cooperativismo de transporte.
Representantes da OCB Nacional e o coordenador nacional do conselho consultivo do ramo transporte, Evaldo Matos, reuniram-se - digitalmente - com a nova superintendente de transporte de passageiros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Priscilla Nunes de Oliveira, e o analista Bruno Ribeiro Alvarenga, para os últimos ajustes relacionados à construção do novo Acordo de Cooperação Técnica - ACT que será firmado entre as entidades.
O novo ACT prevê ações relacionadas ao intercâmbio de informações, estudos de viabilidade técnica e econômica e análises de impacto regulatório em temas afetos ao transporte rodoviário de cargas e transporte de passageiros, além da ampliação da integração entre os sistemas da OCB e da ANTT, compartilhando informações e bases de dados para a otimização de recursos, redução de custos e melhoria no desempenho dos serviços prestados.
O formatação do novo Acordo de Cooperação Técnica mais abrangente é fruto de uma parceria longínqua que a OCB já possuía no segmento de cargas com a agência e da avaliação qualitativa das conquistas que o cooperativismo de transporte colheu direta ou indiretamente com a parceria com a ANTT.
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Com objetivo de preparar os conselheiros de Administração, Fiscal e de Ética, eleitos recentemente, o Sistema OCB/SESCOOP-AP, iniciou na última quarta-feira (21), o curso de formação para os novos membros da Diretoria do sistema. A capacitação vai até sexta-feira (23), no Auditório do SESI, em Macapá.
O instrutor do curso, o consultor especialista em cooperativismo, Leoney Miranda, fará uma explanação minuciosa sobre a legislação do setor cooperativista, com atenção especial para a Lei Geral das Cooperativas 5.764/71, assim como outras leis especificas, o instrutor deu atenção especial ao Estatuto Social da OCB-AP e Regimento Interno do Sescoop-AP.
Será abordado a estrutura de funcionamento dos Conselhos de Administração, Fiscal e Ética.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, ressaltou a importância da capacitação para os novos membros dos Conselhos do Sistema OCB/SESCOO-AP.
Amiraldo Picanço, cooperado e coordenador técnico da Amazonbai – Cooperativa Agroextrativista do Distrito do Bailique – é membro, pela primeira vez, do Conselho Fiscal da OCB-AP, eleito este ano.
Para ele, fazer parte do sistema de gestão das cooperativas do Amapá significa ajudar no desenvolvimento não apenas da própria cooperativa, mas de segmentos econômicos e da economia estadual. Ele fez uma avaliação do primeiro dia de treinamento.
"É uma forma da gente se empoderar dos processos para ajudar os cooperados e nossas cooperativas. O curso nos dá conhecimento técnico sobre os processos administrativos e fiscal para que possamos contribuir na gestão de cada entidade. E sobretudo a parte de legislação para que possamos passar as informações corretas e legais para nossos cooperados”, analisou Amiraldo.
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A Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento, participou no domingo (18.10), da Assembleia Geral Extraordinária da Cooperativa dos Garimpeiros do Rio Vila Nova-COOPGAVIN, no Distrito do Vila Nova, Porto Grande.
Onde entre outras pautas foram eleitos novos membros do Conselho Fiscal da cooperativa. A Presidente ainda visitou uma frente de trabalho e o reforço nas barragens e anunciou capacitação para os novos conselheiros, e uma ação de promoção social na área de saúde juntamente com a Cooperativa.
