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A 5ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Amapá (SESCOOP-AP), ocorrida no último dia 27 de outubro, levou à pauta dois importantes assuntos para o planejamento das atividades do próximo ano.
O encontro, em formato híbrido, ocorreu presencialmente na sede do Sistema OCB-AP, no Centro de Macapá. Alguns membros do dispositivo participaram pelo modo remoto.
Durante a reunião, que foi conduzida pela presidente do Conselho de Administração e do Sistema OCB, Maria Nascimento, e pelo Superintendente do SESCOOP-AP, Michel Araújo, foi examinada a ata do Conselho Administrativo da 4ª reunião.
Em seguida, foi apresentado o Plano de Trabalho do Conselho de Administração para o exercício de 2023 e deliberaram pontos do Orçamento Anual de 2023.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Amapá (SESCOOP-AP) realizou no último dia 27 de outubro, a 5ª Reunião Ordinária do Conselho Fiscal (CONFIS) do exercício 2022.
O encontro, em formato híbrido foi ocorreu presencialmente na sede do Sistema OCB-AP, no Centro de Macapá. Alguns membros do dispositivo participaram pelo modo remoto.
Durante a reunião, que foi conduzida pelo Presidente do Conselho Fiscal, Amiraldo Lima Picanço, pelo Superintendente do SESCOOP-AP, Michel Araújo, e pela presidente do Sistema OCB, Maria Nascimento, foi examinada a ata do Conselho Administrativo da reunião anterior.
Na pauta do dia, eles examinaram a liquidação financeira da folha de pagamento de pessoal, no período de julho à setembro de 2022.
Também analisaram pagamentos realizados de julho à setembro de 2022 aos fornecedores e cruzaram com informações de previsão dos programas de Trabalho e respectivo orçamento aprovado pelo Conselho de Administração.
O Curso de Cooperativismo do Sistema OCB-AP alcançou todos os 160 vigilantes que estão em postos da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais Autônomos da Área de Segurança do Estado do Amapá (PROSSEG). Desde a segunda-feira (24), cooperados e colaboradores da estão sendo capacitados para compreender mais ainda sobre o cooperativismo como modelo de negócio e a estrutura do empreendimento do qual fazem parte.
Nesta quinta-feira (27) foi formada a última das quatro turmas (dias 24, 25, 26 e 27) que o Sistema OCB-AP disponibilizou para que o participante pudesse se encaixar de acordo com a sua escala de trabalho na Cooperativa.
O treinamento, que ocorreu no auditório da OCB-AP, pelo período da manhã, alcançou, no total, 168 profissionais, 160 cooperados, mais 8 diretores e colaboradores do quadro administrativo.
O curso teve como instrutor o Gerente de Desenvolvimento do SESCOOP-AP, Marcelo Sarmento. Segundo ele uma das maiores dúvidas dos cooperados era sobre o vínculo empregatício em relação à cooperativa.
“Um sócio cooperado precisa entender como funciona a cooperativa. Muitos desses cooperados que participaram do curso ao longo desta semana vêm de empresas participantes de vigilância, onde eram empregados, agora a situação é diferente, eles não são mais empregados e sim cooperado. Então mostramos para eles como funciona a cooperativa, os princípios, os valores, e, assim, eles puderam sanar essas dúvidas”, explicou Sarmento.
O conteúdo trabalhado foi a história do cooperativismo, desde as primeiras cooperativas que surgiram no Brasil, números do setor a nível mundial e de Brasil, os princípios e valores, e a relação do cooperado com o INSS.
Intercooperação
Durante o curso para a última turma, a presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, apresentou presidentes de outras cooperativas e ramos do Amapá, além de membros dos Conselhos Fiscal e de Administração do SESCOOP.
A visita ressaltou mais ainda a ideia de intercooperação – negócios entre cooperativas – que também foi trabalhada no treinamento.
Em rápido diálogo, o presidente da Federação das Cooperativas de Garimpeiros e Mineração do Estado do Amapá (FECOOMI), Francisco Nogueira, explicou que quando as cooperativas do ramo de mineração estiverem com as atividades a pleno vapor no Estado, elas precisarão de serviços de vigilância e segurança armada, por exemplo, para o transporte de metais preciosos.