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Os Conselheiros Gilcimar Pureza e Gilson Camboim, do Sistema OCB Amapá e Mato Grosso, a Superintendente do Sistema OCB Amapá, Patricia Sousa e o Sr Bruno Terraalta, fundador da Federação das Cooperativas de Mineração do Amapá-FECOOMI realizaram visitas técnicas com encontros regionais e locais. Foram visitadas as cooperativas: 1. COOPEVALE – Pedra Branca do Amapari 2. COOPGAVIN – Vila Nova / `Porto Grande 3. COOMING – Cupixi / Pedra Branca 4. COOMINAS – Mazagão 5. COOTA – Tartarugalzinho 6. COOGAL – Lourenço / Calçoene 7. MINACOOP – Oiapoque 8. VERDE MINAS – Oiapoque 9. COOEMAP - Macapá Na pauta das reuniões, encontros e evento estadual esteve a promoção da sustentabilidade da atividade e a profissionalização da gestão com padronização de processos de gestão, produção, comercialização com rastreabilidade e controle, inovação e organização das entidades de representação em nível nacional. Os Estados do Amapá, Mato Grosso e Pará já possuem Federação de Cooperativas de Mineração o que torna possível a fundação da Confederação das Cooperativas de Mineração do Brasil, para melhorar o relacionamento com os Governos e o Legislativo Nacional, Estaduais e Municipais. O Conselheiro da OCB/MT e Presidente da Federação do Mato Grosso levou o caso de Peixoto de Azevedo-MT da COOGAVEPE, assim como outras cooperativas em cada região do país que possuem pelos exemplos de inovação, projetos sociais e de educação ambiental. No Encontro Estadual realizado no dia 07.10 em Tartarugalzinho, os representantes do Governo Federal, Estadual puderam informar como atuam para o setor, e as políticas públicas planejadas, a ANM representada pelo Senhor, Tomas Pessoa e a Agência Amapá do Governo do Estado pelo Sr. Wagner Costa. A Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento falou dos eventos programados com a FECOOMI ainda este ano de 2020, e um projeto de assistência as Cooperativas Minerais juntamente com a FECOOMI para 2021, que tem como Presidente do Conselho o Sr. Chico Nogueira, da Cooperativa COOEMAP. [gallery size="large" columns="2" ids="5013,5014,5015,5016,5017,5018,5019,5020,5021,5022" orderby="rand"]
om a intensificação do uso da internet, a proteção dos dados dos clientes passou a ocupar lugar de destaque na lista de preocupações da sociedade moderna. E para garantir a segurança das informações de todos que navegam pela internet, pessoal ou profissionalmente, foi promulgada, em 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, como é mais conhecida a Lei nº 13.709/2018
), e que passou a valer no dia 22 de setembro. Em função disso, o Sistema OCB realizou nesta quarta-feira, um webinário dividido em duas partes para debater os aspectos práticos e teóricos da LGPD. Na primeira parte, a advogada Patrícia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital, Propriedade Intelectual, Proteção de Dados e Cibersegurança, explicou que, quando se fala em dados, é preciso entender que eles se referem a, por exemplo, nome completo, endereço e números de documentos, fotos, voz, biometria, por exemplo, e também, os hábitos de consumo, interesses e rastros que deixamos na internet com buscas, interações em redes sociais, etc. “A LGPD traz regras de cultura, governança, compliance e reputação. Essa lei, que já tem dois anos, fala de proteção de dados e de patrimônio, de direitos humanos, segurança da informação e, ao contrário do que muitos podem pensar, esse é o momento de perceber uma oportunidade de blindagem, de diminuir riscos, afinal, a tecnologia sozinha não faz bem ou mal. Depende de como ela é usada”, explicou a especialista. Patrícia Peck apresentou, também, cuidados simples que podem ser tomados pelas pessoas e pelas cooperativas, especialmente num contexto em que muitas pessoas trabalham de casa, usando poucos aparatos de segurança de informação. “Muitos, nem mesmo atualizam os antivírus do próprio computador; não salvam um arquivo fora de uma rede que permita backups; trocam de senhas ou descartam corretamente tanto informações quanto documentos”, comentou. Segundo a advogada, como a lei já está valendo, o mau uso de dados pode até resultar em ações judiciais. “Ainda não está sendo aplicada a multa mais alta, que está prorrogada para agosto de 2021, mas outras ações indenizatórias já podem, sim, ir parar no Judiciário. Por isso, as empresas precisam estar atentas e cumprir essa lei. A tecnologia tem que respeitar os direitos humanos. É uma tendência e não tem mais volta”, analisa. NA PRÁTICA O período da tarde ficou por conta do advogado especialista no tema, Cristhian Groff, que apresentou os 10 passos essenciais - e imediatos - para implementar a LGPD com segurança na sua cooperativa. Diversas dúvidas foram sanadas ao vivo e você pode conferir no vídeo que também está disponível no canal do Sistema OCB no YouTube. E, conforme sinalizou assessoria jurídica da OCB, Ana Paula Rodrigues, as demais questões serão tratadas numa cartilha que está sendo produzida e brevemente chegará às cooperativas. SAIBA MAIS Clique aqui