“Essa rápida visita é para que os cooperados da PROSSEG saibam que juntos, nós somos mais fortes, para que abra o campo de visão deles em relação ao mercado do ramo deles, aqui, no Amapá, nós temos muitas possibilidades, mas precisamos estar preparados para essas oportunidades, daí a importância de estarmos sempre capacitando e atualizando a mão de obra cooperativista”, destacou Maria Nascimento.
A PROSSEG está no mercado amapaense desde agosto de 2021. É a primeira cooperativa do setor de segurança privada do estado.
Um projeto desenvolvido pela Cooperativa de Arte e Cultura Imagem e Cia está ensinando alunos de escolas a transformar lixo descartável em sacolas reutilizáveis.
O principal objetivo é conscientizar a população quanto a reutilização de resíduos sólidos por meio da reciclagem e assim preservar o meio ambiente.
São oficinas de reciclagem nas quais a cooperativa está usando materiais descartados na procissão do Círio de Nazaré para ensinar a fazer as peças. O projeto tem o apoio da Cooperativa Sicredi e do Sistema OCB Amapá.
A primeira experiência ocorreu no último dia 25 com alunos da Estadual Maria do Carmo Viana dos Anjos, localizada no Bairro Jardim Felicidade 2, zona norte de Macapá.
A presidente da cooperativa, Débora Bararuá, disse que desde a criação do grupo, a reutilização de resíduos sólidos é para confecção de figurinos e objetos cênicos, além de sacolas e outras peças.
Ela garantiu que além de aprender o básico para costurar as bolsas e sacolas, os alunos ainda participam de uma palestra onde o principal assunto é o bom uso de resíduos sólidos e as políticas públicas para a preservação do meio ambiente.
"É um trabalho que é muito importante, tanto pra reciclagem, quanto para a cultura de artesanato", reforçou a presidente.
Outras oficinas acontecem nos próximos dias 1⁰ e 19 de novembro, em mais uma escola pública.
O Sistema OCB Amapá participou do mais importante congresso de liderança e estratégia do cooperativismo brasileiro.
Realizado em Belo Horizonte desde 2015, o Congresso Internacional World Coop Management é a maior referência no Setor Cooperativo do País. A edição deste ano ocorreu nos dias 17 e 18 de outubro.
O WCM tem a proposta de construir uma nova visão empreendedora e cooperativista com transformações que impactam a forma de liderança e gestão.
De acordo com o Superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (SESCOOP-AP), Michel Araújo, a participação é o início da capacitação de presidentes e superintendentes das unidades brasileiras do setor.
Ele e a presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, participaram de diversas frentes de atividades, entre palestras motivacionais, de entendimentos cooperativistas e novos cenários.
“Esse evento foi o início de um extenso treinamento que terá agendas até julho de 2023. Agora, em novembro, já haverá outro congresso, voltado para gerenciamento”, informou Michel Araújo.
Maria Nascimento ressaltou o WCM como fonte de conhecimento e pré-requisitos básicos para presidentes, dirigentes, superintendentes, gerentes e gestores de cooperativas alcançarem mercados cada vez mais competitivos, mantendo-se atualizados sobre os novos conceitos e estratégias de atuação.
“As principais tendências mundiais e modelos de gestão que mais se adaptam ao futuro que vem pela frente nesse período pós pandemia estão nessa agenda que iniciamos no WCM. De volta ao Amapá com esses conhecimentos, poderemos trabalhar ideias e práticas de grandes estrategistas da atualidade que estiveram no evento”, informou a presidente do Sistema OCB-AP.
Desde a segunda-feira (24), cooperados e colaboradores da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais Autônomos da Área de Segurança do Estado do Amapá (PROSSEG) estão sendo capacitados para compreender mais ainda sobre o funcionamento do cooperativismo como modelo de negócio e a estrutura do empreendimento do qual fazem parte.
O Curso de Cooperativismo do Sistema OCB-AP vai até a próxima quinta-feira (27), no auditório da OCB-AP, pelo período da manhã. São quatro turmas (dias 24, 25, 26 e 27) que o Sistema OCB-AP disponibilizou para que o participante pudesse se encaixar de acordo com a sua escala de trabalho na Cooperativa.