para acessar os eventos na íntegra. E leia mais sobre a LGPD no site do InovaCoop. Acesse
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), e que passou a valer no dia 22 de setembro. Em função disso, o Sistema OCB realizou nesta quarta-feira, um webinário dividido em duas partes para debater os aspectos práticos e teóricos da LGPD. Na primeira parte, a advogada Patrícia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital, Propriedade Intelectual, Proteção de Dados e Cibersegurança, explicou que, quando se fala em dados, é preciso entender que eles se referem a, por exemplo, nome completo, endereço e números de documentos, fotos, voz, biometria, por exemplo, e também, os hábitos de consumo, interesses e rastros que deixamos na internet com buscas, interações em redes sociais, etc. “A LGPD traz regras de cultura, governança, compliance e reputação. Essa lei, que já tem dois anos, fala de proteção de dados e de patrimônio, de direitos humanos, segurança da informação e, ao contrário do que muitos podem pensar, esse é o momento de perceber uma oportunidade de blindagem, de diminuir riscos, afinal, a tecnologia sozinha não faz bem ou mal. Depende de como ela é usada”, explicou a especialista. Patrícia Peck apresentou, também, cuidados simples que podem ser tomados pelas pessoas e pelas cooperativas, especialmente num contexto em que muitas pessoas trabalham de casa, usando poucos aparatos de segurança de informação. “Muitos, nem mesmo atualizam os antivírus do próprio computador; não salvam um arquivo fora de uma rede que permita backups; trocam de senhas ou descartam corretamente tanto informações quanto documentos”, comentou. Segundo a advogada, como a lei já está valendo, o mau uso de dados pode até resultar em ações judiciais. “Ainda não está sendo aplicada a multa mais alta, que está prorrogada para agosto de 2021, mas outras ações indenizatórias já podem, sim, ir parar no Judiciário. Por isso, as empresas precisam estar atentas e cumprir essa lei. A tecnologia tem que respeitar os direitos humanos. É uma tendência e não tem mais volta”, analisa. NA PRÁTICA O período da tarde ficou por conta do advogado especialista no tema, Cristhian Groff, que apresentou os 10 passos essenciais - e imediatos - para implementar a LGPD com segurança na sua cooperativa. Diversas dúvidas foram sanadas ao vivo e você pode conferir no vídeo que também está disponível no canal do Sistema OCB no YouTube. E, conforme sinalizou assessoria jurídica da OCB, Ana Paula Rodrigues, as demais questões serão tratadas numa cartilha que está sendo produzida e brevemente chegará às cooperativas. SAIBA MAIS Clique aqui
para acessar os eventos na íntegra. E leia mais sobre a LGPD no site do InovaCoop. Acesse
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A OCB acaba de atualizar a cartilha que orienta e estimula as cooperativas de crédito a participarem do edital do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo. Agora, o material inclui a Portaria nº 666/2020
, que entre outras modificações, altera as condições de financiamento (taxa e atualizações agora com base na Selic e não mais no INPC). Além disso, o novo normativo incluiu a possibilidade de adesão ao Pronampe para os agentes financeiros operadores, para que possam requerer garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) às operações com recursos oriundos do Fungetur. Vale lembrar que o ministério está com edital aberto para credenciamento de instituições financeiras operadoras do fundo, incluindo cooperativas. O chamamento é o resultado de um pleito da OCB encaminhado ao MTUR após o governo ter ampliado os recursos do programa para atender o setor de turismo, especialmente afetado pela atual pandemia do coronavírus. Além de cooperativas de crédito poderem operar os recursos, empresas e cooperativas que atuam no setor de turismo podem se beneficiar dos financiamentos do programa. O Fungetur consiste em um mecanismo de crédito essencial ao fomento do turismo como negócio e estratégia para o desenvolvimento social e econômico. Por meio da oferta de crédito a empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo, promove a elevação do nível dos serviços prestados ao turista, a expansão das oportunidades de instalação de novos negócios, além da geração de emprego e renda. A cartilha explica, por exemplo, que obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma, máquinas e equipamentos turísticos, além de capital de giro fazem