O treinamento tem como instrutor o Gerente de Desenvolvimento do SESCOOP-AP, Marcelo Sarmento.
“A PROSSEG é do ramo de trabalho, um segmento que precisa se desenvolver mais ainda no cooperativismo do Amapá. A segurança privada é um importante setor para economia e geração de emprego e renda. E para atingir esse objetivo é preciso qualificar cada vez mais a mão de obra em diversas áreas, inclusive no próprio cooperativismo. Nesse processo estamos de mãos dadas com a PROSSEG”, explicou Sarmento.
O presidente da cooperativa, Amiraldo Costa Pereira, lembra que PROSSEG está no mercado amapaense desde agosto de 2021, é a primeira cooperativa do setor de segurança privada do estado. Por isso, a entidade busca cada vez mais o aperfeiçoamento dos seus profissionais, seja na atividade final ou no funcionamento do negócio enquanto cooperativa.
“Estamos no mercado nos propondo a melhorar o segmento da vigilância e gerar empregos. Depois de se unir e fundar a cooperativa, estamos buscando qualificar mais nosso pessoal e a gestão, e, assim, reconquistar cada vez mais o espaço do trabalhador vigilante no mercado de trabalho. Assim, o apoio técnico do Sistema OCB Amapá é fundamental”, destacou o presidente da PROSSEG.
Dona do melhor plano odontológico do Norte do Brasil, a Cooperativa Uniodonto Amapá reuniu, em Macapá, dirigentes, cooperados, colaboradores, autoridades e clientes para comemorar o seu aniversário de 25 anos de fundação. A festa ocorreu no dia 30 de setembro.
O presidente da Uniodonto Amapá, Dr. Cláudio Calandrini, ressaltou que atualmente a Uniodonto reúne 69 cooperados e 9 cirurgiões-dentistas credenciados, oferecendo mais de 12 especialidades odontológicas e atendendo mais de 25 mil beneficiários.
“Estamos muito felizes com o crescimento e maturidade da nossa cooperativa. São 25 anos no mercado amapaense unindo forças e levando serviços de saúde bucal sempre com qualidade e ética. Os nossos profissionais atendem emergências fora do horário comercial ou dos dias úteis. Caso esteja em viagem, o nosso beneficiário também pode procurar um dentista credenciado da nossa rede, então nós oferecemos muitas vantagens e o nosso compromisso”, garantiu o Dr. Calandrini.
Também esteve presente à festa, o Diretor vice-presidente da Federação Amazônia do Brasil da Uniodonto, Dr. Ariosto Chaves.
A Uniodonto Amapá foi criada em 23 de setembro de 1997. Os 40 cooperados fundadores fizeram da dificuldade do mercado de trabalho uma oportunidade de unir dentistas e gerar negócios, tendo como missão promover a saúde bucal de qualidade com base no cooperativismo.
“Em 1997 era muito difícil o acesso aos dentistas, e nós precisávamos de pacientes, éramos novos no mercado, então nos unimos e tivemos a ideia de fundar a cooperativa. Fizemos toda parte legal e nos filiamos à Uniodonto Brasil. Imagine fazer isso há 25. Foi desafiador e conseguimos mostrar que a saúde bucal pode ser acessível”, lembrou a primeira presidente e cooperada fundadora da Uniodonto no Amapá, Dra. Conceição Capiberibe.
O atual Diretor Vice-Presidente de Administrativo Financeiro, Dr. Adalberto Baccarin, falou da satisfação de estar à frente da diretoria e comemorar uma data tão importante.
“É uma grande satisfação participar deste momento comemorativo. São muitas as razões para celebrar, desejamos longevidade e ainda mais sucesso e prosperidade à Uniodonto Amapá”, destacou o Dr. Baccarin.
A Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA) do Estado, da qual a OCB Amapá tem assento, segue sistematizando as propostas que foram levantadas durante o II Workshop de Educação Ambiental do Estado do Amapá (Workpeea), no mês de junho, em Macapá.
Na quarta-feira (19), a Comissão realizou a 3ª Reunião Plenária Extraordinária para tratar do assunto. O encontro ocorreu novamente na sede do Sistema OCB-AP, no Centro da capital.
O Workshop trabalhou como tema a “Educação Ambiental e as Políticas Públicas: Revisitando a Legislação Estadual”, para discutir e atualizar a Lei nº 1296/2009, que institui a Política Estadual de Educação Ambiental, assim como o Programa Estadual de Educação Ambiental.
A CIEA é resultado do processo de institucionalização da Educação Ambiental no país e tem como atribuição fomentar no Estado a elaboração e o fortalecimento das políticas públicas, seus instrumentos de gestão jurídicos e técnicos administrativos.
Por isso é importante a representatividade das cooperativas neste processo para que a produção cooperativista seja legalmente potencializada sem prejudicar o meio ambiente.
A Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Bailique (Amazonbai) realizou na semana passada a sua Assembleia Geral Extraordinária 2022. A sessão ocorreu na sede do Sistema OCB Amapá, na região central de Macapá.
O encontro teve o apoio técnico da equipe do Sistema e condução do presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço. Na pauta dos trabalhos estavam:
• Balanço Parcial da Safra 2022
• Balanço Parcial da Gestão 2022
• Balanço Patrimonial
• Aprovação da política de salvaguardas
• Apresentação da nova logomarca da Amazonbai
• Apresentação dos Jovens Gestores (Parceria com a Interelos)
• Apresentação da Campanha do Projeto Formar Gênero (Parceria IEB)
“O evento foi um sucesso, tivemos a partição de cerca de 70% dos produtores, o que mostra um bom trabalho de mobilização. Conseguimos avançar bastante Também não posso deixar de agradecer o apoio do Sistema OCB, principalmente no suporte técnico de participação remota do público da nossa assembleia”, avaliou o presidente.
A Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA) do Estado, da qual a OCB Amapá tem assento, começou a demandar as propostas que foram formuladas no II Workshop de Educação Ambiental do Estado do Amapá (Workpeea), no mês de junho, em MAcapá.
Na quarta-feira (5), a Comissão realizou uma reunião com todos os membros para rever as demandas. O encontro ocorreu na sede do Sistema OCB-AP, no Centro da capital.
O Workshop trabalhou como tema a “Educação Ambiental e as Políticas Públicas: Revisitando a Legislação Estadual”, para discutir e atualizar a Lei nº 1296/2009, que institui a Política Estadual de Educação Ambiental, assim como o Programa Estadual de Educação Ambiental.
“Nós colhemos proposituras das instituições e construímos uma Carta de Intenção com os pontos que almejamos da Educação Ambiental para os próximos anos. E agora queremos assegurar na legislação o que foi proposto e amplamente debatido no evento pelas instituições. Então, nesta reunião começamos a montar um planejamento com metas para resultar nas modificações que a legislação precisa”, frisou a analista de cooperativismo da OCB-AP, Marcela Pinheiro.
A CIEA é resultado do processo de institucionalização da Educação Ambiental no país e tem como atribuição fomentar no Estado a elaboração e o fortalecimento das políticas públicas, seus instrumentos de gestão jurídicos e técnicos administrativos.
Por isso é importante a representatividade das cooperativas neste processo para que a produção cooperativista seja legalmente potencializada sem prejudicar o meio ambiente.
O Sistema OCB-AP mostrou o cooperativismo como um modelo de negócio para os vendedores de passagens e agências de turismo que atuam no Porto do Grego, principal terminal fluvial de passageiros do Estado, localizado em Santana, município que detém a segunda força econômica do Amapá.
A Presidente Executiva do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, foi quem apresentou aos empreendedores como funciona uma cooperativa e explanou sobre conceitos básicos, mostrando que o segmento é uma alternativa de negócio viável a partir da união de pessoas cooperando entre si.
A palestra, ocorrida no último dia 26, no auditório do SEBRAE Santana, foi acompanhada pelo representante jurídico do Grupo, o advogado Marlon Melo e teve como foco empreendedorismo e cooperativismo.
“Com organização, é possível que os empreendedores desta atividade econômica tão importante possam vir somar forças e cooperar. Para isso, queremos despertar o cooperativismo neles como uma forma organizada de empreender”, ponderou Nascimento.