parte do rol do que pode ser financiados com recursos do Fungetur. EXIGÊNCIAS Vale destacar que para solicitarem recursos do Fungetur empresas e cooperativas do setor de turismo precisam ser credenciadas no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br) para trabalhar como agências de turismo, transportadoras turísticas, locadoras de veículos para turistas, organizadoras de eventos, entre outras atividades. Os critérios para análise de risco e aprovação do volume de recursos pleiteado, assim como a política de garantias, ficam a cargo da instituição financeira, a exemplo de uma cooperativa de crédito. No caso das cooperativas de crédito interessadas em emprestarem recursos do Fungetur, estas precisam estar em dia com as obrigações da Lei Complementar nº 130/2009, bem como da Resolução nº 4.763/2009, do Banco Central, além de atenderem às demais exigências do edital de credenciamento. A documentação apresentada pelas instituições financeiras será analisada pelo MTUR em até cinco dias úteis, após a confirmação de entrega e, estando aptas, serão convocadas pelo Ministério a assinar o contrato administrativo de forma eletrônica do SEI no prazo de até cinco dias. LINKS IMPORTANTES - Clique aqui para acessar a cartilha: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacao/78/fundo-geral-do-turismo-fungetur
- Para acessar o edital e seus anexos, acesse: http://www.turismo.gov.br/fungetur.html
- Acompanhe essa e outras ações em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19
, que entre outras modificações, altera as condições de financiamento (taxa e atualizações agora com base na Selic e não mais no INPC). Além disso, o novo normativo incluiu a possibilidade de adesão ao Pronampe para os agentes financeiros operadores, para que possam requerer garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) às operações com recursos oriundos do Fungetur. Vale lembrar que o ministério está com edital aberto para credenciamento de instituições financeiras operadoras do fundo, incluindo cooperativas. O chamamento é o resultado de um pleito da OCB encaminhado ao MTUR após o governo ter ampliado os recursos do programa para atender o setor de turismo, especialmente afetado pela atual pandemia do coronavírus. Além de cooperativas de crédito poderem operar os recursos, empresas e cooperativas que atuam no setor de turismo podem se beneficiar dos financiamentos do programa. O Fungetur consiste em um mecanismo de crédito essencial ao fomento do turismo como negócio e estratégia para o desenvolvimento social e econômico. Por meio da oferta de crédito a empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo, promove a elevação do nível dos serviços prestados ao turista, a expansão das oportunidades de instalação de novos negócios, além da geração de emprego e renda. A cartilha explica, por exemplo, que obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma, máquinas e equipamentos turísticos, além de capital de giro fazem parte do rol do que pode ser financiados com recursos do Fungetur. EXIGÊNCIAS Vale destacar que para solicitarem recursos do Fungetur empresas e cooperativas do setor de turismo precisam ser credenciadas no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br) para trabalhar como agências de turismo, transportadoras turísticas, locadoras de veículos para turistas, organizadoras de eventos, entre outras atividades. Os critérios para análise de risco e aprovação do volume de recursos pleiteado, assim como a política de garantias, ficam a cargo da instituição financeira, a exemplo de uma cooperativa de crédito. No caso das cooperativas de crédito interessadas em emprestarem recursos do Fungetur, estas precisam estar em dia com as obrigações da Lei Complementar nº 130/2009, bem como da Resolução nº 4.763/2009, do Banco Central, além de atenderem às demais exigências do edital de credenciamento. A documentação apresentada pelas instituições financeiras será analisada pelo MTUR em até cinco dias úteis, após a confirmação de entrega e, estando aptas, serão convocadas pelo Ministério a assinar o contrato administrativo de forma eletrônica do SEI no prazo de até cinco dias. LINKS IMPORTANTES - Clique aqui para acessar a cartilha: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacao/78/fundo-geral-do-turismo-fungetur
- Para acessar o edital e seus anexos, acesse: http://www.turismo.gov.br/fungetur.html
- Acompanhe essa e outras ações em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19
O governo federal decidiu prorrogar a isenção das alíquotas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito até 31 de dezembro. O imposto foi zerado em março por conta do impacto econômico causado pela pandemia do novo coronavírus, e já havia sido estendido por 90 dias.