Estão abertas as inscrições para o Curso de Cooperativismo do Sistema OCB-AP destinado a cooperados e colaboradores da Cooperativa Prosseg. O treinamento ocorre de 24 a 27 de outubro, no auditório do Sistema OCB-AP, de 8h às 12h.
O participante deverá escolher a melhor data de acordo com a sua escala de trabalho na Cooperativa e se inscrever na turma correspondente ao dia. Há quatro turmas disponíveis: nos dias 24, 25, 26 e 27.
Dúvidas pode ser tiradas pelo e-mail
O público que foi prestigiar a 2ª Edição da EXPOCOOP – a feira de Negócios do Cooperativismo Amapaense – conheceu toda a qualidade dos produtos e serviços de 50 cooperativas do Amapá, que levaram uma pequena amostra do campo para o centro da capital.
O evento, organizado pelo Sistema OCB-AP, ocorreu neste sábado, 24, ao lado do Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá.
As cooperativas do Ramo Agro venderam até o último de uma grande variedade de produtos, entre queijos, biscoitos, doces, geleias, tortas, bolos, iogurtes, tudo feito com frutas, verduras e hortaliças da agricultura familiar e do extrativismo.
Quem passava, olhava e conhecia, comprava. Foi assim com a servidora pública aposentada Ana Paula Bacessat, que passou pelo estande da Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru, do município de Laranjal do Jari, no sul do Amapá.
Ela comprou castanhas e o óleo da fruta que é produzido pelos extrativistas na agroindústria da cooperativa.
“Eu estava vindo ao Centro e vi a feira, decidi entrar e pra minha surpresa encontrei o espaço da Comaru, que é uma cooperativa que conheço há muitos anos, desde quando ainda viajava a serviço para o interior do Estado. Então, eu sei da qualidade do que ela produz. Eu consumo duas castanhas por dia e, também, por recomendação médica. Gostei muito da iniciativa, as pessoas precisam saber que no Amapá se produz muita coisa com muita qualidade”, avaliou a visitante.
Além da exposição de alinetos, outros produtos de Cooperativas dos Ramos Crédito, Saúde, Consumo, Transporte, Trabalho, Produção de Bens e Serviços em seus variados seguimentos foram levadas para a estrutura da 2ª EXPOCOOP.
Abertura de contas e máquinas de cartão gratuita; planos odontológicos para pessoas físicas, jurídicas e servidores públicos; amostras de minérios, o funcionamento de um garimpo; veículos terrestres e marítimos usados para transportes de cargas e passageiros; pacotes de turismo ecológico, entre outros produtos e serviços.
Na abertura do evento, o superintendente do SESCOOP-AP, Michel Araújo, ressaltou o ambiente de negócios que foi montado para que as cooperativas, além de comercializar produtos, pudessem intercooperar e fechar transações entre si.
“Nós convidamos investidores, empresários, supermercados, para virem conhecer os produtos e serviços. Preparamos o espaço para isto”, ressaltou o superintendente.
A presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, destacou o esforço dos dirigentes e cooperados para levarem as amostras da sua produção até o centro da capital.
“As cooperativas trabalharam muito para nós estarmos aqui, mostrando para a maior população do Estado e empreendedores o que temos de melhor, com muita qualidade”, ressaltou a presidente.
Paralelo à programação de negócios, o evento também levou ao público, atrações culturais e gastronômicas.
Apresentam-se no palco da EXPOCOOP os cantores da terra: Jô Freitas e Ed Jacues, Wanny Caetano e Silmara Lobato.
Cozinha Show
Um dos momentos mais altos do evento foi a apresentação da Cozinha Show, que este ano levou a chef Floraci Dias, do renomado Flora Restaurante. Ela utilizou produtos das cooperativas para preparar um peixe (filhote) recheado com jambu e camarão, servido com farofa de banana e arroz.
“Utilizei os produtos daqui do Amapá. Nossos agricultores têm que ser valorizados, pois temos muitos produtos de qualidade aqui, que não deixam nada a desejar para o que é de fora”, afirmou a chef.
A EXPOCOOP foi até as 17h.