A medida perderia validade nesta sexta-feira (2/10), mas após várias semanas de grande mobilização da OCB e Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) junto ao Ministério da Economia, em especial o Gabinete do Ministro e a Secretaria de Política Econômica (SPE), a fim de sensibilizar o Poder Executivo sobre a relevância da prorrogação da alíquota 0 do IOF, foi publicado o Decreto 10.504/20
, que estendeu o prazo da alíquota zerada até o fim do ano e permitirá que as cooperativas de crédito continuem oferecendo financiamentos com custo final mais baixo para o tomador, o que tem auxiliado fortemente na recuperação da economia nacional. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é notório que a redução do IOF, por meio do Decreto nº 10.305/20 e, posteriormente, pelo Decreto nº 10.414/20, tem auxiliado na redução dos impactos negativos para toda a sociedade. “Essa iniciativa do governo reduziu os custos das operações de crédito nesse momento em que diversos setores da economia se veem fragilizados e necessitando, ainda mais, acessar recursos para dar continuidade às suas atividades e manter o máximo de postos de empregos ativos, por isso essa prorrogação é tão bem recebida pelas cooperativas de crédito”, avalia Márcio Freitas. Já para o presidente da Frencoop, Evair de Melo, a medida é "resultado do papel de liderança exercido pelo Sistema OCB, resultando em uma conquista coletiva de todo o setor cooperativista". RAIO X Atualmente, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto por 884 cooperativas de crédito singulares e seus mais de 6 mil postos de atendimento. Juntas, elas reúnem cerca de 12 milhões de cooperados e têm cumprindo um importante papel na oferta de crédito para o seu quadro de associados, sendo que 14% são micro e pequenos empresários. Vale destacar que as cooperativas surgem com o objetivo de atender às necessidades das localidades onde estão inseridas. Os seus cooperados assumem, portanto, um duplo papel: o de clientes e donos da instituição, o que gera um alto grau de comprometimento com a segurança e longevidade da organização.
, que estendeu o prazo da alíquota zerada até o fim do ano e permitirá que as cooperativas de crédito continuem oferecendo financiamentos com custo final mais baixo para o tomador, o que tem auxiliado fortemente na recuperação da economia nacional. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é notório que a redução do IOF, por meio do Decreto nº 10.305/20 e, posteriormente, pelo Decreto nº 10.414/20, tem auxiliado na redução dos impactos negativos para toda a sociedade. “Essa iniciativa do governo reduziu os custos das operações de crédito nesse momento em que diversos setores da economia se veem fragilizados e necessitando, ainda mais, acessar recursos para dar continuidade às suas atividades e manter o máximo de postos de empregos ativos, por isso essa prorrogação é tão bem recebida pelas cooperativas de crédito”, avalia Márcio Freitas. Já para o presidente da Frencoop, Evair de Melo, a medida é "resultado do papel de liderança exercido pelo Sistema OCB, resultando em uma conquista coletiva de todo o setor cooperativista". RAIO X Atualmente, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto por 884 cooperativas de crédito singulares e seus mais de 6 mil postos de atendimento. Juntas, elas reúnem cerca de 12 milhões de cooperados e têm cumprindo um importante papel na oferta de crédito para o seu quadro de associados, sendo que 14% são micro e pequenos empresários. Vale destacar que as cooperativas surgem com o objetivo de atender às necessidades das localidades onde estão inseridas. Os seus cooperados assumem, portanto, um duplo papel: o de clientes e donos da instituição, o que gera um alto grau de comprometimento com a segurança e longevidade da organização.
Os representantes das Cooperativas do ramo transporte de Macapá, solicitaram uma agenda com a Presidência do Sistema OCB Amapá, para discutir temas no que se refere a tributação municipal; e solicitação de apoio do Sistema OCB-AP para a alterações dos sistema de emissão de notas fiscais junto a secretaria de finanças de Macapá.
Ao termino da reunião, o Sistema OCB-AP, firmou o compromisso de uma agenda com a Prefeitura Municipal de Macapá. Além das pautas acimas citadas, outros temas de grande relevância para as cooperativas também foram discutidos e analisados pela presidência da casa.
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O encontro acontecerá no próximo dia 07 de outubro de 2020, no Município de Tartarugalzinho com o objetivo de promover a sustentabilidade da atividade garimpeira através da profissionalização da gestão das cooperativas. O evento discutirá o cenário nacional da atividade, e a atuação do Governo Federal e Estadual no setor. O Amapá juntamente com os Estados do Mato Grosso e Pará que já possuem o setor organizado em Federação agora almejam constituir a Confederação Brasileira das Cooperativas Minerais, visando a padronização de processos na organização social e de gestão, modernização da extração de minérios, controle e rastreabilidade no comércio do ouro e lançamento do selo OURO ETICO, uma certificação para cooperativas que promovam a sustentabilidade nas áreas de atuação, baseados no tripé Humano, Ambiental e Social. No encontro será apresentado o caso de Peixoto de Azevedo no Mato Grosso que iniciou de forma desordenada na década de 70, e hoje é uma referência nacional da atividade mineral. O evento contará com a presença da Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento; do Presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Mato Grosso, Gilson Camboin; do Diretor da Agência Nacional de Mineração, Tomas Pessoa; do representante da Agência Amapá; e Michael Davi da Mineração Tartarugalzinho. A Federação das Cooperativas do Estado do Amapá participa com seus membros com representantes de Laranjal do Jari, Pedra Branca, Porto Grande, Tartarugalzinho, Mazagão, Calçoene e Oiapoque, informou um de seus dirigentes Bruno Terralta.