Veja imagens do II Expocoop: Aqui
Com programação artística e de negócios, a 2ª Edição da EXPOCOOP – a feira de Negócios do Cooperativismo Amapaense – ocorre neste sábado, dia 24 de setembro, ao lado do Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá.
Organizado pelo Sistema OCB-AP, o evento vai trazer, do campo para o centro da capital, alimentos da agricultura familiar amapaense, cultivados pelas cooperativas do Ramo Agro, além da exposição de outros produtos de Cooperativas dos Ramos Crédito, Saúde, Consumo, Transporte, Trabalho, Produção de Bens e Serviços em seus variados seguimentos.
Na tarde de quarta-feira (21), a diretoria e equipe técnica da OCB-AP reuniram representantes das 51 cooperativas e parceiros que estarão na EXPOCOOP deste ano para alinhar os últimos detalhes antes do evento. O encontro ocorreu na sede da OCB-AP, em Macapá.
A presidente do Sistema, Maria Nascimento fez um checklist com todos os participantes da reunião.
Para amostra e comercialização com o público, as cooperativas levarão para a EXPOCOOP produtos e serviços como: camarão, hortaliças, especiarias, artesanato, biojoias, polpas de frutas, sorvetes, açaí, entre outros produtos da agricultura familiar, mudas de plantas, castanha da Amazônia e seus subprodutos (biscoito, óleo).
Numa outra frente, as cooperativas de Crédito, Saúde, Consumo, Transporte, Trabalho, Produção de Bens e Serviços levarão para o evento atendimentos de: abertura de contas e máquinas de cartão gratuita; planos odontológicos para pessoas físicas, jurídicas e servidores públicos; amostras de minérios, o funcionamento de um garimpo; veículos terrestres e marítimos usados para transportes de cargas e passageiros; pacotes de turismo ecológico, entre outros produtos e serviços.
“A EXPOCOOP é uma vitrine para que a sociedade em geral conheça ainda mais a força do Cooperativismo no Amapá em seus seis ramos de atuação em todo o Estado. Então, nós vamos proporcionar um ambiente de negócios: negócios entre cooperativas (intercooperação), vendas, negócios com pessoas físicas e jurídicas. E durante o dia teremos a programação cultural com cantores da terra para animar o público e, também, a parte gastronômica”, resumiu Maria Nascimento.
Empresários de fora do estado estarão on-line na sala de rodadas de negócios para contatar os empreendedores do cooperativismo amapaense.
A montagem da estrutura já inicia nesta quinta-feira (22). As cooperativas começam a ocupar os estandes na sexta-feira (23).
Atrações culturais
Paralelo à programação de negócios, o evento também levará para o público, atrações culturais e gastronômicas.
Às 9h30, apresentam-se no palco da EXPOCOOP a dupla Jô Freitas e Ed Jacues. Às 12h, é a vez de Wanny Caetano.
Às 15h, ocorre um dos momentos mais altos do evento, a apresentação da Cozinha Show, que este ano traz a chef Floraci Dias, do renomado Flora Restaurante. Ela utilizará produtos das cooperativas para preparar pratos especiais.
Às 16h sobe ao palco a cantora e intérprete de escola de samba, Silmara Lobato.
A programação inicia a partir de 9h e segue até o fim da tarde.
Após a eleição do último dia 4 de setembro, que consagrou Pedro Carneiro como novo Presidente da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Vila Nova (COOPGAVIN), do Município de Porto Grande, os diretores visitaram a sede do Sistema OCB Amapá, em Macapá.
Na ocasião, eles se apresentaram oficialmente à Presidente Maria Nascimento e conheceram o corpo técnico da Unidade, disponível para orientar a nova administração quanto aos procedimentos em uma cooperativa.
“Queremos gerenciar a cooperativa com todo apoio e orientação da Casa, de forma que nossos cooperados possam sentir orgulho de terem nos confiado o pleito. Somos marinheiros de primeira viagem no assunto, porém estamos dispostos aos desafios e a buscar o melhor para a nossa cooperativa e a comunidade onde está inserida”, afirmou Pedro Carneiro.
Maria Nascimento deu as boas-vindas e percorreu com a Diretoria da COOPGAVIN os setores da sede da OCB-AP para explicar o funcionamento de cada departamento.
“Estamos sempre de portas abertas para orientar desde o papel de cada diretor e conselheiro até a prestação de contas. Queremos uma gestão cada vez mais profissional e transparente para as nossas cooperativas”, ponderou Maria Nascimento.
A Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Vila Nova (COOPGAVIN), no município de Porto Grande, elegeu, no último domingo (4), sua nova administração para os próximos anos.
Presidente e novos Diretores foram escolhidos na Assembleia Geral Extraordinária, que foi acompanhada por técnicos e a presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, além do presidente da Federação das Cooperativas de Mineração e Garimpeiros do Estado do Amapá (FECOOMI), Francisco Nogueira.
Após serem empossados, membros eleitos discursaram agradecendo pela confiança de cada cooperado, depositado neles.
“Unidos e trabalhando com sabedoria, nós buscaremos o melhor para os cooperados e as pessoas que dependem do funcionamento da atividade da cooperativa para sobreviverem”, disse o novo presidente eleito, Pedro Carneiro.
A maior vitrine do setor produtivo na América Latina, a Expointer (Exposição Internacional de Esteio) bateu recordes de público e volume de negócios este ano na sua 46ª edição. E o cooperativismo do Amapá não poderia ficar de fora desse grande evento, que ocorreu de 27 de agosto a 4 de setembro, no parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.
O total de negócios foi de R$ 7,1 bilhões, um aumento de 164,6% na comparação com 2019, último ano em que a feira ocorreu com presença totalmente liberada de público, após dois anos de restrições por causa da pandemia de Covid-19. Os dados foram apresentados pelo governo gaúcho, organizador da feira.
A Expointer recebeu um público de 742 mil pessoas. Em 2019, foram 416 mil. Todos os números apresentaram crescimento no período. No setor de máquinas e implementos, o mais rentável da feira, o valor movimentado chegou a R$ 6,6 bilhões (+ 159,2%). No setor automobilístico, o resultado foi de R$ 490,9 milhões, com 1.674 unidades vendidas (+ 251%).
Na pecuária, a venda de 1.309 animais rendeu R$ 11,9 milhões (+ 42,02%). O setor da agricultura familiar, um dos mais populares entre os visitantes, vendeu R$ 8,1 milhões (+ 78,52%). A venda de artesanato somou R$ 1,5 milhão (+ 9,74%), quando também foi contabilizado o setor de comércio, que teve movimentação de R$ 34,1 milhões.
A Presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento, e o Superintendente do SESCOOP-AP, Michel Araújo, foram ao evento buscar experiências de tecnologia e inovações para mostrar os novos modelos às cooperativas do Amapá.
“É uma vitrine enorme com muitas novidades, então nós não poderíamos deixar de vir buscar esse conhecimento para levar para as nossas cooperativas e, também, aplicar o que conhecemos a nível organizacional e estratégico na nossa Feira de Negócios das Cooperativas Amapaenses, a EXPOCOOP, que acontece agora em setembro, no dia 24”, resumiu a presidente.
Uma nova cooperativa do Ramo Agro está a caminho no Amapá. Após a palestra sobre cooperativismo como modelo de negócio ministrada pelo Sistema OCB-AP, as famílias de agricultores da comunidade do Ramal do Cachaço, no município de Serra do Navio, na região centro-oeste do Amapá, não tiveram mais dúvida: irão cooperar.
A palestra, ministrada pela própria presidente do Sistema, Maria Nascimento, foi decisiva para o novo passo na direção de novos mercados para a produção de pimenta-do-reino. A especiaria, muito usada na culinária em geral, será o carro-chefe da futura cooperativa.
“Levantamos uma série de perspectivas que nos levem a escoar nossa produção, que por enquanto temos a pimenta-do-reino como atividade principal e chegamos à conclusão que a cooperativa é o melhor modelo para um grupo que deseja empreender. Estamos ansiosos para colocar nossos produtos no mercado, produção realizada com cooperação e dedicação de cada membro da nossa futura cooperativa”, afirmou o líder comunitário Davi Gomes.