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) prorrogou as inscrições para o programa Agro 4.0 para o dia 7 de outubro. No total, serão investidos R$ 4,8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0. O objetivo é promover, por meio dessas tecnologias, o aumento de eficiência e de produtividade, e redução de custos no agronegócio brasileiro.
As cooperativas agropecuárias podem participar, inscrevendo seus projetos. A OCB participou da discussão do edital desde o início, com a ABDI. Para a instituição, essa é uma oportunidade singular para que as coops que querem trabalhar com adoção e difusão de tecnologias no agronegócio encontre os meios para isso. Vale destacar que a OCB faz parte do conselho superior da Câmara Agro 4.0, no âmbito do governo federal.
O edital, na modalidade concurso, é voltado a empresas usuárias de tecnologias 4.0 do setor produtivo, especialmente, produtores rurais e agroindústrias, que irão realizar a adoção de tecnologias 4.0 em suas unidades/fazendas/plantas. Estas empresas poderão submeter propostas de projetos em parceria com demais Instituições.
O programa é executado pela a ABDI e pelos Ministérios da Agricultura (MAPA), da Economia (ME) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). De acordo com o presidente da ABDI, Igor Calvet, o programa Agro 4.0 irá possibilitar e gerar uma maior disseminação de tecnologias digitais no agronegócio, com foco em aumento de eficiência, produtividade e redução de custos junto a produtores e indústrias. Ao todo, o edital contempla quatro categorias, relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio, incluindo empresas dos setores primário, secundário e terciário.
Para o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Mapa, Cleber Soares, a iniciativa estimula o ambiente de inovação digital no agronegócio por meio de soluções práticas e aplicadas às cadeias de valor nos segmentos dentro e fora da porteira, como também em ecossistema de cadeias produtivas. “Estamos alavancando o futuro do agronegócio com soluções digitais", avalia o diretor.
CATEGORIAS
Para cada categoria, foram identificadas temáticas de aplicação, às quais os projetos deverão estar alinhados: (i) segmento de insumos (fertilizantes, defensivos, rações, máquinas e equipamentos); (ii) segmento primário (agricultura, pecuária, pesca, aquicultura); (iii) segmento secundário (fabricação de produtos alimentícios); e (iv) integração de segmentos, incluindo segmento terciário (integração de elos da cadeia - abrangendo serviços de tecnologia da informação e comunicação, logística, entre outros).
PREMIAÇÃO
A premiação varia de R$ 300 mil para até quatro projetos nas categorias 1, 2 e 3; a R$ 600 mil para até dois projetos na categoria 4. Os projetos selecionados serão conhecidos ainda em 2020 e terão, a partir da divulgação, um prazo de sete meses para a execução e outros 12 meses para o monitoramento dos resultados.
PLANO NACIONAL DE IOT
Regulamentado em 2019, o Plano Nacional de Internet das Coisas – IoT tem o objetivo de implantar a Internet das Coisas como ferramenta de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. Para a definição das estratégias do Plano, o BNDES sugeriu quatro verticais de aplicação de IoT: indústria, saúde, rural e cidades. Para cada vertical, foi criada uma Câmara. A Câmara Agro 4.0, liderada pelo MAPA e pelo MCTI, tem como objetivo promover ações de expansão da internet no campo e a aquisição de tecnologias e serviços inovadores no ambiente rural. O Programa Agro 4.0 da ABDI foi listado, na última reunião, como uma das iniciativas acompanhadas pela Câmara.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, destaca a importante missão de levar conectividade ao campo, aliada às novas tecnologias. “O Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT.Br) é estratégico para a inovação e competitividade do Brasil em setores como o agronegócio, saúde, indústria, turismo e cidades inteligentes, que foram as áreas definidas como prioridades pelo MCTI no âmbito do Plano. Dentro do agronegócio, as aplicações da Internet das Coisas e outras tecnologias 4.0 vão desde a coleta de dados para a melhoria do solo até a aplicação precisa de defensivos, por exemplo”.