O grupo na localidade decidiu que deseja se constituir cooperativa para alavancar o processo produtivo.
“O Sistema OCB-AP/SESCOOP dá apoio desde os primeiros passos, com palestras sobre cooperativismo e orientações para a constituição do empreendimento. É uma comunidade com um enorme potencial para o que estão se propondo e nós enquanto Sistema vamos dar todas as condições e abrir caminho para que mais essa cooperativa entre para o mercado e possa ajudar a gerar emprego, renda e desenvolvimento para esta comunidade, pois é isso que o cooperativismo pode proporcionar”, avaliou Nascimento.
A Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru foi destaque no 1º Encontro Nacional de Castanheiras e Castanheiros, que ocorreu de 23 a 25 de agosto, em Manaus (AM).
Organizado pelo Coletivo da Castanha e o Observatório Castanha-da-Amazônia (OCA), o evento reuniu extrativistas, ribeirinhos e povos tradicionais de terras quilombolas e indígenas de todos os sete estados produtores em mesas redondas, palestras oficinas e debates, que discutiram temas como comércio justo, políticas de apoio ao extrativismo, ameaças aos territórios e castanhais e atuação em rede.
Na abertura, os representantes da COMARU participaram de uma mesa redonda para contar sobre a experiência da cooperativa amapaense como case de sucesso, desde a coleta até o beneficiamento na nova fábrica, e exemplo de organização na Amazônia, que deu a volta por cima após sofrer um incêndio que destruiu a antiga fábrica.
Segundo dados do Coletivo e OCA, a castanha movimenta mais de R$ 2 bilhões por ano no Brasil. Estima-se que a cadeia de valor da castanha-da-amazônia envolva mais de 60 mil pessoas de povos e comunidades tradicionais, ao menos 127 organizações comunitárias (sendo 98 associações e 29 cooperativas) e aproximadamente 60 empresas de beneficiamento e comercialização.
Mas, de toda essa riqueza gerada, ressalta o presidente da COMARU, Bruno Dutra, a menor parte fica com os extrativistas.
Por isso o encontro tratou de buscar caminhos de valorização do trabalho do extrativista coletor de castanha e enfrentar questões que exigem transformação na cadeia de valor e no apoio ao extrativismo na Amazônia.
“A castanha é um produto muito importante para a sociobiodiversidade da Amazônia, com grande potencial de geração de renda e proteção ao meio ambiente preservado que a castanheira requer para produzir suas sementes e prosperar. Então, participar desta construção foi de grande relevância. Foi uma oportunidade de voz para reforçar o papel de aliado na proteção da Amazônia e geração de emprego e movimentação da economia”, avaliou Dutra.
Durante a programação de três dias, foi realizada uma feira com os produtos das associações e cooperativas produtoras de castanha.
A Cooperativa Amazonbai, da comunidade ribeirinha do Bailique, distrito de Macapá, apresentou os primeiros resultados positivos após o início do Programa Economias Comunitárias no Amapá, que é financiado pelo Fundo JBS pela Amazônia.
As novidades foram mostradas no Workshop Resultados Parciais do Programa Economias Comunitárias no Amapá, que aconteceu no início do mês na Universidade do Estado do Amapá (Ueap), em Macapá.
O Programa Economias Comunitárias tem cunho solidário inclusivo. No caso da Amazonbai, o foco é trabalhar a relações da cadeia do açaí para desenvolver um modelo de industrialização e comercialização para a cooperativa, implementando ações para melhorar os processos de estrutura e a produção.
O Instituto de Pesquisas Científicas do Amapá (Iepa) e o Sistema OCB Amapá também apoiam a iniciativa.
Futuramente, o modelo implementado poderá ser replicado como guia a nível mundial, que além da cadeia do açaí, poderá ser estendido às cadeias do pescado, plantas medicinais e outras.
“Foram dois dias de trabalho junto aos nossos parceiros do Instituto Terroá, Instituto Interelos, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), UEAP e fundo JBS. Agradecemos a todos que participaram conosco. Temos a certeza de que, juntos, conseguiremos alcançar o desenvolvimento da nossa cooperativa e, consequentemente, dos nossos territórios”, avaliou o presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço.