EDITAL
Clique aqui
para conhecer os detalhes do edital e se inscrever. (Com informações da ABDI)
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), prorrogou novamente o prazo de validade das Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) devido à pandemia do coronavírus. A Portaria n° 129
, publicada no Diário da União desta quinta-feira (24/9), estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses. As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/
. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs
por causa da pandemia. O objetivo, segundo o Mapa é evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020
, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus. COOPERATIVISMO Para o cooperativismo agropecuário, a notícia chegou como um alívio, já que 1/3 das cooperativas agropecuárias vinculadas à OCB são detentoras da DAP Jurídica. Além disso, segundo levantamento realizado pelo IBGE, 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são do perfil da agricultura familiar. MEDIDAS DE SEGURANÇA De acordo com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, desde o início da pandemia, o Ministério tem trabalhado em medidas que auxiliem o pequeno produtor na manutenção da sua produção e distribuição, adotando as medidas de segurança necessárias. “A nova prorrogação do prazo de validade das declarações é importante, pois a DAP é indispensável para que o agricultor familiar consiga acessar as políticas públicas de crédito e os programas de compras institucionais”, ressalta. Um levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa. DAP A Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) é a porta de entrada do agricultor familiar às políticas públicas de incentivo à produção e geração de renda. Como uma identidade, o documento tem dados pessoais dos donos da terra, dados territoriais e produtivos do imóvel rural e da renda da família. Para acessar uma linha de crédito do Pronaf, por exemplo, é imprescindível a DAP, pois nela consta informações que darão segurança jurídica para as transações de financiamentos. Além dos agricultores/as familiares, são beneficiários da DAP, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e beneficiários do Terra Brasil - Programa Nacional de Crédito Fundiário. Confira aqui outras informações sobre a DAP
(Fonte: Com informações MAPA)
, publicada no Diário da União desta quinta-feira (24/9), estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses. As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/
. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs
por causa da pandemia. O objetivo, segundo o Mapa é evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020
, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus. COOPERATIVISMO Para o cooperativismo agropecuário, a notícia chegou como um alívio, já que 1/3 das cooperativas agropecuárias vinculadas à OCB são detentoras da DAP Jurídica. Além disso, segundo levantamento realizado pelo IBGE, 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são do perfil da agricultura familiar. MEDIDAS DE SEGURANÇA De acordo com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, desde o início da pandemia, o Ministério tem trabalhado em medidas que auxiliem o pequeno produtor na manutenção da sua produção e distribuição, adotando as medidas de segurança necessárias. “A nova prorrogação do prazo de validade das declarações é importante, pois a DAP é indispensável para que o agricultor familiar consiga acessar as políticas públicas de crédito e os programas de compras institucionais”, ressalta. Um levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa. DAP A Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) é a porta de entrada do agricultor familiar às políticas públicas de incentivo à produção e geração de renda. Como uma identidade, o documento tem dados pessoais dos donos da terra, dados territoriais e produtivos do imóvel rural e da renda da família. Para acessar uma linha de crédito do Pronaf, por exemplo, é imprescindível a DAP, pois nela consta informações que darão segurança jurídica para as transações de financiamentos. Além dos agricultores/as familiares, são beneficiários da DAP, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e beneficiários do Terra Brasil - Programa Nacional de Crédito Fundiário. Confira aqui outras informações sobre a DAP
(Fonte: Com informações MAPA)

Os cooperados que participaram do Curso de Excelência no Atendimento ao Cliente, promovido pelo Sistema OCB/AP, voltam para casa com uma nova perspectiva de mercado e competitividade na bagagem. O treinamento ocorreu nestas quarta-feira (16) e quinta-feira (17), no auditório do Sebrae-AP, em Macapá. O curso, ministrado pelo consultor em administração, Alan Yared Lima, trabalhou conceitos básicos de atendimento ao cliente, levando em consideração o cenário do novo normal no contexto da pandemia de coronavírus, e, ainda, aspectos iniciais sobre como agir nas mais diferentes situações que exigem tratamento diferenciado aos clientes. Tudo com ênfase no marketing digital. Yared frisou que apesar de muito serem de empreendimentos do interior do estado, alguns de comunidades longínquas, a aceitação das tecnologias apresentadas foi um processo natural – “até porque o público alvo deles está nas capitais, eles produzem no campo, mas escoam para as áreas urbanas”, analisou o instrutor. “Vimos que o processo de atendimento ao cliente deve estar alinhado, planejado e modelado com o marketing digital e eles assimilaram muito bem essa ideia, pois foram muito participativos. Pudemos ver também, no segundo dia, como funciona o sistema do marketing digital e como as plataformas, sites, redes sociais, devem ser usadas em conjunto e não isoladamente. Foi uma oportunidade muito produtiva”, resumiu Yared. Essas ferramentas tecnológicas foram muito bem aceitas pela dona Maria Angélica Silva de Oliveira, da Cooperativa dos Produtores do Maracá (Coopmaracá), localizada a 240 km de Macapá. Lá se produz açaí, banana, melancia, cupuaçu, verduras e castanha. Para ela, as novas ferramentas vão possibilitar a ampliação do leque de mercado, aumentando a clientela para que a produção não fique parada, como ocorreu com alguns produtos da cooperativa no primeiro semestre de 2020 por causa da pandemia de coronavírus. “Foi muito bom, aumentou muito os conhecimentos e quando retornar ao Maracá vou poder repassar essas informações de como utilizar essas ferramentas de forma correta, como define o Marketing Digital, para os outros membros da cooperativa. E agora poderemos ampliar os nossos clientes e tornando os nossos produtos alimentícios ainda mais conhecidos pela internet e de forma correta”, analisou. Quem também aprendeu a importância do marketing digital foi o seu Hildeci Maciel, representante de duas cooperativas do Amapá, a Fenix Transportes, e a Agroporto, que produz poupas de frutas regionais, como manga, cupuaçu, muruci, taperebá, graviola e goiaba. “É uma ferramenta imprescindível, principalmente pelo momento que nós vivemos hoje, por conta do isolamento imposto pela pandemia, e com ela podemos ampliar nosso alcance de cliente e sistematizar e organizar esse volume de negócios. Precisamos nos adequar e o primeiro passo foi dado ontem e hoje com esse treinamento oferecido pela OCB-AP”, avaliou o cooperado. [gallery columns="2" size="large" ids="4982,4984,4983,4981"]
Cooperados dos mais diversos segmentos econômicos do Amapá iniciaram um treinamento visando diferenciar as cooperativas de outros empreendimentos e aumentando a competitividade com um atendimento especializado aos clientes.
Com ênfase em marketing digital, o Curso de Excelência no Atendimento ao Cliente promovido pelo Sistema OCB/AP iniciou nesta quarta-feira (16), o dia todo, e prossegue até o fim da tarde de quinta-feira (17), no auditório do Sebrae-AP, em Macapá.
Neste primeiro dia, o consultor em administração, Alan Yared Lima, que ministra o treinamento, trabalhou conceitos básicos de atendimento ao cliente, levando em consideração o cenário do novo normal no contexto da pandemia de coronavírus, e, ainda, aspectos iniciais sobre como agir nas mais diferentes situações que exigem tratamento diferenciado aos clientes.
“Neste primeiro dia de treinamento tivemos conceitos básicos, desafios, sempre trabalhando neles a ideia do ‘por que o cliente escolhe o meu empreendimento, a minha cooperativa’? Então, a excelência no atendimento a ele pode ser um diferencial para esta preferência. Baseado nisso, o empreendedor não pode deixar o marketing digital de lado, pois vivemos um momento tecnológico propício para isto, então abordamos como agir diante de reclamações, como agir no meio digital, como gerenciar crises online ou off-line. E amanhã nos aprofundaremos ainda mais”, resumiu o instrutor do curso.
A presidente da OCB-AP, Maria Nascimento, acompanhou os trabalhos no primeiro turno. Ela ressaltou que um dos compromissos do Sistema é levar capacitação e atualizações de mercado às cooperativas. Por isso treinamentos são fundamentais.
“Sabemos que sai na frente quem inova e se atualiza. E num mundo digital que vivemos hoje é preciso compreender as exigências e tendências de mercado. Nesse contexto é fundamental que as cooperativas estejam para ter uma atuação cada vez mais moderna e, assim, serem empreendimentos diferenciados e bem sucedidos. Ficamos muito felizes de poder proporcionar essas oportunidades aos cooperados de todos os municípios do Estado. E outros cursos ainda virão”, avaliou a presidente Nascimento.
Nesta quinta-feira (17), os trabalhos ocorrem na sede do Sebrae, no auditório, de 8h às 12h, e de 14h às 18h.
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